Quando o capítulo começou, achei que a tensão dos últimos tinha se dissipado e seria uma transição pra outras complicações ou resoluções. Mas não!
Com um corte desses, estando bêbada, a ressaca provavelmente vai ser insuportável. Que ela realmente não merecia isso, é certo. Quanto a sempre pisar na memória da irmã pra isso, nope. Não que eu não goste desse defeito dela - acho que só a enriquece mais como personagem.
Mas essa cena seguinte me pegou de jeito. Isso de ciclo de abuso sempre me pega, porque é realmente assim, a pessoa não reconhece que tá mantendo algo nocivo que ela mesma sofreu.
Foi chocante e eu espero que ela use isso de verdade pra melhorar e pra romper com o que tem de negativo entre elas. Nem que seja uma maneira de provar pra própria mãe que é possível fazer diferente pra se provar melhor que ela mesmo
Ainda vai demorar um pouco para a tranquilidade se abater nessa história, mas a fase mais pesada fechou hoje.
Eu só imagino a aparência da Daiara nesse momento. "Meio" bebada, a boca machucada, os resquícios de uma crise de choro. Estado lastimável. Coitada da Maira vendo um troço desses.
A ideia para a história veio a partir dessa cena. Eu imaginei o quão chocante seria para uma pessoa que sempre tentou ser diferente dos pais perceber que, inconscientemente, está fazendo o mesmo que eles. Todo o resto saiu a partir daí.
A Daiara não pode fingir que não viu o que viu. Com o horror desse fato, ela provavelmente vai agir.
Mano, aquele choque de realidade que a gente respeita. E teme.
Isso é muito vida real: as pessoas tendem a repetir erros de seu grupo familiar. Uma das minhas professoras uma vez disse: a gente foge tanto do monstro que um dia dá de cara com ele. O momento de encarar o proprio monstro, pra Daiara, foi ao se olhar no espelho. Acho que mais chocante do que ver a mãe em si propria; de ser ver a si própria na sobrinha.
Eu acho muito louco como a mente humana prega peças. Se tivesse paciência, tentaria fazer uma faculdade de psicologia só pra estudar mais esses assuntos. A Daiara, assim como um monte de gente que conheço, sabe detalhar quais foram os erros de sua mãe ao criá-la. Mas, estando numa situação parecida, ela acaba fazendo a mesma coisa sem nem notar. É foda.
Xiii... Reflexos do passado refletindo na geração posterior. A genética também pode ser bastante cruel. Daiara lembra de coisa que não quer e a Maíra, como uma boa criança, aparece pra tentar ajudar.
Nós somos aquilo que fizeram da gente. Por mais que tenha corrido muito, Daiara carregou os mesmos traços que odiava na mãe. Maira parece ser a próxima nesse circulo tenebroso de pessoas infelizes.
Agora a Daiara sentiu o choque de realidade que esse drabble esperava. É hora de agir. E como estamos na reta final não haverá enrolação. Logo a decisão dela sera tomada.
Puts, quem diria que em algum momento Daiara viria a se identificar com Maira? E que na verdade, ela estava reproduzindo um comportamento que foi fruto de sua criação, também. Eu leio essas coisas e só consigo pensar na importância de uma terapia! Que na verdade, claramente todos aí estão precisando, né?! Daiara e as crianças. Não seria a solução de tudo, óbvio. Mas ao menos algum passo para a melhoria.
O que eu torço, acima de tudo, é que consigam fazer diferente do que foi feito no passado, que não fiquem reproduzindo os mesmos comportamentos geração por geração..
É, a Daira correu e correu para não acabar da mesma forma que a irmã e a mãe, mas, sem nem perceber, já tinha se tornado aquilo que sempre detestou.
Acho que se terapias e psicólogos não fossem tão estigmatizados, as pessoas não perderiam tanto tempo dando murro em pontas de faca. Vou contar uma história, então lá vai textão:
Eu trabalhava no departamento pessoal de uma empresa local. Um dia, aconteceu uma fatalidade com um dos nossos funcionários mais antigos. Seu filho mais velho estava brincando com uma arma e acabou atirando na cabeça do irmão mais novo. O menino morreu na hora. Foi um choque geral. O funcionário ficou claramente traumatizado com toda a situação, foi até afastado do trabalho por conta de depressão. Acredita que quando indicamos um psicólogo ele disse que não queria ir pq todo mundo ia chamar ele de louco? E o pior, depois que ele iniciou o tratamento psicológico, eu realmente ouvi outros funcionários comentando que ele tinha enlouquecido. A ignorância é um monstro nessa sociedade!!
