Comentários em “Instituto Pietro di Castiglia - Interativa”: “IV - Apostas e Perigos”

BrunooVento

Bela disputa entre os caçadores(jesus,o otavio bate o chicote tao rapido quanto um revolver,medo!). o Hector deve ser muito zica.

Amorim,meu caro,se chateie com poraque nao,ele agradece pela manta(do jeito dele mas agradece).

Ooooh loko, deus vingativo liberto?!?! negocio vai ser brabo!

Que delicia de texto!!!

Escritor Catarinense

Tiro, porrada e bomba... Sim, o chicote na mão de alguém que sabe usar, vira algo mortal. Professores sempre são zica, mas o Hector é o bichão!

É que ele é o contrário do Poraquê, ele é sentimental e se balança fácil, mas com o tempo ele aprende.

Sim, agora temos um Deus vingativo, pois a trama dele é bem diferente. Bem, fico feliz que tenha gostado, tu sabe disso. Até mais.

T
The Mando

Hey, e aí irmão!

Olha, o capítulo pode ter sido mais curto do que os outros, mas foi igualmente top.

Esse desafio aí, Kathe e Otávio deixaram o recado: são mira certa. Fico imaginando o Hector com interesse nos dois aprendizes.

Cara, cena top do Lusion ressuscitando o Jurupari. Me lembrou aquelas cenas clássicas de filme do vilão despertando um mal antigo.

Ih, olha só! Os dois carinhas maus são irmãos do Terê!

Curti a ideia dessa Fogueira de Angra. É bom ter um alerta quando algo ruim está prestes a surgir.

Agora o bicho pega!

Até!!!

Escritor Catarinense

HEY, tudo certo?

Eu não sei o quão curto é, eu meio que me desacostumei de escrever capítulos mais tranquilos.

IRRA! Tiro e chicotada, e sim, creio que o olhar do Hector caiu sobre os dois, tipo: É, os dois são bons mesmo, mas são só dois pirralhos ainda, lhes faltam preparo... Daí ele vai lá e vira o Sensei deles.

É bem isso que eu pensei, pois agora temos a panelinha dos vilões e eu queria que começasse bem, no estilo vilão megalomaníaco de filme de super heróis.

São Sete irmãos, todos monstros, então Jaci tem seis irmãos espalhados, sendo dois, os vilões dessa bagaça.

Sim, eu ia por outro símbolo de Chamado Divino, que é uma árvore que queimava a copa quando tinha um chamado dos deuses para se entregar.

Até mais! E Obrigado pelo comentário.

g
goblin

Já que eu não consegui comentar no anterior eu vou provavelmente juntar sobre os dois capítulo aqui mesmo.

Gostei do Poraquê, desde o capítulo passado eu gostei dele, sinceramente, personagens que já demonstram que não gostam de algo, personagens com uma personalidade mais difícil sempre me interessam, gosto de personagem meio implicante.

Sobre o capítulo passado ainda, eu tenho que dizer que eu gostei já das primeiras aulas deles, assim como dos professores, principalmente do Moacir e da Cassandra, mas talvez eu só não goste tanto do Heitor por essa glorificação por lutas e batalhas, sempre estou do lado daqueles que estão tentando parar uma luta ao invés de sentir tesão em participar delas, e acho que sinceramente, com esse jeito calmo do Millo, ele também seria um desses, afinal, ele já estava sempre se mudando, lutas seria provavelmente algo que ele fugiria também.

Vou fazer uma pergunta que surgiu com o capítulo anterior por conta da aparição da Poliana, os povos negros que chegaram até essa versão do Brasil não trouxe nenhuma cultura com eles? e principalmente, a religião que veio com eles não é tão predominante assim na história? como ficou essa questão nesse mundo?

Enfim, tenho que dizer que eu até gostei do vilão, meio caricatura, mas mesmo assim é bom ver um vilão assim as vezes, sem contar toda a maneira como ele apareceu, preso dentro de um vaso e libertado depois que ele se quebra, e ainda a fogueira queimando escura, tudo isso fica uma imagem muito legal. Enfim, vou terminar por aqui, até o próximo capítulo.

Escritor Catarinense

Dois em um, prêmio duplo kkkkkkkkk Mas vamos lá.

O Poraquê, eu digo que ele ser meio assim, vem do seu pai que é cacique, dizendo que tem que mostrar presença, não se apegar a sentimentos brandos, mas sempre sendo justo. O Avô dele que é Pajé é que deu uma amenizada nele ainda, o deixando mais... Calmo e respeitoso, mesmo que ele não vá muito por esse caminho.

É um instituto, temos que ter boas aulas, pois aqui o ensinamento é válido demais, pois logo logo começa os primeiros confrontos. Moacir e Cassandra são aqueles professores que são abertamente espontâneos, felizes, mas podem ser durões as vezes, já o Hector, bem... Caçador de Pesadelo, não pode vacilar em batalha, NUNCA, pois você só enfrenta seres com o triplo de poder que você, se tu não se garantir na briga, você MORRE, só isso. Por isso o apreço e fixação nas lutas, ele precisa ver os erros e ajudar a corrigí-los.

