Essa foi uma leitura interessantíssima por vários aspectos. O primeiro deles foi o quanto gostei dos conceitos apresentados e, ao mesmo tempo, o quanto senti que você falhou ao executá-los em prosa. Digo isso com a melhor das intenções: leia mais livros. Dá pra perceber que falta alguma coisa, uma eloquência, nas palavras que tu escolhe para narrar cenas. "Acho que o que ela me falou era a informação da operação, mas agora não sei se é outro assunto ou se ela mentiu." foi uma frase que me chamou a atenção pelo quanto ela parece com algo sendo dito em voz alta, e não escrito no papel (ou, nesse caso, em pixels). Você precisa conhecer mais palavras, cara, e criar o hábito de usá-las num texto.
Sei que soa cretino, mas tô repetindo isso porque eu absolutamente amei os conceitos que você apresentou aqui. Pra começar a própria ideia de um cavaleiro sem nome acompanhado por uma dama de ferro, também sem nome, é do caralho. Bem Dark Souls (o conceito é bem proeminente lá), mas ainda assim original e apresenta uma dinâmica boa. O diálogo entre o nosso Alonne e o lorde dele também foi maneiro, com a explicação bem lógica do porquê de bruxas serem necessárias ao ecossistema ao mesmo tempo em que apresenta o ódio que ele sente por elas. Isso foi muito bem desenvolvido, com o sentimentalismo dele forte o bastante para superar seu treinamento, e isso em si já garante um personagem interessante. A própria dama de ferro também me chamou a atenção pela dinâmica que ela tem com o cavaleiro. De fato, são ideias muito boas e, quando colocados no mesmo universo que a ladra Triss, me deixam animado pra ler mais e ver como essas histórias se interconectam.
Por isso, e só por isso, eu gostaria de ver evolução na sua prosa. Quero ver essas ideias narradas com beleza e criatividade, quero gostar de ler tanto quanto gosto de pensar em Ashes for Ashes. Continue escrevendo, leia mais livros, coloque em prática uma história a par da teoria que ela apresenta.
Tu tá no caminho pra algo grande, Silvan. Eu consigo sentir.
O que mais gostei: Teoria
O que acho que pode melhorar: Prática
Quando eu posto alguma coisa eu leio varias vezes para ter certeza que a presepada do primeiro capitulo não acontecesse de novo (to pensando seriamente em reescrever), depois dessa revisão eu to confiante que nada ta errado e você aparece apontando esses erros.
Depois dessa informação eu não paro de enxergar esses detalhes, sinceramente agradeço pelo apoio de revisão.
Falando do capitulo: Eu criei esse personagem para ser um oposto da Triss, ela pode ser uma ladra sem muita moral pra reclamar e mesmo assim ela se mantem bondosa. Já nosso cavaleiro deveria manter a moral e a compostura, mas ele é emotivo demais a ponto de uma ideia cruel ser pertinente para ele.
O que eu quero é um personagem cinzento navegando pelo bem e o mal, nossos protagonistas vão navegar por essas aguas e talvez alguém se afogue.
Essa foi uma leitura interessantíssima por vários aspectos. O primeiro deles foi o quanto gostei dos conceitos apresentados e, ao mesmo tempo, o quanto senti que você falhou ao executá-los em prosa. Digo isso com a melhor das intenções: leia mais livros. Dá pra perceber que falta alguma coisa, uma eloquência, nas palavras que tu escolhe para narrar cenas. "Acho que o que ela me falou era a informação da operação, mas agora não sei se é outro assunto ou se ela mentiu." foi uma frase que me chamou a atenção pelo quanto ela parece com algo sendo dito em voz alta, e não escrito no papel (ou, nesse caso, em pixels). Você precisa conhecer mais palavras, cara, e criar o hábito de usá-las num texto.
Sei que soa cretino, mas tô repetindo isso porque eu absolutamente amei os conceitos que você apresentou aqui. Pra começar a própria ideia de um cavaleiro sem nome acompanhado por uma dama de ferro, também sem nome, é do caralho. Bem Dark Souls (o conceito é bem proeminente lá), mas ainda assim original e apresenta uma dinâmica boa. O diálogo entre o nosso Alonne e o lorde dele também foi maneiro, com a explicação bem lógica do porquê de bruxas serem necessárias ao ecossistema ao mesmo tempo em que apresenta o ódio que ele sente por elas. Isso foi muito bem desenvolvido, com o sentimentalismo dele forte o bastante para superar seu treinamento, e isso em si já garante um personagem interessante. A própria dama de ferro também me chamou a atenção pela dinâmica que ela tem com o cavaleiro. De fato, são ideias muito boas e, quando colocados no mesmo universo que a ladra Triss, me deixam animado pra ler mais e ver como essas histórias se interconectam.
Por isso, e só por isso, eu gostaria de ver evolução na sua prosa. Quero ver essas ideias narradas com beleza e criatividade, quero gostar de ler tanto quanto gosto de pensar em Ashes for Ashes. Continue escrevendo, leia mais livros, coloque em prática uma história a par da teoria que ela apresenta.
Tu tá no caminho pra algo grande, Silvan. Eu consigo sentir.
O que mais gostei: Teoria
O que acho que pode melhorar: Prática
Quando eu posto alguma coisa eu leio varias vezes para ter certeza que a presepada do primeiro capitulo não acontecesse de novo (to pensando seriamente em reescrever), depois dessa revisão eu to confiante que nada ta errado e você aparece apontando esses erros.
Depois dessa informação eu não paro de enxergar esses detalhes, sinceramente agradeço pelo apoio de revisão.
Falando do capitulo: Eu criei esse personagem para ser um oposto da Triss, ela pode ser uma ladra sem muita moral pra reclamar e mesmo assim ela se mantem bondosa. Já nosso cavaleiro deveria manter a moral e a compostura, mas ele é emotivo demais a ponto de uma ideia cruel ser pertinente para ele.
O que eu quero é um personagem cinzento navegando pelo bem e o mal, nossos protagonistas vão navegar por essas aguas e talvez alguém se afogue.