Caramba! Sua escrita é magnífica! Você prende a gente na história de maneira incrível, principalmente, pela fluidez de sua história que sempre vai surpreendendo e mantendo uma linearidade dos fatos.
Meu Deus! Na parte que a humanidade sucumbiu eu quase morri aqui. A descrição da reconstrução da natureza, as ruínas da civilização passada, a chegada e o contato com um novo ser, que premissa perfeita. E o extraterrestre aprendendo as culturas humanas foi lindo. Já shippo aqueles dois :3
Em questão do rumo da história vejo que o et parece ter conquistado a imortalidade, o problema é, será que isso é tecnologia própria dele ou algo já disseminado no espaço? Interessante também a capacidade dele de ver através da realidade, conseguindo facilmente visualizar espíritos, poderia ser uma evidência realmente de uma evolução dessa espécie e que pro lógica deve possuir inteligência e tecnologia avançada. Eu realmente amei a história. Tô cheio de teorias na cabeça. :3 espero mais capítulos.
O que mais gostei: Shippei
O que acho que pode melhorar: Nada, tá delicia
Fico realmente feliz que você gostou desse conto, como havia dito anteriormente, a ideia para esse conto foi do meu marido, ele é mestre rpg e me deu essa luz. Agradeço imensamente seus elogios, não sei o que dizer para expressar tamanha é minha felicidade.
Falarei com ele para ver como posso desenvolver mais capítulos, viu? Muito obrigada, de verdade. ♡
Quanto a imortalidade do Devlin, acho que é próprio dele mesmo por ser de uma raça alienígena. Achei muito gostoso escrever a passagem do tempo, bem como essa relação dele com os espíritos, foi mágico para mim. ♡
Você se emocionou lendo o conto, flor? Se sim, desculpa, não era minha intenção xD
Oi, Crisântemo Lirium, tudo bom? Eu fui a beta designada para avaliar sua história, então aqui estou! Parabéns por estar participando do projeto, é muito bom ter autores interessados em ouvir uma opinião de fora sobre seus escritos. Só lembrando que o que eu disser aqui é apenas a minha visão e sugestões sobre o que li. Caso não concorde com algo ou sinta necessidade de tirar dúvidas comigo, fique à vontade.
Vamos começar pelo título. Pelo o que você falou sobre seu objetivo com a história, eu achei que ele caiu muito bem, pois acaba representando, em uma única palavra, tudo o que você quis passar para o leitor. Sei como é penoso escolher um nome para a história para algumas pessoas; não sei se isso aconteceu com você, mas em todo caso, é realmente um ótimo título.
A sinopse também ficou bem legal, você não se alongou muito, o que é importante nesse caso (pois se trata de um conto), foi sucinta e clara, mas sem revelar demais.
Agora, sobre a história em si. Achei o tema bem interessante, a origem da protagonista, o fato de ter uma passagem de tempo enorme. São coisas pouco exploradas em histórias aqui do Nyah, então é sempre bom quando encontramos algo diferente assim para ler.
Logo no início acaba acontecendo um baque, uma surpresa no leitor quando vê a suposta protagonista sendo morta logo de cara, sem rodeios. Isso instiga a pessoa a ler mais, saber o que estava acontecendo e o porquê.
Um ponto que quero tocar aqui é sobre o número de palavras. Sei que isso é algo muito pessoal, mas quando terminei de ler seu texto, senti que faltava algo, como se algumas coisas tivessem sumido. Foram menos de 2 mil palavras, mas muitos lugares classificam como conto os escritos que possuem até 7500 palavras. Uma sugestão seria aproveitar isso para desenvolver melhor não apenas o lugar em que a história se passa, mas também os personagens, pois são peças fundamentais.
Agora que tocamos no assunto de personagem, vamos continuar. Falando primeiro sobre a Danúbia. Acho que ela poderia ser uma excelente personagem, pois em pouco tempo mostrou-se uma pessoa de bom coração e que se preocupa com seu povo. Mas acho que mais da sua personalidade poderia ter aparecido aqui também. Aparentemente, foi a primeira vez que ela se encontrou com alguém como o Devlin, mas ela não encarou isso com estranheza? Ou mesmo após tanto tempo ela ainda estava anestesiada com o que havia acontecido?
