Oláááá, Dhuly! Aparecendo aqui antes tarde do que nunca afim de fazer um sinal de fumaça alegando que ainda estou viva, embora eu suspeite que logo vá morrer congelada ( SP feelings ) e para comentar nesse último capítulo que... Cristo, me deixou triste e empolgada e nervosa num nível absurdo. E me fez transitar rápido demais entre estes três estados de espírito. Mas vamos por partes, sim?
Primeiramente... Eu sei que a euforia do momento provavelmente já passou, mas devo comentar que estou pasma que já faz UM ANO desde que a PP começou. Sério. Eu ainda consigo me lembrar da época em que estava fazendo a ficha da Sieglinde e agora... Faz um ano. Um ano em que sigo rindo e chorando e amando esses personagens que de repente se tornaram tão relevantes para mim no que se diz a entretenimento. Geez. Estou levemente passada. Mas bem. Feliz aniversário da PP atrasado! Yaaaaaaaay!
Okay, agora vamos passar para o momento em que todos aguardamos... Ou, no caso, talvez só você mesmo, Dhuly. Já que ninguém mais poderá responder este meu comentário. Existe o que chamamos de plot twist, que é aquela mudança brusca e ou aquela revelação inesperada que muda completamente a visão que temos de um enredo ou de um personagem. O que eu acabei de (re)ler neste início de capítulo sobre o Aegon, minha querida... Isso foi um plot twist carpado. Nunca que eu ia nem se quer cogitar que, de todas as coisas, as lágrimas e as palavras do Aegon no capítulo da morte do Aemond significavam isso! Eu tô PASSADAAAA. Na verdade, reler esse capítulo agora me fez lembrar de como eu fiquei chocada quando li de primeira. Meu cristo senhor. Sério. Ufff. Agora tudo faz sentido - ou melhor, tudo tem um novo sentido. Depois que eu li esse capítulo eu fui reler umas interações antigas da fanfic que envolveram esses dois e sério... Bizarro como tudo muda e fica extremamente mais TRISTE. O Aegonn ainda é, naturalmente, um babaca, mas agora nós sabemos que não é só babaca e isso é... AAAAAARGH!
Me deixa falar vagamente sobre o Aelor agora. Esse negócio da ambição dele, a questão com o Daeron... Olha, isso vai render viu. Eu tô sentindo no meu âmago que isso vai render, e eu não sei se eu quero ver isso. Quer dizer, eu quero. Mas eu também não quero. EU CANSEI DE SOFRER, MEU DEUS. EU SÓ QUERO VER TODO MUNDO BEM E FELIZ LOGO, SABE? I CANT-
Okay. Retornando ao eixo. A Kyra aparentemente tomou uma decisão a qual eu não esperava diferente, não dela. É difícil imaginar os Greyjoy aliando um rei ou outro, considerando o histórico nada favorável deles a isso. E as palavras da Kyra me fizeram subentender que bem... Talvez tenhamos uma futura rainha de ferro querendo tomar de volta o trono de seus antepassados? Veremos, veremos.
Nessa próxima parte do comentário, eu sou obrigada a me demorar um pouco mais, porque bem... É a Sif. A minha Sif. E O GRITO QUE EU DEI DEPOIS DE LER ISSO TUDO, GAROTA... Olhe. Esses 31 dias que eu levei para vir fazer comentário eu passei refletindo sobre o que, afinal, pode ser isto que a Alys pediu para que a minha menina fizesse. O pensamento imediato e, imagino, mais lógico, é pensar que ela pediu para Sif convencer a mãe a apoiá-la na guerra. O que, de fato, pode se revelar um desafio no mínimo formidável. Até impossível, como a Elrie se referiu. Outras possibilidades também me passaram em mente, mas elas são bem remotas e talvez um pouco mais fora da caixinha ( como a Sif ir caçar o apoio nas conexões com Essos que ela tem. Especialmente em Tyrosh, por ser filha do pai dela ). Então por fora vou me seguir me agarrando a ideia de convencer a Selaena. Se for realmente isso... Isso me pegou completamente de surpresa, Dhuly. Quer dizer. Não o fato dela seguir o curso de ir tentar convencer a mãe, não. Mas ter a Sif voltando para Dorne... Eu não esperava que isso fosse acontecer. Talvez esperasse que ela encontrasse com a mãe em outro lugar, mas voltar para Lançassolar? No way. Mas agora que isso talvez ái acontecer...
