Acho que se eu pudesse fazer esse comentário só com gifs escandalosos ele representaria melhor o quanto gostei de ler esse segundo capítulo, HAHAHAHA. Parece que às vezes as palavras não são o suficiente, mas ok, vamos tentar.
Penso que ficaram muito bons esses toques da fala popular do nordestino que você tem inserido nos diálogos dos personagens. É como se eles ficassem mais "vivos", digamos assim. É claro que uma história de ficção não tem a obrigação de seguir a realidade tal como ela é, em todos os aspectos, mas essa preocupação com a verossimilhança é sempre válida. Afinal, ela ajuda que o leitor se sinta mais próximo da narrativa e dos personagens, que consiga imaginá-los melhor enquanto lê. Mas super entendo aquilo que você disse sobre recear que os diálogos não ficassem legais fora da "linguagem padrão". É nessa linguagem padrão que muitos leitores estão acostumados a ler. Então sair disso é um desafio e acho que você está indo muito bem.
E quantos personagens em apenas dois capítulos, HAHAHA! Ok que em O sangue do mestiço também havia muitos personagens, mas acho que nessa história isso me chamou mais a atenção. Então ainda estou tentando assimilar todas essas pessoas e às vezes preciso parar e pensar: "quem é o Zé mesmo? Ah é aquele do jumento que se chama Carlinhos" HAHAHH. Esse estranhamento é normal em qualquer começo de história e é muito legal, porque você começa a criar estratégias de leitura e de aproximação com os personagens. POR ISSO EU AMO LER MDS. ♥ É sempre um novo mundo a conhecer, afinal. Sem contar que tuas histórias são totalmente diferente das que eu escrevo, então, do ponto de vista narrativo, é muito enriquecedor poder lê-las.
Ah, eu já adoro o José e seus princípios, HAHAHAH. Tô curtindo muito esse personagem, acho ele muito divertido. Acho que nunca vou esquecer a parte do primeiro capítulo em que o padre sugere que ele vá caçar umas preás, HAHAHAHA. E o cara lá todo indignado! Nem imagino qual será o papel dele na história, mas já deu pra sentir que tem tudo pra ser um ótimo personagem. E por falar em padre, acho tão interessante esse tipo de enredo em que o padre atua como uma espécie de líder da cidade ou do povoado... É um tipo de relação que não existe nas cidades grandes, por exemplo. Antigamente, em alguns lugares, os padres sabiam de tudo um pouco pra poder administrar seu "rebanho", HAHAH, e ainda hoje em cidadezinhas do interior isso acontece. Então estou curiosa pra saber mais sobre a trajetória desse personagem.
Eita, forte esse negócio de que a política nem sempre é sobre verdade, hein. Nós, brasileiros, sabemos disso muito bem, então não é nenhuma surpresa quando a gente lê esse tipo de coisa, mas acho que o modo como tu colocou essa frase no diálogo deu um brilho especial à ideia em si. E quando eu penso em toda essa "política dos coronéis" que ainda há no nordeste e nos problemas sociais que tu já comentou em relação a isso, a frase ganha mais impacto.
E ESSE FINAL?
Esse foi o final de capítulo que eu li meio sorrindo meio chocada, porque pensei THAT'S IT, ESSE É O SERTÃO DESSA HISTÓRIA, e fiquei muito empolgada! HAHAHAAH. A mudança repentina de comportamento do Lúcio Arcanjo, passando da calma fria à uma explosão violenta de raiva foi incrível. Até arrepiei aqui com ele gritando sobre quem ele é e de quem é filho... Isso ficou tão real na minha mente. Sabe aquele tipo de joguinho idiota da internet em que se você fizer algo errado aparece algo assustador e barulhento na tela e você toma um puta susto? Se você queria suscitar esse tipo de expectativa nervosa no teu leitor, saiba que conseguiu, HAHAHA. Eu devorei esse último trecho na ansiedade de que o Lúcio Arcanjo fosse mandar os outros cangaceiros meterem bala em todo mundo e transformar aquela casa e aquelas pessoas em um cenário bem sangrento. Que bom que não aconteceu, eu acho, HAHAHAH. Mas o negócio foi tenso.
Enfim, só vou repetir mais uma vez que amei esse capítulo. ♥
Fico feliz demais que tenha gostado! Olha, acho que já passou da hora do Nyah permitir imagens e gifs nos comentários HAHAHA. Inclusive, respostas aos comentários também, por que não? hehehe. De toda forma, vou imaginar vários gifs ao longo da sua resposta.
