A narrativa do Connor é repleta de melancolismo e incerteza. Bem como me senti após o final de AC3, tendo mais uma sensação de fracasso do que de vitória. É bacana ver o início do game sob a perspectiva do Connor, mas em excesso pode ser cansativo por causa daquela velha sensação de déjà vu, senão se torna uma novelização de AC3. Mas como esse cap foi curto, isso não aconteceu.
Mais uma vez, sua fanfic está maravilhosa! Dá para perceber como você amadureceu muito desde a anterior. Sua narrativa é profunda, diria que impecável. Mal posso esperar para ler os próximos capítulos e os rumos que sua fanfic tomará.
Como acabei de responder no seu comentário anterior, eu vi bastante meus erros na primeira versão da fic e estou tentando corrigi-los, e a sensação de fracasso é um tom importante pra história do Connor (até porque, canonicamente, as pesquisas da Abstergo indicam que ele morreu triste e sozinho :c ).
E quanto à sensação de déjà vu... bem, acho que essa fanfic seria mesmo uma novelização :v , mas eu quero deixar ela um pouco equilibrada. Fazer uma mistura mais balanceada entre capítulos adaptados do jogo, capítulos com episódios inéditos e capítulos com flashback. Mas bem, acho que eu deveria deixá-la perceber isso sozinha, hehe.
Muito obrigado pelos elogios! ^^ Eu não diria que minha narrativa é impecável (principalmente quando comparo com um livro de verdade), mas acho que de fato evoluí na escrita desde o Captura em Le Cap. Todos nós, escritores, acabamos evoluindo com o tempo e a prática.
Fico feliz que esteja gostando! :) Muitos abraços e um bom ano novo!
Como acabei de responder no seu comentário anterior, eu vi bastante meus erros na primeira versão da fic e estou tentando corrigi-los, e a sensação de fracasso é um tom importante pra história do Connor (até porque, canonicamente, as pesquisas da Abstergo indicam que ele morreu triste e sozinho :c ).
E quanto à sensação de déjà vu... bem, acho que essa fanfic seria mesmo uma novelização :v , mas eu quero deixar ela um pouco equilibrada. Fazer uma mistura mais balanceada entre capítulos adaptados do jogo, capítulos com episódios inéditos e capítulos com flashback. Mas bem, acho que eu deveria deixá-la perceber isso sozinha, hehe.
Muito obrigado pelos elogios! ^^ Eu não diria que minha narrativa é impecável (principalmente quando comparo com um livro de verdade), mas acho que de fato evoluí na escrita desde o Captura em Le Cap. Todos nós, escritores, acabamos evoluindo com o tempo e a prática.
Fico feliz que esteja gostando! :) Muitos abraços e um bom ano novo!
Quando eu vejo o Connor sendo tão submisso assim a esse velho armagurado a primeira coisa que me vem à mente é: "Esse garoto não pode ser parente do Edward de jeito nenhum. " Os pais dele também não se comportavam assim... Enfim né..
Revendo as memórias dessa encontro deles agora, eu penso que Connor poderia ter sido mais "atrevido". Mas óbvio que ele não sabia o que esperar de Achiles. Eu na verdade nem sei se continuaria a insistir depois que visse o quão senil ele é. rs
E fiquei surpresa... Ele era tão jovem assim quando chegou à fazenda? Oh céus, eu dava uns 14 anos pra ele no mínimo e no máximo 16.
Gostaria de ver mais conflitos internos dele daqui pra frente e nos vemos no próximo. Boas festas e boas férias também ;)
Haha, eu não acho que o Connor seja submisso; na verdade, eu diria que ele é tão teimoso quanto o vô. Acho que a lealdade quase cega para com o Achilles deve ter a ver com a idade que ele tinha quando o conheceu. Afinal, ele meio que estava precisando de uma ideologia com a qual se identificar, e a dos Assassino foi a primeira que lhe foi apresentada. Mas com a teimosia do Connor, claro que ele insistiria (e insistiu :v ).
Mas a idade é um pouco surpreendente mesmo. Se dependesse de mim, eu o faria um pouco mais velho, mas eu não gosto de desrespeitar a cronologia do cânone (até porque temos um episódio histórico alguns poucos meses depois desse capítulo), e na época ele tinha 13 mesmo. Por conta disso eu tento fazer ele menos OP do que no jogo, mas podemos também levar em consideração que naquela época a vida adulta começava mais cedo do que nos dias de hoje.
Estou feliz que você esteja curtindo, e um feliz Ano Novo! :)
Achilles Davenport, apesar de um velho ranzinza a princípio, é um dos personagens mais cativantes para mim. Quando jogamos Rogue e vemos suas motivações, entendemos a razão de ele ter se distanciado de tudo, podemos sentir suas dores e vemos o quão injusto Connor é nas vezes que acusa seu mentor de ter deixado os Templários tomarem conta da América. Mas também não se pode culpar Connor porque na época era só um garoto, não é mesmo?
Gosto muito da sua escrita fluída e envolvente. Tem sido uma experiência bem interessante revisitar AC3 por meio da sua narrativa.
Sim, gosto do Achilles porque, assim como Connor, ele não é nada perfeito. Ele cometeu erros, é difícil de lidar, e na real eu acho que ele perdeu o controle da própria Irmandade. Eu gostaria de um dia explorar mais a história dele, mas no momento ainda tenho que focar em retomar a história do Connor desse hiato involuntário :P Mas prometo que não vou demorar, kkkk
Olá!