EU ESTOU TÃO EMPOLGADA! Os Martell talvez vão aparecer, AAAAAAAA! Ou pelo menos a Selaena. Mas se a Sif vai para casa, o Darrin também estará lá, e provavelmente e Jaelyn também. Talvez até o Benjicot. E eu percebi que o babado está sério mesmo porque A TARYNE VAI VOLTAR! A TARYNE. T. A. R. Y. N. E. E com uma horda de dracares! Meu Deus! Quase todos os Martell reunidos de novo ( menção honrosa, aliás, à cena LINDA da Sif e da Elrie, a perfeita representação do amor que tem entre elas do jeito mais puro possível... E pensar que elas provavelmente ficarão de lados opostos da guerra, geez. Quero nem pensar nisso agora. )
E falando sobre personagens que se amam estando de lados opostos da guerra e coisas que não quero pensar sobre... Eu sabia que tu ia mandar uma essas para cima de Sierys, Dhuly. EU SABIA. Sei nem o que dizer, sério. Essa narração final foi, definitivamente, um passo importantíssimo para o desenvolvimento do Borys. Mas este passo afasta ele da Sif e do futuro que ele almeja com ela. Embora ele ainda não saiba disso. Ah, quando ele souber que ela já é uma traidora... Eu definitivamente não quero pensar sobre. Vou adiar o pensamento o máximo que puder. Simplesmente vou ignorar esse pensamento até ele bater na minha cara com um porrete. O que eu acho que não vai demorar muito a ocorrer, sinceramente. Vou já ir preparando os saquinhos com gelo para cuidar dos estragos depois.
Eu me abdico também de comentar sobre a chegada do inverno. A única coisa que eu sei é que AGORA, LADIES AND GENTLEMEN, É QUE REALMENTE O CABARÉ COMEÇOU A PEGAR FOGO! E eu, de fato, sou uma das criadas passando no fundo e aplaudindo o evento... Enquanto morre de medo também, não vou negar.
Quero finalizar esse comentário dizendo que adorei a participaçãozinha do Coryn no final SHUAHSUAH Gosto dele.
Beijos Dhuly, e até a próxima! Rumo a mais um ano de PP!
Demorei once again pra chegar, mas aqui estou. E pra falar o quanto esse capítulo rendeu, my, my.
Mas agora você vem de novo querendo redimir os personagens que sequer tem salvação ou estão perto de morrer, e me faz sentir remorso por quem eu não tava nem aí caso fosse decapitado capítulos atrás? Tá certo isso? Tá sim, corretíssimo. E eu caí nessa de novo e agora estou triste e sem saber direito por quem exatamente torcer por que é só um monte de gente quebrada e perdida no meio de uma guerra? Não, claro que não, esse raio não vai cair duas vezes no meu emocional, não ehehehe. Hehehe. Hehe... Sim, obviamente caí nessa. Inclusive, pode fazer isso de novo, se quiser. Muito bom quando a minha bússola moral de leitora se desorienta por gente que eu amava odiar, mas que nem pro hate tenho mais energia.
Pois bem, aquela última narração do Aemond atingiu em cheio. Que redenção. É claro que, quando digo redenção, não é a do tipo que vai mudar o personagem em questão história, desenvolvimento propriamente dito, ou que vai “livrar” ele ou compensar pelos seus erros do passado. É uma redenção com o leitor, que se limita só a algumas revelações sobre o emocional, as motivações, e o que ele tinha em mente quando fez certos atos, e talvez – nesse caso, é certo – nunca chegue ao conhecimento de outros personagens da trama. O que é bem frustrante porque, apesar de estar longe de um pedido de desculpas ou de uma desculpa de verdade, acho que teria mudado algumas coisas em relação ao Daeron. Falando desse jeito, parece ser um recurso simples, mas é tão efetivo quanto, isso te garanto. E você fez muito bem!
