Primeiro e antes que eu esqueça: amei a sua sinopse! Faz tempo que não vejo uma tão boa!
Gostei muito da sua narrativa! Não é todo dia que esbarro com uma que me agrada.
Estranhei a formatação, parece que você não posta do pc. Os parágrafos estão muito afastados da margem. A pontuação dos diálogos está "incorreta" (coloco entre aspas porque não sei de fato se existe uma regra para isto, porém eu utilizo a que me parece mais plausível e deixa o texto bem organizado, segue o link: http://ligadosbetas.blogspot.com.br/2014/11/como-pontuar-dialogos.html)
Você soube envolver o leitor com esse capítulo, inclusive ganhou meu acompanhamento. ^^
Gostei da apresentação dos personagens e de como resumiu bem a vida do Aaron. Senti um pouco de falta de detalhação do cenário, porém não foi tanto ao ponto de não me fazer enxergar os cenários. Agora quanto as características físicas, ficou um tiquinho repetitivo, pois você falou da aparência do Aaron várias vezes.
Não simpatizo com links dentro da história, poderia tê-lo deixado nas notas. É estranho esbarrar com um no meio do texto.
P. S.
— bebê recém-nascido - o último termo já vem embutida a ideia de bebê, então soa repetitivo pôr os dois juntos;
— uso do haver com o sentido de ter é visto com maus olhos pelos estudioso do português
Obrigada pelos elogios e, principalmente, pelas críticas! A formatação está estranha, sim, desde que alterei a minha versão do office, e ainda não soube como corrigi-la... Estou tentando. Os erros de ortografia, bem, fico envergonhada deles, de verdade, porque tenho escrito entre um trabalho de faculdade e outro, e acabo por não fazer revisão, mas pode apostar que irei corrigi-los logo.
Quanto à pontuação dos diálogos, uso dois-pontos e travessão. As eventuais aspas ocorrem para assinalar pensamentos diretos dos personagens (geralmente diálogos consigo mesmo). Os links eu já nem sei se coloco no meio do texto ou nas notas, porque cada um sugere de um jeito, rs.
Não sou muito de descrever cenários, mas posso melhorar nisso, sim. Afinal, ninguém é obrigado a saber como era a Paris de 1482, não é? Vou melhorar, sim. Fico muito feliz com seu acompanhamento, e agradeço pelas dicas!
Primeiro, gostaria de expressar aqui minha emoção por encontrar uma fanfic da categoria "O Corcunda de Notre Dame" que já começa seu primeiro capítulo (e QUE capítulo, valha-me Sara Kali ♥) fazendo referência a um dos musicais mais perfeitos que eu já vi na vida, hehehe ^^ (sou fascinada por musicais, e esse toca fundo no meu coração, como amo *-*). E melhor ainda é ver que a autora também leu o livro, ganhei na loteria hoje, rapá, ehsuheushe! Essa é a segunda fanfic que encontro nesse formato, além da minha, e já me sinto realmente sortuda por isso!
Realmente gostei muito do que li! Tanto pela escrita deliciosa, que já consegue prender o leitor logo de cara, quanto por esse início em que o enredo já começa a querer se desdobrar e tomar forma, com essa primeira interação entre Quasimodo (velhos hábitos são difíceis de perder, Aaron, me desculpe. Até o fim da história eu aprendo, hehe xP) e Frollo, assim como com a Esmediva!
Reparei que você seguiu uma linha divergente à personalidade do sineiro, e fiquei me perguntando se o fato de ele ter recebido um nome mais... humanitário, por assim dizer, ajudou a desenvolvê-lo como uma pessoa que não fosse tão submissa e devota ao homem que o criou. Realmente fiquei intrigada aqui, hahaha, mas achei uma mudança bem vinda e favorável. Como um personagem que gosto MUITO, é bom ver Quasimodo se impondo de alguma forma. Mais seguro de si ♥ O rapaz até chegou na Esmeralda, gente, que orgulho ^^
E Frollo sambou legal na cara de todos que tinham esperança de abandonar a criança ali para morrer (comentando o início do capítulo no fim do review por motivos de porque sim, hehehe). Preciso confessar que eu acho o padreco um personagem cheio de potencial. A forma como o Victor Hugo de início o retratou como um dos personagens mais humanos da história (no sentido de ter seus lapsos de bondade, assim como seus lapsos mais cruéis com o decorrer da trama), e depois foi desenvolvendo os níveis de loucura que Frollo ia atingindo por não ver o amor que tinha pela cigana ser correspondido, foi mesmo estarrecedor pra mim. Estou ansiosa para ver como irá abordá-lo por aqui, assim como os demais personagens. Eu, particularmente, acho uma delícia escrever sobre todos eles, me realizo tanto na escrita quanto na leitura (como prevejo que acontecerá por aqui ^^)
Não quero te assustar pra um primeiro comentário, acho que já abusei demais da sua paciência nessa minha aparição, haushaushauh! Só deixar meus parabéns por essa história que promete, e que com certeza vou acompanhar *-* Meu ritmo de leitura pode ser um pouco lento, porque a vida não é justa e nem fácil =P Mas eu continuo aparecendo e enchendo o seu saco com esses comentários grandes, hehehe
Olá, minha flor! Sim, eu sei ter dito que só ia responder quando tivesse im teclado decente, mas não aguentei... Perdoe os eventuais erros de digitação, por favor...
