Oi sou eu de novo lambendo seu ego :3 Ca estou acompanhando outra fic, nao q vc nao, mereça, tens uma escrita excelente, continue escrevendo. (nao ligue para a ausencia de meus acentos, to com preguiça)
Vim pelo post do Facebook, da troca de comentários.
Eu gostei da forma como você escreve, porém a única coisa que me deixou confusa foi que as vezes você usa travessão no diálogo e em outras não, deixando um "espaço vazio" ou não o colocando em um novo parágrafo (ou é apenas coisa da minha cabeça por estar acostumada com esse padrão).
Não posso dizer muito sobre o enredo, já que foi um capítulo de poucas palavras, porém histórias com colégio interno, alunos delinquentes sempre trazem uma história bacana e me interessam, então continuarei acompanhando sua história.
Eu escrevo no celular, as vezes o - vira travessão e as vezes não. Quando colo na ferramenta do Nyah buga muita coisa, não fica igual ta no meu cel e eu abri mão de tentar corrigir de tanto que tentei.
O importante é o enredo, e aí que minhas fics brilham. Agradeço a atenção.
Olá, Pandamente, tudo bom? Eu sou a Ana e fui a crítica designada para avaliar a sua história. Antes de tudo, gostaria de te parabenizar por ter se inscrito para participar do projeto, pois foi uma iniciativa maravilhosa! Já aviso de antemão, que em nenhum momento busquei ofender-te ou julgar-te de algum modo, pois minha crítica virá com um único objetivo, ajudar-te a desenvolver sua escrita, e para isso terei de me basear em minha opinião. Bem, como não foi apontado um ponto específico para que eu analisasse, eu vou falar sobre alguns detalhes importantes e depois parto para a análise dos três primeiros capítulos em si, tudo bem?
Título: É prático, chamativo, objetivo, e não tem segredos. Tem total relação com a história e eu gostei bastante disso. Junto à capa da história, eles formam um belo conjunto.
Sinopse: Ela é e ao mesmo tempo não é objetiva. Eu recomendo a exclusão da palavra 'construída', pois além de não concordar em gênero com o 'colégio', sua exclusão traria mais clareza ao texto. Também recomendo uma de descrição definitiva de algo para gerar mais interesse no leitor, pois há muitas histórias do gênero (colegial). E por último, eu acho que maiores detalhes, ou seja, a comparação com GOT e Tarantino, poderia ficar para "NOTAS DA HISTÓRIA".
A seguir, eu farei uma análise (da gramática e do enredo) detalhada dos três primeiros capítulos, e no final, uma análise geral da sua história.
CAPÍTULO 1:
Dicas quanto à estrutura, gramática e enredo:
1- Organize as falas dos personagens. Sim, essa parte é muito importante, pois às vezes quando mal organizado, pode gerar confusão de interpretação aos leitores. Aqui, o que eu recomendo, é: ajuste cada uma das falas a um parágrafo só delas, não as misture em meio a um parágrafo qualquer.
2- Separe as orações e os períodos de modo adequado, com a pontuação adequada. Por exemplo, no primeiro parágrafo: "Era início da primavera, se me lembro bem, o carro fazia longas curvas pela estrada descendo as colinas, lá embaixo seria minha parada." É notável a ausência de uma maior organização, mas nada que não possa ser ajustado. Eu sugiro um maior emprego do ponto final (.), assim como a adoção do conectivo de adição (e), para uma melhor narração da cena nesse trecho. Observe: "Era início da primavera, se me lembro bem. O carro fazia longas curvas pela estrada, descendo as colinas, e eu sabia que lá embaixo seria minha parada."
3- Na fala do Sony "— Mas o quê!" tente adicionar o acento de interrogação (?), junto ao de exclamação, para uma melhor personificação da incredulidade dele.
4- ‘A’ funciona como artigo ou indica direção, ‘Ah’ serve como exclamação. Eu recomendo a adequação da frase: “A é”.
