Depois de um bom tempo sem escrever nada eu considerei escrever textos mais introspectivos sobre pessoas que me marcaram e os sentimentos que deixaram, mas em algum momento deixei a ideia de lado. Parece irônico que eu tenha encontrado essa história nesse momento xD
Todos os textos aqui foram brutais, sabe? Porque mesmo em textos em que não me identifiquei eles foram capazes de trazer diferentes reações pela forma como os sentimentos eram expressados. O capítulo II, em especial, talvez tenha sido o que mais me impactou. Trouxe lembranças reais.
Deu pra sentir a mudança, talvez uma evolução (?), gradual e que não perdeu a força quanto as emoções passadas. Primeiro eu interpretei um sentimento mais singelo de primeiro amor com aqueles altos e baixos, depois o ideal romântico e a força com que ele nos atinge, os colapsos de um relacionamento complexo...
Provavelmente foquei muito na minha própria reação, talvez nem tudo que você desejasse passar eu tenha compreendido da maneira que pensou, mas no fim posso afirmar que cada capítulo foi intenso. As palavras passam bastante sinceridade.
Bem, admito que esses textos mais "introspectivos" me chamam atenção; principalmente por se vincularem a uma característica da personalidade. Também tinha essa vontade de escrever sobre pessoas "marcantes" em minha vida, sobretudo para correlacioná-las aos poemas que já tinha escrito. Acho que é um tema interessante kkkk'.
Sobre a nuance dos textos, fico feliz em ler a forma como interpretou. Eu tenho uma teoria de que tudo que é escrito tem sua própria forma de interpretação (desde que não seja tendenciosa), afinal, a individualidade que temos nos faz perceber um texto/canção/poema de formas completamente distintas até do que o escritor quis fazer.
Vejo nisso a beleza da arte, a capacidade de atribuir novos pontos e características e, a partir delas, ter uma leitura puramente única (ou várias). Porém o ponto foi certeiro na menção de "mudanças" ou "evolução". De fato, há uma ideia de "graduação" entre os relacionamentos, tentando demonstrar como cada um deles ensinou e as marcas que deixaram. Desde "primeiro amor" a ideais e relacionamentos mais complexos, isso é parte integrante desses singelos textos que escrevi.
O que posso dizer é que tergiversar sobre essa fic serviu como uma espécie de terapia, colocando alguns sentimentos para fora na forma de escrita, além de dar uma singela homenagem a pessoas que passaram em minha vida e ensinaram algo. É algo muito "libertador" de certa forma kkkk'.
Enfim, fico muito feliz pelo seu comentário e pela sua contribuição com a interpretação, o que me é deveras especial sempre poder ler avaliações. Agradeço pelos elogios e tudo mais, então, até~
T
Tess
Ainda lembro da primeira vez que ouvi essa música... foi uma recomendação e eu me apaixonei.
O seu texto traz o mesmo sentimento que ela: é sensual, perigoso e divaga entre o ser errado e o ser vivo.
É brilhante!
No meu último comentário eu disse sobre a percepção que o tempo vai passando e as questões vão se tornando mais "maduras", entretanto, nesse último capítulo, acredito que isso pode ser posto em cheque: tender ao risco nos torna imaturos, divagar sobre o desejo nos deixa bobos... Bobos somos ingênuos e ingênuos, amamos como um idealista.
No fim, não importa o quanto já amamos, a quem amamos, novas ou velhas paixões, numa avaliação geral, voltaremos a um mesmo ponto...
Cada crônica aqui disposta foi incrível a seu modo. Gostei de como você as elaborou a fim de ter 391 palavras cada; fiquei buscando os detalhes que as ligavam a poemas mais antigos que você já postou nesse site e me deliciei com isso. Amei ver a transição de um amor a outro e sorri boba com uns, chorei com outros, me emocionei!
E sobre as notas finais do capítulo, espero que seja breve esse até. Você é um dos meus escritores favoritos e eu estarei sempre na torcida pelo seu sucesso.
Que você conquiste tudo que deseja!
Por fim, acredito que é minha vez de dizer um até logo!
Ora, é, de fato, uma excelente música. Eu particularmente gosto bastante.
Quanto a questão cerne, sobre a "imaturidade" ou o estar "bobo" do protagonista, eu concordo parcialmente. Acho sim que, diferente do construído nos contos anteriores, há uma quebra na percepção de um "amadurecimento", todavia, eu não vejo um "idealismo" nessa crônica. É mais como uma "escapada" ou "fuga da realidade" que nós temos de vez em quando; principalmente quando queremos sair das nossas características mais inatas, e procurar algo novo. Isso não deixa de ser uma contramão ao que você colocou anteriormente, mas também não é uma imaturidade, e sim, um devaneio, um simples desejo fugaz.
Bem, de fato, todas as crônicas aqui se ligam a alguns poemas das minhas outras fics; tudo está meio interligado de alguma forma. Há diversos detalhes perdidos aqui e acolá, e fico muito feliz que tenha se perdido a procura-los. E 391 era pra ser igual e justo com cada uma das personagens da crônica.
Enfim, gostei muito que aproveitou e teve um mix de emoções ao ler essa singela fic. Meu muito obrigado por todos os elogios e comentários aqui deixados. Retribuo todos os seus bons votos à mim, e só posso te desejar alçar todos os seus objetivos, e que possa alcançar felicidade, serenidade e paz na sua empreitada; espero que sempre saiba isso: Te desejo o melhor, garota!
Olá!
