Quanto tempo! Que hiatus longo hein?! Não posso dizer muita coisa, pois "atrasada" tem sido meu sobrenome. Foi um capítulo curto, mas me despertou muitos sentimentos. Ri com as lembranças de Gar em relação a Steve, estranhei mas gostei da atitude um pouco mais atrevida de Mutano. Eu diria até mesmo que ele está bem mais sério, coisa que não me lembro de ter lido em nenhum lugar, e esse final foi o que mais me surpreendeu, pois embora o clima estivesse obviamente pesado e triste e Gar desde o início do capítulo se mostrando mais cansado e sério que o normal, me causou uma certa melancolia. Pois ao meu ver, e creio que foi isso que você tentou passar, é que Gar mesmo tão indiferente e "louco" por sexo - ou ele achava que estava - estava na mais profunda tristeza. É dificil lidar com a tristeza de um personagem que sempre vemos de tão bom humor.
Enfim, percebo também uma evolução na escrita, que você sempre mantém impecável, mas dessa vez me vi completamente no ambiente do carro com luzes apagadas. quase pude sentir o cheiros das bananas caramelizadas haha
Estou aqui no aguardo de mais um cap. Que o hiatus não se demore. Estou me surpreendendo com essa nova visão!
Lily, quando você comenta aqui eu tenho até que reler o capítulo junto de você pra tentar entender o que você viu que eu não vi. E desde já, muito obrigado pelo comentário, eu realmente não sei se tem fantasmas aí, mas você acaba ganhando o selo de leitora mais fiel, rsrs. E não só isso, depois das suas palavras, eu consigo olhar para este cap de maneira diferente, quando vejo que o leitor consegue captar o ponto.
Haha, verdade, verdade. Senhor hiatus. Na verdade, somos todos uns atrasados, seria bom se liberássemos tudo de uma vez, mas não somos netflix. Temos a paixão para escrever e mostrar, não aguento guardar comigo. Mas também temos outras tarefas para conciliar, vida social, vestibulares ou universidade, provas, compromissos, objetivos. Só podemos mesmo é ser fiéis ─ e não abandonar a história por mais que se diga o contrário.
Então, é realmente bacana que tenha conseguido achar sentimento aí, onde, até pela estilo curto da narrativa, seja difícil detalhar tudo o que merecia detalhar. Assim, não se sabe a relação Gar com o velho Steve, não se sabe muito bem o que ele significa para o Gar, fica tudo muito vago, mas nesse caso, essa é a ideia mesmo. Se relacionarmos com o canone, aí vem a patrulha do destino, Steve e Rita Farr que adotaram Garfield, etc. tudo fica mais claro para o leitor extrapolar, e refletir por si próprio.
Olha, curtos todos os capítulos são (eles tem menos de mil palavras, podemos classificar em drabbles). A história é mais ou menos interligada em todos eles, embora não até agora não tenha nenhum elo. Queria mostrar a "origem" de cada personagem, e o que fizeram eles serem o que são, o que significa cada um deles estarem buscando "o lugar a que pertencem", que não é um lugar físico, mas... é por isso que começa com todo esse lance de melancolia, entende? Uma forma de mostrar a humanidade, então rolou a ideia da mudança. Primeiro a origem, depois a mudança. Mais a frente Garfield volta a ser Garfield, o cômico, o alegre, o alívio do bom humor, haha... e veremos o que provocou tal mudança nele.
Acho que é só isso por enquanto. Volta sim, mas dessa vez vou acumular mais na escrita e liberar os caps em novembro, para ver se mantenho um padrão. Vou tentar.
big Abs
P
Parademon
Logo quando terminei de ler os capítulos e estava gostando - principalmente da sua escrita que dá uma sobriedade com as palavras dispostas de maneira correta para criar situações claustrofóbicas - da sua escrita, percebi que você não atualiza mais essa história. Uma pena.
