Gostei de como você abordou a questão do amor ideal aqui, acredito que todos já esbarramos nele em algum momento, em alguma instância, e é algo tão forte!
Dá um frio na espinha rememorar conversas, momentos, olhares... tempos que não voltam mais, mas que também, em certa altura, parecem que jamais vão passar.
Faz todo sentido pedir que se use algumas meias...
Lendo isso me senti confrontada frente minhas próprias lembranças; lembranças de um amor ideal, não romântico, mas que me afligem até hoje.
Sabe, a arte que nos confronta tem sua beleza e a dessa crônica é inegável!
Como gosto de frisar, acho que pra quem escreve, o "amor ideal" é um dos temas mais recorrentes. Derivam exclusivamente do viés romântico do escritor, por isso, pode atribuir diversas interpretações desse mesmo objeto.
O "frio na espinha" remonta essa hipótese. Sob qual perspectiva acaba por se criar após o início da crônica. E daí, surgem as vertentes tão marcadas do Romantismo e, singelamente, a assinatura do interlocutor.
Fico lisonjeado e feliz em saber que minhas humildes palavras puderam te fazer lembrar e, até, confrontar de certa forma. Claro, espero que de uma forma serena, mais questionadora ou, até, sutil. Que tenham sido bons ventos.
Enfim, muito obrigado pelo comentário e pelos elogios. Acho que isso é tudo, até~
Gostei de como você abordou a questão do amor ideal aqui, acredito que todos já esbarramos nele em algum momento, em alguma instância, e é algo tão forte!
Dá um frio na espinha rememorar conversas, momentos, olhares... tempos que não voltam mais, mas que também, em certa altura, parecem que jamais vão passar.
Faz todo sentido pedir que se use algumas meias...
Lendo isso me senti confrontada frente minhas próprias lembranças; lembranças de um amor ideal, não romântico, mas que me afligem até hoje.
Sabe, a arte que nos confronta tem sua beleza e a dessa crônica é inegável!
Aguardo pelo próximo capítulo, até!
Como gosto de frisar, acho que pra quem escreve, o "amor ideal" é um dos temas mais recorrentes. Derivam exclusivamente do viés romântico do escritor, por isso, pode atribuir diversas interpretações desse mesmo objeto.
O "frio na espinha" remonta essa hipótese. Sob qual perspectiva acaba por se criar após o início da crônica. E daí, surgem as vertentes tão marcadas do Romantismo e, singelamente, a assinatura do interlocutor.
Fico lisonjeado e feliz em saber que minhas humildes palavras puderam te fazer lembrar e, até, confrontar de certa forma. Claro, espero que de uma forma serena, mais questionadora ou, até, sutil. Que tenham sido bons ventos.
Enfim, muito obrigado pelo comentário e pelos elogios. Acho que isso é tudo, até~