Lá pela metade deste capítulo, houve um momento em que eu pensei: parece que, dessa vez, o capítulo vai ser mais calmo, uma espécie de desenrolar dos últimos eventos da história. Sem novas intrigas por enquanto. Mas parece que me apressei nesse julgamento, não é mesmo? HAHAHAH. Que ideia de jerico foi essa do Breno? Ora jogar porcaria dentro da água só pra estragar a felicidade momentânea do prefeito... Até parece que esse será um grande golpe na vida do Marcondes. E o padre ainda foi apoiar, ave maria HAHAHAH.
Por falar em padre, estou cada vez mais com o pé atrás em relação a ele. Não estou achando ele muito íntegro, digamos assim, HAHAHAH. Ok que, muitas vezes, você precisa jogar o jogo do inimigo pra conseguir chegar onde quer, ou mesmo pra superá-lo, mas estou mais com o Antônio quando ele disse que, desse jeito, parece que estão se transformando naquilo que querem combater. Pressinto que chegará um momento na história em que não saberei mais distinguir o padre de um político qualquer, como o Breno ou o Marcondes, HAHAHHA.
Também estou curiosa pra saber o que o Diabo fará sobre esse plano estapafúrdio, HAHAHAH. Gostei bastante da cena em que ele conversa com o José, em que se permite estabelecer uma relação de confiança com outra pessoa. A ambientação também ficou ótima, com o barulhinho dos grilos, a areia fria e tudo mais. ♥ Adoro esse tipo de descrição, breve e verdadeiro, que transporta o leitor para o mundo da história.
O diálogo entre os dois personagens também ficou muito bom. Interessante saber um pouco mais do passado do José, como isso sobre ser criado por um pai adotivo. Fiquei com a pulga atrás da orelha aqui em relação aos verdadeiros pais dele... Será que isso foi uma pista sobre algo que se mostrará mais tarde na história? Ou estou fantasiando demais? HAHAHAH. Provavelmente você vai deixar isso no ar, mas fica aqui registrada minha inquietação, HAHAHA.
Desde já, muito obrigado por ler mais este capítulo e por comentá-lo com tanto esmero ♥
É muito interessante como a perspectivas do leitor e do autor podem divergir em determinados momentos. Eu, por exemplo, sabendo tudo que virá pela frente, muitas vezes penso que o ritmo da narrativa está muito lento no momento atual, algo que naturalmente vai evoluir conforme a trama for avançando. Você, no entanto, logo aparece comentando que esse capítulo aparentava ser um ponto de calmaria para desenrolar os eventos recentes, como se os capítulos anteriores tivessem mais impacto para você do que tiveram para mim. Eu acho isso muito massa e conhecer a visão dos leitores abre meus olhos para questões que antes eu não via. Então, novamente, obrigado por isso ♥
E não, esse capítulo ainda não será o ponto de calmaria. E não será o caso do próximo também HAHAHA. Adorei sua sinceridade quanto ao plano de Breno e a aprovação do Padre. Pessoalmente, eu acho um plano idiota e imoral, ao mesmo tempo em que consigo compreender a intenção de arranhar a imagem (já não muito limpa) de Marcondes. Se isso vai dar certo ou resultará no que eles esperam, só o futuro dirá.
Olha, as coisas podem ficar bem cinzentas as vezes. Quem parecia bom pode ser mau, quem parecia mau pode ser bom. Ou então todo mundo é mau HAHAHAHA. Ok, alguns são bons. Mas também acontece de pessoas boas tomarem más atitudes e vice-versa. Se é o caso, cabe a você julgar os personagens e tirar suas conclusões. Só tô aqui pra contar a historinha deles HAHAHAHA. Meu Deus, como é bom ser o autor e deixar os leitores lidarem com esses "problemas" HAHAHA.
