Faz um tempinho que não apareço por aqui, não é mesmo?! Precisei me afastar um cadinho do Nyah, mas tenho que terminar essa estória ainda. Preciso saber o desfecho de Alice e companhia.
Gostei dessa pegada meio nostálgica do capítulo. Acho que é justamente esse o objetivo da viagem. Alice voltar às origens, enfrentar seus fantasmas para então entender melhor o que se passa em sua mente e coração. Isso se confirma quando menciona as expectativas dos pais de ambos que ficassem juntos quando eram adolescentes.
A relação entre Alice e a mãe de John é bem bonita. A amizade da família em si já é, mas essa cumplicidade com a tia Kelly a ponto de conseguir lê-la. Vemos nessa conversa um passo importante a ser dado: Alice se reconhecer como bela e praticar mais o amor próprio. Transformar-se na borboleta do título dessa história.
Quanto ao John, é possível notar o quão a amizade deles está mudada. Vemos tudo pelos olhos de Alice, então lemos através de suas emoções. Ainda assim podemos ver que o próprio John está tentando se reconectar com ela depois do acidente, algo que não conseguiu por em prática de cara por conta da presença de Laura.
Olá Mary tudo bem? Que bom ver que você está bem. Me fez falta viu? Mas as vezes é bom mesmo se afastar e são fases da vida. A viagem vai trazer aos poucos essa confirmação pra Alice e também é onde o John acaba "aparecendo" mais, afinal na estória até agora não tinha algo muito direto e concreto com ele. Toda questão familiar acaba confundindo ainda mais, porém Alice tem crescido e desenvolvido a tal da maturidade para entender esses processos.
Olá, Aly! Tudo bem?
Faz um tempinho que não apareço por aqui, não é mesmo?! Precisei me afastar um cadinho do Nyah, mas tenho que terminar essa estória ainda. Preciso saber o desfecho de Alice e companhia.
Gostei dessa pegada meio nostálgica do capítulo. Acho que é justamente esse o objetivo da viagem. Alice voltar às origens, enfrentar seus fantasmas para então entender melhor o que se passa em sua mente e coração. Isso se confirma quando menciona as expectativas dos pais de ambos que ficassem juntos quando eram adolescentes.
A relação entre Alice e a mãe de John é bem bonita. A amizade da família em si já é, mas essa cumplicidade com a tia Kelly a ponto de conseguir lê-la. Vemos nessa conversa um passo importante a ser dado: Alice se reconhecer como bela e praticar mais o amor próprio. Transformar-se na borboleta do título dessa história.
Quanto ao John, é possível notar o quão a amizade deles está mudada. Vemos tudo pelos olhos de Alice, então lemos através de suas emoções. Ainda assim podemos ver que o próprio John está tentando se reconectar com ela depois do acidente, algo que não conseguiu por em prática de cara por conta da presença de Laura.
Enfim, acho que é isso. Até o próximo!
Olá Mary tudo bem? Que bom ver que você está bem. Me fez falta viu? Mas as vezes é bom mesmo se afastar e são fases da vida. A viagem vai trazer aos poucos essa confirmação pra Alice e também é onde o John acaba "aparecendo" mais, afinal na estória até agora não tinha algo muito direto e concreto com ele. Toda questão familiar acaba confundindo ainda mais, porém Alice tem crescido e desenvolvido a tal da maturidade para entender esses processos.