Quando cheguei ao final do capítulo e comecei a ler que o último soldado disparou um tiro contra o Lúcio Arcanjo, já me bateu um desespero aqui enquanto gritava mentalmente "NÃO, NÃO PODE SER! JULIO, NUNCA VOU TE PERDOAR POR MATAR O LÚCIO ASSIM!". Não aceito que meu cangaceiro preferido morra dessa forma humilhante (pensei a mesma coisa com a história das farpas, achando que ele fosse morrer cego no meio do tiroteio, HAHAHAHAAH). LÚCIO ARCANJO SÓ PODE MORRER LUTANDO OK?! Enfim, isso me abalou emocionalmente, HAHAHAHAH. É claro que fiquei triste porque a garotinha morreu, é sempre perturbador quando uma criança inocente morre, mas se o Lúcio tivesse morrido mesmo eu teria ficado mil vezes mais triste (e revoltada) porque meu vínculo afetivo com ele é muito maior, HAHAHAHA. Essa cena final ficou digna de lágrimas e aplausos. Com poucas palavras, a gente pôde imaginar o sofrimento e o desespero do pai...
Mas sabe, desde que o Lucas avistou os soldados pela luneta e que a criança foi correndo até ele, querendo saber o que estava acontecendo, já tive um pressentimento ruim sobre os filhos do Lúcio. Me deu vontade de dar uns gritos com essa garotinha pra que ela parasse de ser tão curiosa e chispasse logo dali. Criança é um bicho inconveniente, mas não dá pra ter raiva dessa ingenuidade, né? HAHAHAHAH. Eu já pensei que ela levaria um tiro naquele momento mesmo, ao invés de ser o Lucas o atingido. Um choque logo de cara pra arrepiar o leitor, HAHAHAHAHAH. Mas quando o tiroteio foi chegando ao final e os soldados sendo abatidos, achei que o perigo tivesse acabado... Fui surpreendida por isso.
Enfim, só pra passar a outro tópico, gostei MUITO mesmo desse confronto. A leitura dessa parte me prendeu totalmente. As descrições, como as personagens reagiram, a rapidez com que tudo aconteceu e como as coisas pareceram reais na minha imaginação... INCRÍVEL. ♥
Agora, esse padre tá muito estrategista, HAHAHAHAH. Pensou em tudo, realmente. Em contraste com a perspicácia dele, o Breno Farias até parece um jumento em pele de gente, HAHAHAHAH. Sem querer ofender os jumentos, é claro. Quero só ver no que vai dar esse plano de explodir a delegacia... Por falar nisso, quando tu imagina a figura física de algo na história, como o prédio da delegacia, por exemplo, tu faz algum esboço? Porque, numa narrativa longa, é fácil a gente se perder nesses detalhes. Eu certamente me perderia, HAHAHAHAH. Fiquei imaginando como tu faz pra se orientar nesse aspecto.
Ah, tem uma hora em que tu fala sobre o uso do dinheiro das doações e escreve que ele foi "revestido" para outro fim, mas acho que seria "revertido", não? Só um toque pra dar uma revisada.
Tô muito ansiosa pra saber como será o próximo capítulo. Afinal, há muitas coisas pra serem resolvidas... o atrito entre Marcondes e Gustavo, a descoberta de que Marcondes mandou os soldados pra dar cabo dos cangaceiros e a vingança deles quanto a isso, a soltura do Diabo... Que caos, HAHAHAHAH. Mas tô adorando, pode continuar nesse caminho, tá? HAHAHAHAH.
Olha, eu sei que você ansiava por isso. Desde as expectativas frustradas no capítulo da cisão da Lagoa da Esperança, eu sentia que você mantinha um desejo voraz pelo caos e pela destruição. E aqui estamos. Você nos trouxe aqui HAHAHAHAHAHHAHA. Agora deixando a maldade de lado: que coisa tensa! Já comentei contigo no instagram, mas sério, eu fiquei meio nervoso escrevendo este capítulo, principalmente o último terço. Cenas de ação são sempre tensas, mas essa teve um gostinho especial: a de dor e pesar. Sério, eu sentia o medo de cada um dos personagens envolvidos, assim como o falso alívio quando todos os soldados aparentavam estar mortos.