O seu foco é prender o prender em capítulos curtos, eu respeito seus ideais e admiro seu foco. Porém, atente-se ao correr muito na sequência de ações, eu sinto que isso pode prejudicar um pouco quanto ao seu desejo de prender os leitores. Por exemplo, quando a mãe do Sony deixa ele no colégio e vai embora num passe de mágica. Em um momento ela está falando com ele, e no outro parágrafo já parte para a diretora cumprimentando-o. Tudo acontece tão rápido que certas emoções não são perceptível. Pouco se sabe sobre o Sony, e na minha opinião, isso pode ser prejudicial para com suas metas.
Quando há a descrição do murro do garoto de dreads no cabelo, não há exatamente a especificação de que era um garoto. Se for levar ao pé da letra a narração, da de se imaginar um punho feito por dreads voando magicamente na direção da cara do outro garoto. Mas claro que essa não era sua intenção ao narrar a cena, até porque é assim que o personagem se chama, apesar de lógico, também não tem tanto sentido Sony já saber disso e referir-se a ele como “dreads”.
Outra coisa, o tal do garoto que levou o murro, Tales, ainda é um desconhecido para Sony, assim como todos. Logo, como ele poderia saber que o nome dele é Tales? E como ele sabia o nome da diretora Vanila? Existe uma pequena falha no enredo.
Uma dica muito importante: evite referir-se aos personagens apenas pela cor do cabelo, apesar de ser muito útil, ainda mais quando são personagens desconhecidos. O que acontece, na verdade, é que fica parecendo uma movimentação de perucas ambulantes, haha. É sempre muito sábio procurar outros detalhes que personifiquem os personagens.
Sem contar, que, tecnicamente, Sony não teria como saber onde ficava cada cômodo do colégio, a não ser, claro, que a diretora estivesse falando para ele, mas isso não fica claro.
Resumindo, para este capítulo, eu aconselho a adoção de alguns detalhes que podem fazer toda a diferença dentro do contexto, nada muito exagerado para que o capítulo não fique muito grande. Talvez, também, você possa inserir mais da personalidade de Sony ao capítulo, devido à sua meta de prender o leitor, e sabe-se que o primeiro capítulo é de fundamental importância.
CAPÍTULO 2:
Dicas quanto à estrutura, gramática e enredo:
Logo no início quando é narrado “Já fazem muitas noites que me acontece(...)” o verbo “fazer” deve ser posto no singular, já que ele é impessoal e não possui sujeito. Outra coisa que pode ser melhorada na frase, é a utilização de “isso” para melhor entendimento da oração, veja: “Já faz muitas noites que isso me acontece(...)”.
Atente-se! Quando Tales vai narrar o que aconteceu, ele começa a narração referindo-se a ele mesmo como ‘bruxo’ e falando seu próprio nome em terceira pessoa. No entanto, ao decorrer da narração ele volta a narrar na primeira pessoa, e mistura novamente com a terceira pessoa. Eu recomendo uma reorganização desse trecho todo para apenas uma das formas, pois a mistura do ‘eu’ em primeira e terceira pessoal prejudicou um pouco quanto ao entendimento fácil.
No último parágrafo, sem querer há a letra ‘p’ no lugar de ‘o’, às vezes certas palavras ou letras fogem aos olhos.
Mais uma vez, neste capítulo, eu vejo o fraco do domínio de uma organização adequado dos períodos. Os seus parágrafos, em si a maioria, carecem de uma melhor organização. Mas nada que também não possa ser rapidamente ajustado! Procure abandonar algumas das vírgulas e adequar as orações de acordo com uma melhor pontuação, porque é um fato que isso fará grande diferença, sem contar, também, com a qualidade estrutural do seu texto.
CAPÍTULO 3:
Dicas quanto à estrutura, gramática e enredo:
1- Mais uma vez, eu sugiro a organização das falas em parágrafos apenas delas, para evitar qualquer tipo de confusão.
2- A palavra “ainda” também está escrita erroneamente, mas nada que uma correção não resolva.
3- Quando a diretora compara ele a uma criança, eu preciso dizer que achei a utilização da palavra estranha. Você utilizou ‘criação’ (que vem de criar) em vez de ‘crianção’. Mesmo assim, eu acho que a palavra que melhor se adequaria ao contexto é ‘criancinha’.