Não vou nem tentar adivinhar como foi ter que guardar tanto sobre esses personagens (enquanto eu mandava hate pesado nos dois, man AUSHAUSHA), que pareciam um tanto quanto unidimensionais desde o começo da fic, ter que revelar esse potencial só no finalzinho e ainda fazer o leitor se importar com isso. O finalzinho do cap anterior já tinha dado uma pista, quando mostrou que o Aegon chorou enquanto atacava com o dragão, mas nem passou pela minha cabeça que era paixão. Ele sempre apareceu acusando o Aemond e a Rainha de algum tipo de traição, sendo agressivo, furioso e desprezando os dois, mas aí... faz todo sentido. Agora, eu tenho uma pergunta. Depois de ler isso, voltei pro cap 13, praquela visão que o Daeron teve de quando ele era criança e estava escondido no armário, e então presenciou uma briga do rei com a Rhae. Quando li pela primeira vez, achei que fosse uma insinuação muito óbvia do quanto o rei era escroto e não dava crédito nenhum pra própria família, mas depois de tudo isso, o que exatamente essa cena queria dizer? Era uma pista que, desde cedo, a raiva foi sempre direcionada ao que ele sentia pelo Aemond? Ou eu só tô querendo ver coisa onde não tem?
Não vou dizer que gosto do Aegon, longe disso. Mas não preciso gostar do personagem pra entender o seu lado, e, sinceramente, ele é uma das pessoas mais miseráveis dessa fic. E olha que tem concorrência forte.
Assim, a fic tem dois desfechos possíveis. A Alys ganhar a guerra pra mim seria o melhor final, e é o que eu acho/espero que aconteça, mas também implica na morte do Rei em algum momento. Por outro lado, mesmo se a Princesa perdesse, o Aegon ainda teria um “final ruim”. Porque depois desse capítulo, não tem mais volta. Não tem mais Aemond. Independente do que acontecer, de como tudo for acabar, ele já estava fadado à infelicidade e solidão desde o nascimento da filha até o presente momento. E o modo com o qual ele levou a vida e próprio reinado, resultando no desaparecimento da princesa e então na guerra, só serviu pra confirmar isso. Pra ser honesta, ver ele condenado ao sofrimento e tristezas infindáveis não me deixa tão satisfeita agora quanto deixaria uns caps atrás SAUHSAUSHA resta apenas chorar.
Agora me diz se Hurts Like Hell, da Fleurie, não é a música perfeita pra essa situação? Okay, é overused e serve como soundtrack padrão de outros 37219 casais, mas a letra é muito Rhae, Aemond e Aegon!
Enfim, mais pro final desse pov, notei um padrão. Bear with me. A Alys está fazendo isso não só por essa questão de vencer a guerra e herdar o trono, mas por amor ao filho. A Rhaerys fez o que fez por medo e apreensão, mas, acima de tudo, amor à família. O Aegon foi miserável e cruel por amor ao Aemond. Claro que seria simplificar e aliviar demais pro lado do Rei dizer que fez tudo isso só pela paixão, mas esse também foi um fator importante pra impulsionar muitas outras atitudes. Esses três tiveram de fazer escolhas difíceis e questionáveis por diversos motivos, mas acho que isso é o que eles têm em comum (a princesa se distancia um pouco disso, por que nunca se sabe direito o que ela tá pensando de verdade, mas digo isso com o que tenho até agora). É hereditário o destino desgraçado de ter que levar tanta dor pros outros por causa do amor. Esse trio, ai ai.
E falando de destino desgraçado e relações humanas, voltamos pras consequências do ataque da noite passada. Mas não sem falar da Kyra antes.
Não vou dizer que ressoo com as motivações dessa personagem, mas quero entender qual o papel dela nessa parte final. Quer dizer, o contrato dela com a Tilda já foi cumprido, e ela acabou com essa situação do ataque ao porto, a queda do dragão e a morte da Eleo (eu estaria mentindo se dissesse que fiquei triste, mas cabe a um futuro pov do Fuchs dar uma margem melhor dos efeitos disso). Mas, no final, ela vai voltar para o próprio lado, que significa...? Voltar pra casa? Apoiar quem tem mais vantagem, ou o quem pagar mais? Se aproveitar de quem estiver perdendo? Qual seria o papel dela nessa terceira parte?
Agora voltando pro casal. Bem, acho que acabar em lados separados já era um rumo bem provável pra esses dois tomarem. E por que? Porque pra cada coisa boa que acontece, precisam de umas três tragédias pra compensar. É assim mesmo, ninguém tem um minuto de paz nesse inferno.