Entretanto, aconteceu exatamente o que você sabe. Sério, doeu no meu coração ver Carmen morrer desse jeito. Pior ainda foi a construção de toda a expectativa: como você bem disse, tinha tudo para Lúcio ser a vítima. Além disso, o início da cena com as crianças também deu uma falsa pista sobre como o confronto iria iniciar. Após o alívio das crianças terem saído da zona de perigo (ao menos em parte), a gente até se esquece que o pior SEMPRE pode acontecer. E, quando ele acontece, realmente é de partir o coração :C. Apesar de minha tristeza quanto ao destino da criança (e de Lucas, que agora está mais furado que nunca HUASUHASHAS que horror), fiquei feliz por ter surpreendido você :D. Mas a felicidade maior veio disso aqui: "Essa cena final ficou digna de lágrimas e aplausos. Com poucas palavras, a gente pôde imaginar o sofrimento e o desespero do pai...". Sério, isso faz toda a escrita ser ainda mais deliciosa. Provocar emoções a partir de palavras é um negócio estranho de descrever, o que poder até mesmo soar contraditório. De toda forma, fica aqui a minha gratidão por suas palavras! E que Lúcio possa superar (sabemos que não vai, mas não custa desejar coisas boas ao pobre homem :C) ♥
AAAAAAH, que bom saber que tudo soou de forma real e emocionante! Cenas de ação costumam ser desafiadoras, ainda mais com vários personagens em cena. Nessa hora, eu só tenho a agradecer a Conan pelas suas cenas de ação frenéticas e cheias de sangue AHSHUASHUSA. Foram minha inspiração e, com toda certeza, ajudaram-me demais!
Estrategista o padre sempre foi, a questão agora é saber se a estratégia vai dar certo HAHAHAHAHA. Quanto a Breno, concordo contigo. Eu só não usaria "jumento" como ofensa. Carlinhos é um jumento e é o personagem mais inteligente da história, ok? HAHAHAHA. Agora sobre o espaço físico: olha, eu acho que meu estudo de arquitetura ajuda um pouco nessa questão. Quer dizer, existem padrões que se repetem, sabe? Sendo um prédio "comum", não há muito que inventar. Além disso, Red Dead Redemption 2 (uma das minhas inspirações para a história) tem algumas delegacias, e isso me ajuda na questão da memória visual de forma geral.
E sim, era pra ser "revertido". Obrigado por apontar esse erro ♥ Vou corrigi-lo :D
Como você bem disse, a situação está caótica. Muitos núcleos se chocando e se dilacerando no caminho. Esse é, definitivamente, o livro com mais tramas que já escrevi HSUAHSUAS. Espero que tudo esteja funcionando com clareza pra você HAHAHAH. "Mas tô adorando, pode continuar nesse caminho, tá?" Pode deixar ♥
Ia botar isso no "O que acha que precisa ser melhorado", mas achei que não ia caber. Enfim. No início, quando você escreve: "aquilo lhe dera sorte: havia se esquecido que tinha marcado uma reunião [...] Entretanto, os pesadelos e a irritação lhe lembraram do compromisso" fica confuso sobre ao que você está se referindo. "Aquilo" o que, que deu sorte ao Breno? (aliás... sorte por que motivo?) Porque se fossem os pesadelos e a irritação, o que se deduz pela leitura, seria uma incoerência.
Esse Breno de manhã sou muito eu na vida skjdmskmd alguém sempre tem que me lembrar do que tá acontecendo
Valter sonhando em um dia poder bater no Breno... Por mim eu apoio! opa, digo... KDJSMSKJMS
Mantenho minha pena pelo Augusto. O cara não merece passar por esses perrengues, tadinho. (Aliás, me identifiquei com "O homem parecia estar sempre desconfortável com algo", o que me deixou um pouco preocupada ksjmds)
"Ocê num faz nada de bom" sábias palavras, Diabo, sábias palavras.
