Ai que felicidade em ver uma atualização nessa fanfic que eu amo tanto.
Mais um capítulo em que não sei o que dizer. Em alguns momentos eu julguei que o Milo estava se excedendo, já em outros eu deixei a raiva que senti do Shura falar mais alto.
Teve momentos em que já não sabia se estava irritada ou triste pela forma que as coisas correram. Sentimentos mistos demais para descrever.
Mas me emocionei muito com a reação do Camus quando foi referido como um homem. Eu fiquei absurdamente feliz nesse momento, com a felicidade em se dar conta de que finalmente poderia ser verdadeiro a quem ele é.
Hellooo, desculpe a demora RIDÍCULA em dar as caras por aqui! T.T
Milo acaba se excedendo sim, mas muito devido à recusa de Shura em dizer o que fez de verdade com Camus. Milo sabe que o marido não está morto, ele simplesmente o sente, seja por seu instinto amoroso, seja por conhecer o amigo, lá no fundo deve saber que o espanhol não mataria o Camus. Não que signifique que fez algo inofensivo, a prova é a situação complicadíssima na qual o ruivo se encontra T.T
Por mais delicada que seja sua situação, e, claro, não que ele esteja experimentando alegria com isso, ver-se referenciado como UM HOMEM fez grande impressão ao nosso querido Camus. Que loucura, né? Justamente quando ele se encontra cativo, vê-se livre para ser quem é de verdade, um homem, ainda que sob um nome e uma história totalmente falsos.
Obrigada por comentar! Até o próximo capítulo! Bjs bjs
Ame... Ame. Não sei nem o que dizer sobre esse capítulo, sabe que sou toda elogios com tudo o que escreve, é demais para mim. A cada novo capítulo sinto que a história vai ficando ainda mais profunda e cria mais expectativa para o desenrolar. Eu como sou uma boba romântica sempre espero um final feliz. Dame me deixa nessa expectativa. É uma das histórias que eu mais amo e em muito me inspirou. Está incrível. Obrigada por tocar sempre meu coração com suas histórias.
Desculpe-me pelo sumiço! Fico feliz que a história desperte tais sentimentos e sensações, bom, eu sou adepta de finais felizes em fics, portanto, por mais que as coisas pareçam totalmente sem saída, tudo há de se ajeitar alguma hora - ainda que isso demore e haja aqueeeela sofrência deliciosa, hehehehehe
Muito obrigada pelo seu doce comentário, amei de paixão.
Oi Amelinda. Eu venho lendo a fanfic desde seu lançamento, logo, primeiramente, parabéns pela longevidade e pela qualidade mantidas. Não sei se você lembra do meu nick, mas eu era a Harleewise no Spirit. Sempre tive uma certa preguiça de comentar aqui no Nyah porque nunca me acostumei ao sistema do site, mas esse capítulo em especial me encheu o coração e eu precisava dizer alguma coisa.
Nessa altura do campeonato, já é desnecessário constatar que o Camus vai passar por mais provações, embora, desta vez, num contexto diferente do qual ele sempre viveu. Ainda é cedo pra formar minha opinião total sobre esse processo, maaaaas, independente das agruras, o que ele sem dúvida é, é essencial. Eu sempre tive a dúvida de como o Camus, o homem, ressurgiria nessa história, como ele tomaria sua verdadeira forma. Porém, admito que pensei mais em termos práticos do que em termos internos, sabe. Esse último momento do capítulo, dele percebendo que é a primeira vez que é tratado como o homem que é, me atingiu tanto... Eu achei maravilhoso. É uma enorme ironia poética da vida que o Camus inicie esse processo de libertação enquanto um escravo num lugar sujo, distante, perigoso; embora apropriado, já que ele foi, até então, uma dama nobre (e bela, rs). Vendo por esse lado, mesmo o Shura, com a PIOR das intenções, conseguiu fazer algo que acredito que será um bem pro Camus, no final. É gratificante ver que esse homem que se acha um justiceiro acabe dançando no longo plano de desígnios divinos, kekeke.
Desculpe a demora ABSURDA em dar as caras por aqui! Eu me lembro de você, siiim, como não? Amava seus comentários, extensos, pertinentes, críticos, sagazes. Obrigada pelas felicitações, sinceramente não achava que a fic demoraria tanto, nunca quis exceder 3, 4 anos em uma fic, mas Dame não tá me dando muito refresco, hehehe, tanto mais pelo que ainda vem por aí. Tomara que não sejam mais 4 anos, hahahaha, mas acho que uns 2 ainda tem pela frente... aiai.
"É uma enorme ironia poética da vida que o Camus inicie esse processo de libertação enquanto um escravo num lugar sujo, distante, perigoso; embora apropriado, já que ele foi, até então, uma dama nobre (e bela, rs)." Fico feliz que tenha percebido isso - não esperaria menos de você, claro! - era exatamente o que quis passar com esse cenário, tão paradoxal e, ao mesmo tempo, esperado.
Com certeza, o Shura conferiu ao Camus uma experiência que, por mais desagradável que seja, imprimirá marcas profundas em nosso protagonista, quiçá transformadoras.
Muito obrigada por comentar! Espero vê-la mais vezes por aqui... até o próximo capítulo o/
Ai que felicidade em ver uma atualização nessa fanfic que eu amo tanto.