Talvez seja difícil de acreditar, mas eu tive dificuldade para elaborar essa conversa entre os dois. Primeiro, por eles serem muito distintos em personalidade. Segundo, por Diabo não ser um personagem muito falante. Eu precisava fazer ele dizer algo, mas sem que parecesse algo forçado. Então eu fico muuuito feliz em saber que a cena funcionou. E quanto a ambientação, eu agradeço a você. Lembro quando criticou construtivamente uma cena em "O Sangue do Mestiço", quando a ambientação ficou muito "seca" (não no sentido sertanejo da coisa HAHAHA). Então essa sua crítica me ajudou hehehe. ♥
Eu sei que eu tenho o costume de jogar pistas. Se essa é uma delas, eu não vou dizer. É bom deixar o mistério, não? HAHAHA. De toda forma, "O Diabo do Sertão" guarda seus pequenos mistérios. Não acho que seja algo no nível que ocorreu em "O Sangue do Mestiço", pois a pegada aqui é outra. Mas ainda assim, acredito que existem boas surpresas pela frente. Espero que você goste :D
BIA, CONTA LOGO! Por favor, mande isso até ela contar. Talvez ela te ouça HAHAHAHA.
Adorei o comentário! Muito obrigado (pela nonagésima vez) ♥
EITA GIOVANNA, QUE ESSE FORNINHO FOI PESADO DE SEGURAR o_o
Que começo intenso desse capítulo!! Zé e Diabo dialogando entre si?? UOU Quando vi que o Zé ia levantar pra dar uma volta, imaginei mesmo que ele fosse acabar encontrando alguém para trocar meia dúzia de palavras, mas justamente o Diabo??? PQP QUERO MEU QUEIXO DE VOLTA *o*
E POTAMERDA, o Breno foi mesmo fazer politicagem com o padre??????? Caraleo mermão, que povinho desprezível. Pior ainda é o padre incentivando a politicagem, ainda que o motivo seja bom. AI CARALEO, ODEIO POLÍTICA
AAAAH, que bom que você gostou dessa cena. Foi bem difícil o processo de imaginar o que Diabo (um personagem que fala tão pouco) falaria pra um dos personagens mais falantes do livro HAHAHA. Foi uma dinâmica muito bacana de se trabalhar e eu acredito que esses dois personagens tem um bom entrosamento, principalmente pelas diferenças gritantes que existem entre eles.
Bem, política pode ser vista como bandidagem e roubo legalizado. Não é exatamente uma mentira, mas logicamente que devemos buscar meios de amenizar isso. Infelizmente o padre parece não enxergar isso na história, ao menos não no momento. Obviamente tais decisões terão consequências, tanto pra ele como para os moradores do assentamento e da cidade de Água Funda.
Obrigado pelo comentário! (E eu finalmente postei capítulo novo, amém ♥)
Sei lá o motivo, mas no último capítulo me bateu uma curiosidade medonha pra saber o que acontecia depois. E aqui estou, obedecendo minhas intuições~
Às vezes me vejo como o Zé: olhando pra guerra do mundo e não podendo fazer nada. Por um lado pode-se considerar bom não estar envolvido, para manter seus valores, mas por outro lado, por não ser aliado de ninguém, termina ficando desprotegido. É uma sensação no mínimo péssima, e realmente usurpadora de sono.
Eu vou ser sincera. Achei que uma parte do diálogo de Diabo com Zé ficou estranha. Ele começa dizendo que "não são necessárias palavras para comunicar", e depois questiona "como eu poderia te julgar?", sendo que, se ele consegue perceber o medo do garoto, conseguiria julgar pelo menos que ele tem medo de cangaceiros (já que não faz muito tempo que ele deixou de ser um), o que torna a pergunta "por que tu tem medo de mim?" meio estranha, entendendo que ele poderia deduzir o motivo. No desenrolar da conversa, quando Diabo afirma que é homi apesar do nome, dá pra entender o que ele queria dizer, mas ainda assim a conversa antes não bate muito com o que o personagem demonstrou saber. (espero que todo esse parágrafo tenha feito sentido KDJSDKSJDM)
"Confesso que tô curioso, mas não te julgo por não querer falar"—- o Zé falou por todos nós leitores KJDSDKSJMDSKD
Ah, cara, eu amo esses momentos em que a gente descobre que as pessoas são mais do que aparentam. É tão bom skjdmksjm (aliás, fiquei curiosa. Que impressão Diabo tem do povo do assentamento?)
Padre Miguel de manhã sou eu na vida KJDSMKDSKJDSM
O que mais gostei: "Vai dar certo"; "numa quase discreta expressão assustada"; "Coisas da vida"; "Entre traidores, monstros e assassinos, talvez houvesse algumas pessoas as quais valesse a pena confiar."; "tinha um pouco de fé&qu
O que acho que pode melhorar: "Zé se via apenas como um futuro dano colateral" quem é que toma esse dano?