Nunca tinha visto a palavra "tolhida". Cheguei a pensar que era um erro até, mas olhei no dicionário e vi que existia. Muito interessante.
"No fim, estava na situação de sempre: era apenas um peão na mão de pessoas mais poderosas". Quem nunca, né? Quem nunca...
Hoje aprendemos, amiguinhos, que nunca se diz que os inimigos "Não são grande coisa". Nunca subestime os cangaceiros.
Acho irônico que Lúcio sabia bem que "Só um idiota para confiar em um ser daquela espécie", mas ele tem o contrato com o Marcondes. Bom, não posso julgá-lo. As coisas aqui em Natal/Parnamirim também dependem muito dessa estratégia chamada fazer contatos. Na verdade, o Brasil como um todo usa muito dessa lógica. É a realidade no papel...
Agora para o clímax desse capítulo: a morte da menina. Boy, não estava esperando. Eu fiquei com pena, real, do Lúcio e companhia. Com certeza isso vai servir como um empurrão pra uma nova visão de mundo da parte dele. Se é para abraçar o cangaço com ódio do governo ou para fugir dessa vida, eu não sei. Mas agora querida Carmen está no céu, longe dessa violência toda. RIP Carmen ;w; o trio de sanfoneiros perde a mais fofa (pelo menos na minha cabeça) dos seus integrantes ;w;
Vou ficar aqui na expectativa pro próximo capítulo. Promete! Até +~
O que mais gostei: "Acorde, pamonha!"; "faculdades mentais"; "Por mais arriscado que fosse, certamente seria divertido"; "Valter soltou um elogio, algo raro de acontecer";"Eu tenho fé em você, Diabo" famoso sacerdote do capeta, digo KDJSMKDSM;"viagem de ida e morte";
O que acho que pode melhorar: "tinha algo que chamasse" acho que ficaria melhor "chamava"; "ele recebeu o carinho Caio e Carla" tá falando o "de"
Olá, Helen! Finalmente cheguei no seu comentários mais recente hsuahsuas.
Sobre seus apontamentos: agradeço muito por isso. Confesso que, como autor, muitas vezes me vejo imerso na história e acabo deixando passar coisas que eu rapidamente notaria em outros textos (ou caso eu esperasse mais tempo antes de revisar o capítulo). Sendo assim, fico muito grato por você fazer o favor de apontar tais erros. Isso me ajuda muito e pode deixar que irei retificar o que for necessário =D
Agora sobre o capítulo em si: eu também pareço bastante com o Breno pela manhã. A não ser que eu tome um banho gelado, é capaz de eu ficar zumbizando por uns bons minutos antes de finalmente despertar HAUHSUAHS. O homem foi até ágil: precisou de poucos sopapos metafóricos do padre para acordar. Isso é que é produtividade! E acredite: todos nós queremos que ele seja surrado. Ele será? Isso só o tempo poderá dizer.
Vejo que você realmente gosta do Augusto. Fico feliz com isso, ainda mais pelo fato dele não ser exatamente um "protagonista", mas um personagem que tem seus (vários) problemas. É interessante como rola essa identificação com o personagem também. Inclusive, não se preocupe tanto: pelo menos não tem cangaceiros ou políticos no seu pé. Ou tem? SUAHUASUHAS. De toda forma, fica uma dica que eu aplico em minha vida: meditação. Sério, como uma pessoa tipicamente ansiosa, essa é uma prática que me faz um bem danado. Caso se sinta confortável, recomendo que tente. Tem até um app (em inglês) que ajuda: headspace. Enfim, espero que eles me patrocinem um dia HUASUHASHSA.
Diabo não é exatamente um intelectual (assim como José), mas tem sua sabedoria. E sim, "tolhida" existe. Não me lembro onde li essa palavra pela primeira vez, mas fico feliz em contribuir para enriquecer seu vocabulário de alguma forma xD.