Mas não vamos falar sobre Sierys, mas sim da Sif. Gostei do rumo que ela tomou na fic até agora, e já tenho um ideal de como ela pode acabar, mas depois dessa... Hum, eu só quero saber QUE FOI QUE A ALYS FALOU PRA ELA? QUE PEDIDO IMPOSSÍVEL É ESSE? O QUE É QUE PODE VIRAR O JOGO? O QUE? Menina, eu não sei o que pensar dessa não. Okay, deve ser algo com Dorne e mãe da Sif, mas como ela vai convencer ela a fazer algo que parece ser tão ousado e decisivo? E que preço ela vai pagar por isso? Por que, nessa situação, a Sif já deixou claro que sabe escolher entre o dever e o amor. Por mais que isso a faça ruir por dentro depois. Eu só não quero que nenhum dos dois termine mais quebrado ainda do que no começo.
No meu coração esperançoso demais pra uma história de guerra como essas, eu acredito que, apesar de definitivamente abalar a relação dos dois por um bom tempo, só a morte de um separa. E, well, parando pra pensar, não necessariamente de um dos dois. Imagina se o Ottis acabar morrendo num confronto com o exército Dornês, e a Sif estiver envolvida de alguma forma? E se for o contrário, com alguém da família da Sif? Tem cada cosia que pode dar errado, eu hein. Maldito Murphy e maldita lei da entropia, atrapalhando o meu casal.
À parte dessa tensão, foi lindíssimo esse momento entre a Sif e a Elrie, ela lembrou bastante a Roberta nessa atitude de apoiar irmã, mesmo que estejam em lados opostos. E o conto no Tumblr (muito bem escrito, por sinal! Os diálogos são excelentes) também ajudou a mostrar o quão linda é a relação dessas duas, mesmo que narrada em poucos momentos. Ver essa união e modo com o qual elas se entendem sem nem precisar trocar uma palavra é de aquecer o coração. E também me faz questionar como vai ser com o resto da família da Sif.
Enfim, apesar do atraso, muito obrigada por mais um capítulo. Espero que essa terceira fase mantenha a qualidade das outras, e que ainda sobre um pouquinho do meu emocional pra sofrer por esse povo USAHSUAHSAUA.
Oláááá, Dhuly! Aparecendo aqui antes tarde do que nunca afim de fazer um sinal de fumaça alegando que ainda estou viva, embora eu suspeite que logo vá morrer congelada ( SP feelings ) e para comentar nesse último capítulo que... Cristo, me deixou triste e empolgada e nervosa num nível absurdo. E me fez transitar rápido demais entre estes três estados de espírito. Mas vamos por partes, sim?
Primeiramente... Eu sei que a euforia do momento provavelmente já passou, mas devo comentar que estou pasma que já faz UM ANO desde que a PP começou. Sério. Eu ainda consigo me lembrar da época em que estava fazendo a ficha da Sieglinde e agora... Faz um ano. Um ano em que sigo rindo e chorando e amando esses personagens que de repente se tornaram tão relevantes para mim no que se diz a entretenimento. Geez. Estou levemente passada. Mas bem. Feliz aniversário da PP atrasado! Yaaaaaaaay!
Okay, agora vamos passar para o momento em que todos aguardamos... Ou, no caso, talvez só você mesmo, Dhuly. Já que ninguém mais poderá responder este meu comentário. Existe o que chamamos de plot twist, que é aquela mudança brusca e ou aquela revelação inesperada que muda completamente a visão que temos de um enredo ou de um personagem. O que eu acabei de (re)ler neste início de capítulo sobre o Aegon, minha querida... Isso foi um plot twist carpado. Nunca que eu ia nem se quer cogitar que, de todas as coisas, as lágrimas e as palavras do Aegon no capítulo da morte do Aemond significavam isso! Eu tô PASSADAAAA. Na verdade, reler esse capítulo agora me fez lembrar de como eu fiquei chocada quando li de primeira. Meu cristo senhor. Sério. Ufff. Agora tudo faz sentido - ou melhor, tudo tem um novo sentido. Depois que eu li esse capítulo eu fui reler umas interações antigas da fanfic que envolveram esses dois e sério... Bizarro como tudo muda e fica extremamente mais TRISTE. O Aegonn ainda é, naturalmente, um babaca, mas agora nós sabemos que não é só babaca e isso é... AAAAAARGH!
