Acho que vou deixar um pouco mais que uma batata aqui, rs
Nossa, corajoso! Eu só fiz uma maratona de AC uma vez. Eu comecei ainda mais torto que você, comecei pelo AC3 - ou seja, a morte do Desmond não me tocou de forma alguma - e depois comecei pelo AC1. Concordo. De longe, é um irritante. Lembro que levei meses para zerar, porque depois que matamos um alvo em cada cidade, o jogo começa a se tornar repetitivo. Fora que as quests secundárias são ridículas de simples e não são atrativas. Eu gostei do AC2, mas eu pertenço aquele pequeno pedaço do gráfico pizza da Ubi de "pessoas que não idolatram o Ezio". Não que ele seja um personagem ruim ou sem carisma - pelo contrário, ele é carismático, mas eu sempre o achei perfeitinho demais. No fim das contas, gosto dos personagens cinzentos mesmo. O AC1 está ao lado do Revelations como os dois AC que joguei por obrigação.
Aliás, finalmente vi o filme e entendi sua concepção de ser um filme "estranho". Minha opinião: eu gostei, mas há que se reconhecer as falhas - que não são leves. O que mais me frustrou foi a Maçã. Tive esperanças do Irons ativar a Maçã na conferência e mostrar alguma coisa no final do que ela faz - sei lá, cópias dele mesmo ou algo assim - mas tudo que a Maçã fez foi mostrar hologramas? Achei fraco. Tenho certeza de que quem não vê a Saga saiu do cinema sem entender o que era afinal a Maçã que todos eles falavam, que os templários diziam que queriam encontrar... Também acho que alguns personagens foram trabalhados de modo superficial e que as mortes não deram o impacto que queriam passar - nem tanto a morte do passado, mas sem dúvida a morte de determinado assassino do presente não me impactou e eu senti que os roteiristas queriam me sensibilizar. Concordo contigo também sobre o ato final. Ele também foi corrido e ainda que vago, sinto cheiro de continuação. Não foi um super gancho, mas um ganchinho. Na verdade, espero que tudo que aconteceu no filme tenha impactado no próximo game porque... Pelo amor de Deus, você sabe que aquilo no final foi importante demais para não impactar. Lembrei-me imediatamente do Daniel Cross matando o Mentor da Irmandade (algo da HQ, pré-AC1) e que levou a um quase purgo moderno dos Assassinos. Seria este o começo de uma virada de mesa em prol dos Assassinos?
Eu realmente não entendo a implicância que as pessoas tem pelo Desmond. Não vi nada de errado nele, na verdade, acho até o comportamento dele factível. Mas acho que o grande erro do AC2 em relação ao Desmond foi a ausência de missões mais "dinâmicas" com ele, como as que tínhamos no AC3 no presente. Ele acabou ofuscado mesmo no 2.
Lendo sua fic nesta parte, imediatamente me lembrei dos áudios cortados do AC3 que circulam pela internet, não sei se já ouviu falar. Parece que alguém literalmente dissecou o AC3 e encontrou alguns áudios perdidos. Caso não saiba, vou deixar abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=hdzELtveS5s
https://www.youtube.com/watch?v=CyMoc-Lq_Og
Bom, estou gostando dos rumos da sua fic. Praticamente não temos uma narrativa da história do Connor (Forsaken é 95% Haytham POV), então está de meu agrado. E sim, há muitos fantasminhas no Nyah, então não se atenha apenas ao número de acompanhamentos. Na verdade, por experiência própria eu até acho que as visitas diárias são pouco confiáveis. Mas fazer o quê? Não se desanime com isso.
Saudações! :) Em primeiro lugar, desculpe a demora pra responder, andei meio ocupado nos últimos dias.