Subestimar seus inimigos é um erro gravíssimo. Esse pessoal parece que nunca leu livros envolvendo guerras e afins. A subestimação é a predecessora do fracasso. Sobre Lúcio, você foi certeira. Ele sabia que não podia confiar no homem, mas também cometeu o erro de subestimá-lo. Não esperava um ataque desses e, como você bem disse, tudo funciona na base dos contatos. É o tal do QI: Quem Indica.
Eu confesso que me senti meio tenso enquanto escrevia toda essa cena de ação, principalmente o clímax. Foi estranho: tudo parecia tranquilo, "pacificado". E então, o momento de ternura é cortado por um tiro covarde. Sério, mesmo eu sabendo de tudo que acontecerá nessa história, senti-me triste pela morte de Cármen. A coitada era só uma criança e nunca tinha feito mal a ninguém. No dia que escrevi isso, chega dormi com um peso no coração HUASUHAS (não sei o porquê de eu estar rindo, mas ok). Mas como você disse, ela agora está longe de toda essa violência. Que ela descanse em paz no Paraíso. Vai tocar sanfona no céu :C
Fico feliz com a sua expectativa hehehe. Agora talvez haja um atraso na postagem do capítulo 19 (deveria ser no domingo). Vou voltar para Natal (passei minhas férias em Caicó) e tenho umas pendências para resolver. Mas prometo que não vou tardar para trazer um capítulo novo com a intensidade de sempre HAUSAHSA.
Agradeço demais por você estar acompanhando a história até agora. Ainda tem muita treta pra acontecer. Espero que você possa se divertir (ou chorar, ou amar, ou vibrar) :D
Eu sei que eu pedi por isso, mas misericórdia...
Quando cheguei ao final do capítulo e comecei a ler que o último soldado disparou um tiro contra o Lúcio Arcanjo, já me bateu um desespero aqui enquanto gritava mentalmente "NÃO, NÃO PODE SER! JULIO, NUNCA VOU TE PERDOAR POR MATAR O LÚCIO ASSIM!". Não aceito que meu cangaceiro preferido morra dessa forma humilhante (pensei a mesma coisa com a história das farpas, achando que ele fosse morrer cego no meio do tiroteio, HAHAHAHAAH). LÚCIO ARCANJO SÓ PODE MORRER LUTANDO OK?! Enfim, isso me abalou emocionalmente, HAHAHAHAH. É claro que fiquei triste porque a garotinha morreu, é sempre perturbador quando uma criança inocente morre, mas se o Lúcio tivesse morrido mesmo eu teria ficado mil vezes mais triste (e revoltada) porque meu vínculo afetivo com ele é muito maior, HAHAHAHA. Essa cena final ficou digna de lágrimas e aplausos. Com poucas palavras, a gente pôde imaginar o sofrimento e o desespero do pai...
Mas sabe, desde que o Lucas avistou os soldados pela luneta e que a criança foi correndo até ele, querendo saber o que estava acontecendo, já tive um pressentimento ruim sobre os filhos do Lúcio. Me deu vontade de dar uns gritos com essa garotinha pra que ela parasse de ser tão curiosa e chispasse logo dali. Criança é um bicho inconveniente, mas não dá pra ter raiva dessa ingenuidade, né? HAHAHAHAH. Eu já pensei que ela levaria um tiro naquele momento mesmo, ao invés de ser o Lucas o atingido. Um choque logo de cara pra arrepiar o leitor, HAHAHAHAHAH. Mas quando o tiroteio foi chegando ao final e os soldados sendo abatidos, achei que o perigo tivesse acabado... Fui surpreendida por isso.
