Ahhhh, cara. Vodca com refrigerante foi minha primeira vez também. Inclusive li esse capítulo sob influência de tônica com vodca, então até combinou.
Nostalgia à parte, o feeling desse capítulo foi o maior atrativo dele. Sei que a história não avançou muito, mas acabei me perdendo nos detalheszinhos que você tão sabidamente adicionou. Foi engraçado pra mim ler sobre o arcade porque, com a decoração dele e o fato de só ter marmanjo que canta junto ouvindo I Wanna Be Sedated, deu pra imaginar EXATAMENTE o tipo de pessoa que estava presente, um tipo que eu costumava conhecer muito, muito bem.
O maior destaque nesse âmbito de felling foi Galaxy – não a personagem em si, mas o modo como você descreveu ela. As luzes, a música, o cabelo... Consegui visualizar ela olhando pra Riley com aqueles olhos hipnóticos tão bem. Foi o tipo de cena que vende um personagem, e eu tô comprando Galaxy em dobro. A atitude dela é meio misteriosa, e é claro que o Nick não gostou dela, mas acho que as futuras interações serão interessantes.
Max no final foi meio... Ela parece tão incógnita. Sei que é proposital, mas não consegui decidir como me sentir a respeito dela. Suponho que seja coisa pra eu definir nos próximos capítulos. Nesse ritmo, Max vai encontrar Riley num banheiro público.
[Músicas desse capítulo (sei que não segui a indicação que tu botou nas notas iniciais, sorry): "Should I Stay or Should I Go", "Psycho Killer", "Man in the Box", "Don't You Forget (About Me)" (caramba, tu tinha acabado de assistir Stranger Things ou algo do tipo?), "Check My Brain" e "song like you". A escolhida da vez foi "song like you", mas por pouco não foi "Psycho Killer". Talking Heads é foda. Ótimas músicas, parabéns pelo bom gosto.]
Eu adoro misturar vodca com refrigerante até hoje, não nego. E você fez jus ao capítulo com essa mistura (que nunca fiz, vou adicionar na lista).
Não imaginei que a Galaxy fosse ganhar essa percepção e ênfase, mas ela é fascinante por si só, tanto que ela fez mais uma aparição no futuro, sob outra ótica e sigo avaliando a ideia de trazê-la mais uma vez para a história, por pura vontade mesmo.
Um adendo, o Nick não gosta de quase ninguém que afete a relação dele com a Riley, mas acho que o tom controlador dele já foi bem dosado até aqui.
A Max e a Riley tem uma conexão interessante, como se uma atraísse a outra ou fosse um joguinho de perseguição, quem sabe?
Eu sou muito fã de músicas dos anos 80/90 pela forte influência musical da minha família, mas esses capítulos do arcade eu escrevi com a playlist de Donnie Darko. Head over Hells, The Killing Moon e Don’t you Foget (about me) são meus “remedinhos” para desbloqueio criativo, amo demais.
Ahhhh, cara. Vodca com refrigerante foi minha primeira vez também. Inclusive li esse capítulo sob influência de tônica com vodca, então até combinou.
Nostalgia à parte, o feeling desse capítulo foi o maior atrativo dele. Sei que a história não avançou muito, mas acabei me perdendo nos detalheszinhos que você tão sabidamente adicionou. Foi engraçado pra mim ler sobre o arcade porque, com a decoração dele e o fato de só ter marmanjo que canta junto ouvindo I Wanna Be Sedated, deu pra imaginar EXATAMENTE o tipo de pessoa que estava presente, um tipo que eu costumava conhecer muito, muito bem.
O maior destaque nesse âmbito de felling foi Galaxy – não a personagem em si, mas o modo como você descreveu ela. As luzes, a música, o cabelo... Consegui visualizar ela olhando pra Riley com aqueles olhos hipnóticos tão bem. Foi o tipo de cena que vende um personagem, e eu tô comprando Galaxy em dobro. A atitude dela é meio misteriosa, e é claro que o Nick não gostou dela, mas acho que as futuras interações serão interessantes.
Max no final foi meio... Ela parece tão incógnita. Sei que é proposital, mas não consegui decidir como me sentir a respeito dela. Suponho que seja coisa pra eu definir nos próximos capítulos. Nesse ritmo, Max vai encontrar Riley num banheiro público.
[Músicas desse capítulo (sei que não segui a indicação que tu botou nas notas iniciais, sorry): "Should I Stay or Should I Go", "Psycho Killer", "Man in the Box", "Don't You Forget (About Me)" (caramba, tu tinha acabado de assistir Stranger Things ou algo do tipo?), "Check My Brain" e "song like you". A escolhida da vez foi "song like you", mas por pouco não foi "Psycho Killer". Talking Heads é foda. Ótimas músicas, parabéns pelo bom gosto.]
O que mais gostei: Galaxy
Eu adoro misturar vodca com refrigerante até hoje, não nego. E você fez jus ao capítulo com essa mistura (que nunca fiz, vou adicionar na lista).
Não imaginei que a Galaxy fosse ganhar essa percepção e ênfase, mas ela é fascinante por si só, tanto que ela fez mais uma aparição no futuro, sob outra ótica e sigo avaliando a ideia de trazê-la mais uma vez para a história, por pura vontade mesmo.
Um adendo, o Nick não gosta de quase ninguém que afete a relação dele com a Riley, mas acho que o tom controlador dele já foi bem dosado até aqui.
A Max e a Riley tem uma conexão interessante, como se uma atraísse a outra ou fosse um joguinho de perseguição, quem sabe?
Eu sou muito fã de músicas dos anos 80/90 pela forte influência musical da minha família, mas esses capítulos do arcade eu escrevi com a playlist de Donnie Darko. Head over Hells, The Killing Moon e Don’t you Foget (about me) são meus “remedinhos” para desbloqueio criativo, amo demais.