Andressa enfrentou Cassandra com muita dificuldade, e usou uma das melhores coisas que o ser humano tem pra acabar com ela, a cabeça, e apesar de todo o seu histórico, ela não finalizou a inimiga, pois agora de corpo e alma acredita em Jonas.
Foi interessante ver nosso espadachim cansado e abatido, e ao mesmo tempo preocupado com Jonas.
Serena foi simplesmente incrível, ela cresceu bastante deixando os medos de lado e se tornando melhor que eles.
E Jonas, lutou com tudo, sua mente, seu corpo, sua alma, teve suas dúvidas, conheceu o vazio de não se saber lidar com algo, e no fim provou com suas palavras o que acreditava de verdade, um mundo melhor para todos, a paz, o dialogo, pode ser meio idealista? Pode, mas é o melhor caminho para uma verdadeira paz. Revelar sua identidade, foi um ato corajoso, de confiança, se o Jonas se tornar a voz dos corrompidos, eu não vou reclamar.
Bernando, você não era um cara ruim, só se perdeu na escuridão, e isso é uma pena, seu ato final foi trágico e triste, porém bom ao mesmo tempo. Ansioso para o próximo ^^
Valeu pelo comentário. Como sempre você destrincha o capítulo em seus comentários e literalmente comentar cada situação, isso é algo que me motiva bastante, saber o que você ( e qlq pessoa) pensa sobre determinada cena. Obrigado por acompanhar está história ^^
Manoooo (sobrinho rs), MELHOR CAPÍTULO TEU QUE EU JÁ LI! Eu favoritaria se estivéssemos no Wattpad. Vou nem falar da Andressa dessa vez porque ela finalmente fez algo que preste, vamos focar em outras duas coisas:
Primeiro: a cena do Bernardo. Tive a impressão de conhecer essa cena de algum lugar, sabe, os dois quase morrendo em um limbo tendo uma alta discussão e no final o vilão se mata no lugar do protagonista... Não sei da onde?Dane-se, eu amo esse tipo de cena mesmo, esses momentos em que o cara se redime no 45 do segundo tempo, mas acaba derrotado pela própria culpa. Não é nem de longe um "final feliz", muito pelo contrário, mas faz a gente pensar...
Segundo:Minha admiração pelo Jonas cresceu 300%. Confesso que no início, ele assumindo a posição de líder e tirando a máscara, só consegui pensar: "vai dar merda". Mas cara, li até em voz alta o que "ele" disse. Combateu a legião dos corrompidos só com as palavras, ou melhor, nem combateu, ajudou. Meu Deus, a parte do medo de brilhar eu até pensei "escolhi a melhor pessoa para ajudar a isabela e eu não sabia disso". Tem muito outros pontos que eu poderia passar hooooras dissertando, mas já tô vendo aqui o tamanho do comentário,então só vou finalizar torcendo para que nenhum maluco marque a cabeça dele agora.
Sim, eu comentei sem ter lido o epílogo ainda pra não ficar muita coisa kkkkk
O que mais gostei: CADA PALAVRA DESSE DISCURSO!
O que acho que pode melhorar: Simplesmente nada.
Muito bom ler isso de você, levo sua opinião muito em conta.
Esse discurso dele, me baseei em um que eu vi e achei muito bom e me fez lembrar dos corrompidos ( infelizmente não lembro de quem era esse tal discurso).
Com o tempo você foi se afeiçoando com Dessa que eu tlg kkk
pse, Arac da massa tbm consegue ser responsável e ajudar as pessoas.
Se o início da história nos encaminhava para duas figuras messiânicas capazes de levar os corrompidos à salvação, acabamos com nenhuma. O discurso do protagonista acabou o descartando desse papel e nos revelando que não há essa possibilidade, porém a esperança está em cada indivíduo fazendo o seu papel num bom censo de comunitarismo.
E se tratando de uma comunidade, o outro messias (pra lá de falso), nos entrega uma comovente e trágica cena de arrependimento. Não acho que os desdobramentos de sua atitude serão positivos, decerto surgiram outros Bernardos, mesmo sem sua influência.
Por fim, o símbolo maior dessa união não é o Aracnídeo, mas seu time de amigos, que desempenhou um trabalho extraordinário e quase impossível para manter a paz na capital pernambucana.
Sob a égide de não um messias, mas um líder pacificador, o Aracnídeo, nasce a esperança da união entre humanos e corrompidos junto ao sol da manhã de uma cidades mais austrais das Américas.
