O que mais gostei: Só digo uma coisa... QUEEEEEEEEEEE TOOOOOOOOOOOOOOP. Chorei horores, coitada da mãe Typhlosion
O que acho que pode melhorar: Nada, meu Deus que perfeito
Me desculpe, mas não tenho como comentar nada nesse capítulo. Não, sério. Ainda estou despedaçado pelo ataque no trem. Quer dizer, todo mundo e a mãe esperam que "A Passagem" na história do herói de mil faces seja uma coisa tranquila aonde o personagem tem tempo o suficiente para se adaptar ao novo mundo. Foi assim em Star Wars, foi assim com Harry Potter...
Mas não foi com a Sol. Triste quebra de paradigma, mas que me encantou.
Mas não impediu que eu notasse uma pequena grande falha de roteiro.
Fica bem claro no início da história que a Sol conhece os pokémon. Digo, dos jogos e tal. Dou um desconto por ela não reconhecer um Trapinch, já que apenas os jogadores mais atentos iriam relacionar facilmente o design com o jogo. Ainda perdoo o Lucario, já que ele é de uma geração mais avançada que ela poderia não ter jogado ainda. Me passou entalado que ela não percebesse que o invasor fosse um Hitmonlee, já que o medo não deixa a pessoa pensar. Mas não reconhecer Chansey, Doduo, Quilava (ou Typhlosion? A descrição parece mais com o primeiro, mas este talvez conseguisse escapar), etc. a ponto de ligar uma coisa com a outra, é estranho. Eu poderia dizer que ela não sabia da existência dos pokémon nem enquanto jogo, mas depois ela mesmo se contradiz ao reconhecer Plusle e Minun pelo nome sem que tenha sido ensinado a ela... Oops
Não me impede de ficar triste com o acontecido. Ainda mais sabendo que a Sol está metida em apuros dos quais nem sequer sabe como pensar.
Espero ao menos que ela tenha zerado algum jogo da série. Conhecer os ataques e a mecânica de tipos vai ajudar muito, por mais que as coisas não sejam tão simples fora deles...
Me desculpe mais uma vez não pegar trechos. Vou chorar ali no canto pela morte do meu starter favorito...
;.-/ do Kurono
O que acho que pode melhorar: Eu, pois fiquei despedaçado depois de ler essa... essa coisa linda e triste
É serio que genio tú é? Me diz dú é muito top.
O que mais gostei: Só digo uma coisa... QUEEEEEEEEEEE TOOOOOOOOOOOOOOP. Chorei horores, coitada da mãe Typhlosion
O que acho que pode melhorar: Nada, meu Deus que perfeito
Me desculpe, mas não tenho como comentar nada nesse capítulo. Não, sério. Ainda estou despedaçado pelo ataque no trem. Quer dizer, todo mundo e a mãe esperam que "A Passagem" na história do herói de mil faces seja uma coisa tranquila aonde o personagem tem tempo o suficiente para se adaptar ao novo mundo. Foi assim em Star Wars, foi assim com Harry Potter...
Mas não foi com a Sol. Triste quebra de paradigma, mas que me encantou.
Mas não impediu que eu notasse uma pequena grande falha de roteiro.
Fica bem claro no início da história que a Sol conhece os pokémon. Digo, dos jogos e tal. Dou um desconto por ela não reconhecer um Trapinch, já que apenas os jogadores mais atentos iriam relacionar facilmente o design com o jogo. Ainda perdoo o Lucario, já que ele é de uma geração mais avançada que ela poderia não ter jogado ainda. Me passou entalado que ela não percebesse que o invasor fosse um Hitmonlee, já que o medo não deixa a pessoa pensar. Mas não reconhecer Chansey, Doduo, Quilava (ou Typhlosion? A descrição parece mais com o primeiro, mas este talvez conseguisse escapar), etc. a ponto de ligar uma coisa com a outra, é estranho. Eu poderia dizer que ela não sabia da existência dos pokémon nem enquanto jogo, mas depois ela mesmo se contradiz ao reconhecer Plusle e Minun pelo nome sem que tenha sido ensinado a ela... Oops
Não me impede de ficar triste com o acontecido. Ainda mais sabendo que a Sol está metida em apuros dos quais nem sequer sabe como pensar.
Espero ao menos que ela tenha zerado algum jogo da série. Conhecer os ataques e a mecânica de tipos vai ajudar muito, por mais que as coisas não sejam tão simples fora deles...
Me desculpe mais uma vez não pegar trechos. Vou chorar ali no canto pela morte do meu starter favorito...
;.-/ do Kurono
O que acho que pode melhorar: Eu, pois fiquei despedaçado depois de ler essa... essa coisa linda e triste