O que mais gostei: "mas confiava plenamente em seus instintos"; "Meu Deus, um político"; "rezava pra ser levado a sério"; "Mantendo o hábito, José de Lima sentia-se perdido";
O que acho que pode melhorar: tá escrito "a tenção"
Misericórdia! Por um momento, pensei que o José ia mesmo morrer ali, depois de ter ido tão longe pra encontrar e livrar a sogra das mãos do francês... "Vi" o garoto entregando as pontas e pensei, meu deus, não pode ser, HAHAHAHAH. Mas ser preso certamente foi melhor do que ser morto, então ainda há esperança pro José de Lima nessa história. Quando deram o segundo tiro, achei que fosse a Bárbara que tivesse pegado a arma e disparado pra cima, HAHAHAHAH.
Amei essa cena final. ♥
Curti muito também ler essa aventura do José na cidade grande, HAHAHAH. O coitado era presa fácil no meio daquele monte de gente, mas por sorte encontrou alguém que vendeu a informação certa. Achei que a mulher podia estar contando qualquer lorota pra ele pra ganhar uns trocados. Ainda bem que não foi o caso, HAHAHAH. Adorei a forma como tu narrou esse primeiro contato dele com esse novo mundo que era a capital, a surpresa diante de tanta urbanização, diante da imensidão do mar, e aquela sensação atordoante de estar completamente perdido e vulnerável em um ambiente que você não conhece, onde você não tem absolutamente ninguém de confiança pra te proporcionar ajuda e conforto. Deu pra sentir na pele a experiência da personagem.
Mas e agora, o que vai acontecer com nosso pobre José? Torcendo aqui pra que ele não acabe se dando mais mal ainda, HAHAHAHA.
O Zé chegando na capital e o pirralho roubando a bolsa dele e a tia da feira dando informações só me lembrou o Arthur chegando em Saint Denis, MELDELS ME AJUDA A SUPERAR RDR2 QUE EU AINDA TO CHORANDO
AH NÃO MANO
AH NÃO
Logo agora que eu tava curtindo todo esse amadurecimento do Zé, ele me mete um tiro NAS COSTAS do Francês assim, de graça. É MUITA TOMAÇÃO DE CU, VIU, PQP MANO Porque ele simplesmente não empurrou o velho na água, pegou a dona Bárbara e fugiu?? Burro pra caralho
Sei nem o que dizer, só sentir, namoral
O que mais gostei: "mas confiava plenamente em seus instintos"; "Meu Deus, um político"; "rezava pra ser levado a sério"; "Mantendo o hábito, José de Lima sentia-se perdido";
O que acho que pode melhorar: tá escrito "a tenção"
SINTA! A COISA SÓ VAI FICAR MAIS TENSA!
Misericórdia! Por um momento, pensei que o José ia mesmo morrer ali, depois de ter ido tão longe pra encontrar e livrar a sogra das mãos do francês... "Vi" o garoto entregando as pontas e pensei, meu deus, não pode ser, HAHAHAHAH. Mas ser preso certamente foi melhor do que ser morto, então ainda há esperança pro José de Lima nessa história. Quando deram o segundo tiro, achei que fosse a Bárbara que tivesse pegado a arma e disparado pra cima, HAHAHAHAH.
Amei essa cena final. ♥
Curti muito também ler essa aventura do José na cidade grande, HAHAHAH. O coitado era presa fácil no meio daquele monte de gente, mas por sorte encontrou alguém que vendeu a informação certa. Achei que a mulher podia estar contando qualquer lorota pra ele pra ganhar uns trocados. Ainda bem que não foi o caso, HAHAHAH. Adorei a forma como tu narrou esse primeiro contato dele com esse novo mundo que era a capital, a surpresa diante de tanta urbanização, diante da imensidão do mar, e aquela sensação atordoante de estar completamente perdido e vulnerável em um ambiente que você não conhece, onde você não tem absolutamente ninguém de confiança pra te proporcionar ajuda e conforto. Deu pra sentir na pele a experiência da personagem.
Mas e agora, o que vai acontecer com nosso pobre José? Torcendo aqui pra que ele não acabe se dando mais mal ainda, HAHAHAHA.
Até o próximo capítulo!
O Zé chegando na capital e o pirralho roubando a bolsa dele e a tia da feira dando informações só me lembrou o Arthur chegando em Saint Denis, MELDELS ME AJUDA A SUPERAR RDR2 QUE EU AINDA TO CHORANDO
AH NÃO MANO
AH NÃO
Logo agora que eu tava curtindo todo esse amadurecimento do Zé, ele me mete um tiro NAS COSTAS do Francês assim, de graça. É MUITA TOMAÇÃO DE CU, VIU, PQP MANO Porque ele simplesmente não empurrou o velho na água, pegou a dona Bárbara e fugiu?? Burro pra caralho