Depois de um bom tempo sem escrever nada eu considerei escrever textos mais introspectivos sobre pessoas que me marcaram e os sentimentos que deixaram, mas em algum momento deixei a ideia de lado. Parece irônico que eu tenha encontrado essa história nesse momento xD
Todos os textos aqui foram brutais, sabe? Porque mesmo em textos em que não me identifiquei eles foram capazes de trazer diferentes reações pela forma como os sentimentos eram expressados. O capítulo II, em especial, talvez tenha sido o que mais me impactou. Trouxe lembranças reais.
Deu pra sentir a mudança, talvez uma evolução (?), gradual e que não perdeu a força quanto as emoções passadas. Primeiro eu interpretei um sentimento mais singelo de primeiro amor com aqueles altos e baixos, depois o ideal romântico e a força com que ele nos atinge, os colapsos de um relacionamento complexo...
Provavelmente foquei muito na minha própria reação, talvez nem tudo que você desejasse passar eu tenha compreendido da maneira que pensou, mas no fim posso afirmar que cada capítulo foi intenso. As palavras passam bastante sinceridade.
Até!
Heey,
Bem, admito que esses textos mais "introspectivos" me chamam atenção; principalmente por se vincularem a uma característica da personalidade. Também tinha essa vontade de escrever sobre pessoas "marcantes" em minha vida, sobretudo para correlacioná-las aos poemas que já tinha escrito. Acho que é um tema interessante kkkk'.
Sobre a nuance dos textos, fico feliz em ler a forma como interpretou. Eu tenho uma teoria de que tudo que é escrito tem sua própria forma de interpretação (desde que não seja tendenciosa), afinal, a individualidade que temos nos faz perceber um texto/canção/poema de formas completamente distintas até do que o escritor quis fazer.
Vejo nisso a beleza da arte, a capacidade de atribuir novos pontos e características e, a partir delas, ter uma leitura puramente única (ou várias). Porém o ponto foi certeiro na menção de "mudanças" ou "evolução". De fato, há uma ideia de "graduação" entre os relacionamentos, tentando demonstrar como cada um deles ensinou e as marcas que deixaram. Desde "primeiro amor" a ideais e relacionamentos mais complexos, isso é parte integrante desses singelos textos que escrevi.
O que posso dizer é que tergiversar sobre essa fic serviu como uma espécie de terapia, colocando alguns sentimentos para fora na forma de escrita, além de dar uma singela homenagem a pessoas que passaram em minha vida e ensinaram algo. É algo muito "libertador" de certa forma kkkk'.
Enfim, fico muito feliz pelo seu comentário e pela sua contribuição com a interpretação, o que me é deveras especial sempre poder ler avaliações. Agradeço pelos elogios e tudo mais, então, até~
Ainda lembro da primeira vez que ouvi essa música... foi uma recomendação e eu me apaixonei.
O seu texto traz o mesmo sentimento que ela: é sensual, perigoso e divaga entre o ser errado e o ser vivo.
É brilhante!
No meu último comentário eu disse sobre a percepção que o tempo vai passando e as questões vão se tornando mais "maduras", entretanto, nesse último capítulo, acredito que isso pode ser posto em cheque: tender ao risco nos torna imaturos, divagar sobre o desejo nos deixa bobos... Bobos somos ingênuos e ingênuos, amamos como um idealista.
No fim, não importa o quanto já amamos, a quem amamos, novas ou velhas paixões, numa avaliação geral, voltaremos a um mesmo ponto...
Cada crônica aqui disposta foi incrível a seu modo. Gostei de como você as elaborou a fim de ter 391 palavras cada; fiquei buscando os detalhes que as ligavam a poemas mais antigos que você já postou nesse site e me deliciei com isso. Amei ver a transição de um amor a outro e sorri boba com uns, chorei com outros, me emocionei!
E sobre as notas finais do capítulo, espero que seja breve esse até. Você é um dos meus escritores favoritos e eu estarei sempre na torcida pelo seu sucesso.
Que você conquiste tudo que deseja!
Por fim, acredito que é minha vez de dizer um até logo!
So...
Até, Gabriel.
Ora, é, de fato, uma excelente música. Eu particularmente gosto bastante.
Quanto a questão cerne, sobre a "imaturidade" ou o estar "bobo" do protagonista, eu concordo parcialmente. Acho sim que, diferente do construído nos contos anteriores, há uma quebra na percepção de um "amadurecimento", todavia, eu não vejo um "idealismo" nessa crônica. É mais como uma "escapada" ou "fuga da realidade" que nós temos de vez em quando; principalmente quando queremos sair das nossas características mais inatas, e procurar algo novo. Isso não deixa de ser uma contramão ao que você colocou anteriormente, mas também não é uma imaturidade, e sim, um devaneio, um simples desejo fugaz.
Bem, de fato, todas as crônicas aqui se ligam a alguns poemas das minhas outras fics; tudo está meio interligado de alguma forma. Há diversos detalhes perdidos aqui e acolá, e fico muito feliz que tenha se perdido a procura-los. E 391 era pra ser igual e justo com cada uma das personagens da crônica.
Enfim, gostei muito que aproveitou e teve um mix de emoções ao ler essa singela fic. Meu muito obrigado por todos os elogios e comentários aqui deixados. Retribuo todos os seus bons votos à mim, e só posso te desejar alçar todos os seus objetivos, e que possa alcançar felicidade, serenidade e paz na sua empreitada; espero que sempre saiba isso: Te desejo o melhor, garota!
Bem, acho que isso é tudo, então...
Até, Ester~