Então, vou explicar uma passagem desse Brasil. Os portugueses já ganhavam muito dinheiro com tráfico negreiro para as colônias espanholas e inglesas antes da proibição da Inglaterra. Um dos Reis do Brasil, por volta de 1660, juntou as três casas para falar sobre a escravidão e um pacto de escravidão foi selado. Então sim, ainda tivemos esse episódio sujo nesse Brasil, só alguns poucos negros são vistos, mas todos já foi libertos durante o período dessa trama. Por isso que a Poliana é a minoria dentro do instituto, por isso ela é tão tímida, marcas de um tempo triste e horrendo do Brasil.

EU AMO VILÕES CARICATURA, pq eles não escondem que são maus, eles são e deu, ele só falta gritar: EU SOU DO MAL, MAS MAL PRA c*****! Normalmente, alguns gritam isso mesmo, pq eles sabem que são os errados e os vilões, então vestem o uniforme e assumem.

Fico feliz por ter comentado, realmente sei que tu disse que não poderia comentar em todos, mas esse comentário já me fez bem. Até mais.

Et Spiritu

Olha, eu aqui!! Sumida sim, colocando a carinha do sol por alguns minutos para deixar um comentário atrasado, mas vamos la.

Para de escrever rápido, assim eu não consigo acompanhar kkkkkkk.

Alias comentando o comentário do ultimo capitulo não to com ranço de nenhum personagem ainda então... Zero implicância, mas tenho minhas duvidas com caçadores no geral, vamos ver se esses me fazem mudar de ideia.

Sobre a competição, o Otávio parece muito exido então to feliz que a Kathe tenha ganhado, curiosa para saber qual sera esse fazer cobrado.

E esse vilão que chocou de um vaso? Amei, sim ou claro?! Quem sera o quarto integrante desse grupinho? Tenho que deixar claro a minha opinião: Ao-Ao parece ser o melhor desse grupinho maravilha e merece ser exaltado. Falou pouco, mas foi muito coerente em sua observações sobre estar preso em um vaso. Já dizia meu querido gênio de Aladdin, "é muito poder preso preso em uma casa pequenininha".

huuuuuum... Perigos a frente, agora sim pouco de emoção, já quero ver todo mundo quebrado e partindo o ataque.

Alias, ranço eu ainda não tenho não, mas shippe de amizade eu tenho sim, acho muito maneira a amizade do Poraquê com o Amorim. Fofos demais.

Uma coisa, fiquei confusa como funciona a questão do catolicismo presente no instituto? porque os católicos são monoteísta, né?! Como eles continuam católicos mesmo presenciando os eventos causados por outros deuses se não o Deus soberano deles? Eles simplesmente ignoram e não acreditam que os eventos são mesmo causados pelos Deuses indígenas? E se por acaso eles acreditam nos dois isso não os tornaria "Não católicos"? Fica ai o questionamento.

Há, uma dica. Eu acho que chamar Aldeias indígenas de tribo e errado e levemente ofensivo, li isso em algum lugar, depois vou procurar pra ver se acho aonde li e te mostro, é bem interessante.

Beijinhos!

Escritor Catarinense

SUMIDA É POUCO, pensei que tu tinha ido embora, me abandonado... Agora não me largue nunca mais. Eu escrevo rápido, isso se chama... Empolgação criativa, eu tava empolgado pra escrever, tenho que aproveitar essa desgraça.

Tu queria ser Caçadora, tu me falou isso no Whats, oxe... E agora me fala que tem desconfiança neles, tá bão então. Mas não fique assim, quando eu faço um personagem pra ter ranço, eu faço pra tu garrar um nojo que nem com reza braba passa.

Apostas a parte, os dois são muito bons guerreiros, e meio que não tenho ideia do que faria com esse favor.

Sabe o pior, é que o vaso era de cerâmica, uma chuva forte derrubava aquilo e ele tava livre. O Ao-Ao é nosso alívio cômico da trama dos vilões, ainda bem que tu me lembrou dele, pois até então tava focando mais em Luison e no Jurupari. Realmente, quem pensou em trancar ele num vaso? Foi um sufoco, lhe digo, mas foi necessário.

Vai sim, espera que logo começa, e tu também, espera eu criar o terreno pra daí o pau torá de verdade kkkkkkkkkk

NÃO DIRIA FOFO, diria que é o clássico Respondão e o amável, o Amorim é alguém que não desiste fácil, e o Poraquê é meio evasivo, mas pode ceder, quem sabe.

Então, assim como existem MILHARES de religiões que acham que a sua versão de fatos do mundo são únicas, mesmo sabendo das demais espalhadas pelo mundo. Como os "Católicos" aqui adquiriram poderes físicos, algo palpável em forma de milagres ou poderes diretos, meio que as demais origens de poderes, sendo elas em crenças também (Como alguns Alquimistas Nativos) viram como as religiões, estão ali, mas o foco é da nossa fé, os nossos meios e os demais seguem o que querem, pois eles tem comprovação de que seus milagres funcionam. Então apesar de tudo, a Igreja continua a mesma em seus atos e crença, mesmo conhecendo tudo a sua volta.

Sim, eu sei disso, aldeias e tribos são coisas diferentes, eu tinha visto isso em algum lugar, mas eu me esqueço demais, pois sempre vejo na TV ou em várias fontes o uso da Tribo pra designar um povo pequeno e aldeia é a casa, ou coisa assim.

Bien, un beso para usted, e até mais!