Já o Devlin eu não consegui conhecer direito, pois acho que faltou um maior número de descrição acerca dos pensamentos e sentimentos dele. Sei que ele é um humanoide, mas pelo menos aqui, parece que até mesmo eles possuem sentimentos, certo? Considerando que ele até se emocionou com a música (nessa parte, inclusive, você descreveu bem os sentimentos dele, então é bom se guiar por aí).
Por causa disso, também ficou complicado de entender a relação deles dois. Poderia ter sido melhor desenvolvido. Sei que é uma história de amor à primeira vista, mas mesmo nesses casos precisamos saber como um se sentia em relação ao outro, o que o levou a ficar apaixonado por tal pessoa, o que ela tinha de diferente das demais, etc.
O momento em que o humanoide aparece acabou ficando um pouco confuso. Em uma parte ficou parecendo que ele se mostrava ser homem apenas pela postura altiva e pelo nariz (creio que uma mulher possa ter esses atributos também). Em seguida você iniciou uma frase falando que a escada se recolheu (ok) e os passos eram firmes e cuidadosos, como se a escada tivesse passado a andar. Não houve uma distinção aqui.
A maneira como você apresentou as vestes da alma também poderia ser narrada de uma outra maneira. Você poderia, por exemplo, ter colocado o modo como o humanoide encarou as vestimentas dela, o que ele achou, algo do tipo. Uma coisa que faça o leitor se lembrar depois.
Também poderia ter sido explicado se em toda nave havia um caixão de ressuscitação daquele, pois foi a impressão que passou. Ou o Devlin já sabia o que ia acontecer (considerando a tecnologia do tempo)?
Aliás, nessa parte de ressuscitação, eu acho que você poderia ter aproveitado bastante para se focar no sentimento dos dois. A Danúbia não se sentiu tentada a recusar aquela ideia? Ou ela iria tentar pois nada de pior poderia acontecer? E o Devlin não ficou ansioso por aquilo? Pra saber se daria certo com ela, para vê-la em sua forma humana.
Fiquei meio confusa com a primeira fala dela após todo o processo (“No que mais posso ajudar?”). Não ficou claro o motivo de justo essa ser a pergunta. Ela não pensou no passado dela, quando ainda tinha aquele corpo? Não ficou em êxtase com tudo aquilo?
Na parte que se seguiu, foi mostrada uma inocência enorme por parte do Devlin. Não sei se era essa sua intenção, mas se era, você conseguiu passar isso. Eu não entendi aquele “oficialmente estamos namorando”, foi como se eu tivesse pulado um trecho ou algo do tipo, pois foi uma afirmação da parte dele.
O último parágrafo também ficou confuso, especialmente nas últimas palavras. Você diz que ambos queriam ficar juntos (ok), e então seguiram até outra parte da nave (ok), e casaram-se com ela. Deu a impressão de que ambos se casaram com a nave. Acho que você talvez quisesse mostrar algo pelo ponto de vista do Devlin, certo? De qualquer forma, é bom rever essa parte.
Parte Gramatical
Você acaba usando a vírgula quando, na verdade, seria preciso um ponto final. Veja, se você já conseguiu passar a ideia que queria, se o objetivo foi cumprido, então podemos finalizar a frase. Por exemplo, em uma parte você começa a falar sobre o dia iniciando, com as cores que decoravam o céu e o surgimento tímido do sol. Mas na mesma frase você já começa a falar de gatos e cachorros, sem uma conexão direta com o que foi dito antes. Em casos assim, usamos o ponto final. Isso vai acontecendo durante toda a história, então é bom dar uma olhadinha.
Também notei uns errinhos com relação ao sujeito/predicado. Peguei dois exemplos pra você dar uma olhadinha:
“...gritos suplicantes por vida eram os únicos sons, que podiam...”, “A alma que chorava e cantava, parou de cantar, para virar-se”.