Eu ainda estou no Brotherhood da minha maratona (demorei um pouquinho porque esse tive que pegar emprestado), mas concordo com você. De certa forma o Ezio é bem superestimado. Ele é um personagem interessante, mas o que o estraga (além dos fãs obcecados) é que ele é só qualidade, nenhum defeito. Claro, ele tem contradições, mas o game opta por ignorar todas elas e tratá-lo sempre como um herói perfeito e incorruptível. Ele faz coisas de natureza totalmente questionável e mesmo assim não demonstra nenhum remorso pelas vidas desnecessárias que tomou ou pela corrupção das figuras históricas que ele apoia. Hoje mesmo eu estava numa missão em que a Lucrezia Borgia diz ao Ezio que depois que ele pôs um fim aos conspiradores Pazzi, Lorenzo de' Medici arruinou indiscriminadamente a vida de todos os Pazzi, mesmo os que não estavam envolvidos. Após ela dizer isso, Ezio não responde nada, e até onde sei o jogo nunca mais toca no assunto. A saga Assassin's Creed evoluiu bastante e o enredo está bem mais cinzento e complexo. Ezio teve um papel importante na série, mas a essa altura ele já é coisa do passado. Talvez seja por isso que os personagens do AC3 são os que mais me interessam nas minhas fanfics: ao contrário do Ezio, eles têm falhas e qualidades, são bem mais profundos e críveis.
Quanto ao filme, bem, eu já disse que infelizmente acho que uma sequência não vai reparar os erros do primeiro. :P E, já que tocou no assunto, acho que eu realmente fiquei decepcionado com o Alan Rikkin. O cara é mencionado em quase todos os jogos desde o primeiríssimo. É de se esperar que ele seja um antagonista poderoso, inescrupuloso e intimidador, mas o que eu vi no filme foi simplesmente esquecível. Ele acabou sendo apenas mais um Templário entre muitos, sem um impacto verdadeiro (sem falar que o filme faz questão de reafirmar que ele ainda está bem longe de ser o chefão da Ordem). E a morte dele apenas o consolida como um personagem sem importância. Tipo, depois de nove anos ouvindo falar do cara, a morte repentina dele foi bem decepcionante. Até o Charles Lee (ops, spoiler) ofereceu resistência durante três ou quatro missões antes de enfim ser morto.
Por falar em AC3, eu já conhecia esses áudios secretos do jogo, tanto é que eu tentei incorporá-los aqui no capítulo mesmo. Eu entendo que esses áudios não foram utilizados porque acabaram sendo desnecessários, mas, né, já que eu tô adaptando a história não custa nada aproveitar esses pequenos detalhes relevantes. :)
Pra terminar, é, eu sei que não tenho muito o que fazer com relação aos leitores do Nyah. :v Acho que a categoria Assassin's Creed simplesmente é meio parada por não ter uma fanbase tão grande no Brasil (se bem que eu consegui divulgar a fic pra uma leitora que nem conhece AC, já é um pequeno sucesso, haha). O que me chateia mais nem são os fantasmas; sinceramente, o que me chateia mais são minha família e amigos que parecem não ter interesse real em ler o que escrevo. Mas, bem, quanto a isso nenhum de nós dois pode fazer nada, né. O jeito é seguir em frente.
Abraços e até a próxima! :)
P.S.: Vi que você publicou uma fic nova. Eu não conheço o universo nem nunca joguei The Witcher, mas assim que eu tiver tempo vou ler pelo menos os capítulos iniciais. No meu ritmo lento pode demorar, mas fique de olho por um comentário meu eventualmente! ^^
Se o Connor soubesse o que estava por vir, não é? ...
Excelente capítulo, estou ansioso para acompanhar a evolução de Connor de um modo tão inédito.
Como te disse antes, sou muito fã do Ezio mas concordo contigo e também fico triste por ver que o surgimento do Mentore eclipsou Desmond, de quem eu aprendi a gostar muito, e que realmente faz muita falta.
Ri muito quando você disse que AC1 é um jogo irritante kkk Tenho que concordar tbem, aquelas missões tão repetitivas estressam e desanimam a gente. Ainda bem que a história de ambos os personagens é muito boa. Ler A Cruzada Secreta foi bem mais prazeroso que jogar AC1. Você acredita nos rumores de que há um remake vindo por aí para as novas gerações de consoles? Acha que um Remake poderia mudar a visão que você, eu e outros fãs temos a respeito desse clássico? Eu gosto de AC1, é um puta jogo, principalmente se levarmos em conta que originalmente ele não era pra Ps3 né?
