- Você a deve ter matado de prazer... CALA ESSA BOCA BÁRBARA. TU QUER MORRER "DISGRAÇA"? Kkkkk Moço essa muié e doida. Juro que fiquei com medo do Ruy jogar ela da janela,rsrsrsrs Esse capítulo foi tão perfeito. Lindho.
Que diabo de patrão é eesse, Leandro? Cara insuportável, viu. E pra piorar a vida maravilhosa do Ruy, o diabo do home, aparece com esse "furo". Sério! O Ruy vai ter que ser moooooito cínico pra cobrir essa reportagem. Kkkkk. O sara da f*****. Bom, não sei se já disse que o capítulo tá lindo, demais, perfeito, sem igual e mais evoluído. Parabéns mesmo. A cada capítulo que leio dessa história, percebo que nosso país tem chances SIM de ser um lugar bom pra se viver. Tu tem um dom garoto. E está o usando bem. Até o próximo
Bárbara deu uma bola fora, não é mesmo? Que coisa horrível de se dizer...
Ela deveria tomar mais cuidado com nosso protagonista. É o que acho.
Patrão. Nada agradáveis. O bom foi que ele puxou Ruy para sua realidade casual, mesmo sem saber que não era exatamente o melhor a se fazer (reviver a lembrança de Sara, que nunca o deixou por completo).
Leandro! Um abraço bem forte a partir desse reencontro. Sinto muito a demora! Jurei que iria continuar acompanhando por mais que viesse a demorar e aqui estou eu (mesmo tendo avisado naquele dia, ainda sim me sinto na obrigação de justificar a demora posterior). Assim que começou o capítulo, eu já estava pensando: "Será que não vai dar em nada a morte de Sara? Realmente ninguém deu a falta dela nesse tempo todo?" - sem hipocrisia. E no final, fui elucidada com isso! Quanta alegria!
Pobre Ruy! Nem sei mais o que pensar dele. Os devaneios dobrados em meio a lembranças, realidade ou um universo alternativo a ele do qual nem sabe se são verdades ou mentiras enquanto se deixa levar por minutos fumando um Malboro e a encarar a vista urbana que o cerca. Sério, imaginei essa parte tão perfeita, assim como a sedutora Bárbara disposta sobre a mesa, desacordada ainda, após sob efeito de um sono pós sexo que lhe deixara visivelmente mais relaxada e/ou curiosa, ainda mais, pela figura de Ruy e sua misteriosa Sara.
Achei de suma importância a observação da chamada Lei de Murphy: "Quando algo tem que dar errado, vai dar errado, não importa seja feito para evitar" - poderia eu elencar vários momentos que isso foi citado, contudo vale ressaltar os pontos que me chamaram incrivelmente a atenção: quando em meio ao sexo (capítulo anterior) Bárbara prosseguiu mesmo sabendo o desejo dele por seu corpo com mente pensando na misteriosa Sara; segundo, quando a mesma fez a analogia de "tê-la matado de prazer" que interveio a mente do próprio já confusa; e por fim, já dito anteriormente, o causo do patrão dele ser atendido e repassar o bastão da preocupação em Ruy, acendendo a chama do medo que até então se dispunha levemente na bituca do cigarro.
Sinto-me até pouco mais leve sabendo que conseguiu atualizar pouco a leitura (mesmo lembrando que ainda há outros os quais preciso colocar em dia), entretanto, retirou de mim a agonia de ter deixado-o desconcertadamente nas mãos, como sem cumprir minha palavra, e quiçá, ainda mais trágico, deixar que a trama se desenrolasse pouco mais abandonando meu inerte e misterioso Ruy (sim, meu! Acredito que já adquiri intimidade para chamá-lo assim. Sem possessão, juro. Meramente amigável). Assim que possível, retornarei! Outro abraço e arrisco dizer que até um beijo seguindo um "até breve"
OLÁAAAA BEM VINDA DE VOLTA!!! Senti saudades u.u Retribuo o abraço e perdoo a demora, aliás, tudo já foi bem explicado por você HAHA espero que agora sua rotina seja um pouco mais branda e que possibilite a você atualizar suas leituras.
Será mesmo que não dará em nada a morte de Sara? Não sei. Na verdade já bolei varias coisas e fico tão nervoso em saber se os leitores irão gostar que acabo que quase revelando quase tudo como forma de desabafo. Mas, para a felicidade de vocês não irei fazer isso para preservar o mistério. HAHA
Ruy é mesmo bem confuso. Tenho a impressão que não os conhecemos completamente, o que é válido, já que nem ele mesmo sabe muito sobre si próprio. É o que demonstra, o desinteresse.
Ai, vou segurar a língua ~dedo~ agora.
Bárbara... Nossa, me sinto tão dividido entre ela e Sara... Duas maravilhosas. Crushs literárias. ♥
A descrição tem atenção especial por minha parte. Pode perceber que a estou deixando mais branda e focando mais na narração de ações. Logo encontrarei o equilíbrio entre ambas, acho que este é o grande truque dos escritores.
Adorei a sua analogia sobre a Lei de Murphy, bem sacada ♥
Eu acho que você irá ter que dividir o Ruy com outras leitoras... HAHAHA Ele é bem disputado... Mas calma, logo logo aparece outro cara.
- Você a deve ter matado de prazer...
CALA ESSA BOCA BÁRBARA. TU QUER MORRER "DISGRAÇA"?