Mais um capítulo em que não sei o que dizer. Em alguns momentos eu julguei que o Milo estava se excedendo, já em outros eu deixei a raiva que senti do Shura falar mais alto.
Teve momentos em que já não sabia se estava irritada ou triste pela forma que as coisas correram. Sentimentos mistos demais para descrever.
Mas me emocionei muito com a reação do Camus quando foi referido como um homem. Eu fiquei absurdamente feliz nesse momento, com a felicidade em se dar conta de que finalmente poderia ser verdadeiro a quem ele é.
Confesso que meu olho chegou a lagrimar.
Hellooo, desculpe a demora RIDÍCULA em dar as caras por aqui! T.T
Milo acaba se excedendo sim, mas muito devido à recusa de Shura em dizer o que fez de verdade com Camus. Milo sabe que o marido não está morto, ele simplesmente o sente, seja por seu instinto amoroso, seja por conhecer o amigo, lá no fundo deve saber que o espanhol não mataria o Camus. Não que signifique que fez algo inofensivo, a prova é a situação complicadíssima na qual o ruivo se encontra T.T
Por mais delicada que seja sua situação, e, claro, não que ele esteja experimentando alegria com isso, ver-se referenciado como UM HOMEM fez grande impressão ao nosso querido Camus. Que loucura, né? Justamente quando ele se encontra cativo, vê-se livre para ser quem é de verdade, um homem, ainda que sob um nome e uma história totalmente falsos.
Obrigada por comentar! Até o próximo capítulo! Bjs bjs
Ame... Ame. Não sei nem o que dizer sobre esse capítulo, sabe que sou toda elogios com tudo o que escreve, é demais para mim. A cada novo capítulo sinto que a história vai ficando ainda mais profunda e cria mais expectativa para o desenrolar. Eu como sou uma boba romântica sempre espero um final feliz. Dame me deixa nessa expectativa. É uma das histórias que eu mais amo e em muito me inspirou. Está incrível. Obrigada por tocar sempre meu coração com suas histórias.
Continua logo que eu quero ver as tretas, hahaha.
Beijão ♥
Helloooo
Desculpe-me pelo sumiço! Fico feliz que a história desperte tais sentimentos e sensações, bom, eu sou adepta de finais felizes em fics, portanto, por mais que as coisas pareçam totalmente sem saída, tudo há de se ajeitar alguma hora - ainda que isso demore e haja aqueeeela sofrência deliciosa, hehehehehe
Muito obrigada pelo seu doce comentário, amei de paixão.
Beijo grande
Oi Amelinda. Eu venho lendo a fanfic desde seu lançamento, logo, primeiramente, parabéns pela longevidade e pela qualidade mantidas. Não sei se você lembra do meu nick, mas eu era a Harleewise no Spirit. Sempre tive uma certa preguiça de comentar aqui no Nyah porque nunca me acostumei ao sistema do site, mas esse capítulo em especial me encheu o coração e eu precisava dizer alguma coisa.
Nessa altura do campeonato, já é desnecessário constatar que o Camus vai passar por mais provações, embora, desta vez, num contexto diferente do qual ele sempre viveu. Ainda é cedo pra formar minha opinião total sobre esse processo, maaaaas, independente das agruras, o que ele sem dúvida é, é essencial. Eu sempre tive a dúvida de como o Camus, o homem, ressurgiria nessa história, como ele tomaria sua verdadeira forma. Porém, admito que pensei mais em termos práticos do que em termos internos, sabe. Esse último momento do capítulo, dele percebendo que é a primeira vez que é tratado como o homem que é, me atingiu tanto... Eu achei maravilhoso. É uma enorme ironia poética da vida que o Camus inicie esse processo de libertação enquanto um escravo num lugar sujo, distante, perigoso; embora apropriado, já que ele foi, até então, uma dama nobre (e bela, rs). Vendo por esse lado, mesmo o Shura, com a PIOR das intenções, conseguiu fazer algo que acredito que será um bem pro Camus, no final. É gratificante ver que esse homem que se acha um justiceiro acabe dançando no longo plano de desígnios divinos, kekeke.
Olááá
Desculpe a demora ABSURDA em dar as caras por aqui! Eu me lembro de você, siiim, como não? Amava seus comentários, extensos, pertinentes, críticos, sagazes. Obrigada pelas felicitações, sinceramente não achava que a fic demoraria tanto, nunca quis exceder 3, 4 anos em uma fic, mas Dame não tá me dando muito refresco, hehehe, tanto mais pelo que ainda vem por aí. Tomara que não sejam mais 4 anos, hahahaha, mas acho que uns 2 ainda tem pela frente... aiai.
"É uma enorme ironia poética da vida que o Camus inicie esse processo de libertação enquanto um escravo num lugar sujo, distante, perigoso; embora apropriado, já que ele foi, até então, uma dama nobre (e bela, rs)." Fico feliz que tenha percebido isso - não esperaria menos de você, claro! - era exatamente o que quis passar com esse cenário, tão paradoxal e, ao mesmo tempo, esperado.
Com certeza, o Shura conferiu ao Camus uma experiência que, por mais desagradável que seja, imprimirá marcas profundas em nosso protagonista, quiçá transformadoras.
Muito obrigada por comentar! Espero vê-la mais vezes por aqui... até o próximo capítulo o/