Para começar, estou encantada em conhecer alguém que goste dessa categoria, e não por causa do filme da Disney (ou só por causa dele) e sim oelo musical ultra maravilhoso que é Notre-Dame de Paris!
Fiquei extremamente lisonjeada com suas palavras, e agradeço iimensamentr! Quanto ao que você comentou sobre a personalidade de Aaron/Quasímodo, eu a modifiquei porque fiz uma mesclagem da personalidade de Quasímodo com a do personagem Erik, O Fantasma da Ópera (do musical, não o do livro. Não sei se já assistiu, mas recomendo o filme de 2004, o musical de Andrew Lloyd Weber, o livro e a sequência em musical, Lobe Never Dies, versão teatro de Melbourne). Infelizmente tive problemas com uma autora que também tinha começado a escrever um crossover das duas histórias e me acusou dr plágio, apesar de as tramas serem completamente diferentes, então não marquei a categoria crossover... Mas se gostar do musical, vai ver traços da personalidade de Erik em Aaron...
Quanto ao que você falou de Frollo, ele realmente amou Quasímodo como seu filho, mas p espírito fanático de um padre da época faz com que sua obsessão pelo pecado o leve a cometer atos extremamente crueis, crendo que esta é mesmo uma atitude piedosa. E é o que o levará à loucura quando o desejo por Esmeralda se tornar incontrolável. Veremos de perto momentos de conflito interno no juiz... Particularmente, amo explorar as loucuras da mente humana nas minhas fics! (Faço muito isso nas fics de O Fantasma da Ópera, rsrsrd, especialmente nas duas últimas). Fico radiante que esteja gostando, flor, e digo que seu comentário de modo algum me assudtou ou aborreceu, mas sim me encantou e encheu de alegria!
Wue nos vejamos muito ainda, na sua fic e na minha!
Como prometido, apareci aqui, e porque raios eu ainda não tinha parado para ler essa história, meu Deus?
Quanto mais leio, mais encantada com a sua escrita eu fico!
Vou continuar logo porque tô curiosa!
Beijoooos!
Shazi
Awn! Encantada fico eu com o quão fofa você consegue ser, sua linda!
beijos!!
Yo!
Desculpe a demora!
Primeiro e antes que eu esqueça: amei a sua sinopse! Faz tempo que não vejo uma tão boa!
Gostei muito da sua narrativa! Não é todo dia que esbarro com uma que me agrada.
Estranhei a formatação, parece que você não posta do pc. Os parágrafos estão muito afastados da margem. A pontuação dos diálogos está "incorreta" (coloco entre aspas porque não sei de fato se existe uma regra para isto, porém eu utilizo a que me parece mais plausível e deixa o texto bem organizado, segue o link: http://ligadosbetas.blogspot.com.br/2014/11/como-pontuar-dialogos.html)
Você soube envolver o leitor com esse capítulo, inclusive ganhou meu acompanhamento. ^^
Gostei da apresentação dos personagens e de como resumiu bem a vida do Aaron. Senti um pouco de falta de detalhação do cenário, porém não foi tanto ao ponto de não me fazer enxergar os cenários. Agora quanto as características físicas, ficou um tiquinho repetitivo, pois você falou da aparência do Aaron várias vezes.
Não simpatizo com links dentro da história, poderia tê-lo deixado nas notas. É estranho esbarrar com um no meio do texto.
P. S.
— bebê recém-nascido - o último termo já vem embutida a ideia de bebê, então soa repetitivo pôr os dois juntos;
— uso do haver com o sentido de ter é visto com maus olhos pelos estudioso do português
aleia - alheia é o correto
Bjs e até o próximo!♥
Olá, linda! Tudo bem?
Obrigada pelos elogios e, principalmente, pelas críticas! A formatação está estranha, sim, desde que alterei a minha versão do office, e ainda não soube como corrigi-la... Estou tentando. Os erros de ortografia, bem, fico envergonhada deles, de verdade, porque tenho escrito entre um trabalho de faculdade e outro, e acabo por não fazer revisão, mas pode apostar que irei corrigi-los logo.
Quanto à pontuação dos diálogos, uso dois-pontos e travessão. As eventuais aspas ocorrem para assinalar pensamentos diretos dos personagens (geralmente diálogos consigo mesmo). Os links eu já nem sei se coloco no meio do texto ou nas notas, porque cada um sugere de um jeito, rs.
Não sou muito de descrever cenários, mas posso melhorar nisso, sim. Afinal, ninguém é obrigado a saber como era a Paris de 1482, não é? Vou melhorar, sim. Fico muito feliz com seu acompanhamento, e agradeço pelas dicas!
beijos!
