Comentários em “Mar de flores.”: “Arranjo de flores.”

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Lorde Barão

Boa tarde, como vai?
Pois é, notei que já estou na reta final desse romance show de bola.
Desde já me preparo psicologicamente para o fim.
E o capítulo deixa bem claro que Alexandre continua a chamar a flor de picão-grande unicamente para manter o espírito de quinta-série vivo.
Nessas horas o Nino deve pensar: "Não acredito que eu transo com esse cara".
Qualé, Alexandre, tenta, vai! Se não me engano, foi um desses sábios de um país do leste asiático que, certa vez, disse: "Trabalhe com o que ama e você nunca mais terá que trabalhar pelo resto da vida".
Não sei se a frase era exatamente essa, mas tomara que o cara que a criou seja mesmo de um país do leste asiático.
Corolho, Alexandre, penúltimo capítulo da história e você continua com esse troço de velejar pro Nino? Deixa o cara, mermão!!
"Rosas não são malvadas ou boazinhas, são só rosas"
Interessante, será essa a parte do capítulo baseado na frase do Oscar Wilde, aquela das notas iniciais?
Hmmmm, aparentemente não foi só essa parte.
E parece que, finalmente, Nino retornará para sua antiga paixão. YAY!
Nossa, mal vejo a hora de ler o final dessa historinha. Poderia agora mesmo clicar no botão pro último capítulo.
Ou posso deixar para uma outra ocasião, pra aumentar o suspense.
Quer saber? Prefiro o suspense.
Tchau, até a próxima.

Mestre do Universo dos Vermes

Hey!

Pois é, amanhã respondo seu último comentário dessa história.

Claro! O espírito da quinta-série não pode morrer!

Eu imagino com que frequência o Nino pensa nisso... Pior que isso, só imaginar as frases que o Alexandre deve dizer para seduzir e/ou durante a transa. Eu não acho que sejam muito melhores que as piadas da quinta-série.

Eu me pergunto se esse cara que pode ou não ser do leste asiático trabalhava com o que ama... Tenho minhas dúvidas. A frase é idealista demais.

Afinal, todo trabalho tem seus altos e baixos, até os que você ama. Não?

Ou vai ver não. Digo isso porque sou filho de professora e, por mais que minha mãe ame a profissão, detesta o estresse de prazos, provas, correções, lidar com certos alunos.... Ela ficou aliviada quando se aposentou, mas agora já quer voltar a dar aula, pra faculdade dessa vez, como um hobby. Vai entender, né?

Enfim, não acho que trabalhar com o que ama te livre da parte do trabalho!

Pois é, o Alexandre é um cara insistente! Mas, ei, o Nino sabia disso quando se envolveu.

É, eu tentei encaixar a frase o melhor que pude. O que quer dizer que fiz várias tentativas pra ver se uma prestava. Por curiosidade, é assim que a reprodução de várias espécies funciona: fazer um monte de prole e torcer pra um ou dois darem certo e chegarem à idade adulta.

Mas eu estou fugindo do assunto, não?

Admiro essa sua força de vontade de conseguir adiar as coisas pelo suspense!

Bye!

Nos vemos lá!