Ah, eu tenho muito a agradecer a você por ter me dado esse conselho quanto às falas. Você sabe bem como eu estava meio inseguro, mas foi realmente ótimo poder trabalhar com isso. Sinto que conheço um pouco mais os personagens, ao mesmo tempo em que eles ganham mais uma camada de profundidade. Por exemplo, você sabe que José não teve muito estudo, ao mesmo tempo em que Padre Miguel é mais instruído apenas em decorrência de sua linguagem. Eu estou realmente gostando de fazer isso e acredito que esse exercício está me ajudando a evoluir como escritor. Então mais uma vez: muito obrigado. Esse é só mais um dos motivos pra eu amar seus comentários. Estão sempre acrescentando em algo ♥
Eu não parei pra contar, mas acredito que "O Diabo do Sertão" conta com mais personagens que "O Sangue do Mestiço". Sei que isso pode ser um pouco complicado pro leitor (estou lendo "A Fúria dos Reis" de "As Crônicas de Gelo e Fogo", então sei do que estou falando HAHAHA), mas estou me esforçando para deixar todos os personagens distinguíveis ao máximo. Ao menos o Zé você não se esquece :P. Mas então, acredito que a elevada quantidade de personagens (em relação a meus outros trabalhos) se dá pelo cenário mesmo. Não é apenas numa cidade, mas fora dela e nos seus arredores, então a história realmente pede isso. E sim, essa descoberta de novos universos é uma das coisas que faz "ler" ser algo tão bom ♥
"Sem contar que tuas histórias são totalmente diferente das que eu escrevo, então, do ponto de vista narrativo, é muito enriquecedor poder lê-las". Isso é realmente muito foda. Cada leitura é um aprendizado diferente, pois cada pessoa enxerga e reproduz o mundo de uma maneira muito particular, quase como uma impressão digital.
Acho que você vai ficar feliz se eu disser que José é o personagem com mais espaço durante toda a trama. Espero poder trazer um bom aprofundamento e trabalhar um arco dramático realmente competente para ele, pois é um dos personagens que eu mais gosto de escrever. Ele me lembra o David de "O Sangue do Mestiço", mas com suas particularidades e conhecimentos únicos. Tem muita coisa interessante guardada para ele, apenas aguarde e.e
Sobre padres no interior do Nordeste: eles realmente podem ser bem influentes politicamente. Quanto menor a cidade, maior a influência. Um bom exemplo dessa influência do campo religioso para o político (ainda que ele não seja um padre, mas um místico): Antônio Conselheiro. Caso não o conheça, dê uma pesquisada sobre a Guerra de Canudos. É bem interessante. Temos ainda o Padre Cícero, entre outros nomes mais ou menos famosos.
Eu li algum lugar que a política nada mais é que uma "guerra sem armas". Então a mentalidade vai bem por aí. E olha, conorelismo é algo que me dá muita raiva, como você já deve ter percebido HAHAHA. Então eu torço para que cada um dos envolvidos nesses esquemas dentro (e fora) dessa história se deem mal. Ás vezes a gente não consegue o que quer, mas eu não vou te dar spoiler hehehe.
HAHAHAHA. Você está começando a me assustar. Começou com as drogas do governo, agora está se aliando a cangaceiros frios (nem tanto) e calculistas (será?). HAHAHA. Brincadeiras a parte, eu amei escrever essa cena porque eu consegui sentir o fogo da raiva dentro de mim, quase como se eu explodisse junto de Lúcio Arcanjo. Então foi uma experiência beeeeem intensa e divertida, por mais brutal que seja (agora eu que estou assustando você x.x). E poxa, você acha que eu gosto de colocar sangue nas minhas histórias? JAMAAAAAAAIS. Ok, um pouquinho HAHAHA.
Amei seu comentário e me sinto muito privilegiado por contar com você como leitora fiel, sem brincadeira. Espero te ver em breve!
Júlio, meu amigo, me perdoa o sumiço. Eu simplesmente não tô conseguindo gerenciar meu tempo direito. Tô querendo sentar e chorar, SOCORRO
Mas enfim, voltei.