Não há motivo para essas vírgulas, pois não se separa sujeito (quem) de predicado (o que).
Outra coisa que notei foi a ausência de alguns hífens, mas creio que foi mais por falta de atenção. Seja como for, foram nessas partes: “Causandolhe à morte instantânea”, “fecharse”.
Eu vi um “o fitando” no meio da história. Não podemos iniciar frases com um pronome oblíquo átono (me, te, o, lhe...).
A pontuação de diálogos também seria algo bom a ser estudado. Há uma postagem bem didática sobre isso no blog da Liga dos Betas. Depois dá uma conferida lá. É algo meio chatinho de aprender no início, mas rapidinho você pega o jeito da coisa.
Então, no geral, era isso que eu tinha para dizer aqui. Acho que daria um bom resultado se você focasse mais na emoção em que as personagens precisam passar, o que elas estão pensando e se suas ações condizem com seus pensamentos, e não apenas uma sucessão de ações. A construção de frases também pode ser bastante melhorada, e pra isso eu indico a leitura de livros (muitas fanfics acabam pecando nisso, então talvez não sejam uma boa referência). O próprio blog da Liga possui muitas postagens boas, com dicas e vários exemplos, indico muito ele.
Espero que tenha sido útil de alguma forma a você. Novamente, caso algo não tenha ficado claro, pode me procurar por mp, ok? Seria de grande ajuda se você pudesse preencher o nosso feedback (http://migre.me/w50P5)? Ajuda muito a saber como podemos melhorar nosso projeto. Espero que tenha gostado de participar.
Sutil, doce e suave demonstração de como pode ser um amor à primeira vista. Uma narrativa bem singela, a marca registrada da sua narrativa.
Eu gosto da forma como não é pesada.
Eu gostei de como os personagens foram introduzidos, a história e a melancolia exaladas pela protagonista.
Não é muito o meu estilo de leitura, mas gostei bastante.
Beijos de luz ♥
O que acho que pode melhorar: Apenas alguns erros de digitação e na formatação.
Desculpa pelos erros, escrevi apressada e não vi revisei ;x
Fico feliz que tenha gostado, de verdade. ♡
O dia que escrevi fiquei com dor nos dedos kkkk
Obrigada pelos elogios, carinho e review ♡
Beijos de luz ♡☆
Caramba! Sua escrita é magnífica! Você prende a gente na história de maneira incrível, principalmente, pela fluidez de sua história que sempre vai surpreendendo e mantendo uma linearidade dos fatos.
Meu Deus! Na parte que a humanidade sucumbiu eu quase morri aqui. A descrição da reconstrução da natureza, as ruínas da civilização passada, a chegada e o contato com um novo ser, que premissa perfeita. E o extraterrestre aprendendo as culturas humanas foi lindo. Já shippo aqueles dois :3
Em questão do rumo da história vejo que o et parece ter conquistado a imortalidade, o problema é, será que isso é tecnologia própria dele ou algo já disseminado no espaço? Interessante também a capacidade dele de ver através da realidade, conseguindo facilmente visualizar espíritos, poderia ser uma evidência realmente de uma evolução dessa espécie e que pro lógica deve possuir inteligência e tecnologia avançada. Eu realmente amei a história. Tô cheio de teorias na cabeça. :3 espero mais capítulos.
O que mais gostei: Shippei
O que acho que pode melhorar: Nada, tá delicia
Olá, flor. Boa tarde!
Fico realmente feliz que você gostou desse conto, como havia dito anteriormente, a ideia para esse conto foi do meu marido, ele é mestre rpg e me deu essa luz. Agradeço imensamente seus elogios, não sei o que dizer para expressar tamanha é minha felicidade.
Falarei com ele para ver como posso desenvolver mais capítulos, viu? Muito obrigada, de verdade. ♡
Quanto a imortalidade do Devlin, acho que é próprio dele mesmo por ser de uma raça alienígena. Achei muito gostoso escrever a passagem do tempo, bem como essa relação dele com os espíritos, foi mágico para mim. ♡
Você se emocionou lendo o conto, flor? Se sim, desculpa, não era minha intenção xD
Mais uma vez: obrigada.
Beijos de luz ♡☆
[PROJETO CRITIQUE-ME — SBLAN]
Oi, Crisântemo Lirium, tudo bom? Eu fui a beta designada para avaliar sua história, então aqui estou! Parabéns por estar participando do projeto, é muito bom ter autores interessados em ouvir uma opinião de fora sobre seus escritos. Só lembrando que o que eu disser aqui é apenas a minha visão e sugestões sobre o que li. Caso não concorde com algo ou sinta necessidade de tirar dúvidas comigo, fique à vontade.
Vamos começar pelo título. Pelo o que você falou sobre seu objetivo com a história, eu achei que ele caiu muito bem, pois acaba representando, em uma única palavra, tudo o que você quis passar para o leitor. Sei como é penoso escolher um nome para a história para algumas pessoas; não sei se isso aconteceu com você, mas em todo caso, é realmente um ótimo título.
A sinopse também ficou bem legal, você não se alongou muito, o que é importante nesse caso (pois se trata de um conto), foi sucinta e clara, mas sem revelar demais.
Agora, sobre a história em si. Achei o tema bem interessante, a origem da protagonista, o fato de ter uma passagem de tempo enorme. São coisas pouco exploradas em histórias aqui do Nyah, então é sempre bom quando encontramos algo diferente assim para ler.
Logo no início acaba acontecendo um baque, uma surpresa no leitor quando vê a suposta protagonista sendo morta logo de cara, sem rodeios. Isso instiga a pessoa a ler mais, saber o que estava acontecendo e o porquê.
Um ponto que quero tocar aqui é sobre o número de palavras. Sei que isso é algo muito pessoal, mas quando terminei de ler seu texto, senti que faltava algo, como se algumas coisas tivessem sumido. Foram menos de 2 mil palavras, mas muitos lugares classificam como conto os escritos que possuem até 7500 palavras. Uma sugestão seria aproveitar isso para desenvolver melhor não apenas o lugar em que a história se passa, mas também os personagens, pois são peças fundamentais.
Agora que tocamos no assunto de personagem, vamos continuar. Falando primeiro sobre a Danúbia. Acho que ela poderia ser uma excelente personagem, pois em pouco tempo mostrou-se uma pessoa de bom coração e que se preocupa com seu povo. Mas acho que mais da sua personalidade poderia ter aparecido aqui também. Aparentemente, foi a primeira vez que ela se encontrou com alguém como o Devlin, mas ela não encarou isso com estranheza? Ou mesmo após tanto tempo ela ainda estava anestesiada com o que havia acontecido?
Já o Devlin eu não consegui conhecer direito, pois acho que faltou um maior número de descrição acerca dos pensamentos e sentimentos dele. Sei que ele é um humanoide, mas pelo menos aqui, parece que até mesmo eles possuem sentimentos, certo? Considerando que ele até se emocionou com a música (nessa parte, inclusive, você descreveu bem os sentimentos dele, então é bom se guiar por aí).
Por causa disso, também ficou complicado de entender a relação deles dois. Poderia ter sido melhor desenvolvido. Sei que é uma história de amor à primeira vista, mas mesmo nesses casos precisamos saber como um se sentia em relação ao outro, o que o levou a ficar apaixonado por tal pessoa, o que ela tinha de diferente das demais, etc.
O momento em que o humanoide aparece acabou ficando um pouco confuso. Em uma parte ficou parecendo que ele se mostrava ser homem apenas pela postura altiva e pelo nariz (creio que uma mulher possa ter esses atributos também). Em seguida você iniciou uma frase falando que a escada se recolheu (ok) e os passos eram firmes e cuidadosos, como se a escada tivesse passado a andar. Não houve uma distinção aqui.
A maneira como você apresentou as vestes da alma também poderia ser narrada de uma outra maneira. Você poderia, por exemplo, ter colocado o modo como o humanoide encarou as vestimentas dela, o que ele achou, algo do tipo. Uma coisa que faça o leitor se lembrar depois.
Também poderia ter sido explicado se em toda nave havia um caixão de ressuscitação daquele, pois foi a impressão que passou. Ou o Devlin já sabia o que ia acontecer (considerando a tecnologia do tempo)?
Aliás, nessa parte de ressuscitação, eu acho que você poderia ter aproveitado bastante para se focar no sentimento dos dois. A Danúbia não se sentiu tentada a recusar aquela ideia? Ou ela iria tentar pois nada de pior poderia acontecer? E o Devlin não ficou ansioso por aquilo? Pra saber se daria certo com ela, para vê-la em sua forma humana.
Fiquei meio confusa com a primeira fala dela após todo o processo (“No que mais posso ajudar?”). Não ficou claro o motivo de justo essa ser a pergunta. Ela não pensou no passado dela, quando ainda tinha aquele corpo? Não ficou em êxtase com tudo aquilo?
Na parte que se seguiu, foi mostrada uma inocência enorme por parte do Devlin. Não sei se era essa sua intenção, mas se era, você conseguiu passar isso. Eu não entendi aquele “oficialmente estamos namorando”, foi como se eu tivesse pulado um trecho ou algo do tipo, pois foi uma afirmação da parte dele.
O último parágrafo também ficou confuso, especialmente nas últimas palavras. Você diz que ambos queriam ficar juntos (ok), e então seguiram até outra parte da nave (ok), e casaram-se com ela. Deu a impressão de que ambos se casaram com a nave. Acho que você talvez quisesse mostrar algo pelo ponto de vista do Devlin, certo? De qualquer forma, é bom rever essa parte.
Parte Gramatical
Você acaba usando a vírgula quando, na verdade, seria preciso um ponto final. Veja, se você já conseguiu passar a ideia que queria, se o objetivo foi cumprido, então podemos finalizar a frase. Por exemplo, em uma parte você começa a falar sobre o dia iniciando, com as cores que decoravam o céu e o surgimento tímido do sol. Mas na mesma frase você já começa a falar de gatos e cachorros, sem uma conexão direta com o que foi dito antes. Em casos assim, usamos o ponto final. Isso vai acontecendo durante toda a história, então é bom dar uma olhadinha.
Também notei uns errinhos com relação ao sujeito/predicado. Peguei dois exemplos pra você dar uma olhadinha:
“...gritos suplicantes por vida eram os únicos sons, que podiam...”, “A alma que chorava e cantava, parou de cantar, para virar-se”.
Não há motivo para essas vírgulas, pois não se separa sujeito (quem) de predicado (o que).
Outra coisa que notei foi a ausência de alguns hífens, mas creio que foi mais por falta de atenção. Seja como for, foram nessas partes: “Causandolhe à morte instantânea”, “fecharse”.
Eu vi um “o fitando” no meio da história. Não podemos iniciar frases com um pronome oblíquo átono (me, te, o, lhe...).
A pontuação de diálogos também seria algo bom a ser estudado. Há uma postagem bem didática sobre isso no blog da Liga dos Betas. Depois dá uma conferida lá. É algo meio chatinho de aprender no início, mas rapidinho você pega o jeito da coisa.
Então, no geral, era isso que eu tinha para dizer aqui. Acho que daria um bom resultado se você focasse mais na emoção em que as personagens precisam passar, o que elas estão pensando e se suas ações condizem com seus pensamentos, e não apenas uma sucessão de ações. A construção de frases também pode ser bastante melhorada, e pra isso eu indico a leitura de livros (muitas fanfics acabam pecando nisso, então talvez não sejam uma boa referência). O próprio blog da Liga possui muitas postagens boas, com dicas e vários exemplos, indico muito ele.
Espero que tenha sido útil de alguma forma a você. Novamente, caso algo não tenha ficado claro, pode me procurar por mp, ok? Seria de grande ajuda se você pudesse preencher o nosso feedback (http://migre.me/w50P5)? Ajuda muito a saber como podemos melhorar nosso projeto. Espero que tenha gostado de participar.
Até!