Enfim, só pra passar a outro tópico, gostei MUITO mesmo desse confronto. A leitura dessa parte me prendeu totalmente. As descrições, como as personagens reagiram, a rapidez com que tudo aconteceu e como as coisas pareceram reais na minha imaginação... INCRÍVEL. ♥
Agora, esse padre tá muito estrategista, HAHAHAHAH. Pensou em tudo, realmente. Em contraste com a perspicácia dele, o Breno Farias até parece um jumento em pele de gente, HAHAHAHAH. Sem querer ofender os jumentos, é claro. Quero só ver no que vai dar esse plano de explodir a delegacia... Por falar nisso, quando tu imagina a figura física de algo na história, como o prédio da delegacia, por exemplo, tu faz algum esboço? Porque, numa narrativa longa, é fácil a gente se perder nesses detalhes. Eu certamente me perderia, HAHAHAHAH. Fiquei imaginando como tu faz pra se orientar nesse aspecto.
Ah, tem uma hora em que tu fala sobre o uso do dinheiro das doações e escreve que ele foi "revestido" para outro fim, mas acho que seria "revertido", não? Só um toque pra dar uma revisada.
Tô muito ansiosa pra saber como será o próximo capítulo. Afinal, há muitas coisas pra serem resolvidas... o atrito entre Marcondes e Gustavo, a descoberta de que Marcondes mandou os soldados pra dar cabo dos cangaceiros e a vingança deles quanto a isso, a soltura do Diabo... Que caos, HAHAHAHAH. Mas tô adorando, pode continuar nesse caminho, tá? HAHAHAHAH.
Até o próximo!
Olá! Ah, que textão mais lindo ♥
Olha, eu sei que você ansiava por isso. Desde as expectativas frustradas no capítulo da cisão da Lagoa da Esperança, eu sentia que você mantinha um desejo voraz pelo caos e pela destruição. E aqui estamos. Você nos trouxe aqui HAHAHAHAHAHHAHA. Agora deixando a maldade de lado: que coisa tensa! Já comentei contigo no instagram, mas sério, eu fiquei meio nervoso escrevendo este capítulo, principalmente o último terço. Cenas de ação são sempre tensas, mas essa teve um gostinho especial: a de dor e pesar. Sério, eu sentia o medo de cada um dos personagens envolvidos, assim como o falso alívio quando todos os soldados aparentavam estar mortos.
Entretanto, aconteceu exatamente o que você sabe. Sério, doeu no meu coração ver Carmen morrer desse jeito. Pior ainda foi a construção de toda a expectativa: como você bem disse, tinha tudo para Lúcio ser a vítima. Além disso, o início da cena com as crianças também deu uma falsa pista sobre como o confronto iria iniciar. Após o alívio das crianças terem saído da zona de perigo (ao menos em parte), a gente até se esquece que o pior SEMPRE pode acontecer. E, quando ele acontece, realmente é de partir o coração :C. Apesar de minha tristeza quanto ao destino da criança (e de Lucas, que agora está mais furado que nunca HUASUHASHAS que horror), fiquei feliz por ter surpreendido você :D. Mas a felicidade maior veio disso aqui: "Essa cena final ficou digna de lágrimas e aplausos. Com poucas palavras, a gente pôde imaginar o sofrimento e o desespero do pai...". Sério, isso faz toda a escrita ser ainda mais deliciosa. Provocar emoções a partir de palavras é um negócio estranho de descrever, o que poder até mesmo soar contraditório. De toda forma, fica aqui a minha gratidão por suas palavras! E que Lúcio possa superar (sabemos que não vai, mas não custa desejar coisas boas ao pobre homem :C) ♥
AAAAAAH, que bom saber que tudo soou de forma real e emocionante! Cenas de ação costumam ser desafiadoras, ainda mais com vários personagens em cena. Nessa hora, eu só tenho a agradecer a Conan pelas suas cenas de ação frenéticas e cheias de sangue AHSHUASHUSA. Foram minha inspiração e, com toda certeza, ajudaram-me demais!