Ah mano, PUTA QUE PARIU. Marcondes é PE-TIS-TA. E tenho dito. Petista com P de filho da Puta. O cara tá fazendo exatamente o que o DESgoverno do PT fez com o Nordeste, PQP QUE ÓDIO. E tem certeza que o sobrenome real desse Gustavo aí não é Odebrecht? -_-
NOSSA, O JOSÉ ROUBOU E TA QUERENDO JUSTIFICAR COMO SE ESTIVESSE CERTO?? E ESSA CARVALHA DESSA BIA SO SABE BATER?? CARALEO ESSA É A HISTÓRIA MAIS BRASILEIRA QUE EU JÁ LI ò_ó
Enfim. Esse Breno misterioso chegou de fininho na história e sei lá, senti que vou gostar dele. Parece ser um personagem que promete. :)
Ê caceta, mais cangaceiros sanguinários, SOCORRO CHESSUS *-* Bora continuar lendo, tô gostando muito do climão dessa fic. Menos do calorão, tô com mormaço só de imaginar esse sertão bravo. -_-'
Não se preocupe, meu bom. Também ando sumido, mas meu sumiço tem nome: TCC. Então peço desculpas pela demora para responder os comentários. Não gosto de responder de qualquer jeito, então espero ficar com tempinho para dar uma resposta bonitona ♥
Hhahahhahahaha. Mano, infelizmente aqui no interior não tem partido que se salve. As coisas estão bem melhores que anos atrás, mas ainda tem muita sacanagem e eles vivem de troca de poderes. O que ferra mesmo nem são os partidos, mas os sobrenomes. São uma verdadeira oligarquia formada por grandes FDPs. Obviamente eu não usei sobrenomes reias nesta história (ou usei?) HAHAHA.
"ESSA É A HISTÓRIA MAIS BRASILEIRA QUE JÁ LI" OBRIGADO KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Olha, se prepare que todo personagem é meio quebrado nessa obra. Então se prepare pra xingar MUITO. Mas espero que você também encontre as coisinhas boas de cada um ♥
Breno vai fazer muita coisa. Esteja... preparado (usei muito essa palavra, pqp).
E AQUI TÁ QUENTE DEMAIS, ENTÃO NEM RECLAME. TÁ MUUUITO PIOR QUE DESCRITO NO LIVRO HHAHAHAHHAHA.
O pobi do Valter, parece eu quando chego na cozinha e meus pais tão lá. Minha mãe diz que eu pareço um fantasma andando, faço barulho nenhum skjmdskd
Os Maia há décadas no poder... isso me é familiar.... estranhamente familiar...
Na vida eu sou a Bia, mandando o povo criar vergonha na cara e fazer o que é certo. É difícil manter a moral em tempos de crise...
Gostei do Antônio. Ele parece ser do tipo de pessoa que pode-se ficar horas conversando sem se cansar.
Diabo ainda tá dormindo? Rapaz...
Tem gente que parece que gosta de deixar as coisas difíceis. Ô, Manoel, entregasse as joias e pronto. É injusto? Talvez, já que não sei o que tu fez pra conseguir essa dívida, mas é a vida.
Tenho a impressão de que esses três cangaceiros ainda vão aparecer no assentamento da Lagoa. Marrapais, eu tenho é medo do que pode acontecer...
Até a próxima~
O que mais gostei: "São seus olhos, Gustavo"; "Besta! [...] Crie vergonha na cara!"
O meu pai propositalmente dá sustos na galera de casa. Já alertei pra ele NÃO fazer isso enquanto eu segurar uma faca, porque pode dar problema HAHAHAHA.
E, quanto aos Maias, infelizmente é uma realidade, ao menos aqui no RN. Imagino que em vários estados do Brasil também, cujas famílias se revezam no poder e o pessoal aplaude como se elas tivessem fazendo algum favor. Infelizmente é bem real mesmo.
Bia é uma linda ♥ E Antônio certamente é alguém com uma conversa boa. Imagino que ele tenha muuuuitas histórias de vida pra contar.
Diabo dorme, mas os outros cangaceiros estão bem acordados HAHAHA. Coitado do Manoel HAHAHA. A vida não está nada fácil, hein?
Olha, pode ter certeza que os núcleos vão se cruzar de alguma forma. O resultado disso? Só lendo hehehe.
AHHHHHH era isso que eu tava querendo! ♥
Que capítulo incrível!
