Olha, se eu disser que ainda estou confusa em uma coisa básica, please, não vá rir. Mas, me explique, Agathe é a própria morte? Ou ela é uma moça com poderes ou algo assim?
Sobre o capítulo em si, oh, tadinha da Anna! O marido cretino a caçou e a atingiu com o disparo de uma besta tal como faria a um animal não-humano.
Bom, nesse ponto, surge outra dúvida. Ele morreu ou sobreviveu à fúria de Agathe?
Talvez tenha um pouco mais de explicação sobre a morte no capítulo de amanhã e no próximo. Mas não, Agathe e a morte não são a mesma pessoa.
Olha. Ele nem morreu. Quem tá morto, morre. Vira um fantasminha camarada, igual a Anna. Abarel não morreu. Ele só deixou de existir. Meio que uma morte não só do corpo, como da alma. Mas isso eu explico.
Deu pra entender sim (ou pelo menos eu entendi de uma forma agora se foi a versão certa já não sei né hahahahahah). Eu também explodiria em raiva se alguém matasse o amor da minha vida sabe? Mereceu ser destruído.
Nossa, mas que bom que não deu hein porque assim separado ficou simplesmente sensacional!
Sua escrita só melhora a cada dia me fazendo querer cada vez mais capítulos, to ansiosa por amanhã já!
Ah devo dizer que me senti muito especial por você ter dito que amanhã atualizaria as leituras e ter atualizada a minha hoje, vou fingir que você começou pelas que mais gosta tá?
Muito obrigada mesmo. Se você entendeu então a forma é certa. Meu medo é que vocês ficassem só o meme da Liza, sem entender o que aconteceu, que que a Agathe fez, que era magia, que o a******** não foi nem morto.
Pode se sentir especial sim. Eu acabei começando por aquelas que estava mais atrasada, mas adoro sua fic.
Mano, a cena que vislumbrei perante meus olhos foi 0 defeitos! Quase como a força bruta de uma natureza em cólera à atacar. Como um vulcão em erupção, com força, rapidez. Impossível prever, ou defender-se ante à magnitude do ato. Agathe é isso, a força de um vulcão em erupção. Sentindo dor pela perda, fazendo sofrer aquele que a feriu ao tirar sua Anna.
Quando se perde a mesma coisa duas vezes, tende a ceder à maior das dores, e fazer doer em quem estiver perto. Pobre Agathe.
1. Eu sempre fico meio perdida contigo, de tanto que você muda de foto de perfil. Sempre tenho que olhar duas vezes para meu cérebro calcular nome com a foto trocada.
2. Muito obrigada mesmo. Eu tive que ser só a propaganda da Tramontina, cortando palavra de cá, de lá, de outro lado, para deixar a cena entendível. E ainda postei com um pouco de medo de que talvez tivesse ficado uma bagunça.
Olha, não vou falar um a, mas, tu acertou em cheio quando diz que ela é um vulcão em erupção.
Realmente, quando você perde alguma coisa uma vez, é difícil. Quando você perde pela segunda vez, de um jeito horrível, é pior ainda.
Sensacional. Acho que foi o melhor capítulo da fic toda até então. Você chegou ao clímax da história e conseguiu segurar ele com as pontas dos dedos! Gostei muito de ver!
Estou encantada com o desenvolvimento até aqui. Agathe é maravilhosa e a maneira como ela deu fim ao embuste...nossa! Amei e não foi pouco!
Ai beu dels muito obrigada mesmo. Esse capítulo foi tão ruim de escrever, piorou com essa palavra. Fiquei uns 15 minutos olhando indignada como iria usar. Pensei em citar que algumas criaturas próximas foram mortas, pensei em falar que a morte carregou como um galeirão. Mas patos voam baixo, até onde sei. Ai falei "hm" vamos fazer uma cena nostalgica pq why not, e se lascar em esmurrar a magia de Agathe em 100 palavras.