4- Quando a diretora lembra Dreads de que ele é um bolsista, ele pensa que “tem que abandonar essa rotina antes de criar mais confusões.”, creio que ele se referia ao fato de partir para a violência. Mas atente-se, isso não ficou explícito, pelo menos não de uma maneira fácil de se interpretar. Quando ele se refere a ‘rotina’, não tem como se saber com exatidão a qual rotina ele está falando. Eu recomendo uma averiguação desse trecho.
5- No último parágrafo, também, após “tudo fez sentido” eu recomendo a adição do ponto(.)
Também recomendo uma separação das cenas. Por exemplo, num instante Dreads está no campo e no outro dentro da sala da diretora Vanila. Alguns marcadores temporais podem ser adicionados, tipo: (…). Qualquer coisa que possa separar as cenas.
Esse capítulo tem um ótimo começo, a maneira como Dreads se apresenta e tudo. No primeiro parágrafo, a única coisa que tenho a sugerir é que coloque um ponto(.) após “luz” e antes de “ninguém”. Conforme o contexto das orações vão mudando, é sempre bom separar os períodos direitinho.
Quanto ao enredo, bom, é muito compreensível o surto de raiva de Dreads. Eu mesma senti vontade de bater naquele Jethro. Racismo é uma pegada muito forte, inclusive nas falas desse Jethro. Coisa que nada, nem mesmo inveja, justifica essa injúria racial. Muito bom que ele tenha sido levado para o psicólogo, mas em outra ocasião, ele poderia ter sido expulso dessa escola. Agora, eu achei uma ponta solta, se o Jethro foi levado ao psicólogo, é justo que ele tenha adquirido o significado de racismo e o efeito de ofender alguém, então como algum tempo depois ele está conversando com seu amigo e confessa não saber como funciona essas coisas?
GERAL
Para não prolongar mais ainda o comentário, eu vou resumir um pouco tudo.
No ponto de vista gramatical e estrutural, as melhores sugestões que posso oferecer são algumas que eu ditei acima. E sim, elas também valem para o restante dos capítulos. São detalhes como os parágrafos das falas, até a necessidade de uma revisão da sua parte da maioria dos capítulos, pois existem algumas palavras que escaparam da forma correta quanto a escrita (Realmente um tipo de coisa que acontece com qualquer um). Também lembre-se de que se o seu capítulo começa narrando em terceira pessoa, ou primeira, mantenha a estratégia com a qual começou, para não confundir os leitores.
Quanto ao enredo, eu posso dizer que senti um toque de originalidade bastante forte. A partir do segundo capítulo, com aquela coisa de bruxo, eu fiquei (MAS GENTE) esse rapaz, Tales, é piradinho, mas é um piradinho da hora. E o que falar de toda aquela pegada de trevas e sobrenatural com o Sheldon (me identifiquei muito com ele), ai meu coração, haha. Que coisa mais linda esse tom sobrenatural que tem no enredo ♥ . Uma grande pena que os capítulos sejam curtinhos, dá uma vontade quero mais, pra conhecer os personagens mais profundamente, principalmente no capítulo do Sheldon.
Meu conselho final é, aumente os detalhes, trabalhe mais — nem que seja pouquinho — com os personagens. Todos eles têm muito potencial. E o mais importante, como o próprio nome da fic é Campus Esmeralda, foque na escola, descreva-a também, insira as perspectivas dos alunos quanto a ela, os sentimentos que eles têm de frequentarem-na.
Até agora, é isso o que eu consigo falar sobre sua história. Mas caso tenha qualquer dúvida ou queira conversar comigo a respeito da fic, me chame por MP. E, bom, me perdoe pelo comentário ter ficado extenso, mas fazer o que? Eu gosto de trabalhar com detalhes, rs.
Por fim, eu gostaria de te pedir para preencher o nosso formulário de FeedBack sobre o projeto (http://migre.me/w50P5). Assim é possível nos ajudar quanto à qualidade de nossas críticas.