Ah, isso acontece comigo direto. "Só mais um capítulo", digo para mim mesmo. Aí uns cinco capítulos depois eu resolvo parar (ou não) hsuahsuahs. Fico feliz que tenha seguido sua intuição :D
Acho que a sensação de falta de controle tem suas vantagens e seus revezes. Como vantagem, diria que é o fato de você ter a consciência leve por, supostamente, não ter nada o que fazer em relação a determinada questão. Veja que é possível que nos enganemos quanto a isso (tanto achando que não podemos fazer nada, assim como quando pensamos que podemos de fato mudar algo), mas ainda assim existe um certo "conforto" nessa posição. Por outro lado, pode-se ter a sensação de estar "solto" no mundo, sem controle de nada e completamente desprotegido. Em síntese: concordo contigo. No caso de Zé, o desconforto foi bem mais forte, sem dúvidas.
Continue sendo sincera, por favor hsuahsaus. Achei interessante essa sua observação. Vale salientar, no entanto, que pode ocorrer muito bem de um personagem dizer que sabe de algo sem saber (ou simplesmente ser contraditório em suas palavras). Quer dizer, é algo que ocorre no dia-a-dia, não? Então Diabo dizer que entende - sem entender de fato - não me parece algo absurdo. Mas repito: gostei da sua observação e vou revisar o diálogo para torná-lo mais verossímil. Obrigado por isso :D
Olha, eu também gosto bastante desses momentos. Eles dão uma nova perspectiva e sempre ampliam minha curiosidade e interesse nos livros que leio. Fico feliz que tenha gostado dessa abordagem, de forma geral.
As pessoas podem ser estranhar (ou será que extremamente normais?) pela manhã HSAUHSAUHSA.
Olá!
Lá pela metade deste capítulo, houve um momento em que eu pensei: parece que, dessa vez, o capítulo vai ser mais calmo, uma espécie de desenrolar dos últimos eventos da história. Sem novas intrigas por enquanto. Mas parece que me apressei nesse julgamento, não é mesmo? HAHAHAH. Que ideia de jerico foi essa do Breno? Ora jogar porcaria dentro da água só pra estragar a felicidade momentânea do prefeito... Até parece que esse será um grande golpe na vida do Marcondes. E o padre ainda foi apoiar, ave maria HAHAHAH.
Por falar em padre, estou cada vez mais com o pé atrás em relação a ele. Não estou achando ele muito íntegro, digamos assim, HAHAHAH. Ok que, muitas vezes, você precisa jogar o jogo do inimigo pra conseguir chegar onde quer, ou mesmo pra superá-lo, mas estou mais com o Antônio quando ele disse que, desse jeito, parece que estão se transformando naquilo que querem combater. Pressinto que chegará um momento na história em que não saberei mais distinguir o padre de um político qualquer, como o Breno ou o Marcondes, HAHAHHA.
Também estou curiosa pra saber o que o Diabo fará sobre esse plano estapafúrdio, HAHAHAH. Gostei bastante da cena em que ele conversa com o José, em que se permite estabelecer uma relação de confiança com outra pessoa. A ambientação também ficou ótima, com o barulhinho dos grilos, a areia fria e tudo mais. ♥ Adoro esse tipo de descrição, breve e verdadeiro, que transporta o leitor para o mundo da história.
O diálogo entre os dois personagens também ficou muito bom. Interessante saber um pouco mais do passado do José, como isso sobre ser criado por um pai adotivo. Fiquei com a pulga atrás da orelha aqui em relação aos verdadeiros pais dele... Será que isso foi uma pista sobre algo que se mostrará mais tarde na história? Ou estou fantasiando demais? HAHAHAH. Provavelmente você vai deixar isso no ar, mas fica aqui registrada minha inquietação, HAHAHA.
E só pra não perder o costume: BIA, CONTA LOGO!
Adorei o capítulo!
Até o próximo!
Olá!