Estrategista o padre sempre foi, a questão agora é saber se a estratégia vai dar certo HAHAHAHAHA. Quanto a Breno, concordo contigo. Eu só não usaria "jumento" como ofensa. Carlinhos é um jumento e é o personagem mais inteligente da história, ok? HAHAHAHA. Agora sobre o espaço físico: olha, eu acho que meu estudo de arquitetura ajuda um pouco nessa questão. Quer dizer, existem padrões que se repetem, sabe? Sendo um prédio "comum", não há muito que inventar. Além disso, Red Dead Redemption 2 (uma das minhas inspirações para a história) tem algumas delegacias, e isso me ajuda na questão da memória visual de forma geral.
E sim, era pra ser "revertido". Obrigado por apontar esse erro ♥ Vou corrigi-lo :D
Como você bem disse, a situação está caótica. Muitos núcleos se chocando e se dilacerando no caminho. Esse é, definitivamente, o livro com mais tramas que já escrevi HSUAHSUAS. Espero que tudo esteja funcionando com clareza pra você HAHAHAH. "Mas tô adorando, pode continuar nesse caminho, tá?" Pode deixar ♥
Até o próximo :D
Ia botar isso no "O que acha que precisa ser melhorado", mas achei que não ia caber. Enfim. No início, quando você escreve: "aquilo lhe dera sorte: havia se esquecido que tinha marcado uma reunião [...] Entretanto, os pesadelos e a irritação lhe lembraram do compromisso" fica confuso sobre ao que você está se referindo. "Aquilo" o que, que deu sorte ao Breno? (aliás... sorte por que motivo?) Porque se fossem os pesadelos e a irritação, o que se deduz pela leitura, seria uma incoerência.
Esse Breno de manhã sou muito eu na vida skjdmskmd alguém sempre tem que me lembrar do que tá acontecendo
Valter sonhando em um dia poder bater no Breno... Por mim eu apoio! opa, digo... KDJSMSKJMS
Mantenho minha pena pelo Augusto. O cara não merece passar por esses perrengues, tadinho. (Aliás, me identifiquei com "O homem parecia estar sempre desconfortável com algo", o que me deixou um pouco preocupada ksjmds)
"Ocê num faz nada de bom" sábias palavras, Diabo, sábias palavras.
Nunca tinha visto a palavra "tolhida". Cheguei a pensar que era um erro até, mas olhei no dicionário e vi que existia. Muito interessante.
"No fim, estava na situação de sempre: era apenas um peão na mão de pessoas mais poderosas". Quem nunca, né? Quem nunca...
Hoje aprendemos, amiguinhos, que nunca se diz que os inimigos "Não são grande coisa". Nunca subestime os cangaceiros.
Acho irônico que Lúcio sabia bem que "Só um idiota para confiar em um ser daquela espécie", mas ele tem o contrato com o Marcondes. Bom, não posso julgá-lo. As coisas aqui em Natal/Parnamirim também dependem muito dessa estratégia chamada fazer contatos. Na verdade, o Brasil como um todo usa muito dessa lógica. É a realidade no papel...
Agora para o clímax desse capítulo: a morte da menina. Boy, não estava esperando. Eu fiquei com pena, real, do Lúcio e companhia. Com certeza isso vai servir como um empurrão pra uma nova visão de mundo da parte dele. Se é para abraçar o cangaço com ódio do governo ou para fugir dessa vida, eu não sei. Mas agora querida Carmen está no céu, longe dessa violência toda. RIP Carmen ;w; o trio de sanfoneiros perde a mais fofa (pelo menos na minha cabeça) dos seus integrantes ;w;
Vou ficar aqui na expectativa pro próximo capítulo. Promete! Até +~
O que mais gostei: "Acorde, pamonha!"; "faculdades mentais"; "Por mais arriscado que fosse, certamente seria divertido"; "Valter soltou um elogio, algo raro de acontecer";"Eu tenho fé em você, Diabo" famoso sacerdote do capeta, digo KDJSMKDSM;"viagem de ida e morte";
O que acho que pode melhorar: "tinha algo que chamasse" acho que ficaria melhor "chamava"; "ele recebeu o carinho Caio e Carla" tá falando o "de"
Olá, Helen! Finalmente cheguei no seu comentários mais recente hsuahsuas.