Pimenta nas cuecas huehusjjaklsjah cacete :v
Oi sou eu de novo lambendo seu ego :3 Ca estou acompanhando outra fic, nao q vc nao, mereça, tens uma escrita excelente, continue escrevendo. (nao ligue para a ausencia de meus acentos, to com preguiça)
XoXo,
D.
Olá!
Vim pelo post do Facebook, da troca de comentários.
Eu gostei da forma como você escreve, porém a única coisa que me deixou confusa foi que as vezes você usa travessão no diálogo e em outras não, deixando um "espaço vazio" ou não o colocando em um novo parágrafo (ou é apenas coisa da minha cabeça por estar acostumada com esse padrão).
Não posso dizer muito sobre o enredo, já que foi um capítulo de poucas palavras, porém histórias com colégio interno, alunos delinquentes sempre trazem uma história bacana e me interessam, então continuarei acompanhando sua história.
Até mais,
Elizabeth C.
Eu escrevo no celular, as vezes o - vira travessão e as vezes não. Quando colo na ferramenta do Nyah buga muita coisa, não fica igual ta no meu cel e eu abri mão de tentar corrigir de tanto que tentei.
O importante é o enredo, e aí que minhas fics brilham. Agradeço a atenção.
[Projeto Critique-me]
Olá, Pandamente, tudo bom? Eu sou a Ana e fui a crítica designada para avaliar a sua história. Antes de tudo, gostaria de te parabenizar por ter se inscrito para participar do projeto, pois foi uma iniciativa maravilhosa! Já aviso de antemão, que em nenhum momento busquei ofender-te ou julgar-te de algum modo, pois minha crítica virá com um único objetivo, ajudar-te a desenvolver sua escrita, e para isso terei de me basear em minha opinião. Bem, como não foi apontado um ponto específico para que eu analisasse, eu vou falar sobre alguns detalhes importantes e depois parto para a análise dos três primeiros capítulos em si, tudo bem?
Título: É prático, chamativo, objetivo, e não tem segredos. Tem total relação com a história e eu gostei bastante disso. Junto à capa da história, eles formam um belo conjunto.
Sinopse: Ela é e ao mesmo tempo não é objetiva. Eu recomendo a exclusão da palavra 'construída', pois além de não concordar em gênero com o 'colégio', sua exclusão traria mais clareza ao texto. Também recomendo uma de descrição definitiva de algo para gerar mais interesse no leitor, pois há muitas histórias do gênero (colegial). E por último, eu acho que maiores detalhes, ou seja, a comparação com GOT e Tarantino, poderia ficar para "NOTAS DA HISTÓRIA".
A seguir, eu farei uma análise (da gramática e do enredo) detalhada dos três primeiros capítulos, e no final, uma análise geral da sua história.
CAPÍTULO 1:
Dicas quanto à estrutura, gramática e enredo:
1- Organize as falas dos personagens. Sim, essa parte é muito importante, pois às vezes quando mal organizado, pode gerar confusão de interpretação aos leitores. Aqui, o que eu recomendo, é: ajuste cada uma das falas a um parágrafo só delas, não as misture em meio a um parágrafo qualquer.
2- Separe as orações e os períodos de modo adequado, com a pontuação adequada. Por exemplo, no primeiro parágrafo: "Era início da primavera, se me lembro bem, o carro fazia longas curvas pela estrada descendo as colinas, lá embaixo seria minha parada." É notável a ausência de uma maior organização, mas nada que não possa ser ajustado. Eu sugiro um maior emprego do ponto final (.), assim como a adoção do conectivo de adição (e), para uma melhor narração da cena nesse trecho. Observe: "Era início da primavera, se me lembro bem. O carro fazia longas curvas pela estrada, descendo as colinas, e eu sabia que lá embaixo seria minha parada."
3- Na fala do Sony "— Mas o quê!" tente adicionar o acento de interrogação (?), junto ao de exclamação, para uma melhor personificação da incredulidade dele.
4- ‘A’ funciona como artigo ou indica direção, ‘Ah’ serve como exclamação. Eu recomendo a adequação da frase: “A é”.