Andressa enfrentou Cassandra com muita dificuldade, e usou uma das melhores coisas que o ser humano tem pra acabar com ela, a cabeça, e apesar de todo o seu histórico, ela não finalizou a inimiga, pois agora de corpo e alma acredita em Jonas.
Foi interessante ver nosso espadachim cansado e abatido, e ao mesmo tempo preocupado com Jonas.
Serena foi simplesmente incrível, ela cresceu bastante deixando os medos de lado e se tornando melhor que eles.
E Jonas, lutou com tudo, sua mente, seu corpo, sua alma, teve suas dúvidas, conheceu o vazio de não se saber lidar com algo, e no fim provou com suas palavras o que acreditava de verdade, um mundo melhor para todos, a paz, o dialogo, pode ser meio idealista? Pode, mas é o melhor caminho para uma verdadeira paz. Revelar sua identidade, foi um ato corajoso, de confiança, se o Jonas se tornar a voz dos corrompidos, eu não vou reclamar.
Bernando, você não era um cara ruim, só se perdeu na escuridão, e isso é uma pena, seu ato final foi trágico e triste, porém bom ao mesmo tempo. Ansioso para o próximo ^^
O que mais gostei: Tudo.
Valeu pelo comentário. Como sempre você destrincha o capítulo em seus comentários e literalmente comentar cada situação, isso é algo que me motiva bastante, saber o que você ( e qlq pessoa) pensa sobre determinada cena. Obrigado por acompanhar está história ^^
Manoooo (sobrinho rs), MELHOR CAPÍTULO TEU QUE EU JÁ LI! Eu favoritaria se estivéssemos no Wattpad. Vou nem falar da Andressa dessa vez porque ela finalmente fez algo que preste, vamos focar em outras duas coisas:
Primeiro: a cena do Bernardo. Tive a impressão de conhecer essa cena de algum lugar, sabe, os dois quase morrendo em um limbo tendo uma alta discussão e no final o vilão se mata no lugar do protagonista... Não sei da onde?Dane-se, eu amo esse tipo de cena mesmo, esses momentos em que o cara se redime no 45 do segundo tempo, mas acaba derrotado pela própria culpa. Não é nem de longe um "final feliz", muito pelo contrário, mas faz a gente pensar...
Segundo:Minha admiração pelo Jonas cresceu 300%. Confesso que no início, ele assumindo a posição de líder e tirando a máscara, só consegui pensar: "vai dar merda". Mas cara, li até em voz alta o que "ele" disse. Combateu a legião dos corrompidos só com as palavras, ou melhor, nem combateu, ajudou. Meu Deus, a parte do medo de brilhar eu até pensei "escolhi a melhor pessoa para ajudar a isabela e eu não sabia disso". Tem muito outros pontos que eu poderia passar hooooras dissertando, mas já tô vendo aqui o tamanho do comentário,então só vou finalizar torcendo para que nenhum maluco marque a cabeça dele agora.
Sim, eu comentei sem ter lido o epílogo ainda pra não ficar muita coisa kkkkk
O que mais gostei: CADA PALAVRA DESSE DISCURSO!
O que acho que pode melhorar: Simplesmente nada.
Muito bom ler isso de você, levo sua opinião muito em conta.
Esse discurso dele, me baseei em um que eu vi e achei muito bom e me fez lembrar dos corrompidos ( infelizmente não lembro de quem era esse tal discurso).
Com o tempo você foi se afeiçoando com Dessa que eu tlg kkk
pse, Arac da massa tbm consegue ser responsável e ajudar as pessoas.
Se o início da história nos encaminhava para duas figuras messiânicas capazes de levar os corrompidos à salvação, acabamos com nenhuma. O discurso do protagonista acabou o descartando desse papel e nos revelando que não há essa possibilidade, porém a esperança está em cada indivíduo fazendo o seu papel num bom censo de comunitarismo.
E se tratando de uma comunidade, o outro messias (pra lá de falso), nos entrega uma comovente e trágica cena de arrependimento. Não acho que os desdobramentos de sua atitude serão positivos, decerto surgiram outros Bernardos, mesmo sem sua influência.
Por fim, o símbolo maior dessa união não é o Aracnídeo, mas seu time de amigos, que desempenhou um trabalho extraordinário e quase impossível para manter a paz na capital pernambucana.
Sob a égide de não um messias, mas um líder pacificador, o Aracnídeo, nasce a esperança da união entre humanos e corrompidos junto ao sol da manhã de uma cidades mais austrais das Américas.
O que mais gostei: O discurso do Jonas