PS - aleia foi erro de digitação, eu juro! kkkk
Olá, moça, tudo bem contigo? =D
Primeiro, gostaria de expressar aqui minha emoção por encontrar uma fanfic da categoria "O Corcunda de Notre Dame" que já começa seu primeiro capítulo (e QUE capítulo, valha-me Sara Kali ♥) fazendo referência a um dos musicais mais perfeitos que eu já vi na vida, hehehe ^^ (sou fascinada por musicais, e esse toca fundo no meu coração, como amo *-*). E melhor ainda é ver que a autora também leu o livro, ganhei na loteria hoje, rapá, ehsuheushe! Essa é a segunda fanfic que encontro nesse formato, além da minha, e já me sinto realmente sortuda por isso!
Realmente gostei muito do que li! Tanto pela escrita deliciosa, que já consegue prender o leitor logo de cara, quanto por esse início em que o enredo já começa a querer se desdobrar e tomar forma, com essa primeira interação entre Quasimodo (velhos hábitos são difíceis de perder, Aaron, me desculpe. Até o fim da história eu aprendo, hehe xP) e Frollo, assim como com a Esmediva!
Reparei que você seguiu uma linha divergente à personalidade do sineiro, e fiquei me perguntando se o fato de ele ter recebido um nome mais... humanitário, por assim dizer, ajudou a desenvolvê-lo como uma pessoa que não fosse tão submissa e devota ao homem que o criou. Realmente fiquei intrigada aqui, hahaha, mas achei uma mudança bem vinda e favorável. Como um personagem que gosto MUITO, é bom ver Quasimodo se impondo de alguma forma. Mais seguro de si ♥ O rapaz até chegou na Esmeralda, gente, que orgulho ^^
E Frollo sambou legal na cara de todos que tinham esperança de abandonar a criança ali para morrer (comentando o início do capítulo no fim do review por motivos de porque sim, hehehe). Preciso confessar que eu acho o padreco um personagem cheio de potencial. A forma como o Victor Hugo de início o retratou como um dos personagens mais humanos da história (no sentido de ter seus lapsos de bondade, assim como seus lapsos mais cruéis com o decorrer da trama), e depois foi desenvolvendo os níveis de loucura que Frollo ia atingindo por não ver o amor que tinha pela cigana ser correspondido, foi mesmo estarrecedor pra mim. Estou ansiosa para ver como irá abordá-lo por aqui, assim como os demais personagens. Eu, particularmente, acho uma delícia escrever sobre todos eles, me realizo tanto na escrita quanto na leitura (como prevejo que acontecerá por aqui ^^)
Não quero te assustar pra um primeiro comentário, acho que já abusei demais da sua paciência nessa minha aparição, haushaushauh! Só deixar meus parabéns por essa história que promete, e que com certeza vou acompanhar *-* Meu ritmo de leitura pode ser um pouco lento, porque a vida não é justa e nem fácil =P Mas eu continuo aparecendo e enchendo o seu saco com esses comentários grandes, hehehe
Beijos, e até o próximo! ^^
Olá, minha flor! Sim, eu sei ter dito que só ia responder quando tivesse im teclado decente, mas não aguentei... Perdoe os eventuais erros de digitação, por favor...
Para começar, estou encantada em conhecer alguém que goste dessa categoria, e não por causa do filme da Disney (ou só por causa dele) e sim oelo musical ultra maravilhoso que é Notre-Dame de Paris!
Fiquei extremamente lisonjeada com suas palavras, e agradeço iimensamentr! Quanto ao que você comentou sobre a personalidade de Aaron/Quasímodo, eu a modifiquei porque fiz uma mesclagem da personalidade de Quasímodo com a do personagem Erik, O Fantasma da Ópera (do musical, não o do livro. Não sei se já assistiu, mas recomendo o filme de 2004, o musical de Andrew Lloyd Weber, o livro e a sequência em musical, Lobe Never Dies, versão teatro de Melbourne). Infelizmente tive problemas com uma autora que também tinha começado a escrever um crossover das duas histórias e me acusou dr plágio, apesar de as tramas serem completamente diferentes, então não marquei a categoria crossover... Mas se gostar do musical, vai ver traços da personalidade de Erik em Aaron...
Quanto ao que você falou de Frollo, ele realmente amou Quasímodo como seu filho, mas p espírito fanático de um padre da época faz com que sua obsessão pelo pecado o leve a cometer atos extremamente crueis, crendo que esta é mesmo uma atitude piedosa. E é o que o levará à loucura quando o desejo por Esmeralda se tornar incontrolável. Veremos de perto momentos de conflito interno no juiz... Particularmente, amo explorar as loucuras da mente humana nas minhas fics! (Faço muito isso nas fics de O Fantasma da Ópera, rsrsrd, especialmente nas duas últimas). Fico radiante que esteja gostando, flor, e digo que seu comentário de modo algum me assudtou ou aborreceu, mas sim me encantou e encheu de alegria!
Wue nos vejamos muito ainda, na sua fic e na minha!
Beijos!