Desde já, muito obrigado por ler mais este capítulo e por comentá-lo com tanto esmero ♥
É muito interessante como a perspectivas do leitor e do autor podem divergir em determinados momentos. Eu, por exemplo, sabendo tudo que virá pela frente, muitas vezes penso que o ritmo da narrativa está muito lento no momento atual, algo que naturalmente vai evoluir conforme a trama for avançando. Você, no entanto, logo aparece comentando que esse capítulo aparentava ser um ponto de calmaria para desenrolar os eventos recentes, como se os capítulos anteriores tivessem mais impacto para você do que tiveram para mim. Eu acho isso muito massa e conhecer a visão dos leitores abre meus olhos para questões que antes eu não via. Então, novamente, obrigado por isso ♥
E não, esse capítulo ainda não será o ponto de calmaria. E não será o caso do próximo também HAHAHA. Adorei sua sinceridade quanto ao plano de Breno e a aprovação do Padre. Pessoalmente, eu acho um plano idiota e imoral, ao mesmo tempo em que consigo compreender a intenção de arranhar a imagem (já não muito limpa) de Marcondes. Se isso vai dar certo ou resultará no que eles esperam, só o futuro dirá.
Olha, as coisas podem ficar bem cinzentas as vezes. Quem parecia bom pode ser mau, quem parecia mau pode ser bom. Ou então todo mundo é mau HAHAHAHA. Ok, alguns são bons. Mas também acontece de pessoas boas tomarem más atitudes e vice-versa. Se é o caso, cabe a você julgar os personagens e tirar suas conclusões. Só tô aqui pra contar a historinha deles HAHAHAHA. Meu Deus, como é bom ser o autor e deixar os leitores lidarem com esses "problemas" HAHAHA.
Talvez seja difícil de acreditar, mas eu tive dificuldade para elaborar essa conversa entre os dois. Primeiro, por eles serem muito distintos em personalidade. Segundo, por Diabo não ser um personagem muito falante. Eu precisava fazer ele dizer algo, mas sem que parecesse algo forçado. Então eu fico muuuito feliz em saber que a cena funcionou. E quanto a ambientação, eu agradeço a você. Lembro quando criticou construtivamente uma cena em "O Sangue do Mestiço", quando a ambientação ficou muito "seca" (não no sentido sertanejo da coisa HAHAHA). Então essa sua crítica me ajudou hehehe. ♥
Eu sei que eu tenho o costume de jogar pistas. Se essa é uma delas, eu não vou dizer. É bom deixar o mistério, não? HAHAHA. De toda forma, "O Diabo do Sertão" guarda seus pequenos mistérios. Não acho que seja algo no nível que ocorreu em "O Sangue do Mestiço", pois a pegada aqui é outra. Mas ainda assim, acredito que existem boas surpresas pela frente. Espero que você goste :D
BIA, CONTA LOGO! Por favor, mande isso até ela contar. Talvez ela te ouça HAHAHAHA.
Adorei o comentário! Muito obrigado (pela nonagésima vez) ♥
Até logo!
EITA GIOVANNA, QUE ESSE FORNINHO FOI PESADO DE SEGURAR o_o
Que começo intenso desse capítulo!! Zé e Diabo dialogando entre si?? UOU Quando vi que o Zé ia levantar pra dar uma volta, imaginei mesmo que ele fosse acabar encontrando alguém para trocar meia dúzia de palavras, mas justamente o Diabo??? PQP QUERO MEU QUEIXO DE VOLTA *o*
E POTAMERDA, o Breno foi mesmo fazer politicagem com o padre??????? Caraleo mermão, que povinho desprezível. Pior ainda é o padre incentivando a politicagem, ainda que o motivo seja bom. AI CARALEO, ODEIO POLÍTICA
Tô ansioso pra ver no que isso vai dar. *-*
SEGURA AS PONTAS HAHAHA.
AAAAH, que bom que você gostou dessa cena. Foi bem difícil o processo de imaginar o que Diabo (um personagem que fala tão pouco) falaria pra um dos personagens mais falantes do livro HAHAHA. Foi uma dinâmica muito bacana de se trabalhar e eu acredito que esses dois personagens tem um bom entrosamento, principalmente pelas diferenças gritantes que existem entre eles.
Bem, política pode ser vista como bandidagem e roubo legalizado. Não é exatamente uma mentira, mas logicamente que devemos buscar meios de amenizar isso. Infelizmente o padre parece não enxergar isso na história, ao menos não no momento. Obviamente tais decisões terão consequências, tanto pra ele como para os moradores do assentamento e da cidade de Água Funda.
