EU NÃO TÔ BEM. EU TÔ TRISTE. EU CHOREI. CHOREI BASTANTE, JÁ. EU QUERIA, ASSIM... QUE A SENHORITA TIVESSE PIEDADE...
De novo, eu tô nem sabendo o qie te falar... Tu consuma meu shipp pra me tirar ele logo em seguida?? Porra!! Eu tô... Eu vou chorar mais aqui, rapidão...
E essa cena aí da Djali foi cruel de mais cmg, moça... Pqp... Eu já tava triste por umas coisa aqui... Eu vou chorar.
Faz isso comigo nao, vei!...
P.S.: Montfaucon existiu, sim. Eu só não lembro mais o site em que achei a descrição dele... Mas era real-oficial o negócio. Era tipo uma prisão só pra execuções e tinha a parte do ossário dos condenados, que usei em Bohémienne.
Aliás, perdoa os atraso em Bohémienne e não desiste de mim!!! Tô nos corre com ensaio do espetáculo de fim de ano da escola de dança em que faço aulas... Então... Tá difícil... Mas volto pra lá assim que der!!! Prometo!!
Parabéns pelo capítulo maravilhoso!!
Um grande beijo, ma belle ❤❤
O que mais gostei: PQP, ARRRIBA! TU QUER ME MATAR DO CORAÇÃO MULHER?!?!
Sei que é muita maldade pra uma fic só, mas não teria como suavizar pro lado dos ciganos. Eles mexeram com algo que a sociedade da época jamais toleraria, sua Catedral. O símbolo maior de um cristianismo fanático e intolerante às diferenças, e por isso toda a população compraria uma briga mais bárbara. Doeu demais em mim também, mas ao menos o shipp chegou a se concretizar :'( Pelo menos os dois tiveram alguma alegria antes que tudo desandasse de vez. E essa sou eu tentando justificar minhas atrocidades -.-"
Quanto à Djali, a dor foi ainda maior, acredite. Eu tenho uma cachorra que, dentre os tantos apelidos que criei pra ela, também a chamo de cabritinha por ela já ter sido muito p**** loka, viver pulando e saltitando por aí feito uma cabra mesmo. Resumo, ela é minha Djali. Hoje ela está velhinha, apática e liga pouco para as pessoas. Por toda a fanfic eu associei a Djali à minha pestinha de 4 patas, inclusive ao retratar toda a rabugentisse da personagem, então foi como se eu matasse minha própria cachorra nessa cena... sem contar as semelhanças que inseri. Ela já sofreu maus tratos antes de eu adotá-la e foi abandonada por uma família escrota quando filhote, o que só aumentou o meu desespero descrever os sentimentos da cabritinha peralta, por saber que minha menina já passou por traumas semelhantes :''"(
Eu imaginei que existisse mesmo, mas não tinha certeza... minhas pesquisas só falavam a respeito de uma rua chamada Montfaucon, talvez eu não tenha tido a paciência de pesquisar direito, hehe... de qualquer forma, obrigada pela informação, ma belle! Vou tentar achar fontes a respeito do lugar.
Claro que não desisto, sua gata! Tamo junto nas fatalidade tudo ♥ ♥ ♥ E é como eu sempre digo por aqui; sou a última pessoa no mundo que pode criticar demora alheia. Estarei aqui quando puder postar ♥
Beijos, beijos, e obrigada por mais esse reviewzão da p****, e por comentar tão rapidinho, como sempre ^^
MULHER!!!! Mas o que aconteceu com você???? Assim, eu estou acostumada com o seu sadismo na escrita, mas eu diria que você extrapolou alguns limites sinistros ultimamente auhushushusuhs! Menina, eu fiquei muito mal com esses dois últimos capítulos (querida, espero que não se incomode mesmo de que eu estou comentando sobre os dois em um só, não costumo fazer isso, mas vou tentar ser o mais detalhada e carinhosa possível nesse review que vale por dois). Se eu não soubesse o quanto você adora todos esses personagens, eu ficaria achando que você na verdade não está nem aí pra eles, tendo em vista o que reservou para os personagens no roteiro da sua fic auhsuhuheuhe! Mano... Quanta tragédia! Victor Hugo ficaria chocado!