Como sempre, muito obrigado! ^^ Sinceramente, eu não acredito nesses rumores não. Eles tavam se baseando numa suposta lista pra E3 com jogos novos, e um deles era "Assassin's Creed", sem subtítulo, e só por isso começaram a supor que era um remake do primeiro. Mas, mesmo se esse rumor não fosse furado (porque parte da mesma lista que dizia que a Ubi ia anunciar um novo Splinter Cell nessa E3), acho que o tempo pra fazer um remake de AC1 já passou. Assassin's Creed 1 realmente mereceria um remake, que seria perfeito pra comemoração de 10 anos da franquia. Porém, os 10 anos já passaram e a Ubisoft preferiu aproveitar o hiato de 2016 com um """""remaster""""" da trilogia do Ezio. E acho que esse ano o fato de eles terem """""remasterizado""""" o Rogue já mostra o quanto eles tão pouco se ferrando pra isso. Tipo, eu adoro Rogue, mas de toda a série ele é o jogo que menos necessita de um remaster. Rogue é recente demais, e essa também era a oportunidade perfeita para trazer AC3 à nova geração. Assim como relançaram a 'Trilogia Ezio', poderiam facilmente ter relançado a 'Trilogia das Américas', com AC3, Liberation e Rogue, mas em vez disso preferiram trazer apenas Rogue. Eu estou divagando, mas, em suma, o que eu acho é que se a Ubisoft quisesse refazer/remasterizar AC1, eles já o teriam feito. O que é realmente uma pena, porque, além de os gráficos terem envelhecido bem pra um jogo de 2007, um remake seria uma ótima redenção pro seu gameplay imperfeito.
Enfim, logo mais pretendo começar a ler sua fanfic. Desculpa a demora, a semana foi corrida e pra completar o Kindle que eu usava pra ler fics quebrou. D: Vou ter que me virar lendo no celular mesmo. Abraços!
Acho que vou deixar um pouco mais que uma batata aqui, rs
Nossa, corajoso! Eu só fiz uma maratona de AC uma vez. Eu comecei ainda mais torto que você, comecei pelo AC3 - ou seja, a morte do Desmond não me tocou de forma alguma - e depois comecei pelo AC1. Concordo. De longe, é um irritante. Lembro que levei meses para zerar, porque depois que matamos um alvo em cada cidade, o jogo começa a se tornar repetitivo. Fora que as quests secundárias são ridículas de simples e não são atrativas. Eu gostei do AC2, mas eu pertenço aquele pequeno pedaço do gráfico pizza da Ubi de "pessoas que não idolatram o Ezio". Não que ele seja um personagem ruim ou sem carisma - pelo contrário, ele é carismático, mas eu sempre o achei perfeitinho demais. No fim das contas, gosto dos personagens cinzentos mesmo. O AC1 está ao lado do Revelations como os dois AC que joguei por obrigação.
Aliás, finalmente vi o filme e entendi sua concepção de ser um filme "estranho". Minha opinião: eu gostei, mas há que se reconhecer as falhas - que não são leves. O que mais me frustrou foi a Maçã. Tive esperanças do Irons ativar a Maçã na conferência e mostrar alguma coisa no final do que ela faz - sei lá, cópias dele mesmo ou algo assim - mas tudo que a Maçã fez foi mostrar hologramas? Achei fraco. Tenho certeza de que quem não vê a Saga saiu do cinema sem entender o que era afinal a Maçã que todos eles falavam, que os templários diziam que queriam encontrar... Também acho que alguns personagens foram trabalhados de modo superficial e que as mortes não deram o impacto que queriam passar - nem tanto a morte do passado, mas sem dúvida a morte de determinado assassino do presente não me impactou e eu senti que os roteiristas queriam me sensibilizar. Concordo contigo também sobre o ato final. Ele também foi corrido e ainda que vago, sinto cheiro de continuação. Não foi um super gancho, mas um ganchinho. Na verdade, espero que tudo que aconteceu no filme tenha impactado no próximo game porque... Pelo amor de Deus, você sabe que aquilo no final foi importante demais para não impactar. Lembrei-me imediatamente do Daniel Cross matando o Mentor da Irmandade (algo da HQ, pré-AC1) e que levou a um quase purgo moderno dos Assassinos. Seria este o começo de uma virada de mesa em prol dos Assassinos?
