Eu não sou muito fã de oneshots pelo simples fato de que gosto de acompanhar as histórias igual seriado (vê-se pelo quanto que escrevo ahahah) E eu não faço ideia dos motivos que tenha para dizer que provavelmente não vai ter filhos. Enfim... O sentimento existe em você. Você bem que podia dar umas aulas a uma certa mãe desnaturada ahahahahah. E eu achei muito bonita a forma como expôs o lado paternal. Foi simples porém profundo. Eu aqui já imaginei toooooda a história da Sabrina e do Guilherme, tanto antes do nascimento de Vitória quanto depois. Pena que é só um capítulo :( Mas ficou muito fofo.
Oi, versão Reader! Eu não costumava ser fã de ones pelo mesmo motivo e mais ainda, eu não conseguia escrever ones por achar particularmente difícil contar uma história inteira em poucas palavras, mas recentemente comecei a treinar essa parte e escrever contas e histórias curtas de vez em quando. Isso se torna mais fácil quando se tem um desafio ou algo assim, onde há um tema ou alguma coisa do tipo proposta e eu preciso encaixar a histórias nessas condições. Essa mesmo foi escrita para um desafio da Liga dos Betas e tinha um limite de palavras, porque do contrário eu poderia contar desde o nascimento do Guilherme, rsrs. Mas enfim, eu achei fofo também. Eu não terei filhos (poderia enumerar uma lista de motivos, mas isso não vem ao caso), mas a gente tá sempre pensando nas possibilidades por causa dos personagens e o pensamento do Guilherme, sobre enxergar a paternidade como um milagre é algo que eu penso pessoalmente, crenças religiosas à parte, eu vejo algo de muito incrível no fato de duas pessoas se unirem e darem vida a uma terceira, embora, na prática a coisa toda seja bem menos poética, né? São truques biológico para manter a espécie, mas eu tenho uma visão quixotesca do mundo, ahaha.
Então é isso, obrigada por comentar. Realmente essa história foi pensada para ter um capítulo único, eu já tenho duas longs em andamento e comecei uma nova, então, ficamos por aqui. Até uma próxima oportunidade.
Eu não sou muito fã de oneshots pelo simples fato de que gosto de acompanhar as histórias igual seriado (vê-se pelo quanto que escrevo ahahah) E eu não faço ideia dos motivos que tenha para dizer que provavelmente não vai ter filhos. Enfim... O sentimento existe em você. Você bem que podia dar umas aulas a uma certa mãe desnaturada ahahahahah. E eu achei muito bonita a forma como expôs o lado paternal. Foi simples porém profundo. Eu aqui já imaginei toooooda a história da Sabrina e do Guilherme, tanto antes do nascimento de Vitória quanto depois. Pena que é só um capítulo :( Mas ficou muito fofo.
Oi, versão Reader! Eu não costumava ser fã de ones pelo mesmo motivo e mais ainda, eu não conseguia escrever ones por achar particularmente difícil contar uma história inteira em poucas palavras, mas recentemente comecei a treinar essa parte e escrever contas e histórias curtas de vez em quando. Isso se torna mais fácil quando se tem um desafio ou algo assim, onde há um tema ou alguma coisa do tipo proposta e eu preciso encaixar a histórias nessas condições. Essa mesmo foi escrita para um desafio da Liga dos Betas e tinha um limite de palavras, porque do contrário eu poderia contar desde o nascimento do Guilherme, rsrs.
Mas enfim, eu achei fofo também. Eu não terei filhos (poderia enumerar uma lista de motivos, mas isso não vem ao caso), mas a gente tá sempre pensando nas possibilidades por causa dos personagens e o pensamento do Guilherme, sobre enxergar a paternidade como um milagre é algo que eu penso pessoalmente, crenças religiosas à parte, eu vejo algo de muito incrível no fato de duas pessoas se unirem e darem vida a uma terceira, embora, na prática a coisa toda seja bem menos poética, né? São truques biológico para manter a espécie, mas eu tenho uma visão quixotesca do mundo, ahaha.
Então é isso, obrigada por comentar. Realmente essa história foi pensada para ter um capítulo único, eu já tenho duas longs em andamento e comecei uma nova, então, ficamos por aqui. Até uma próxima oportunidade.