Depois desse meu momento pasmo, acho que posso dizer que sua escrita continua maravilhosa, mirabolante, de um detalhismo (sem ser cansativo) tão fantástico que a gente realmente se sente mal lendo, quando são esses momentos tristes. Mana, você não poupou nem a Djali, sua veterinária sem coração!!!! HAHAHAHA!
Como a história não terminou ainda, eu espero mesmo que existam soluções para alguns dos conflitos colocados aqui... Clopin e Sara (shippei eles muito), estão em um lugar de menor sofrimento agora, mas eu espero mesmo que nossa Esme consiga alguma solução para seu entrave, ela não merece mesmo nem 1/100 do que aconteceu com ela :'( nunca te pedi nada (aquelas aushushus), mas rogo a você que dê a ela um destino menos infeliz até o final da história... Por favor, pedido de leitora carente e que sempre acompanhou seus escritos como uma grande fangirl!
Outrossim, esse capítulo foi repleto de carga emocional pesada, sério, foi uma porrada atrás da outra (literalmente também xD), assim como o anterior. Eu honestamente não sei de quem eu tenho mais dó, queria poder proteger todos os personagens, tadinhos... Fatalidade foi pouco, isso daí foi sadismo Arrribístico mesmo heheheheeh!
Beijão, querida! Por favor, nos próximos (se for possível) tente trazer um pouco menos de dor pra gente, porque apanhamos muito enquanto leitores também! xD Entenda, isso não é uma crítica, é apenas um desabafo honesto ahushheh!
Vixe, menina, não vamos impor limites, vamos continuar nos desprendendo das metas que dá mais certo no contexto geral, hahaha ^^"
"querida, espero que não se incomode mesmo de que eu estou comentando sobre os dois em um só" -> Tudo certo. Confesso que deu uma baqueada na expectativa (até porque o episódio passado foi ainda mais flopado do que de costume, e o seu review acabou se focando basicamente nos acontecimentos desse episódio - normal, ele deve ter sido mais traumático mesmo -, o que é uma pena pois estava bastante ansiosa para a sua opinião a respeito do anterior), mas, de qualquer maneira, acho que os leitores devem comentar da forma que se sentirem mais confortáveis.
Bom, posso garantir que sofri bastante com esses dois capítulos também, mas como sempre atesto ao longo dos meus sadismos literários, eu não mato ninguém à toa, sem um propósito ou justificativa. Depois do que os ciganos fizeram à Notre Dame, simplesmente não havia como aliviar pro lado deles, fazer isso seria uma baita incoerência de minha parte. O cristianismo da época já possui um perfil muito intolerante, destruir a Catedral foi o estopim para a declaração de uma guerra mais aberta contra os pagãos, infelizmente... na busca pelos pretextos dos parisienses em se livrar dos egípcios, essa situação foi um prato cheio. Tudo o que a coroa precisava. Quanto à Djali, só poderia imaginar que ela se afundaria numa espécie de depressão mesmo. Na cabeça da cabritinha, Esmeralda a abandonou após agredi-la, e apesar de não entender essas "violências" (entre aspas porque na real Esme só queria protegê-la do péssimo destino em que acabou sendo inserida), quis passar o mesmo efeito daquele filme "Sempre ao seu lado" (os olhos lacrimejam só de lembrar :'/), pois a ligação das duas era extremamente forte. Algo que transcendia a mera cumplicidade para além de suas almas. Mas eu compreendo a sua revolta, também não estou feliz comigo mesma por isso, rsrsrs.
Quanto aos elogios à escrita, só posso agradecer imensamente pelo carinho mais uma vez, sua linda! Muito, muito obrigada mesmo ♥
"Clopin e Sara (shippei eles muito), estão em um lugar de menor sofrimento agora" -> Na verdade Clopin continua bem fodido, o único cigano que o capitão poupou em meio à chacina... me desculpe se isso não ficou claro na narrativa, mais tarde vou reler pra ver se ficou confuso e no que eu posso melhorar!