Kkkkk
Moço essa muié e doida. Juro que fiquei com medo do Ruy jogar ela da janela,rsrsrsrs
Esse capítulo foi tão perfeito. Lindho.
Que diabo de patrão é eesse, Leandro? Cara insuportável, viu.
E pra piorar a vida maravilhosa do Ruy, o diabo do home, aparece com esse "furo". Sério! O Ruy vai ter que ser moooooito cínico pra cobrir essa reportagem. Kkkkk. O sara da f*****.
Bom, não sei se já disse que o capítulo tá lindo, demais, perfeito, sem igual e mais evoluído.
Parabéns mesmo. A cada capítulo que leio dessa história, percebo que nosso país tem chances SIM de ser um lugar bom pra se viver. Tu tem um dom garoto. E está o usando bem.
Até o próximo
O que mais gostei:
Até que enfim, ler um Ruy lúcido
Até que enfim o/
Bárbara deu uma bola fora, não é mesmo? Que coisa horrível de se dizer...
Ela deveria tomar mais cuidado com nosso protagonista. É o que acho.
Patrão. Nada agradáveis. O bom foi que ele puxou Ruy para sua realidade casual, mesmo sem saber que não era exatamente o melhor a se fazer (reviver a lembrança de Sara, que nunca o deixou por completo).
Obrigado pelos elogios ♥
Até a próxima! Beijos!
SOCORRO! MUNDO PARA QUE EU VOU DESCER!
Leandro! Um abraço bem forte a partir desse reencontro. Sinto muito a demora! Jurei que iria continuar acompanhando por mais que viesse a demorar e aqui estou eu (mesmo tendo avisado naquele dia, ainda sim me sinto na obrigação de justificar a demora posterior). Assim que começou o capítulo, eu já estava pensando: "Será que não vai dar em nada a morte de Sara? Realmente ninguém deu a falta dela nesse tempo todo?" - sem hipocrisia. E no final, fui elucidada com isso! Quanta alegria!
Pobre Ruy! Nem sei mais o que pensar dele. Os devaneios dobrados em meio a lembranças, realidade ou um universo alternativo a ele do qual nem sabe se são verdades ou mentiras enquanto se deixa levar por minutos fumando um Malboro e a encarar a vista urbana que o cerca. Sério, imaginei essa parte tão perfeita, assim como a sedutora Bárbara disposta sobre a mesa, desacordada ainda, após sob efeito de um sono pós sexo que lhe deixara visivelmente mais relaxada e/ou curiosa, ainda mais, pela figura de Ruy e sua misteriosa Sara.
Achei de suma importância a observação da chamada Lei de Murphy: "Quando algo tem que dar errado, vai dar errado, não importa seja feito para evitar" - poderia eu elencar vários momentos que isso foi citado, contudo vale ressaltar os pontos que me chamaram incrivelmente a atenção: quando em meio ao sexo (capítulo anterior) Bárbara prosseguiu mesmo sabendo o desejo dele por seu corpo com mente pensando na misteriosa Sara; segundo, quando a mesma fez a analogia de "tê-la matado de prazer" que interveio a mente do próprio já confusa; e por fim, já dito anteriormente, o causo do patrão dele ser atendido e repassar o bastão da preocupação em Ruy, acendendo a chama do medo que até então se dispunha levemente na bituca do cigarro.
Sinto-me até pouco mais leve sabendo que conseguiu atualizar pouco a leitura (mesmo lembrando que ainda há outros os quais preciso colocar em dia), entretanto, retirou de mim a agonia de ter deixado-o desconcertadamente nas mãos, como sem cumprir minha palavra, e quiçá, ainda mais trágico, deixar que a trama se desenrolasse pouco mais abandonando meu inerte e misterioso Ruy (sim, meu! Acredito que já adquiri intimidade para chamá-lo assim. Sem possessão, juro. Meramente amigável). Assim que possível, retornarei! Outro abraço e arrisco dizer que até um beijo seguindo um "até breve"
OLÁAAAA BEM VINDA DE VOLTA!!! Senti saudades u.u
Retribuo o abraço e perdoo a demora, aliás, tudo já foi bem explicado por você HAHA espero que agora sua rotina seja um pouco mais branda e que possibilite a você atualizar suas leituras.
Será mesmo que não dará em nada a morte de Sara? Não sei. Na verdade já bolei varias coisas e fico tão nervoso em saber se os leitores irão gostar que acabo que quase revelando quase tudo como forma de desabafo. Mas, para a felicidade de vocês não irei fazer isso para preservar o mistério. HAHA
Ruy é mesmo bem confuso. Tenho a impressão que não os conhecemos completamente, o que é válido, já que nem ele mesmo sabe muito sobre si próprio. É o que demonstra, o desinteresse.
Ai, vou segurar a língua ~dedo~ agora.
Bárbara... Nossa, me sinto tão dividido entre ela e Sara... Duas maravilhosas. Crushs literárias. ♥
A descrição tem atenção especial por minha parte. Pode perceber que a estou deixando mais branda e focando mais na narração de ações. Logo encontrarei o equilíbrio entre ambas, acho que este é o grande truque dos escritores.
Adorei a sua analogia sobre a Lei de Murphy, bem sacada ♥
Eu acho que você irá ter que dividir o Ruy com outras leitoras... HAHAHA Ele é bem disputado... Mas calma, logo logo aparece outro cara.
Até breve e beijão! Espera vê-la novamente ;)