Acho que se eu pudesse fazer esse comentário só com gifs escandalosos ele representaria melhor o quanto gostei de ler esse segundo capítulo, HAHAHAHA. Parece que às vezes as palavras não são o suficiente, mas ok, vamos tentar.
Penso que ficaram muito bons esses toques da fala popular do nordestino que você tem inserido nos diálogos dos personagens. É como se eles ficassem mais "vivos", digamos assim. É claro que uma história de ficção não tem a obrigação de seguir a realidade tal como ela é, em todos os aspectos, mas essa preocupação com a verossimilhança é sempre válida. Afinal, ela ajuda que o leitor se sinta mais próximo da narrativa e dos personagens, que consiga imaginá-los melhor enquanto lê. Mas super entendo aquilo que você disse sobre recear que os diálogos não ficassem legais fora da "linguagem padrão". É nessa linguagem padrão que muitos leitores estão acostumados a ler. Então sair disso é um desafio e acho que você está indo muito bem.
E quantos personagens em apenas dois capítulos, HAHAHA! Ok que em O sangue do mestiço também havia muitos personagens, mas acho que nessa história isso me chamou mais a atenção. Então ainda estou tentando assimilar todas essas pessoas e às vezes preciso parar e pensar: "quem é o Zé mesmo? Ah é aquele do jumento que se chama Carlinhos" HAHAHH. Esse estranhamento é normal em qualquer começo de história e é muito legal, porque você começa a criar estratégias de leitura e de aproximação com os personagens. POR ISSO EU AMO LER MDS. ♥ É sempre um novo mundo a conhecer, afinal. Sem contar que tuas histórias são totalmente diferente das que eu escrevo, então, do ponto de vista narrativo, é muito enriquecedor poder lê-las.
Ah, eu já adoro o José e seus princípios, HAHAHAH. Tô curtindo muito esse personagem, acho ele muito divertido. Acho que nunca vou esquecer a parte do primeiro capítulo em que o padre sugere que ele vá caçar umas preás, HAHAHAHA. E o cara lá todo indignado! Nem imagino qual será o papel dele na história, mas já deu pra sentir que tem tudo pra ser um ótimo personagem. E por falar em padre, acho tão interessante esse tipo de enredo em que o padre atua como uma espécie de líder da cidade ou do povoado... É um tipo de relação que não existe nas cidades grandes, por exemplo. Antigamente, em alguns lugares, os padres sabiam de tudo um pouco pra poder administrar seu "rebanho", HAHAH, e ainda hoje em cidadezinhas do interior isso acontece. Então estou curiosa pra saber mais sobre a trajetória desse personagem.
Eita, forte esse negócio de que a política nem sempre é sobre verdade, hein. Nós, brasileiros, sabemos disso muito bem, então não é nenhuma surpresa quando a gente lê esse tipo de coisa, mas acho que o modo como tu colocou essa frase no diálogo deu um brilho especial à ideia em si. E quando eu penso em toda essa "política dos coronéis" que ainda há no nordeste e nos problemas sociais que tu já comentou em relação a isso, a frase ganha mais impacto.
E ESSE FINAL?
Esse foi o final de capítulo que eu li meio sorrindo meio chocada, porque pensei THAT'S IT, ESSE É O SERTÃO DESSA HISTÓRIA, e fiquei muito empolgada! HAHAHAAH. A mudança repentina de comportamento do Lúcio Arcanjo, passando da calma fria à uma explosão violenta de raiva foi incrível. Até arrepiei aqui com ele gritando sobre quem ele é e de quem é filho... Isso ficou tão real na minha mente. Sabe aquele tipo de joguinho idiota da internet em que se você fizer algo errado aparece algo assustador e barulhento na tela e você toma um puta susto? Se você queria suscitar esse tipo de expectativa nervosa no teu leitor, saiba que conseguiu, HAHAHA. Eu devorei esse último trecho na ansiedade de que o Lúcio Arcanjo fosse mandar os outros cangaceiros meterem bala em todo mundo e transformar aquela casa e aquelas pessoas em um cenário bem sangrento. Que bom que não aconteceu, eu acho, HAHAHAH. Mas o negócio foi tenso.
Enfim, só vou repetir mais uma vez que amei esse capítulo. ♥
Até o próximo!
Esses seus textões ♥
Fico feliz demais que tenha gostado! Olha, acho que já passou da hora do Nyah permitir imagens e gifs nos comentários HAHAHA. Inclusive, respostas aos comentários também, por que não? hehehe. De toda forma, vou imaginar vários gifs ao longo da sua resposta.