"Por favor, nos próximos (se for possível) tente trazer um pouco menos de dor pra gente, porque apanhamos muito enquanto leitores também" -> Vixe, gata... como eu mencionei nas notas iniciais, teremos uma boa ladeira abaixo desde que postei o 18° capítulo. Esta é provavelmente a minha fic com um trajeto mais trágico, e eu realmente não posso fugir disso. Só posso dizer que se essa história, de algumas formas, vem ultrapassando limites que não te agradam, eu juro que entenderei numa boa se você preferir parar de acompanhá-la. Por favor, gatona, não se sinta na obrigação de se manter lendo OPdM só porque temos um longo histórico de acompanhamento mútuo, rsrs. Eu estou sendo bem honesta ao dizer que entendo, de coração, se essa fic estiver fatalística demais pra você (na falta de uma palavra melhor, hehe).
Enfines... Muito obrigada pelo review, lindona ♥ ♥ ♥
Você realmente espera que eu comente?! Meu coração está em frangalhos, mulher!!!!!!!! Estou chorando, mais derrotada e arrasada do que a pobrezinha da Djali! Sério, ainda vai haver alguma alegria nessa fic?! Porque eu sou completamente viciada, e não consigo parar de ler, mas preciso saber se meu coraçãozinho ainda vai se alegrar, ou se vai ser só tiro atrás de tiro!
Sinceramente? A morte dos ciganos foi terrível, mas perder a djali.... estou chorando. Muito.
Montfaucon... Sou ruim com nomes. Sei que as catacumbas eram várias, e foram utilizadas desde a época de Roma, passando a ser expressivamente ampliadas no século XIX, para lidar com o problema de superlotação dos cemitérios. Se alguma delas se chamava Montfaucon, não sei dizer, mas a parte das catacumbas confere, viu?
Te adoro. Te odeio. Amo essa fic. Tenho horror a cada notificação, porque sei que vai ser mais uma punhalada no meu coração. E quer saber? Não pare nunca de escrever histórias maravilhosas!
Please, dê um final feliz à Esmeralda, por favor!!!! Ela merece, depois de tantas perdas... Mesmo que seja no pós-vida, dê um final feliz a essa menina!!!
Minha linda, me perdoe por demorar tanto a te responder, eu jurava que já tinha feito isso, hahaha! Só percebi porque estava correndo os reviews da fic e me deparei com esse último ainda sem resposta x____X (e também não esqueci da sua postagem, vou ler seu capítulo ainda hoje, prometo ♥).
Cara, você nem imagina o quanto eu sofri escrevendo esse capítulo, sério mesmo. Até porque eu vejo muito da Djali na minha cachorra (os saltos arteiros, a rabugentice de ser contrariada, enfim, ela é a versão canina dessa cabritinha que tanto amamos. Foi como se eu escrevesse sobre a minha cachorra morrendo :'/). Mas apesar de cruel, na situação em que a Djali está (foi abandonada pela Esmeralda após ser "agredida" pela humana que tanto ama), imagino que ela entraria numa espécie de depressão mesmo, pois a ligação das duas era exremamente forte :'(
"Sério, ainda vai haver alguma alegria nessa fic?!" -> Não é fácil pra mim dizer isso, mas essa fic é uma das que possui a trajetória mais trágica que eu já planejei/escrevi (não é fácil mesmo, porque eu meio que já "perdi" uma leitora por conta disso), mas é meu dever ser honesta. Não, a história não ficará mais fácil de se ler... se for demais pra você, eu juro que entendo caso queira parar. Vai fazer uma falta danada aqui, mas realmente entendo ^^"
Ahhh, obrigada pelas informações, gatona. A outra leitora que também escreve sobre Notre Dame já me garantiu que o ossário realmente existiu, eu só tive dificuldade de encontrar referências nas minhas pesquisas por causa de uma rua com esse mesmo maldito nome, hehehe
"Te adoro. Te odeio. Amo essa fic. Tenho horror a cada notificação, porque sei que vai ser mais uma punhalada no meu coração. E quer saber? Não pare nunca de escrever histórias maravilhosas!" -> Muito obrigada, sua linda ♥ (eu acho, hahahahahaha)! Eu espero que, apesar de tudo, você veja mais lados positivos do que negativos lendo essa história tão fatalística, hehehehe xP
Beijos, beijos, e até breve em Bells of Notre-Dame ♥
EU NÃO TÔ BEM. EU TÔ TRISTE. EU CHOREI. CHOREI BASTANTE, JÁ. EU QUERIA, ASSIM... QUE A SENHORITA TIVESSE PIEDADE...