O seu foco é prender o prender em capítulos curtos, eu respeito seus ideais e admiro seu foco. Porém, atente-se ao correr muito na sequência de ações, eu sinto que isso pode prejudicar um pouco quanto ao seu desejo de prender os leitores. Por exemplo, quando a mãe do Sony deixa ele no colégio e vai embora num passe de mágica. Em um momento ela está falando com ele, e no outro parágrafo já parte para a diretora cumprimentando-o. Tudo acontece tão rápido que certas emoções não são perceptível. Pouco se sabe sobre o Sony, e na minha opinião, isso pode ser prejudicial para com suas metas.
Quando há a descrição do murro do garoto de dreads no cabelo, não há exatamente a especificação de que era um garoto. Se for levar ao pé da letra a narração, da de se imaginar um punho feito por dreads voando magicamente na direção da cara do outro garoto. Mas claro que essa não era sua intenção ao narrar a cena, até porque é assim que o personagem se chama, apesar de lógico, também não tem tanto sentido Sony já saber disso e referir-se a ele como “dreads”.
Outra coisa, o tal do garoto que levou o murro, Tales, ainda é um desconhecido para Sony, assim como todos. Logo, como ele poderia saber que o nome dele é Tales? E como ele sabia o nome da diretora Vanila? Existe uma pequena falha no enredo.
Uma dica muito importante: evite referir-se aos personagens apenas pela cor do cabelo, apesar de ser muito útil, ainda mais quando são personagens desconhecidos. O que acontece, na verdade, é que fica parecendo uma movimentação de perucas ambulantes, haha. É sempre muito sábio procurar outros detalhes que personifiquem os personagens.
Sem contar, que, tecnicamente, Sony não teria como saber onde ficava cada cômodo do colégio, a não ser, claro, que a diretora estivesse falando para ele, mas isso não fica claro.
Resumindo, para este capítulo, eu aconselho a adoção de alguns detalhes que podem fazer toda a diferença dentro do contexto, nada muito exagerado para que o capítulo não fique muito grande. Talvez, também, você possa inserir mais da personalidade de Sony ao capítulo, devido à sua meta de prender o leitor, e sabe-se que o primeiro capítulo é de fundamental importância.
CAPÍTULO 2:
Dicas quanto à estrutura, gramática e enredo:
Logo no início quando é narrado “Já fazem muitas noites que me acontece(...)” o verbo “fazer” deve ser posto no singular, já que ele é impessoal e não possui sujeito. Outra coisa que pode ser melhorada na frase, é a utilização de “isso” para melhor entendimento da oração, veja: “Já faz muitas noites que isso me acontece(...)”.
Atente-se! Quando Tales vai narrar o que aconteceu, ele começa a narração referindo-se a ele mesmo como ‘bruxo’ e falando seu próprio nome em terceira pessoa. No entanto, ao decorrer da narração ele volta a narrar na primeira pessoa, e mistura novamente com a terceira pessoa. Eu recomendo uma reorganização desse trecho todo para apenas uma das formas, pois a mistura do ‘eu’ em primeira e terceira pessoal prejudicou um pouco quanto ao entendimento fácil.
No último parágrafo, sem querer há a letra ‘p’ no lugar de ‘o’, às vezes certas palavras ou letras fogem aos olhos.
Mais uma vez, neste capítulo, eu vejo o fraco do domínio de uma organização adequado dos períodos. Os seus parágrafos, em si a maioria, carecem de uma melhor organização. Mas nada que também não possa ser rapidamente ajustado! Procure abandonar algumas das vírgulas e adequar as orações de acordo com uma melhor pontuação, porque é um fato que isso fará grande diferença, sem contar, também, com a qualidade estrutural do seu texto.
CAPÍTULO 3:
Dicas quanto à estrutura, gramática e enredo:
1- Mais uma vez, eu sugiro a organização das falas em parágrafos apenas delas, para evitar qualquer tipo de confusão.
2- A palavra “ainda” também está escrita erroneamente, mas nada que uma correção não resolva.
3- Quando a diretora compara ele a uma criança, eu preciso dizer que achei a utilização da palavra estranha. Você utilizou ‘criação’ (que vem de criar) em vez de ‘crianção’. Mesmo assim, eu acho que a palavra que melhor se adequaria ao contexto é ‘criancinha’.