Sobre seus apontamentos: agradeço muito por isso. Confesso que, como autor, muitas vezes me vejo imerso na história e acabo deixando passar coisas que eu rapidamente notaria em outros textos (ou caso eu esperasse mais tempo antes de revisar o capítulo). Sendo assim, fico muito grato por você fazer o favor de apontar tais erros. Isso me ajuda muito e pode deixar que irei retificar o que for necessário =D
Agora sobre o capítulo em si: eu também pareço bastante com o Breno pela manhã. A não ser que eu tome um banho gelado, é capaz de eu ficar zumbizando por uns bons minutos antes de finalmente despertar HAUHSUAHS. O homem foi até ágil: precisou de poucos sopapos metafóricos do padre para acordar. Isso é que é produtividade! E acredite: todos nós queremos que ele seja surrado. Ele será? Isso só o tempo poderá dizer.
Vejo que você realmente gosta do Augusto. Fico feliz com isso, ainda mais pelo fato dele não ser exatamente um "protagonista", mas um personagem que tem seus (vários) problemas. É interessante como rola essa identificação com o personagem também. Inclusive, não se preocupe tanto: pelo menos não tem cangaceiros ou políticos no seu pé. Ou tem? SUAHUASUHAS. De toda forma, fica uma dica que eu aplico em minha vida: meditação. Sério, como uma pessoa tipicamente ansiosa, essa é uma prática que me faz um bem danado. Caso se sinta confortável, recomendo que tente. Tem até um app (em inglês) que ajuda: headspace. Enfim, espero que eles me patrocinem um dia HUASUHASHSA.
Diabo não é exatamente um intelectual (assim como José), mas tem sua sabedoria. E sim, "tolhida" existe. Não me lembro onde li essa palavra pela primeira vez, mas fico feliz em contribuir para enriquecer seu vocabulário de alguma forma xD.
Subestimar seus inimigos é um erro gravíssimo. Esse pessoal parece que nunca leu livros envolvendo guerras e afins. A subestimação é a predecessora do fracasso. Sobre Lúcio, você foi certeira. Ele sabia que não podia confiar no homem, mas também cometeu o erro de subestimá-lo. Não esperava um ataque desses e, como você bem disse, tudo funciona na base dos contatos. É o tal do QI: Quem Indica.
Eu confesso que me senti meio tenso enquanto escrevia toda essa cena de ação, principalmente o clímax. Foi estranho: tudo parecia tranquilo, "pacificado". E então, o momento de ternura é cortado por um tiro covarde. Sério, mesmo eu sabendo de tudo que acontecerá nessa história, senti-me triste pela morte de Cármen. A coitada era só uma criança e nunca tinha feito mal a ninguém. No dia que escrevi isso, chega dormi com um peso no coração HUASUHAS (não sei o porquê de eu estar rindo, mas ok). Mas como você disse, ela agora está longe de toda essa violência. Que ela descanse em paz no Paraíso. Vai tocar sanfona no céu :C
Fico feliz com a sua expectativa hehehe. Agora talvez haja um atraso na postagem do capítulo 19 (deveria ser no domingo). Vou voltar para Natal (passei minhas férias em Caicó) e tenho umas pendências para resolver. Mas prometo que não vou tardar para trazer um capítulo novo com a intensidade de sempre HAUSAHSA.
Agradeço demais por você estar acompanhando a história até agora. Ainda tem muita treta pra acontecer. Espero que você possa se divertir (ou chorar, ou amar, ou vibrar) :D
Até logo!
EU NÃO SEI NEM O QUE COMENTAR DESSE CAPÍTULO
MEU PSICOLÓGICO TÁ LÁ NA CASA DA PORRA
QUERO MINHAS LÁGRIMAS E MEU QUEIXO DE VOLTA
SOCORRO MELDELS
Caraca! Não consigo dizer nada, apenas sentir.