Agathe é um ícone. Matar é muito pouco. Tem que desintegrar o arrombando.
Gente, eu estava aqui torcendo para isso, de pompom! MORRE DESGRAÇA! ESCAFEDA-SE!
Eu ainda fico me perguntando o que Agathe é. É uma bruxa? Uma fada? Um dragão? Só alguém com poderes? Porque ela tem poderes? Ela sempre foi assim? Etc
E nem me fale dessa palavra, fui pesquisar e ele é um pato genérico, não tinha nenhuma característica que eu pudesse usar para um paralelo, tipo: Ah, ele gosta de agua quente. Ai foi dificil, mas deixei como tava na minha fic.
Agathe é uma bruxa. Eu gostaria de ter mais tempo e palavras disponíveis para explicar a mitologia da história e as formas de magia. Espero ter esse tempo na fic que vou escrever para o Nano. Mas, em resumo, ela sempre foi assim. Magia é algo que você nasce com ela, como um um braço ou um rim. Mas o que você faz com a magia, é outra coisa. É tipo, todo mundo tem mão. Mas, há uma diferença gigante entre usar as mãos para escrever, pintar a Monalisa, tocar violoncelo ou esmurrar a cara de alguém, são coisas diferentes. É algo como, natureza+talento+prática. Só que nem todo mundo nasce com magia, assim como nem todo mundo nasce com 6 dedos em uma mão.
A magia em si, é meio que usar a força da natureza, colocar propósito e reutilizar do jeito como você quer.
Essa palavra foi um pé no meu útero. Essa e barrindo foi duas que fiquei só o meme da Liza. To colocando as fics em acompanhamento.
Só critico que a morte do fulano lá foi muito rápida, deve ter nem sentido nada :(
Poxa, tô super triste agora, achei que Anna tinha morrido por acidente causado pela Agathe, tipo o acidente em que a Elsa quase matou a Anna (duas vezes). Na verdade eu não sei qual cenário seria pior.
Bom, a sua fic está em dia! Percebi que alguns comentários tem erros, releva lá, por favor, eu tava lendo no ônibus XD
Eu me inspirei em algum lugar da internet que li sobre o que aconteceria se você caísse em um buraco negro. Basicamente, todos os átomos do seu corpo seriam jogados um pra cada lado. Abarel foi isso aí, não apenas com seu corpo, mas com seu espírito.
O desgrama morreu rápido, mas morreu com muita dor.
Sobre a questão do acidente: nope. Eu estava assistindo um vídeo no youtube (da Mikannn) sobre como personagens femininas poderosas são retratadas. Com poderes inimagináveis, capazes de destruir o mundo, que geralmente se sacrificam no final para evitar uma catástrofe porque elas podem perder o controle e acabar com tudo, ou mesmo ferir aqueles que elas amam.
Agathe jamais perde o controle, só uma única vez porque ela é esquentadinha e possessiva. Nesse capítulo porém, é usar uma força com propósito. Como uma pessoa que detona uma bomba para abrir caminho em uma mina. Só que usa essa força para matar.
Não sei se deu para entender. Mals as divagações.
Beijinhos ❤
w
weyes blood
Meu deus que capítulo lindo e triste aaaaa
Eu só queria que as duas pudessem ser felizes..... Sad
O cara recebeu um golpe mortal e se desintegrou ehhehehheheu
Pena que não deu pra salvar ela, ou pensando por outro lado, como usou a palavra Liberdade, Pode-se pensar que ela seguiu para um próximo plano quem sabe hehe
Ágate é uma feiticeira? Eu ia perguntar se tem como salvar com algum poder, mas aí voltamos a anunciação da tragédia do começo ahhh
Olha, se eu disser que ainda estou confusa em uma coisa básica, please, não vá rir. Mas, me explique, Agathe é a própria morte? Ou ela é uma moça com poderes ou algo assim?