4- Quando a diretora lembra Dreads de que ele é um bolsista, ele pensa que “tem que abandonar essa rotina antes de criar mais confusões.”, creio que ele se referia ao fato de partir para a violência. Mas atente-se, isso não ficou explícito, pelo menos não de uma maneira fácil de se interpretar. Quando ele se refere a ‘rotina’, não tem como se saber com exatidão a qual rotina ele está falando. Eu recomendo uma averiguação desse trecho.
5- No último parágrafo, também, após “tudo fez sentido” eu recomendo a adição do ponto(.)
Também recomendo uma separação das cenas. Por exemplo, num instante Dreads está no campo e no outro dentro da sala da diretora Vanila. Alguns marcadores temporais podem ser adicionados, tipo: (…). Qualquer coisa que possa separar as cenas.
Esse capítulo tem um ótimo começo, a maneira como Dreads se apresenta e tudo. No primeiro parágrafo, a única coisa que tenho a sugerir é que coloque um ponto(.) após “luz” e antes de “ninguém”. Conforme o contexto das orações vão mudando, é sempre bom separar os períodos direitinho.
Quanto ao enredo, bom, é muito compreensível o surto de raiva de Dreads. Eu mesma senti vontade de bater naquele Jethro. Racismo é uma pegada muito forte, inclusive nas falas desse Jethro. Coisa que nada, nem mesmo inveja, justifica essa injúria racial. Muito bom que ele tenha sido levado para o psicólogo, mas em outra ocasião, ele poderia ter sido expulso dessa escola. Agora, eu achei uma ponta solta, se o Jethro foi levado ao psicólogo, é justo que ele tenha adquirido o significado de racismo e o efeito de ofender alguém, então como algum tempo depois ele está conversando com seu amigo e confessa não saber como funciona essas coisas?
GERAL
Para não prolongar mais ainda o comentário, eu vou resumir um pouco tudo.
No ponto de vista gramatical e estrutural, as melhores sugestões que posso oferecer são algumas que eu ditei acima. E sim, elas também valem para o restante dos capítulos. São detalhes como os parágrafos das falas, até a necessidade de uma revisão da sua parte da maioria dos capítulos, pois existem algumas palavras que escaparam da forma correta quanto a escrita (Realmente um tipo de coisa que acontece com qualquer um). Também lembre-se de que se o seu capítulo começa narrando em terceira pessoa, ou primeira, mantenha a estratégia com a qual começou, para não confundir os leitores.
Quanto ao enredo, eu posso dizer que senti um toque de originalidade bastante forte. A partir do segundo capítulo, com aquela coisa de bruxo, eu fiquei (MAS GENTE) esse rapaz, Tales, é piradinho, mas é um piradinho da hora. E o que falar de toda aquela pegada de trevas e sobrenatural com o Sheldon (me identifiquei muito com ele), ai meu coração, haha. Que coisa mais linda esse tom sobrenatural que tem no enredo ♥ . Uma grande pena que os capítulos sejam curtinhos, dá uma vontade quero mais, pra conhecer os personagens mais profundamente, principalmente no capítulo do Sheldon.
Meu conselho final é, aumente os detalhes, trabalhe mais — nem que seja pouquinho — com os personagens. Todos eles têm muito potencial. E o mais importante, como o próprio nome da fic é Campus Esmeralda, foque na escola, descreva-a também, insira as perspectivas dos alunos quanto a ela, os sentimentos que eles têm de frequentarem-na.
Até agora, é isso o que eu consigo falar sobre sua história. Mas caso tenha qualquer dúvida ou queira conversar comigo a respeito da fic, me chame por MP. E, bom, me perdoe pelo comentário ter ficado extenso, mas fazer o que? Eu gosto de trabalhar com detalhes, rs.
Por fim, eu gostaria de te pedir para preencher o nosso formulário de FeedBack sobre o projeto (http://migre.me/w50P5). Assim é possível nos ajudar quanto à qualidade de nossas críticas.
Atenciosamente, Ana.