Ah, eu tenho muito a agradecer a você por ter me dado esse conselho quanto às falas. Você sabe bem como eu estava meio inseguro, mas foi realmente ótimo poder trabalhar com isso. Sinto que conheço um pouco mais os personagens, ao mesmo tempo em que eles ganham mais uma camada de profundidade. Por exemplo, você sabe que José não teve muito estudo, ao mesmo tempo em que Padre Miguel é mais instruído apenas em decorrência de sua linguagem. Eu estou realmente gostando de fazer isso e acredito que esse exercício está me ajudando a evoluir como escritor. Então mais uma vez: muito obrigado. Esse é só mais um dos motivos pra eu amar seus comentários. Estão sempre acrescentando em algo ♥
Eu não parei pra contar, mas acredito que "O Diabo do Sertão" conta com mais personagens que "O Sangue do Mestiço". Sei que isso pode ser um pouco complicado pro leitor (estou lendo "A Fúria dos Reis" de "As Crônicas de Gelo e Fogo", então sei do que estou falando HAHAHA), mas estou me esforçando para deixar todos os personagens distinguíveis ao máximo. Ao menos o Zé você não se esquece :P. Mas então, acredito que a elevada quantidade de personagens (em relação a meus outros trabalhos) se dá pelo cenário mesmo. Não é apenas numa cidade, mas fora dela e nos seus arredores, então a história realmente pede isso. E sim, essa descoberta de novos universos é uma das coisas que faz "ler" ser algo tão bom ♥
"Sem contar que tuas histórias são totalmente diferente das que eu escrevo, então, do ponto de vista narrativo, é muito enriquecedor poder lê-las". Isso é realmente muito foda. Cada leitura é um aprendizado diferente, pois cada pessoa enxerga e reproduz o mundo de uma maneira muito particular, quase como uma impressão digital.
Acho que você vai ficar feliz se eu disser que José é o personagem com mais espaço durante toda a trama. Espero poder trazer um bom aprofundamento e trabalhar um arco dramático realmente competente para ele, pois é um dos personagens que eu mais gosto de escrever. Ele me lembra o David de "O Sangue do Mestiço", mas com suas particularidades e conhecimentos únicos. Tem muita coisa interessante guardada para ele, apenas aguarde e.e
Sobre padres no interior do Nordeste: eles realmente podem ser bem influentes politicamente. Quanto menor a cidade, maior a influência. Um bom exemplo dessa influência do campo religioso para o político (ainda que ele não seja um padre, mas um místico): Antônio Conselheiro. Caso não o conheça, dê uma pesquisada sobre a Guerra de Canudos. É bem interessante. Temos ainda o Padre Cícero, entre outros nomes mais ou menos famosos.
Eu li algum lugar que a política nada mais é que uma "guerra sem armas". Então a mentalidade vai bem por aí. E olha, conorelismo é algo que me dá muita raiva, como você já deve ter percebido HAHAHA. Então eu torço para que cada um dos envolvidos nesses esquemas dentro (e fora) dessa história se deem mal. Ás vezes a gente não consegue o que quer, mas eu não vou te dar spoiler hehehe.
HAHAHAHA. Você está começando a me assustar. Começou com as drogas do governo, agora está se aliando a cangaceiros frios (nem tanto) e calculistas (será?). HAHAHA. Brincadeiras a parte, eu amei escrever essa cena porque eu consegui sentir o fogo da raiva dentro de mim, quase como se eu explodisse junto de Lúcio Arcanjo. Então foi uma experiência beeeeem intensa e divertida, por mais brutal que seja (agora eu que estou assustando você x.x). E poxa, você acha que eu gosto de colocar sangue nas minhas histórias? JAMAAAAAAAIS. Ok, um pouquinho HAHAHA.
Amei seu comentário e me sinto muito privilegiado por contar com você como leitora fiel, sem brincadeira. Espero te ver em breve!
Abraços ♥
Júlio, meu amigo, me perdoa o sumiço. Eu simplesmente não tô conseguindo gerenciar meu tempo direito. Tô querendo sentar e chorar, SOCORRO
Mas enfim, voltei.