Sobre o capítulo em si, oh, tadinha da Anna! O marido cretino a caçou e a atingiu com o disparo de uma besta tal como faria a um animal não-humano.
Bom, nesse ponto, surge outra dúvida. Ele morreu ou sobreviveu à fúria de Agathe?
Beijinhos ❤
Talvez tenha um pouco mais de explicação sobre a morte no capítulo de amanhã e no próximo. Mas não, Agathe e a morte não são a mesma pessoa.
Olha. Ele nem morreu. Quem tá morto, morre. Vira um fantasminha camarada, igual a Anna. Abarel não morreu. Ele só deixou de existir. Meio que uma morte não só do corpo, como da alma. Mas isso eu explico.
Mano, que capítulo hein! Simplesmente adorei.
Deu pra entender sim (ou pelo menos eu entendi de uma forma agora se foi a versão certa já não sei né hahahahahah). Eu também explodiria em raiva se alguém matasse o amor da minha vida sabe? Mereceu ser destruído.
Nossa, mas que bom que não deu hein porque assim separado ficou simplesmente sensacional!
Sua escrita só melhora a cada dia me fazendo querer cada vez mais capítulos, to ansiosa por amanhã já!
Ah devo dizer que me senti muito especial por você ter dito que amanhã atualizaria as leituras e ter atualizada a minha hoje, vou fingir que você começou pelas que mais gosta tá?
Abraços e até a próxima :)
Olá!
Muito obrigada mesmo. Se você entendeu então a forma é certa. Meu medo é que vocês ficassem só o meme da Liza, sem entender o que aconteceu, que que a Agathe fez, que era magia, que o a******** não foi nem morto.
Pode se sentir especial sim. Eu acabei começando por aquelas que estava mais atrasada, mas adoro sua fic.
Abracinhos ❤
Hello!!
Mano, a cena que vislumbrei perante meus olhos foi 0 defeitos! Quase como a força bruta de uma natureza em cólera à atacar. Como um vulcão em erupção, com força, rapidez. Impossível prever, ou defender-se ante à magnitude do ato. Agathe é isso, a força de um vulcão em erupção. Sentindo dor pela perda, fazendo sofrer aquele que a feriu ao tirar sua Anna.
Quando se perde a mesma coisa duas vezes, tende a ceder à maior das dores, e fazer doer em quem estiver perto. Pobre Agathe.
Beijos!
Hello!
1. Eu sempre fico meio perdida contigo, de tanto que você muda de foto de perfil. Sempre tenho que olhar duas vezes para meu cérebro calcular nome com a foto trocada.
2. Muito obrigada mesmo. Eu tive que ser só a propaganda da Tramontina, cortando palavra de cá, de lá, de outro lado, para deixar a cena entendível. E ainda postei com um pouco de medo de que talvez tivesse ficado uma bagunça.
Olha, não vou falar um a, mas, tu acertou em cheio quando diz que ela é um vulcão em erupção.
Realmente, quando você perde alguma coisa uma vez, é difícil. Quando você perde pela segunda vez, de um jeito horrível, é pior ainda.
Sensacional. Acho que foi o melhor capítulo da fic toda até então. Você chegou ao clímax da história e conseguiu segurar ele com as pontas dos dedos! Gostei muito de ver!
Estou encantada com o desenvolvimento até aqui. Agathe é maravilhosa e a maneira como ela deu fim ao embuste...nossa! Amei e não foi pouco!
Estou in love até então!
Ai beu dels muito obrigada mesmo. Esse capítulo foi tão ruim de escrever, piorou com essa palavra. Fiquei uns 15 minutos olhando indignada como iria usar. Pensei em citar que algumas criaturas próximas foram mortas, pensei em falar que a morte carregou como um galeirão. Mas patos voam baixo, até onde sei. Ai falei "hm" vamos fazer uma cena nostalgica pq why not, e se lascar em esmurrar a magia de Agathe em 100 palavras.
