Uau, capítulo interessante. Primeiro, vejo que é de família esse negócio de ter filosofia. Segundo, realmente a Emy é decidida e bem direta. Isso ficou claro quando ela disse: " Não sou burra. Não precisa falar nada. Sei que por motivos óbvios esta parte do testamento não valerá. Prossiga." Eu gostei dela.
Quanto às tampinhas de garrafa, eu adorei a ideia! Estou muito curiosa para saber os locais onde eles irão e o fruto disso. Ou, como a própria Ruth falou, a reflexão dos dois. Imagino que tenha a ver com a filosofia do amor que a mesma tinha. Estou ansiosa para descobrir realmente quem era a mãe da Emy e do David.
Heey!
Uau, capítulo interessante. Primeiro, vejo que é de família esse negócio de ter filosofia. Segundo, realmente a Emy é decidida e bem direta. Isso ficou claro quando ela disse: " Não sou burra. Não precisa falar nada. Sei que por motivos óbvios esta parte do testamento não valerá. Prossiga." Eu gostei dela.
Quanto às tampinhas de garrafa, eu adorei a ideia! Estou muito curiosa para saber os locais onde eles irão e o fruto disso. Ou, como a própria Ruth falou, a reflexão dos dois. Imagino que tenha a ver com a filosofia do amor que a mesma tinha. Estou ansiosa para descobrir realmente quem era a mãe da Emy e do David.
Espero vê-lo em breve. Beijos e até Ç: