Alô, alô! Ainda se lembra desta leitora foragida? Me desculpe a minha ausência, o importante é que já estou de volta para colocar as minhas tarefas em dia, e nada melhor que ler um poema exímio seu para começar.
Mais uma vez, tenho a agradável oportunidade de comentar mais um dos seus excelentes poemas! E isso satisfaz-me, porque sinto que é o mínimo que lhe posso fazer como agradecimento por uma leitura tão gratificante e intensa de reflexões sábias e sentimentos vigorosos, engenhosamente explorados através dos seus extraordinários recursos estilísticos. Exato, extraordinários porque são sempre capazes de me surpreender, uma e outra vez, sem igual. E é por isto tudo que a sua coletânea é uma obra prima única.
Desta vez, você explora o tema do casamento. Não é clichê dizer que muitas vezes o casamento reveste-se de um vazio que esconde uma inexistência de sintonia entre o casal, e que bem o diga o seu poema nos seus impetuosos versos, impetuosos pela sinceridade da realidade narrada. Os sentimentos iniciais tão honestos, tão sinceros e tão surpreendentemente mútuos dessinconizam-se tão tristemente num casamento que deveria ser fonte de felicidade, quando na verdade é antes uma fonte de inesgotável lamentação, infelicidade, sacrifício e aparência...
Mas nem tudo deve ser martírio, "Talvez ainda haja memórias boas e suas/...", se a autenticidade inicial dos sentimentos chegou a existir, então jamais houve erro. Erro é prolongar um sofrimento que não deve ser concertado.
Adorei, Virei brevemente ler os seus demais poemas (e recomendar esta coletânea, já que o mínimo de palavras já foi atingido), espere por mim. ~Diamara Passarinho
O que mais gostei: "Essa é a falácia do casamento,/ Infinito como o finito de um ordinário relacionamento" Nada melhor que uma ideia chave para convergir toda uma reflexão sábia
O que acho que pode melhorar: Absolutamente nada, devo dizer, aliás, que a sua escrita é uma influência maravilhosa para mim.
Ora, com toda certeza me recordo de você; bem, não precisa se desculpar pela ausência, mas admito que é muito bom ler seus comentários por aqui. Da última vez, acabei por não agradecer a recomendação, sem contar essa demora demasiada em minha resposta. Pois bem, o sistema do Nyah! não me notificou sobre as atualizações acerca da história, e eu tenho um costume raro de visitar o site, todavia aqui estou.
Bem, como disse antes, queria agradecer pelas recomendações que fez para minhas duas coletâneas de poesias. Como escritor, acho que isso é o ponto alto, o horizonte traçado; alguém que admire seu trabalho a ponto de recomenda-lo e, por isso, sou muito grato, de verdade, muito obrigado!
E quanto a influência em minha escrita, devo dizer estar lisonjeado com tal afirmativa. Como gosto de dizer, gosto de como as pessoas retiram de minhas poesias interpretações diversas, afinal, são recheadas de subjetividade do leitor; e quando isso atravessa os limites e ajuda um leito em seu próprio projeto criativo, bem, devo admitir que alcancei algo que realmente queria, instigar o pensamento do interlocutor.
Aos elogios relativos aos meus poemas, devo agradece-la mais uma vez. Pode parecer um pouco repetitivo, mas é de primaz para mim lê-los. Não sei responder ao certo para tantos deles, talvez o "muito obrigado" possa expressar um pouco desse sentimento. É primoroso saber que minhas poesias te encantam tanto, e isso, sem dúvidas, mostra-me o rumo certo do que faço. Por tudo isso, meu sincero muito obrigado!
Já o poema, sim, de fato casamentos podem se revestir de vazios, como você disse. Relacionamentos sempre serão complexos, essa é a verdade, a mutualidade dos sentimentos nem verossímil; uma distância característica pela monotonia de uma rotina, são vários fatores que influenciam num "resfriamento" de um casamento. Exceções a essa regra são escassos, o viver entrelaçado a uma pessoa pode, de fato, ser repleta de randômicos acontecimentos, o que tornam a particularidade numa quase regra geral, visto que muitos desses relacionamentos terminam da mesma maneira.
Todavia, nem tudo é mártir, de fato... Se houve um relacionamento, quer dizer que em algum momento eles foram "felizes", e que em algum momento os verdadeiros sentimentos se mostraram. Sempre há boas memórias, mesmo quando o casamento está fadado ao fim; ainda há uma linha paralela, onde se constrói um tênue e entrelaçado pilar de lembranças...
Bem, creio que isso é tudo. Espero que admire os outros poemas aqui colocados e, mais uma vez, obrigado de verdade pelos comentários, recomendações e elogios; sem dúvidas, fazem-me perceber que estou no caminho certo. Esperarei você nos próximos comentários, então... Até a próxima~
Alô, alô! Ainda se lembra desta leitora foragida? Me desculpe a minha ausência, o importante é que já estou de volta para colocar as minhas tarefas em dia, e nada melhor que ler um poema exímio seu para começar.