Quanto tempo! Que hiatus longo hein?! Não posso dizer muita coisa, pois "atrasada" tem sido meu sobrenome. Foi um capítulo curto, mas me despertou muitos sentimentos. Ri com as lembranças de Gar em relação a Steve, estranhei mas gostei da atitude um pouco mais atrevida de Mutano. Eu diria até mesmo que ele está bem mais sério, coisa que não me lembro de ter lido em nenhum lugar, e esse final foi o que mais me surpreendeu, pois embora o clima estivesse obviamente pesado e triste e Gar desde o início do capítulo se mostrando mais cansado e sério que o normal, me causou uma certa melancolia. Pois ao meu ver, e creio que foi isso que você tentou passar, é que Gar mesmo tão indiferente e "louco" por sexo - ou ele achava que estava - estava na mais profunda tristeza. É dificil lidar com a tristeza de um personagem que sempre vemos de tão bom humor.
Enfim, percebo também uma evolução na escrita, que você sempre mantém impecável, mas dessa vez me vi completamente no ambiente do carro com luzes apagadas. quase pude sentir o cheiros das bananas caramelizadas haha
Estou aqui no aguardo de mais um cap. Que o hiatus não se demore. Estou me surpreendendo com essa nova visão!
O que mais gostei: Parágrafos finais ♥
Lily, quando você comenta aqui eu tenho até que reler o capítulo junto de você pra tentar entender o que você viu que eu não vi. E desde já, muito obrigado pelo comentário, eu realmente não sei se tem fantasmas aí, mas você acaba ganhando o selo de leitora mais fiel, rsrs. E não só isso, depois das suas palavras, eu consigo olhar para este cap de maneira diferente, quando vejo que o leitor consegue captar o ponto.
Haha, verdade, verdade. Senhor hiatus. Na verdade, somos todos uns atrasados, seria bom se liberássemos tudo de uma vez, mas não somos netflix. Temos a paixão para escrever e mostrar, não aguento guardar comigo. Mas também temos outras tarefas para conciliar, vida social, vestibulares ou universidade, provas, compromissos, objetivos. Só podemos mesmo é ser fiéis ─ e não abandonar a história por mais que se diga o contrário.
Então, é realmente bacana que tenha conseguido achar sentimento aí, onde, até pela estilo curto da narrativa, seja difícil detalhar tudo o que merecia detalhar. Assim, não se sabe a relação Gar com o velho Steve, não se sabe muito bem o que ele significa para o Gar, fica tudo muito vago, mas nesse caso, essa é a ideia mesmo. Se relacionarmos com o canone, aí vem a patrulha do destino, Steve e Rita Farr que adotaram Garfield, etc. tudo fica mais claro para o leitor extrapolar, e refletir por si próprio.
Olha, curtos todos os capítulos são (eles tem menos de mil palavras, podemos classificar em drabbles). A história é mais ou menos interligada em todos eles, embora não até agora não tenha nenhum elo. Queria mostrar a "origem" de cada personagem, e o que fizeram eles serem o que são, o que significa cada um deles estarem buscando "o lugar a que pertencem", que não é um lugar físico, mas... é por isso que começa com todo esse lance de melancolia, entende? Uma forma de mostrar a humanidade, então rolou a ideia da mudança. Primeiro a origem, depois a mudança. Mais a frente Garfield volta a ser Garfield, o cômico, o alegre, o alívio do bom humor, haha... e veremos o que provocou tal mudança nele.
Acho que é só isso por enquanto. Volta sim, mas dessa vez vou acumular mais na escrita e liberar os caps em novembro, para ver se mantenho um padrão. Vou tentar.
big Abs
Logo quando terminei de ler os capítulos e estava gostando - principalmente da sua escrita que dá uma sobriedade com as palavras dispostas de maneira correta para criar situações claustrofóbicas - da sua escrita, percebi que você não atualiza mais essa história. Uma pena.