Agathe é um ícone. Matar é muito pouco. Tem que desintegrar o arrombando.
Obrigada ❤
Olá!
Gente, eu estava aqui torcendo para isso, de pompom! MORRE DESGRAÇA! ESCAFEDA-SE!
Eu ainda fico me perguntando o que Agathe é. É uma bruxa? Uma fada? Um dragão? Só alguém com poderes? Porque ela tem poderes? Ela sempre foi assim? Etc
E nem me fale dessa palavra, fui pesquisar e ele é um pato genérico, não tinha nenhuma característica que eu pudesse usar para um paralelo, tipo: Ah, ele gosta de agua quente. Ai foi dificil, mas deixei como tava na minha fic.
AMO SUA HISTÓRIA! ATÉ!
Olá!
ROMPOMPOMPOM MENDAU
Agathe é uma bruxa. Eu gostaria de ter mais tempo e palavras disponíveis para explicar a mitologia da história e as formas de magia. Espero ter esse tempo na fic que vou escrever para o Nano. Mas, em resumo, ela sempre foi assim. Magia é algo que você nasce com ela, como um um braço ou um rim. Mas o que você faz com a magia, é outra coisa. É tipo, todo mundo tem mão. Mas, há uma diferença gigante entre usar as mãos para escrever, pintar a Monalisa, tocar violoncelo ou esmurrar a cara de alguém, são coisas diferentes. É algo como, natureza+talento+prática. Só que nem todo mundo nasce com magia, assim como nem todo mundo nasce com 6 dedos em uma mão.
A magia em si, é meio que usar a força da natureza, colocar propósito e reutilizar do jeito como você quer.
Essa palavra foi um pé no meu útero. Essa e barrindo foi duas que fiquei só o meme da Liza. To colocando as fics em acompanhamento.
OBRIGADA ❤
Só critico que a morte do fulano lá foi muito rápida, deve ter nem sentido nada :(
Poxa, tô super triste agora, achei que Anna tinha morrido por acidente causado pela Agathe, tipo o acidente em que a Elsa quase matou a Anna (duas vezes). Na verdade eu não sei qual cenário seria pior.
Bom, a sua fic está em dia! Percebi que alguns comentários tem erros, releva lá, por favor, eu tava lendo no ônibus XD
Eu me inspirei em algum lugar da internet que li sobre o que aconteceria se você caísse em um buraco negro. Basicamente, todos os átomos do seu corpo seriam jogados um pra cada lado. Abarel foi isso aí, não apenas com seu corpo, mas com seu espírito.
O desgrama morreu rápido, mas morreu com muita dor.
Sobre a questão do acidente: nope. Eu estava assistindo um vídeo no youtube (da Mikannn) sobre como personagens femininas poderosas são retratadas. Com poderes inimagináveis, capazes de destruir o mundo, que geralmente se sacrificam no final para evitar uma catástrofe porque elas podem perder o controle e acabar com tudo, ou mesmo ferir aqueles que elas amam.
Agathe jamais perde o controle, só uma única vez porque ela é esquentadinha e possessiva. Nesse capítulo porém, é usar uma força com propósito. Como uma pessoa que detona uma bomba para abrir caminho em uma mina. Só que usa essa força para matar.
Não sei se deu para entender. Mals as divagações.
Beijinhos ❤
Meu deus que capítulo lindo e triste aaaaa
Eu só queria que as duas pudessem ser felizes..... Sad
Ótimo capítulo!
O cara recebeu um golpe mortal e se desintegrou ehhehehheheu
Pena que não deu pra salvar ela, ou pensando por outro lado, como usou a palavra Liberdade, Pode-se pensar que ela seguiu para um próximo plano quem sabe hehe
Ágate é uma feiticeira? Eu ia perguntar se tem como salvar com algum poder, mas aí voltamos a anunciação da tragédia do começo ahhh