Me deixa falar vagamente sobre o Aelor agora. Esse negócio da ambição dele, a questão com o Daeron... Olha, isso vai render viu. Eu tô sentindo no meu âmago que isso vai render, e eu não sei se eu quero ver isso. Quer dizer, eu quero. Mas eu também não quero. EU CANSEI DE SOFRER, MEU DEUS. EU SÓ QUERO VER TODO MUNDO BEM E FELIZ LOGO, SABE? I CANT-
Okay. Retornando ao eixo. A Kyra aparentemente tomou uma decisão a qual eu não esperava diferente, não dela. É difícil imaginar os Greyjoy aliando um rei ou outro, considerando o histórico nada favorável deles a isso. E as palavras da Kyra me fizeram subentender que bem... Talvez tenhamos uma futura rainha de ferro querendo tomar de volta o trono de seus antepassados? Veremos, veremos.
Nessa próxima parte do comentário, eu sou obrigada a me demorar um pouco mais, porque bem... É a Sif. A minha Sif. E O GRITO QUE EU DEI DEPOIS DE LER ISSO TUDO, GAROTA... Olhe. Esses 31 dias que eu levei para vir fazer comentário eu passei refletindo sobre o que, afinal, pode ser isto que a Alys pediu para que a minha menina fizesse. O pensamento imediato e, imagino, mais lógico, é pensar que ela pediu para Sif convencer a mãe a apoiá-la na guerra. O que, de fato, pode se revelar um desafio no mínimo formidável. Até impossível, como a Elrie se referiu. Outras possibilidades também me passaram em mente, mas elas são bem remotas e talvez um pouco mais fora da caixinha ( como a Sif ir caçar o apoio nas conexões com Essos que ela tem. Especialmente em Tyrosh, por ser filha do pai dela ). Então por fora vou me seguir me agarrando a ideia de convencer a Selaena. Se for realmente isso... Isso me pegou completamente de surpresa, Dhuly. Quer dizer. Não o fato dela seguir o curso de ir tentar convencer a mãe, não. Mas ter a Sif voltando para Dorne... Eu não esperava que isso fosse acontecer. Talvez esperasse que ela encontrasse com a mãe em outro lugar, mas voltar para Lançassolar? No way. Mas agora que isso talvez ái acontecer...
EU ESTOU TÃO EMPOLGADA! Os Martell talvez vão aparecer, AAAAAAAA! Ou pelo menos a Selaena. Mas se a Sif vai para casa, o Darrin também estará lá, e provavelmente e Jaelyn também. Talvez até o Benjicot. E eu percebi que o babado está sério mesmo porque A TARYNE VAI VOLTAR! A TARYNE. T. A. R. Y. N. E. E com uma horda de dracares! Meu Deus! Quase todos os Martell reunidos de novo ( menção honrosa, aliás, à cena LINDA da Sif e da Elrie, a perfeita representação do amor que tem entre elas do jeito mais puro possível... E pensar que elas provavelmente ficarão de lados opostos da guerra, geez. Quero nem pensar nisso agora. )
E falando sobre personagens que se amam estando de lados opostos da guerra e coisas que não quero pensar sobre... Eu sabia que tu ia mandar uma essas para cima de Sierys, Dhuly. EU SABIA. Sei nem o que dizer, sério. Essa narração final foi, definitivamente, um passo importantíssimo para o desenvolvimento do Borys. Mas este passo afasta ele da Sif e do futuro que ele almeja com ela. Embora ele ainda não saiba disso. Ah, quando ele souber que ela já é uma traidora... Eu definitivamente não quero pensar sobre. Vou adiar o pensamento o máximo que puder. Simplesmente vou ignorar esse pensamento até ele bater na minha cara com um porrete. O que eu acho que não vai demorar muito a ocorrer, sinceramente. Vou já ir preparando os saquinhos com gelo para cuidar dos estragos depois.
Eu me abdico também de comentar sobre a chegada do inverno. A única coisa que eu sei é que AGORA, LADIES AND GENTLEMEN, É QUE REALMENTE O CABARÉ COMEÇOU A PEGAR FOGO! E eu, de fato, sou uma das criadas passando no fundo e aplaudindo o evento... Enquanto morre de medo também, não vou negar.
Quero finalizar esse comentário dizendo que adorei a participaçãozinha do Coryn no final SHUAHSUAH Gosto dele.
Beijos Dhuly, e até a próxima! Rumo a mais um ano de PP!
Oeeeeee, Duhly.