Apoio terapêutico é um bom tratamento, mesmo que não seja uma cura. Todo mundo devia ter acesso a um acompanhamento de vez em quando.
Eu falei de tudo menos da história, mas deixa pra lá, né ^u^
Eu já senti isso na própria pele. Vira e mexe me pego fazendo coisas que sempre detestei na minha mãe e pai. O jeito é aprender a controlar o monstrinho que há aqui dentro.
Ainda continuo achando essas comparações uma bela duma bosta pra todos os envolvidos. Mas é sempre muito difícil de não fazer. Espero que elas consigam quebrar esse ciclo aí.
A Daiara se moldou em cima dessas comparações. Ela olhava para a mãe e irmã e pensava: sou melhor que isso, posso fazer diferente. Acho difícil, senão impossível, ela perder essa mania. Sempre haverá uma vozinha dizendo que ela tem que ser melhor que as duas. E isso não é de todo ruim, sabe. O problema é que o ego da Daiara a impede de admitir seus próprios defeitos, porque isso a tornaria parecida com a mãe e irmã, o que é seu verdadeiro terror.
Daiara nadou e nadou para morrer na praia. A entrada abrupta das crianças em sua vida despertou o "monstro" que estava dentro dela. O resultado foi esse...
Olá, lljj!
Espero que Daiara tome uma atitude efetiva para quebrar esse círculo
Beijinhos e até mais ♥
Reconhecer que isso está acontecendo já é um grande passo.
Obrigada por comentar! Até ♥
Acho q o choque vai pesar no crescimento da daiara.
É, agora sim ela viu que tem algo de errado com ela.
Obrigada por comentar! ♥
CARALHO DIGO EU! NOSSA
Quando o capítulo começou, achei que a tensão dos últimos tinha se dissipado e seria uma transição pra outras complicações ou resoluções. Mas não!
Com um corte desses, estando bêbada, a ressaca provavelmente vai ser insuportável. Que ela realmente não merecia isso, é certo. Quanto a sempre pisar na memória da irmã pra isso, nope. Não que eu não goste desse defeito dela - acho que só a enriquece mais como personagem.
Mas essa cena seguinte me pegou de jeito. Isso de ciclo de abuso sempre me pega, porque é realmente assim, a pessoa não reconhece que tá mantendo algo nocivo que ela mesma sofreu.
Foi chocante e eu espero que ela use isso de verdade pra melhorar e pra romper com o que tem de negativo entre elas. Nem que seja uma maneira de provar pra própria mãe que é possível fazer diferente pra se provar melhor que ela mesmo
Ainda vai demorar um pouco para a tranquilidade se abater nessa história, mas a fase mais pesada fechou hoje.
Eu só imagino a aparência da Daiara nesse momento. "Meio" bebada, a boca machucada, os resquícios de uma crise de choro. Estado lastimável. Coitada da Maira vendo um troço desses.
A ideia para a história veio a partir dessa cena. Eu imaginei o quão chocante seria para uma pessoa que sempre tentou ser diferente dos pais perceber que, inconscientemente, está fazendo o mesmo que eles. Todo o resto saiu a partir daí.
A Daiara não pode fingir que não viu o que viu. Com o horror desse fato, ela provavelmente vai agir.
Obrigada por comentar! o/
Mano, aquele choque de realidade que a gente respeita. E teme.
Isso é muito vida real: as pessoas tendem a repetir erros de seu grupo familiar. Uma das minhas professoras uma vez disse: a gente foge tanto do monstro que um dia dá de cara com ele. O momento de encarar o proprio monstro, pra Daiara, foi ao se olhar no espelho. Acho que mais chocante do que ver a mãe em si propria; de ser ver a si própria na sobrinha.
Agora sim a Daiara recebeu um golpe.
Eu acho muito louco como a mente humana prega peças. Se tivesse paciência, tentaria fazer uma faculdade de psicologia só pra estudar mais esses assuntos. A Daiara, assim como um monte de gente que conheço, sabe detalhar quais foram os erros de sua mãe ao criá-la. Mas, estando numa situação parecida, ela acaba fazendo a mesma coisa sem nem notar. É foda.
Ver a si mesma em Maira foi a gota d'água dela.
Obrigada por comentar!
Xiii... Reflexos do passado refletindo na geração posterior. A genética também pode ser bastante cruel. Daiara lembra de coisa que não quer e a Maíra, como uma boa criança, aparece pra tentar ajudar.
Até!! ^w^/
Nós somos aquilo que fizeram da gente. Por mais que tenha corrido muito, Daiara carregou os mesmos traços que odiava na mãe. Maira parece ser a próxima nesse circulo tenebroso de pessoas infelizes.
Obrigada por comentar!
Nossa!