Obrigado pelo comentário! (E eu finalmente postei capítulo novo, amém ♥)
Sei lá o motivo, mas no último capítulo me bateu uma curiosidade medonha pra saber o que acontecia depois. E aqui estou, obedecendo minhas intuições~
Às vezes me vejo como o Zé: olhando pra guerra do mundo e não podendo fazer nada. Por um lado pode-se considerar bom não estar envolvido, para manter seus valores, mas por outro lado, por não ser aliado de ninguém, termina ficando desprotegido. É uma sensação no mínimo péssima, e realmente usurpadora de sono.
Eu vou ser sincera. Achei que uma parte do diálogo de Diabo com Zé ficou estranha. Ele começa dizendo que "não são necessárias palavras para comunicar", e depois questiona "como eu poderia te julgar?", sendo que, se ele consegue perceber o medo do garoto, conseguiria julgar pelo menos que ele tem medo de cangaceiros (já que não faz muito tempo que ele deixou de ser um), o que torna a pergunta "por que tu tem medo de mim?" meio estranha, entendendo que ele poderia deduzir o motivo. No desenrolar da conversa, quando Diabo afirma que é homi apesar do nome, dá pra entender o que ele queria dizer, mas ainda assim a conversa antes não bate muito com o que o personagem demonstrou saber. (espero que todo esse parágrafo tenha feito sentido KDJSDKSJDM)
"Confesso que tô curioso, mas não te julgo por não querer falar"—- o Zé falou por todos nós leitores KJDSDKSJMDSKD
Ah, cara, eu amo esses momentos em que a gente descobre que as pessoas são mais do que aparentam. É tão bom skjdmksjm (aliás, fiquei curiosa. Que impressão Diabo tem do povo do assentamento?)
Padre Miguel de manhã sou eu na vida KJDSMKDSKJDSM
O que mais gostei: "Vai dar certo"; "numa quase discreta expressão assustada"; "Coisas da vida"; "Entre traidores, monstros e assassinos, talvez houvesse algumas pessoas as quais valesse a pena confiar."; "tinha um pouco de fé&qu
O que acho que pode melhorar: "Zé se via apenas como um futuro dano colateral" quem é que toma esse dano?
Ah, isso acontece comigo direto. "Só mais um capítulo", digo para mim mesmo. Aí uns cinco capítulos depois eu resolvo parar (ou não) hsuahsuahs. Fico feliz que tenha seguido sua intuição :D
Acho que a sensação de falta de controle tem suas vantagens e seus revezes. Como vantagem, diria que é o fato de você ter a consciência leve por, supostamente, não ter nada o que fazer em relação a determinada questão. Veja que é possível que nos enganemos quanto a isso (tanto achando que não podemos fazer nada, assim como quando pensamos que podemos de fato mudar algo), mas ainda assim existe um certo "conforto" nessa posição. Por outro lado, pode-se ter a sensação de estar "solto" no mundo, sem controle de nada e completamente desprotegido. Em síntese: concordo contigo. No caso de Zé, o desconforto foi bem mais forte, sem dúvidas.
Continue sendo sincera, por favor hsuahsaus. Achei interessante essa sua observação. Vale salientar, no entanto, que pode ocorrer muito bem de um personagem dizer que sabe de algo sem saber (ou simplesmente ser contraditório em suas palavras). Quer dizer, é algo que ocorre no dia-a-dia, não? Então Diabo dizer que entende - sem entender de fato - não me parece algo absurdo. Mas repito: gostei da sua observação e vou revisar o diálogo para torná-lo mais verossímil. Obrigado por isso :D
Olha, eu também gosto bastante desses momentos. Eles dão uma nova perspectiva e sempre ampliam minha curiosidade e interesse nos livros que leio. Fico feliz que tenha gostado dessa abordagem, de forma geral.
As pessoas podem ser estranhar (ou será que extremamente normais?) pela manhã HSAUHSAUHSA.
Muito obrigado pelo comentário :D
Até logo!
Terminou bem o capítulo com esse é cliffhanger heim? Fiquei muito bem pendurado kkk
Parabéns! Partiu ler o próximo.
De vez em quando eu faço uma dessas hehehe
Fico feliz que tenha gostado, Danilo! Até o próximo :D