Demorei once again pra chegar, mas aqui estou. E pra falar o quanto esse capítulo rendeu, my, my.
Mas agora você vem de novo querendo redimir os personagens que sequer tem salvação ou estão perto de morrer, e me faz sentir remorso por quem eu não tava nem aí caso fosse decapitado capítulos atrás? Tá certo isso? Tá sim, corretíssimo. E eu caí nessa de novo e agora estou triste e sem saber direito por quem exatamente torcer por que é só um monte de gente quebrada e perdida no meio de uma guerra? Não, claro que não, esse raio não vai cair duas vezes no meu emocional, não ehehehe. Hehehe. Hehe... Sim, obviamente caí nessa. Inclusive, pode fazer isso de novo, se quiser. Muito bom quando a minha bússola moral de leitora se desorienta por gente que eu amava odiar, mas que nem pro hate tenho mais energia.
Pois bem, aquela última narração do Aemond atingiu em cheio. Que redenção. É claro que, quando digo redenção, não é a do tipo que vai mudar o personagem em questão história, desenvolvimento propriamente dito, ou que vai “livrar” ele ou compensar pelos seus erros do passado. É uma redenção com o leitor, que se limita só a algumas revelações sobre o emocional, as motivações, e o que ele tinha em mente quando fez certos atos, e talvez – nesse caso, é certo – nunca chegue ao conhecimento de outros personagens da trama. O que é bem frustrante porque, apesar de estar longe de um pedido de desculpas ou de uma desculpa de verdade, acho que teria mudado algumas coisas em relação ao Daeron. Falando desse jeito, parece ser um recurso simples, mas é tão efetivo quanto, isso te garanto. E você fez muito bem!
Não vou nem tentar adivinhar como foi ter que guardar tanto sobre esses personagens (enquanto eu mandava hate pesado nos dois, man AUSHAUSHA), que pareciam um tanto quanto unidimensionais desde o começo da fic, ter que revelar esse potencial só no finalzinho e ainda fazer o leitor se importar com isso. O finalzinho do cap anterior já tinha dado uma pista, quando mostrou que o Aegon chorou enquanto atacava com o dragão, mas nem passou pela minha cabeça que era paixão. Ele sempre apareceu acusando o Aemond e a Rainha de algum tipo de traição, sendo agressivo, furioso e desprezando os dois, mas aí... faz todo sentido. Agora, eu tenho uma pergunta. Depois de ler isso, voltei pro cap 13, praquela visão que o Daeron teve de quando ele era criança e estava escondido no armário, e então presenciou uma briga do rei com a Rhae. Quando li pela primeira vez, achei que fosse uma insinuação muito óbvia do quanto o rei era escroto e não dava crédito nenhum pra própria família, mas depois de tudo isso, o que exatamente essa cena queria dizer? Era uma pista que, desde cedo, a raiva foi sempre direcionada ao que ele sentia pelo Aemond? Ou eu só tô querendo ver coisa onde não tem?
Não vou dizer que gosto do Aegon, longe disso. Mas não preciso gostar do personagem pra entender o seu lado, e, sinceramente, ele é uma das pessoas mais miseráveis dessa fic. E olha que tem concorrência forte.
Assim, a fic tem dois desfechos possíveis. A Alys ganhar a guerra pra mim seria o melhor final, e é o que eu acho/espero que aconteça, mas também implica na morte do Rei em algum momento. Por outro lado, mesmo se a Princesa perdesse, o Aegon ainda teria um “final ruim”. Porque depois desse capítulo, não tem mais volta. Não tem mais Aemond. Independente do que acontecer, de como tudo for acabar, ele já estava fadado à infelicidade e solidão desde o nascimento da filha até o presente momento. E o modo com o qual ele levou a vida e próprio reinado, resultando no desaparecimento da princesa e então na guerra, só serviu pra confirmar isso. Pra ser honesta, ver ele condenado ao sofrimento e tristezas infindáveis não me deixa tão satisfeita agora quanto deixaria uns caps atrás SAUHSAUSHA resta apenas chorar.
Agora me diz se Hurts Like Hell, da Fleurie, não é a música perfeita pra essa situação? Okay, é overused e serve como soundtrack padrão de outros 37219 casais, mas a letra é muito Rhae, Aemond e Aegon!
