Comentários em “Paralelas”: “Capítulo 7 - Criaturas da noite”

A
Arrogante
Destacado pelo autor

Vamos começar pela chatice: dois capítulos atrás a Max falou que teve vontade de rejeitar o abraço da Sadie porque afeto lhe deixava desconfortável, e nesse ela já estava se dizendo madura o bastante pra não se importar com esse tipo de coisa. Embora eu entenda que tu escreve os capítulos em longos intervalos e que a Max seja melhor caracterizada como uma pessoa mais madura, achei que valia a pena sinalizar esse ponto.

Outro ponto não necessariamente ruim, mas que me deixou confuso, foi quando a Max disse que em 1985 sua banda favorita era Simple Minds. A história se passa nos anos 90, foi um erro seu querendo afirmar que a banda favorita dos anos 80 da Max era Simple Minds ou...?

Tá, cansei de ser chato.

Max querendo voltar sozinha foi uma das coisas mais divertidas da história até agora porque meu Deus ela é completamente pirada. Não é à toa que ela não só é suspeita de assassinato em massa como também chegou pertinho de levar um tiro do verdadeiro culpado – a menina é despirocada, sem noção, como toda best girl tem de ser.

A explicação pra como ela desapareceu sem ser uma alucinação de Riley foi boa, e abre toda uma gama de perguntas e possibilidades. Vamos que vamos.



O que mais gostei: M de Max, M de maluca
O que acho que pode melhorar: Inconsistências
Louie Bee
Louie Bee Autor

Não acho chatice, na real, esse tipo de feedback me ajuda demais a sinalizar algumas coisas no arquivo pra ter mais atenção na hora de revisar. Então obg por ter pontuado esse detalhe, porque real, como eu demoro pra escrever, acabo mudando/esquecendo de alguns detalhes da personalidade/aparência e faço o oposto disso nos capítulos seguintes. É uma maldição pra mim não poder ter um tempo mais livre pra escrever sem parar.

A Max é muito jogada ao universo e perde a noção do perigo, as vezes, mas isso dá uma energia fenomenal nela. Exceto na campina, que ela teve o mínimo de consciência graças ao RPG kkkk

Talvez eu não tenha encaixado muito bem a fala e faltou alguns detalhes, mas a narrativa se passa entre 2021/2022 mesmo (por mais que não deixe isso muito claro), e o comentário em si era sobre a música que estava tocando levá-la diretamente pros anos 80, quando Dont You Forget (about me) estava em seu auge. Isso + a caracterização das pessoas e do local. Não sei se ajudei a clarear um pouco sua dúvida, mas espero que sim.