De novo, eu tô nem sabendo o qie te falar... Tu consuma meu shipp pra me tirar ele logo em seguida?? Porra!! Eu tô... Eu vou chorar mais aqui, rapidão...
E essa cena aí da Djali foi cruel de mais cmg, moça... Pqp... Eu já tava triste por umas coisa aqui... Eu vou chorar.
Faz isso comigo nao, vei!...
P.S.: Montfaucon existiu, sim. Eu só não lembro mais o site em que achei a descrição dele... Mas era real-oficial o negócio. Era tipo uma prisão só pra execuções e tinha a parte do ossário dos condenados, que usei em Bohémienne.
Aliás, perdoa os atraso em Bohémienne e não desiste de mim!!! Tô nos corre com ensaio do espetáculo de fim de ano da escola de dança em que faço aulas... Então... Tá difícil... Mas volto pra lá assim que der!!! Prometo!!
Parabéns pelo capítulo maravilhoso!!
Um grande beijo, ma belle ❤❤
O que mais gostei: PQP, ARRRIBA! TU QUER ME MATAR DO CORAÇÃO MULHER?!?!
PERDOA EU, ANÁNKEZINHA, PERDOA VAI! x(
Sei que é muita maldade pra uma fic só, mas não teria como suavizar pro lado dos ciganos. Eles mexeram com algo que a sociedade da época jamais toleraria, sua Catedral. O símbolo maior de um cristianismo fanático e intolerante às diferenças, e por isso toda a população compraria uma briga mais bárbara. Doeu demais em mim também, mas ao menos o shipp chegou a se concretizar :'( Pelo menos os dois tiveram alguma alegria antes que tudo desandasse de vez. E essa sou eu tentando justificar minhas atrocidades -.-"
Quanto à Djali, a dor foi ainda maior, acredite. Eu tenho uma cachorra que, dentre os tantos apelidos que criei pra ela, também a chamo de cabritinha por ela já ter sido muito p**** loka, viver pulando e saltitando por aí feito uma cabra mesmo. Resumo, ela é minha Djali. Hoje ela está velhinha, apática e liga pouco para as pessoas. Por toda a fanfic eu associei a Djali à minha pestinha de 4 patas, inclusive ao retratar toda a rabugentisse da personagem, então foi como se eu matasse minha própria cachorra nessa cena... sem contar as semelhanças que inseri. Ela já sofreu maus tratos antes de eu adotá-la e foi abandonada por uma família escrota quando filhote, o que só aumentou o meu desespero descrever os sentimentos da cabritinha peralta, por saber que minha menina já passou por traumas semelhantes :''"(
Eu imaginei que existisse mesmo, mas não tinha certeza... minhas pesquisas só falavam a respeito de uma rua chamada Montfaucon, talvez eu não tenha tido a paciência de pesquisar direito, hehe... de qualquer forma, obrigada pela informação, ma belle! Vou tentar achar fontes a respeito do lugar.
Claro que não desisto, sua gata! Tamo junto nas fatalidade tudo ♥ ♥ ♥ E é como eu sempre digo por aqui; sou a última pessoa no mundo que pode criticar demora alheia. Estarei aqui quando puder postar ♥
Beijos, beijos, e obrigada por mais esse reviewzão da p****, e por comentar tão rapidinho, como sempre ^^
MULHER!!!! Mas o que aconteceu com você???? Assim, eu estou acostumada com o seu sadismo na escrita, mas eu diria que você extrapolou alguns limites sinistros ultimamente auhushushusuhs! Menina, eu fiquei muito mal com esses dois últimos capítulos (querida, espero que não se incomode mesmo de que eu estou comentando sobre os dois em um só, não costumo fazer isso, mas vou tentar ser o mais detalhada e carinhosa possível nesse review que vale por dois). Se eu não soubesse o quanto você adora todos esses personagens, eu ficaria achando que você na verdade não está nem aí pra eles, tendo em vista o que reservou para os personagens no roteiro da sua fic auhsuhuheuhe! Mano... Quanta tragédia! Victor Hugo ficaria chocado!