Eu realmente não entendo a implicância que as pessoas tem pelo Desmond. Não vi nada de errado nele, na verdade, acho até o comportamento dele factível. Mas acho que o grande erro do AC2 em relação ao Desmond foi a ausência de missões mais "dinâmicas" com ele, como as que tínhamos no AC3 no presente. Ele acabou ofuscado mesmo no 2.
Lendo sua fic nesta parte, imediatamente me lembrei dos áudios cortados do AC3 que circulam pela internet, não sei se já ouviu falar. Parece que alguém literalmente dissecou o AC3 e encontrou alguns áudios perdidos. Caso não saiba, vou deixar abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=hdzELtveS5s
https://www.youtube.com/watch?v=CyMoc-Lq_Og
Bom, estou gostando dos rumos da sua fic. Praticamente não temos uma narrativa da história do Connor (Forsaken é 95% Haytham POV), então está de meu agrado. E sim, há muitos fantasminhas no Nyah, então não se atenha apenas ao número de acompanhamentos. Na verdade, por experiência própria eu até acho que as visitas diárias são pouco confiáveis. Mas fazer o quê? Não se desanime com isso.
Saudações! :) Em primeiro lugar, desculpe a demora pra responder, andei meio ocupado nos últimos dias.
Eu ainda estou no Brotherhood da minha maratona (demorei um pouquinho porque esse tive que pegar emprestado), mas concordo com você. De certa forma o Ezio é bem superestimado. Ele é um personagem interessante, mas o que o estraga (além dos fãs obcecados) é que ele é só qualidade, nenhum defeito. Claro, ele tem contradições, mas o game opta por ignorar todas elas e tratá-lo sempre como um herói perfeito e incorruptível. Ele faz coisas de natureza totalmente questionável e mesmo assim não demonstra nenhum remorso pelas vidas desnecessárias que tomou ou pela corrupção das figuras históricas que ele apoia. Hoje mesmo eu estava numa missão em que a Lucrezia Borgia diz ao Ezio que depois que ele pôs um fim aos conspiradores Pazzi, Lorenzo de' Medici arruinou indiscriminadamente a vida de todos os Pazzi, mesmo os que não estavam envolvidos. Após ela dizer isso, Ezio não responde nada, e até onde sei o jogo nunca mais toca no assunto. A saga Assassin's Creed evoluiu bastante e o enredo está bem mais cinzento e complexo. Ezio teve um papel importante na série, mas a essa altura ele já é coisa do passado. Talvez seja por isso que os personagens do AC3 são os que mais me interessam nas minhas fanfics: ao contrário do Ezio, eles têm falhas e qualidades, são bem mais profundos e críveis.
Quanto ao filme, bem, eu já disse que infelizmente acho que uma sequência não vai reparar os erros do primeiro. :P E, já que tocou no assunto, acho que eu realmente fiquei decepcionado com o Alan Rikkin. O cara é mencionado em quase todos os jogos desde o primeiríssimo. É de se esperar que ele seja um antagonista poderoso, inescrupuloso e intimidador, mas o que eu vi no filme foi simplesmente esquecível. Ele acabou sendo apenas mais um Templário entre muitos, sem um impacto verdadeiro (sem falar que o filme faz questão de reafirmar que ele ainda está bem longe de ser o chefão da Ordem). E a morte dele apenas o consolida como um personagem sem importância. Tipo, depois de nove anos ouvindo falar do cara, a morte repentina dele foi bem decepcionante. Até o Charles Lee (ops, spoiler) ofereceu resistência durante três ou quatro missões antes de enfim ser morto.
