Finalmente eu vou parar para comentar essa fic da forma como ela merece ser comentada, mds, nem acredito.
Eu já me identifiquei com o Lucas na reação de pessimismo dele diante da frase, porque, na moral, não dá pra ser otimista no EM senhora Lurdes, não dá! E ah! Quando eu percebi que a história se passaria no Brasil, dei pulinhos de alegria, sério! ♥
Meu Deus, eu odiava quando os professores queriam que a gente desse uma de Van Gogh, pelo amor, eu não consigo desenhar nem boneco palito.
Cara, uma coisa que eu adorei de paixão: os detalhes que você vai dando até realmente dizer que o Lucas é surdo! A luz vermelha, o garoto com a bengala indicando que o colégio é adaptado, o closed caption do jornal, tudo de forma a naturalizar a questão e foi tão delicioso pegar essas peças do quebra-cabeça, sério.
Eu amei o jeito como você conciliou a linguagem informal com a narrativa, de verdade. Os pensamentos de Lucas ficaram tão sensacionais que eu não tenho nem palavras. Inclusive tô relendo pra fazer esse review e é ainda melhor que dá primeira vez, sério. Lucas dizendo que tem um Tumblr e que chama amizade platônica de carência ♥ ♥
A passividade do Lucas quanto à surra me surpreendeu um pouco, principalmente depois de você revelar que ele faz artes marciais mistas, mas mesmo a atitude derrotada dele tem um quê de cômico diante da autodepreciação. e acho que foi a coisa que mais gostei nele, mesmo quando está apanhando, Lucas parece mais incomodado com o que aquilo significa e com o tempo perdido nessa bobagem do que qualquer outra coisa, ele é uma pessoa terrivelmente prática e eu me identifiquei bastante auhsuahsauh
"Faço um cálculo rápido, concluindo que, correndo como um condenado, conseguirei chegar a tempo" olha só a genialidade dessa frase, a mistura de linguagens, o tom irônico... mds, eu te amo.
Eu cai de quatro pelo Lucas quando ele foi atrás da Camilla e a ajudou, sério, pelo amor de Deus, que garoto fofo e foda, como pode? Quando ele chega em casa e pensa sobre os pais e amigos é tão contraditório, tão real, que eu não posso fazer nada a não ser querer guardá-lo para sempre em um potinho, sério.
—-
Agora, fazendo uma análise geral, a sua narrativa tem um ritmo perfeito, cheia de descrições que, mesmo sem ter a confirmação de que Lucas é surdo, nos dá um pouco da sensação de como é seu mundo silencioso. Ao mesmo tempo, tem aquele tom ácido que reflete a personalidade dele, terrivelmente prática e autodepreciativa, mas mostra também o lado sensível, aquele que, apesar de não admitir, quer ter amigos, quer te algo que ele vê nos garotos que observa dia após dia.
Em suma, você começou perfeitamente, nos apresentando um garoto normal, que tá sendo levado pela vida, aquele desânimo característico que abala todo mundo no fim do ensino médio, mas que também não é alguém completamente letárgico, porque ele percebeu que havia algo de errado ao ver o celular da Camilla, e não pensou duas vezes antes de ajudar.
Finalmente eu vou parar para comentar essa fic da forma como ela merece ser comentada, mds, nem acredito.
Eu já me identifiquei com o Lucas na reação de pessimismo dele diante da frase, porque, na moral, não dá pra ser otimista no EM senhora Lurdes, não dá! E ah! Quando eu percebi que a história se passaria no Brasil, dei pulinhos de alegria, sério! ♥
Meu Deus, eu odiava quando os professores queriam que a gente desse uma de Van Gogh, pelo amor, eu não consigo desenhar nem boneco palito.
Cara, uma coisa que eu adorei de paixão: os detalhes que você vai dando até realmente dizer que o Lucas é surdo! A luz vermelha, o garoto com a bengala indicando que o colégio é adaptado, o closed caption do jornal, tudo de forma a naturalizar a questão e foi tão delicioso pegar essas peças do quebra-cabeça, sério.
Eu amei o jeito como você conciliou a linguagem informal com a narrativa, de verdade. Os pensamentos de Lucas ficaram tão sensacionais que eu não tenho nem palavras. Inclusive tô relendo pra fazer esse review e é ainda melhor que dá primeira vez, sério. Lucas dizendo que tem um Tumblr e que chama amizade platônica de carência ♥ ♥
A passividade do Lucas quanto à surra me surpreendeu um pouco, principalmente depois de você revelar que ele faz artes marciais mistas, mas mesmo a atitude derrotada dele tem um quê de cômico diante da autodepreciação. e acho que foi a coisa que mais gostei nele, mesmo quando está apanhando, Lucas parece mais incomodado com o que aquilo significa e com o tempo perdido nessa bobagem do que qualquer outra coisa, ele é uma pessoa terrivelmente prática e eu me identifiquei bastante auhsuahsauh
"Faço um cálculo rápido, concluindo que, correndo como um condenado, conseguirei chegar a tempo" olha só a genialidade dessa frase, a mistura de linguagens, o tom irônico... mds, eu te amo.
Eu cai de quatro pelo Lucas quando ele foi atrás da Camilla e a ajudou, sério, pelo amor de Deus, que garoto fofo e foda, como pode? Quando ele chega em casa e pensa sobre os pais e amigos é tão contraditório, tão real, que eu não posso fazer nada a não ser querer guardá-lo para sempre em um potinho, sério.
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Agora, fazendo uma análise geral, a sua narrativa tem um ritmo perfeito, cheia de descrições que, mesmo sem ter a confirmação de que Lucas é surdo, nos dá um pouco da sensação de como é seu mundo silencioso. Ao mesmo tempo, tem aquele tom ácido que reflete a personalidade dele, terrivelmente prática e autodepreciativa, mas mostra também o lado sensível, aquele que, apesar de não admitir, quer ter amigos, quer te algo que ele vê nos garotos que observa dia após dia.
Em suma, você começou perfeitamente, nos apresentando um garoto normal, que tá sendo levado pela vida, aquele desânimo característico que abala todo mundo no fim do ensino médio, mas que também não é alguém completamente letárgico, porque ele percebeu que havia algo de errado ao ver o celular da Camilla, e não pensou duas vezes antes de ajudar.
Céus, como eu adorei essa fic