Depois desse meu momento pasmo, acho que posso dizer que sua escrita continua maravilhosa, mirabolante, de um detalhismo (sem ser cansativo) tão fantástico que a gente realmente se sente mal lendo, quando são esses momentos tristes. Mana, você não poupou nem a Djali, sua veterinária sem coração!!!! HAHAHAHA!
Como a história não terminou ainda, eu espero mesmo que existam soluções para alguns dos conflitos colocados aqui... Clopin e Sara (shippei eles muito), estão em um lugar de menor sofrimento agora, mas eu espero mesmo que nossa Esme consiga alguma solução para seu entrave, ela não merece mesmo nem 1/100 do que aconteceu com ela :'( nunca te pedi nada (aquelas aushushus), mas rogo a você que dê a ela um destino menos infeliz até o final da história... Por favor, pedido de leitora carente e que sempre acompanhou seus escritos como uma grande fangirl!
Outrossim, esse capítulo foi repleto de carga emocional pesada, sério, foi uma porrada atrás da outra (literalmente também xD), assim como o anterior. Eu honestamente não sei de quem eu tenho mais dó, queria poder proteger todos os personagens, tadinhos... Fatalidade foi pouco, isso daí foi sadismo Arrribístico mesmo heheheheeh!
Beijão, querida! Por favor, nos próximos (se for possível) tente trazer um pouco menos de dor pra gente, porque apanhamos muito enquanto leitores também! xD Entenda, isso não é uma crítica, é apenas um desabafo honesto ahushheh!
Vixe, menina, não vamos impor limites, vamos continuar nos desprendendo das metas que dá mais certo no contexto geral, hahaha ^^"
"querida, espero que não se incomode mesmo de que eu estou comentando sobre os dois em um só" -> Tudo certo. Confesso que deu uma baqueada na expectativa (até porque o episódio passado foi ainda mais flopado do que de costume, e o seu review acabou se focando basicamente nos acontecimentos desse episódio - normal, ele deve ter sido mais traumático mesmo -, o que é uma pena pois estava bastante ansiosa para a sua opinião a respeito do anterior), mas, de qualquer maneira, acho que os leitores devem comentar da forma que se sentirem mais confortáveis.
Bom, posso garantir que sofri bastante com esses dois capítulos também, mas como sempre atesto ao longo dos meus sadismos literários, eu não mato ninguém à toa, sem um propósito ou justificativa. Depois do que os ciganos fizeram à Notre Dame, simplesmente não havia como aliviar pro lado deles, fazer isso seria uma baita incoerência de minha parte. O cristianismo da época já possui um perfil muito intolerante, destruir a Catedral foi o estopim para a declaração de uma guerra mais aberta contra os pagãos, infelizmente... na busca pelos pretextos dos parisienses em se livrar dos egípcios, essa situação foi um prato cheio. Tudo o que a coroa precisava. Quanto à Djali, só poderia imaginar que ela se afundaria numa espécie de depressão mesmo. Na cabeça da cabritinha, Esmeralda a abandonou após agredi-la, e apesar de não entender essas "violências" (entre aspas porque na real Esme só queria protegê-la do péssimo destino em que acabou sendo inserida), quis passar o mesmo efeito daquele filme "Sempre ao seu lado" (os olhos lacrimejam só de lembrar :'/), pois a ligação das duas era extremamente forte. Algo que transcendia a mera cumplicidade para além de suas almas. Mas eu compreendo a sua revolta, também não estou feliz comigo mesma por isso, rsrsrs.
Quanto aos elogios à escrita, só posso agradecer imensamente pelo carinho mais uma vez, sua linda! Muito, muito obrigada mesmo ♥
"Clopin e Sara (shippei eles muito), estão em um lugar de menor sofrimento agora" -> Na verdade Clopin continua bem fodido, o único cigano que o capitão poupou em meio à chacina... me desculpe se isso não ficou claro na narrativa, mais tarde vou reler pra ver se ficou confuso e no que eu posso melhorar!