A narrativa do Connor é repleta de melancolismo e incerteza. Bem como me senti após o final de AC3, tendo mais uma sensação de fracasso do que de vitória. É bacana ver o início do game sob a perspectiva do Connor, mas em excesso pode ser cansativo por causa daquela velha sensação de déjà vu, senão se torna uma novelização de AC3. Mas como esse cap foi curto, isso não aconteceu.
Mais uma vez, sua fanfic está maravilhosa! Dá para perceber como você amadureceu muito desde a anterior. Sua narrativa é profunda, diria que impecável. Mal posso esperar para ler os próximos capítulos e os rumos que sua fanfic tomará.
Um abraço e um feliz e próspero 2017!
E oi de novo! :)
Como acabei de responder no seu comentário anterior, eu vi bastante meus erros na primeira versão da fic e estou tentando corrigi-los, e a sensação de fracasso é um tom importante pra história do Connor (até porque, canonicamente, as pesquisas da Abstergo indicam que ele morreu triste e sozinho :c ).
E quanto à sensação de déjà vu... bem, acho que essa fanfic seria mesmo uma novelização :v , mas eu quero deixar ela um pouco equilibrada. Fazer uma mistura mais balanceada entre capítulos adaptados do jogo, capítulos com episódios inéditos e capítulos com flashback. Mas bem, acho que eu deveria deixá-la perceber isso sozinha, hehe.
Muito obrigado pelos elogios! ^^ Eu não diria que minha narrativa é impecável (principalmente quando comparo com um livro de verdade), mas acho que de fato evoluí na escrita desde o Captura em Le Cap. Todos nós, escritores, acabamos evoluindo com o tempo e a prática.
Fico feliz que esteja gostando! :) Muitos abraços e um bom ano novo!
E oi de novo! :)
Como acabei de responder no seu comentário anterior, eu vi bastante meus erros na primeira versão da fic e estou tentando corrigi-los, e a sensação de fracasso é um tom importante pra história do Connor (até porque, canonicamente, as pesquisas da Abstergo indicam que ele morreu triste e sozinho :c ).
E quanto à sensação de déjà vu... bem, acho que essa fanfic seria mesmo uma novelização :v , mas eu quero deixar ela um pouco equilibrada. Fazer uma mistura mais balanceada entre capítulos adaptados do jogo, capítulos com episódios inéditos e capítulos com flashback. Mas bem, acho que eu deveria deixá-la perceber isso sozinha, hehe.
Muito obrigado pelos elogios! ^^ Eu não diria que minha narrativa é impecável (principalmente quando comparo com um livro de verdade), mas acho que de fato evoluí na escrita desde o Captura em Le Cap. Todos nós, escritores, acabamos evoluindo com o tempo e a prática.
Fico feliz que esteja gostando! :) Muitos abraços e um bom ano novo!
Estou atrasada novamente, mas não ausente rs.
Quando eu vejo o Connor sendo tão submisso assim a esse velho armagurado a primeira coisa que me vem à mente é: "Esse garoto não pode ser parente do Edward de jeito nenhum. " Os pais dele também não se comportavam assim... Enfim né..
Revendo as memórias dessa encontro deles agora, eu penso que Connor poderia ter sido mais "atrevido". Mas óbvio que ele não sabia o que esperar de Achiles. Eu na verdade nem sei se continuaria a insistir depois que visse o quão senil ele é. rs
E fiquei surpresa... Ele era tão jovem assim quando chegou à fazenda? Oh céus, eu dava uns 14 anos pra ele no mínimo e no máximo 16.
Gostaria de ver mais conflitos internos dele daqui pra frente e nos vemos no próximo. Boas festas e boas férias também ;)
Olá! :)
Haha, eu não acho que o Connor seja submisso; na verdade, eu diria que ele é tão teimoso quanto o vô. Acho que a lealdade quase cega para com o Achilles deve ter a ver com a idade que ele tinha quando o conheceu. Afinal, ele meio que estava precisando de uma ideologia com a qual se identificar, e a dos Assassino foi a primeira que lhe foi apresentada. Mas com a teimosia do Connor, claro que ele insistiria (e insistiu :v ).
Mas a idade é um pouco surpreendente mesmo. Se dependesse de mim, eu o faria um pouco mais velho, mas eu não gosto de desrespeitar a cronologia do cânone (até porque temos um episódio histórico alguns poucos meses depois desse capítulo), e na época ele tinha 13 mesmo. Por conta disso eu tento fazer ele menos OP do que no jogo, mas podemos também levar em consideração que naquela época a vida adulta começava mais cedo do que nos dias de hoje.
Estou feliz que você esteja curtindo, e um feliz Ano Novo! :)
Achilles Davenport, apesar de um velho ranzinza a princípio, é um dos personagens mais cativantes para mim. Quando jogamos Rogue e vemos suas motivações, entendemos a razão de ele ter se distanciado de tudo, podemos sentir suas dores e vemos o quão injusto Connor é nas vezes que acusa seu mentor de ter deixado os Templários tomarem conta da América. Mas também não se pode culpar Connor porque na época era só um garoto, não é mesmo?
Gosto muito da sua escrita fluída e envolvente. Tem sido uma experiência bem interessante revisitar AC3 por meio da sua narrativa.
#partiu ler próximo capítulo!
Sim, gosto do Achilles porque, assim como Connor, ele não é nada perfeito. Ele cometeu erros, é difícil de lidar, e na real eu acho que ele perdeu o controle da própria Irmandade. Eu gostaria de um dia explorar mais a história dele, mas no momento ainda tenho que focar em retomar a história do Connor desse hiato involuntário :P Mas prometo que não vou demorar, kkkk