Enfim, mais pro final desse pov, notei um padrão. Bear with me. A Alys está fazendo isso não só por essa questão de vencer a guerra e herdar o trono, mas por amor ao filho. A Rhaerys fez o que fez por medo e apreensão, mas, acima de tudo, amor à família. O Aegon foi miserável e cruel por amor ao Aemond. Claro que seria simplificar e aliviar demais pro lado do Rei dizer que fez tudo isso só pela paixão, mas esse também foi um fator importante pra impulsionar muitas outras atitudes. Esses três tiveram de fazer escolhas difíceis e questionáveis por diversos motivos, mas acho que isso é o que eles têm em comum (a princesa se distancia um pouco disso, por que nunca se sabe direito o que ela tá pensando de verdade, mas digo isso com o que tenho até agora). É hereditário o destino desgraçado de ter que levar tanta dor pros outros por causa do amor. Esse trio, ai ai.
E falando de destino desgraçado e relações humanas, voltamos pras consequências do ataque da noite passada. Mas não sem falar da Kyra antes.
Não vou dizer que ressoo com as motivações dessa personagem, mas quero entender qual o papel dela nessa parte final. Quer dizer, o contrato dela com a Tilda já foi cumprido, e ela acabou com essa situação do ataque ao porto, a queda do dragão e a morte da Eleo (eu estaria mentindo se dissesse que fiquei triste, mas cabe a um futuro pov do Fuchs dar uma margem melhor dos efeitos disso). Mas, no final, ela vai voltar para o próprio lado, que significa...? Voltar pra casa? Apoiar quem tem mais vantagem, ou o quem pagar mais? Se aproveitar de quem estiver perdendo? Qual seria o papel dela nessa terceira parte?
Agora voltando pro casal. Bem, acho que acabar em lados separados já era um rumo bem provável pra esses dois tomarem. E por que? Porque pra cada coisa boa que acontece, precisam de umas três tragédias pra compensar. É assim mesmo, ninguém tem um minuto de paz nesse inferno.
Mas não vamos falar sobre Sierys, mas sim da Sif. Gostei do rumo que ela tomou na fic até agora, e já tenho um ideal de como ela pode acabar, mas depois dessa... Hum, eu só quero saber QUE FOI QUE A ALYS FALOU PRA ELA? QUE PEDIDO IMPOSSÍVEL É ESSE? O QUE É QUE PODE VIRAR O JOGO? O QUE? Menina, eu não sei o que pensar dessa não. Okay, deve ser algo com Dorne e mãe da Sif, mas como ela vai convencer ela a fazer algo que parece ser tão ousado e decisivo? E que preço ela vai pagar por isso? Por que, nessa situação, a Sif já deixou claro que sabe escolher entre o dever e o amor. Por mais que isso a faça ruir por dentro depois. Eu só não quero que nenhum dos dois termine mais quebrado ainda do que no começo.
No meu coração esperançoso demais pra uma história de guerra como essas, eu acredito que, apesar de definitivamente abalar a relação dos dois por um bom tempo, só a morte de um separa. E, well, parando pra pensar, não necessariamente de um dos dois. Imagina se o Ottis acabar morrendo num confronto com o exército Dornês, e a Sif estiver envolvida de alguma forma? E se for o contrário, com alguém da família da Sif? Tem cada cosia que pode dar errado, eu hein. Maldito Murphy e maldita lei da entropia, atrapalhando o meu casal.
À parte dessa tensão, foi lindíssimo esse momento entre a Sif e a Elrie, ela lembrou bastante a Roberta nessa atitude de apoiar irmã, mesmo que estejam em lados opostos. E o conto no Tumblr (muito bem escrito, por sinal! Os diálogos são excelentes) também ajudou a mostrar o quão linda é a relação dessas duas, mesmo que narrada em poucos momentos. Ver essa união e modo com o qual elas se entendem sem nem precisar trocar uma palavra é de aquecer o coração. E também me faz questionar como vai ser com o resto da família da Sif.
Enfim, apesar do atraso, muito obrigada por mais um capítulo. Espero que essa terceira fase mantenha a qualidade das outras, e que ainda sobre um pouquinho do meu emocional pra sofrer por esse povo USAHSUAHSAUA.
Tudo de bom pra ti, até mais!
Interessante os sentimentos conflituosos do rei pelo Mão.
Então era tudo pelo desejo não realizado.
E agora uma nova Dança Dos Dragões.