Mais uma vez, tenho a agradável oportunidade de comentar mais um dos seus excelentes poemas! E isso satisfaz-me, porque sinto que é o mínimo que lhe posso fazer como agradecimento por uma leitura tão gratificante e intensa de reflexões sábias e sentimentos vigorosos, engenhosamente explorados através dos seus extraordinários recursos estilísticos. Exato, extraordinários porque são sempre capazes de me surpreender, uma e outra vez, sem igual. E é por isto tudo que a sua coletânea é uma obra prima única.
Desta vez, você explora o tema do casamento. Não é clichê dizer que muitas vezes o casamento reveste-se de um vazio que esconde uma inexistência de sintonia entre o casal, e que bem o diga o seu poema nos seus impetuosos versos, impetuosos pela sinceridade da realidade narrada. Os sentimentos iniciais tão honestos, tão sinceros e tão surpreendentemente mútuos dessinconizam-se tão tristemente num casamento que deveria ser fonte de felicidade, quando na verdade é antes uma fonte de inesgotável lamentação, infelicidade, sacrifício e aparência...
Mas nem tudo deve ser martírio, "Talvez ainda haja memórias boas e suas/...", se a autenticidade inicial dos sentimentos chegou a existir, então jamais houve erro. Erro é prolongar um sofrimento que não deve ser concertado.
Adorei,
Virei brevemente ler os seus demais poemas (e recomendar esta coletânea, já que o mínimo de palavras já foi atingido), espere por mim.
~Diamara Passarinho
O que mais gostei: "Essa é a falácia do casamento,/ Infinito como o finito de um ordinário relacionamento" Nada melhor que uma ideia chave para convergir toda uma reflexão sábia
O que acho que pode melhorar: Absolutamente nada, devo dizer, aliás, que a sua escrita é uma influência maravilhosa para mim.
Ora, com toda certeza me recordo de você; bem, não precisa se desculpar pela ausência, mas admito que é muito bom ler seus comentários por aqui. Da última vez, acabei por não agradecer a recomendação, sem contar essa demora demasiada em minha resposta. Pois bem, o sistema do Nyah! não me notificou sobre as atualizações acerca da história, e eu tenho um costume raro de visitar o site, todavia aqui estou.
Bem, como disse antes, queria agradecer pelas recomendações que fez para minhas duas coletâneas de poesias. Como escritor, acho que isso é o ponto alto, o horizonte traçado; alguém que admire seu trabalho a ponto de recomenda-lo e, por isso, sou muito grato, de verdade, muito obrigado!
E quanto a influência em minha escrita, devo dizer estar lisonjeado com tal afirmativa. Como gosto de dizer, gosto de como as pessoas retiram de minhas poesias interpretações diversas, afinal, são recheadas de subjetividade do leitor; e quando isso atravessa os limites e ajuda um leito em seu próprio projeto criativo, bem, devo admitir que alcancei algo que realmente queria, instigar o pensamento do interlocutor.
Aos elogios relativos aos meus poemas, devo agradece-la mais uma vez. Pode parecer um pouco repetitivo, mas é de primaz para mim lê-los. Não sei responder ao certo para tantos deles, talvez o "muito obrigado" possa expressar um pouco desse sentimento. É primoroso saber que minhas poesias te encantam tanto, e isso, sem dúvidas, mostra-me o rumo certo do que faço. Por tudo isso, meu sincero muito obrigado!
Já o poema, sim, de fato casamentos podem se revestir de vazios, como você disse. Relacionamentos sempre serão complexos, essa é a verdade, a mutualidade dos sentimentos nem verossímil; uma distância característica pela monotonia de uma rotina, são vários fatores que influenciam num "resfriamento" de um casamento. Exceções a essa regra são escassos, o viver entrelaçado a uma pessoa pode, de fato, ser repleta de randômicos acontecimentos, o que tornam a particularidade numa quase regra geral, visto que muitos desses relacionamentos terminam da mesma maneira.
Todavia, nem tudo é mártir, de fato... Se houve um relacionamento, quer dizer que em algum momento eles foram "felizes", e que em algum momento os verdadeiros sentimentos se mostraram. Sempre há boas memórias, mesmo quando o casamento está fadado ao fim; ainda há uma linha paralela, onde se constrói um tênue e entrelaçado pilar de lembranças...
Bem, creio que isso é tudo. Espero que admire os outros poemas aqui colocados e, mais uma vez, obrigado de verdade pelos comentários, recomendações e elogios; sem dúvidas, fazem-me perceber que estou no caminho certo. Esperarei você nos próximos comentários, então... Até a próxima~