Só consigo ver dois caminhos para o próximo capítulo.
Ou a Daiara vai rever sua situação, por ter se visto na mãe, ou vai mandar as crianças embora por não querer que elas sofram como ela sofreu.
Tbm tem mais uma. Nada muda kkkkk
Agora a Daiara sentiu o choque de realidade que esse drabble esperava. É hora de agir. E como estamos na reta final não haverá enrolação. Logo a decisão dela sera tomada.
Poxa, se nada mudar eu juro que mato a Daiara ò.ó
Obrigada por comentar!
Mano, parabéns pelo drama, você é muito boa nisso e.e
Olá! É bom te ver de volta! :) Já, já respondo seus outros comentários. Obrigada por ter parado em cada capítulo ♥
Olha, a parte pesada do drama fechou hoje. A partir daqui teremos... hum, a parte triste, digamos. Daiara enfim acordou pra vida.
Obrigada novamente! E apareça mais vezes o/
Nada pior que reviver determinadas tragédias ;-;
E ainda por cima se ver como o agente principal da tragedia. Agora sim o choque de realidade bateu pra Daiara.
Obrigada!♥
Puts, quem diria que em algum momento Daiara viria a se identificar com Maira? E que na verdade, ela estava reproduzindo um comportamento que foi fruto de sua criação, também. Eu leio essas coisas e só consigo pensar na importância de uma terapia! Que na verdade, claramente todos aí estão precisando, né?! Daiara e as crianças. Não seria a solução de tudo, óbvio. Mas ao menos algum passo para a melhoria.
O que eu torço, acima de tudo, é que consigam fazer diferente do que foi feito no passado, que não fiquem reproduzindo os mesmos comportamentos geração por geração..
Beijos. Até mais.
É, a Daira correu e correu para não acabar da mesma forma que a irmã e a mãe, mas, sem nem perceber, já tinha se tornado aquilo que sempre detestou.
Acho que se terapias e psicólogos não fossem tão estigmatizados, as pessoas não perderiam tanto tempo dando murro em pontas de faca. Vou contar uma história, então lá vai textão:
Eu trabalhava no departamento pessoal de uma empresa local. Um dia, aconteceu uma fatalidade com um dos nossos funcionários mais antigos. Seu filho mais velho estava brincando com uma arma e acabou atirando na cabeça do irmão mais novo. O menino morreu na hora. Foi um choque geral. O funcionário ficou claramente traumatizado com toda a situação, foi até afastado do trabalho por conta de depressão. Acredita que quando indicamos um psicólogo ele disse que não queria ir pq todo mundo ia chamar ele de louco? E o pior, depois que ele iniciou o tratamento psicológico, eu realmente ouvi outros funcionários comentando que ele tinha enlouquecido. A ignorância é um monstro nessa sociedade!!
Apoio terapêutico é um bom tratamento, mesmo que não seja uma cura. Todo mundo devia ter acesso a um acompanhamento de vez em quando.
Eu falei de tudo menos da história, mas deixa pra lá, né ^u^
Obrigada!
Olha, já casos disso aí. A pessoa acabou traumatizada por algum problema familiar e depois terminava por repetir o mesmo erro ela própria
Não tá fácil pra ninguém
Eu já senti isso na própria pele. Vira e mexe me pego fazendo coisas que sempre detestei na minha mãe e pai. O jeito é aprender a controlar o monstrinho que há aqui dentro.
Não é fácil mesmo não...
Obrigada ♥
Ainda continuo achando essas comparações uma bela duma bosta pra todos os envolvidos. Mas é sempre muito difícil de não fazer. Espero que elas consigam quebrar esse ciclo aí.
Bjo
A Daiara se moldou em cima dessas comparações. Ela olhava para a mãe e irmã e pensava: sou melhor que isso, posso fazer diferente. Acho difícil, senão impossível, ela perder essa mania. Sempre haverá uma vozinha dizendo que ela tem que ser melhor que as duas. E isso não é de todo ruim, sabe. O problema é que o ego da Daiara a impede de admitir seus próprios defeitos, porque isso a tornaria parecida com a mãe e irmã, o que é seu verdadeiro terror.
Quebrar esse ciclo é o desafio dela.
Obrigada por comentar!
Daiara do multiverso, aí. (piada pra descontrair da coincidência triste? Talvez...)
Caraca, eu ri XD
Meu checkin no inferno foi até confirmado
Eita :( ela quis tanto ser melhor q a mãe e a irmã, mas acabou sendo igual a mãe com a Maira :(
Daiara nadou e nadou para morrer na praia. A entrada abrupta das crianças em sua vida despertou o "monstro" que estava dentro dela. O resultado foi esse...