Comentários em “Paralelas”: “Capítulo 2 - I Wanna Be Sedated”

A
Arrogante
Destacado pelo autor

Ahhhh, cara. Vodca com refrigerante foi minha primeira vez também. Inclusive li esse capítulo sob influência de tônica com vodca, então até combinou.

Nostalgia à parte, o feeling desse capítulo foi o maior atrativo dele. Sei que a história não avançou muito, mas acabei me perdendo nos detalheszinhos que você tão sabidamente adicionou. Foi engraçado pra mim ler sobre o arcade porque, com a decoração dele e o fato de só ter marmanjo que canta junto ouvindo I Wanna Be Sedated, deu pra imaginar EXATAMENTE o tipo de pessoa que estava presente, um tipo que eu costumava conhecer muito, muito bem.

O maior destaque nesse âmbito de felling foi Galaxy – não a personagem em si, mas o modo como você descreveu ela. As luzes, a música, o cabelo... Consegui visualizar ela olhando pra Riley com aqueles olhos hipnóticos tão bem. Foi o tipo de cena que vende um personagem, e eu tô comprando Galaxy em dobro. A atitude dela é meio misteriosa, e é claro que o Nick não gostou dela, mas acho que as futuras interações serão interessantes.

Max no final foi meio... Ela parece tão incógnita. Sei que é proposital, mas não consegui decidir como me sentir a respeito dela. Suponho que seja coisa pra eu definir nos próximos capítulos. Nesse ritmo, Max vai encontrar Riley num banheiro público.

[Músicas desse capítulo (sei que não segui a indicação que tu botou nas notas iniciais, sorry): "Should I Stay or Should I Go", "Psycho Killer", "Man in the Box", "Don't You Forget (About Me)" (caramba, tu tinha acabado de assistir Stranger Things ou algo do tipo?), "Check My Brain" e "song like you". A escolhida da vez foi "song like you", mas por pouco não foi "Psycho Killer". Talking Heads é foda. Ótimas músicas, parabéns pelo bom gosto.]



O que mais gostei: Galaxy
Louie Bee
Louie Bee Autor

Eu adoro misturar vodca com refrigerante até hoje, não nego. E você fez jus ao capítulo com essa mistura (que nunca fiz, vou adicionar na lista).

Não imaginei que a Galaxy fosse ganhar essa percepção e ênfase, mas ela é fascinante por si só, tanto que ela fez mais uma aparição no futuro, sob outra ótica e sigo avaliando a ideia de trazê-la mais uma vez para a história, por pura vontade mesmo.

Um adendo, o Nick não gosta de quase ninguém que afete a relação dele com a Riley, mas acho que o tom controlador dele já foi bem dosado até aqui.

A Max e a Riley tem uma conexão interessante, como se uma atraísse a outra ou fosse um joguinho de perseguição, quem sabe?

Eu sou muito fã de músicas dos anos 80/90 pela forte influência musical da minha família, mas esses capítulos do arcade eu escrevi com a playlist de Donnie Darko. Head over Hells, The Killing Moon e Don’t you Foget (about me) são meus “remedinhos” para desbloqueio criativo, amo demais.