Por falar em AC3, eu já conhecia esses áudios secretos do jogo, tanto é que eu tentei incorporá-los aqui no capítulo mesmo. Eu entendo que esses áudios não foram utilizados porque acabaram sendo desnecessários, mas, né, já que eu tô adaptando a história não custa nada aproveitar esses pequenos detalhes relevantes. :)
Pra terminar, é, eu sei que não tenho muito o que fazer com relação aos leitores do Nyah. :v Acho que a categoria Assassin's Creed simplesmente é meio parada por não ter uma fanbase tão grande no Brasil (se bem que eu consegui divulgar a fic pra uma leitora que nem conhece AC, já é um pequeno sucesso, haha). O que me chateia mais nem são os fantasmas; sinceramente, o que me chateia mais são minha família e amigos que parecem não ter interesse real em ler o que escrevo. Mas, bem, quanto a isso nenhum de nós dois pode fazer nada, né. O jeito é seguir em frente.
Abraços e até a próxima! :)
P.S.: Vi que você publicou uma fic nova. Eu não conheço o universo nem nunca joguei The Witcher, mas assim que eu tiver tempo vou ler pelo menos os capítulos iniciais. No meu ritmo lento pode demorar, mas fique de olho por um comentário meu eventualmente! ^^
Se o Connor soubesse o que estava por vir, não é? ...
Excelente capítulo, estou ansioso para acompanhar a evolução de Connor de um modo tão inédito.
Como te disse antes, sou muito fã do Ezio mas concordo contigo e também fico triste por ver que o surgimento do Mentore eclipsou Desmond, de quem eu aprendi a gostar muito, e que realmente faz muita falta.
Ri muito quando você disse que AC1 é um jogo irritante kkk Tenho que concordar tbem, aquelas missões tão repetitivas estressam e desanimam a gente. Ainda bem que a história de ambos os personagens é muito boa. Ler A Cruzada Secreta foi bem mais prazeroso que jogar AC1. Você acredita nos rumores de que há um remake vindo por aí para as novas gerações de consoles? Acha que um Remake poderia mudar a visão que você, eu e outros fãs temos a respeito desse clássico? Eu gosto de AC1, é um puta jogo, principalmente se levarmos em conta que originalmente ele não era pra Ps3 né?
Como sempre, muito obrigado! ^^
Sinceramente, eu não acredito nesses rumores não. Eles tavam se baseando numa suposta lista pra E3 com jogos novos, e um deles era "Assassin's Creed", sem subtítulo, e só por isso começaram a supor que era um remake do primeiro. Mas, mesmo se esse rumor não fosse furado (porque parte da mesma lista que dizia que a Ubi ia anunciar um novo Splinter Cell nessa E3), acho que o tempo pra fazer um remake de AC1 já passou. Assassin's Creed 1 realmente mereceria um remake, que seria perfeito pra comemoração de 10 anos da franquia. Porém, os 10 anos já passaram e a Ubisoft preferiu aproveitar o hiato de 2016 com um """""remaster""""" da trilogia do Ezio.
E acho que esse ano o fato de eles terem """""remasterizado""""" o Rogue já mostra o quanto eles tão pouco se ferrando pra isso. Tipo, eu adoro Rogue, mas de toda a série ele é o jogo que menos necessita de um remaster. Rogue é recente demais, e essa também era a oportunidade perfeita para trazer AC3 à nova geração. Assim como relançaram a 'Trilogia Ezio', poderiam facilmente ter relançado a 'Trilogia das Américas', com AC3, Liberation e Rogue, mas em vez disso preferiram trazer apenas Rogue.
Eu estou divagando, mas, em suma, o que eu acho é que se a Ubisoft quisesse refazer/remasterizar AC1, eles já o teriam feito. O que é realmente uma pena, porque, além de os gráficos terem envelhecido bem pra um jogo de 2007, um remake seria uma ótima redenção pro seu gameplay imperfeito.
Enfim, logo mais pretendo começar a ler sua fanfic. Desculpa a demora, a semana foi corrida e pra completar o Kindle que eu usava pra ler fics quebrou. D: Vou ter que me virar lendo no celular mesmo.
Abraços!