Ah mano, PUTA QUE PARIU. Marcondes é PE-TIS-TA. E tenho dito. Petista com P de filho da Puta. O cara tá fazendo exatamente o que o DESgoverno do PT fez com o Nordeste, PQP QUE ÓDIO. E tem certeza que o sobrenome real desse Gustavo aí não é Odebrecht? -_-
NOSSA, O JOSÉ ROUBOU E TA QUERENDO JUSTIFICAR COMO SE ESTIVESSE CERTO?? E ESSA CARVALHA DESSA BIA SO SABE BATER?? CARALEO ESSA É A HISTÓRIA MAIS BRASILEIRA QUE EU JÁ LI ò_ó
Enfim. Esse Breno misterioso chegou de fininho na história e sei lá, senti que vou gostar dele. Parece ser um personagem que promete. :)
Ê caceta, mais cangaceiros sanguinários, SOCORRO CHESSUS *-* Bora continuar lendo, tô gostando muito do climão dessa fic. Menos do calorão, tô com mormaço só de imaginar esse sertão bravo. -_-'
Não se preocupe, meu bom. Também ando sumido, mas meu sumiço tem nome: TCC. Então peço desculpas pela demora para responder os comentários. Não gosto de responder de qualquer jeito, então espero ficar com tempinho para dar uma resposta bonitona ♥
Hhahahhahahaha. Mano, infelizmente aqui no interior não tem partido que se salve. As coisas estão bem melhores que anos atrás, mas ainda tem muita sacanagem e eles vivem de troca de poderes. O que ferra mesmo nem são os partidos, mas os sobrenomes. São uma verdadeira oligarquia formada por grandes FDPs. Obviamente eu não usei sobrenomes reias nesta história (ou usei?) HAHAHA.
"ESSA É A HISTÓRIA MAIS BRASILEIRA QUE JÁ LI" OBRIGADO KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Olha, se prepare que todo personagem é meio quebrado nessa obra. Então se prepare pra xingar MUITO. Mas espero que você também encontre as coisinhas boas de cada um ♥
Breno vai fazer muita coisa. Esteja... preparado (usei muito essa palavra, pqp).
E AQUI TÁ QUENTE DEMAIS, ENTÃO NEM RECLAME. TÁ MUUUITO PIOR QUE DESCRITO NO LIVRO HHAHAHAHHAHA.
Obrigado pelo comentário e até breve :D
O pobi do Valter, parece eu quando chego na cozinha e meus pais tão lá. Minha mãe diz que eu pareço um fantasma andando, faço barulho nenhum skjmdskd
Os Maia há décadas no poder... isso me é familiar.... estranhamente familiar...
Na vida eu sou a Bia, mandando o povo criar vergonha na cara e fazer o que é certo. É difícil manter a moral em tempos de crise...
Gostei do Antônio. Ele parece ser do tipo de pessoa que pode-se ficar horas conversando sem se cansar.
Diabo ainda tá dormindo? Rapaz...
Tem gente que parece que gosta de deixar as coisas difíceis. Ô, Manoel, entregasse as joias e pronto. É injusto? Talvez, já que não sei o que tu fez pra conseguir essa dívida, mas é a vida.
Tenho a impressão de que esses três cangaceiros ainda vão aparecer no assentamento da Lagoa. Marrapais, eu tenho é medo do que pode acontecer...
Até a próxima~
O que mais gostei: "São seus olhos, Gustavo"; "Besta! [...] Crie vergonha na cara!"
Olá, Helen. É bom vê-la aqui novamente :)
O meu pai propositalmente dá sustos na galera de casa. Já alertei pra ele NÃO fazer isso enquanto eu segurar uma faca, porque pode dar problema HAHAHAHA.
E, quanto aos Maias, infelizmente é uma realidade, ao menos aqui no RN. Imagino que em vários estados do Brasil também, cujas famílias se revezam no poder e o pessoal aplaude como se elas tivessem fazendo algum favor. Infelizmente é bem real mesmo.
Bia é uma linda ♥ E Antônio certamente é alguém com uma conversa boa. Imagino que ele tenha muuuuitas histórias de vida pra contar.
Diabo dorme, mas os outros cangaceiros estão bem acordados HAHAHA. Coitado do Manoel HAHAHA. A vida não está nada fácil, hein?
Olha, pode ter certeza que os núcleos vão se cruzar de alguma forma. O resultado disso? Só lendo hehehe.
Muito obrigado pela leitura e pelo comentário :D
Até logo!