"Por favor, nos próximos (se for possível) tente trazer um pouco menos de dor pra gente, porque apanhamos muito enquanto leitores também" -> Vixe, gata... como eu mencionei nas notas iniciais, teremos uma boa ladeira abaixo desde que postei o 18° capítulo. Esta é provavelmente a minha fic com um trajeto mais trágico, e eu realmente não posso fugir disso. Só posso dizer que se essa história, de algumas formas, vem ultrapassando limites que não te agradam, eu juro que entenderei numa boa se você preferir parar de acompanhá-la. Por favor, gatona, não se sinta na obrigação de se manter lendo OPdM só porque temos um longo histórico de acompanhamento mútuo, rsrs. Eu estou sendo bem honesta ao dizer que entendo, de coração, se essa fic estiver fatalística demais pra você (na falta de uma palavra melhor, hehe).
Enfines... Muito obrigada pelo review, lindona ♥ ♥ ♥
Beijos, beijos ;*
Você realmente espera que eu comente?! Meu coração está em frangalhos, mulher!!!!!!!! Estou chorando, mais derrotada e arrasada do que a pobrezinha da Djali! Sério, ainda vai haver alguma alegria nessa fic?! Porque eu sou completamente viciada, e não consigo parar de ler, mas preciso saber se meu coraçãozinho ainda vai se alegrar, ou se vai ser só tiro atrás de tiro!
Sinceramente? A morte dos ciganos foi terrível, mas perder a djali.... estou chorando. Muito.
Montfaucon... Sou ruim com nomes. Sei que as catacumbas eram várias, e foram utilizadas desde a época de Roma, passando a ser expressivamente ampliadas no século XIX, para lidar com o problema de superlotação dos cemitérios. Se alguma delas se chamava Montfaucon, não sei dizer, mas a parte das catacumbas confere, viu?
Te adoro. Te odeio. Amo essa fic. Tenho horror a cada notificação, porque sei que vai ser mais uma punhalada no meu coração. E quer saber? Não pare nunca de escrever histórias maravilhosas!
Please, dê um final feliz à Esmeralda, por favor!!!! Ela merece, depois de tantas perdas... Mesmo que seja no pós-vida, dê um final feliz a essa menina!!!
Minha linda, me perdoe por demorar tanto a te responder, eu jurava que já tinha feito isso, hahaha! Só percebi porque estava correndo os reviews da fic e me deparei com esse último ainda sem resposta x____X (e também não esqueci da sua postagem, vou ler seu capítulo ainda hoje, prometo ♥).
Cara, você nem imagina o quanto eu sofri escrevendo esse capítulo, sério mesmo. Até porque eu vejo muito da Djali na minha cachorra (os saltos arteiros, a rabugentice de ser contrariada, enfim, ela é a versão canina dessa cabritinha que tanto amamos. Foi como se eu escrevesse sobre a minha cachorra morrendo :'/). Mas apesar de cruel, na situação em que a Djali está (foi abandonada pela Esmeralda após ser "agredida" pela humana que tanto ama), imagino que ela entraria numa espécie de depressão mesmo, pois a ligação das duas era exremamente forte :'(
"Sério, ainda vai haver alguma alegria nessa fic?!" -> Não é fácil pra mim dizer isso, mas essa fic é uma das que possui a trajetória mais trágica que eu já planejei/escrevi (não é fácil mesmo, porque eu meio que já "perdi" uma leitora por conta disso), mas é meu dever ser honesta. Não, a história não ficará mais fácil de se ler... se for demais pra você, eu juro que entendo caso queira parar. Vai fazer uma falta danada aqui, mas realmente entendo ^^"
Ahhh, obrigada pelas informações, gatona. A outra leitora que também escreve sobre Notre Dame já me garantiu que o ossário realmente existiu, eu só tive dificuldade de encontrar referências nas minhas pesquisas por causa de uma rua com esse mesmo maldito nome, hehehe
"Te adoro. Te odeio. Amo essa fic. Tenho horror a cada notificação, porque sei que vai ser mais uma punhalada no meu coração. E quer saber? Não pare nunca de escrever histórias maravilhosas!" -> Muito obrigada, sua linda ♥ (eu acho, hahahahahaha)! Eu espero que, apesar de tudo, você veja mais lados positivos do que negativos lendo essa história tão fatalística, hehehehe xP
Beijos, beijos, e até breve em Bells of Notre-Dame ♥