Não sei o motivo, mas esse poema tá me lembrando um meme antigaço, aquele do: "Mas que revolta é essa, jovem? Senta aqui, vamos conversar..." Nem lembro se era assim mesmo, mas enfim, algo tipo "Mas gente... que issoooo" hahshshsgsshasha Eu o adorei, todas as nuances, a escolha do título, as adaptações da música, a menção a outra, como se estivesse em entrelinha e deixasse tudo em... cheque. Ficou um trabalho fabuloso. Normalmente, quando leio seus poemas e histórias, eles se tornam algo extremamente visual para mim. Já esse aqui, foi sonoro. Mesmo que tenha crescido um tanto quanto nostálgico, melancólico até, tem aquele "q" raivoso, que eu achei um charme, um tanto irônico e irresistível. Do me a favour ainda é uma das minhas músicas favoritas do AM, e, é gostoso sentir a essência dela aqui, de verdade. :') Vou ter de dizer que amei "Me faça um favor e não peça por cometas em seus malditos poemas", pra mim soou como o fim da música, mesmo que talvez combinasse mais com outro momento, a dramacidade parece muito mais coerente com "Perhaps Fuck Off might be too kind"... Por toda a construção emotiva e envolvente nessas linhas, quero que saiba que gosto e admiro o que li. Acho que, por enquanto, é isso. Até!
É inegável o fato de eu ter retirado muito dessa poesia da música que você citou... acho que principalmente o clima que ela aborda e todo o misticismo de sua gradativa construção. Toda a vibe nostálgica e até melancólica também faz pensar no tempo ao qual a escrita se encontra, no que ela procura passar. É um pouco daquela coisa de guardar um cheiro em um pedaço de roupa, e sempre voltar à ela para sentir o cheiro. Bem, não digo que vejo esse poema e suas nuances em algo meio "revoltado", embora pareça tomar essas proporções na colocação de alguns versos.
Acredito mais na característica sonora dele, sim, naquela que continua como uma música descrevendo um momento. Algum momento, pelo menos. As memórias em si são assim, e elas veem como partes de uma estrutura. Talvez essa seja a desse poema. Algo com o qual se brinca com a própria construção da música "Do me a favour", em mostrar uma tarde melancólica e uma espécie de "adeus".
Isso se mostra ainda mais emblemático, já que esse "adeus" pode ser bem figurativo e, de certa forma, dizer "adeus" a alguns pensamentos inconstantes e até a algumas discussões... Encaro como um poema construído assim como a música, com algumas características que você descreveu, mas com uma própria pessoalidade em demonstrar sua própria história em versos.
Enfim, muito obrigado pelos comentários e elogios, sério ♥ adoro os seus, acho que sabe disso, né? Bem, acredito que isso é tudo... até a próxima, bb~
Não sei o motivo, mas esse poema tá me lembrando um meme antigaço, aquele do: "Mas que revolta é essa, jovem? Senta aqui, vamos conversar..." Nem lembro se era assim mesmo, mas enfim, algo tipo "Mas gente... que issoooo" hahshshsgsshasha
Eu o adorei, todas as nuances, a escolha do título, as adaptações da música, a menção a outra, como se estivesse em entrelinha e deixasse tudo em... cheque. Ficou um trabalho fabuloso.
Normalmente, quando leio seus poemas e histórias, eles se tornam algo extremamente visual para mim. Já esse aqui, foi sonoro.
Mesmo que tenha crescido um tanto quanto nostálgico, melancólico até, tem aquele "q" raivoso, que eu achei um charme, um tanto irônico e irresistível.
Do me a favour ainda é uma das minhas músicas favoritas do AM, e, é gostoso sentir a essência dela aqui, de verdade. :')
Vou ter de dizer que amei "Me faça um favor e não peça por cometas em seus malditos poemas", pra mim soou como o fim da música, mesmo que talvez combinasse mais com outro momento, a dramacidade parece muito mais coerente com "Perhaps Fuck Off might be too kind"...
Por toda a construção emotiva e envolvente nessas linhas, quero que saiba que gosto e admiro o que li.
Acho que, por enquanto, é isso.
Até!
É inegável o fato de eu ter retirado muito dessa poesia da música que você citou... acho que principalmente o clima que ela aborda e todo o misticismo de sua gradativa construção. Toda a vibe nostálgica e até melancólica também faz pensar no tempo ao qual a escrita se encontra, no que ela procura passar. É um pouco daquela coisa de guardar um cheiro em um pedaço de roupa, e sempre voltar à ela para sentir o cheiro. Bem, não digo que vejo esse poema e suas nuances em algo meio "revoltado", embora pareça tomar essas proporções na colocação de alguns versos.
Acredito mais na característica sonora dele, sim, naquela que continua como uma música descrevendo um momento. Algum momento, pelo menos. As memórias em si são assim, e elas veem como partes de uma estrutura. Talvez essa seja a desse poema. Algo com o qual se brinca com a própria construção da música "Do me a favour", em mostrar uma tarde melancólica e uma espécie de "adeus".
Isso se mostra ainda mais emblemático, já que esse "adeus" pode ser bem figurativo e, de certa forma, dizer "adeus" a alguns pensamentos inconstantes e até a algumas discussões... Encaro como um poema construído assim como a música, com algumas características que você descreveu, mas com uma própria pessoalidade em demonstrar sua própria história em versos.
Enfim, muito obrigado pelos comentários e elogios, sério ♥ adoro os seus, acho que sabe disso, né? Bem, acredito que isso é tudo... até a próxima, bb~