Achei muito legal esses trocadilhos que você conseguiu fazer com as queimaduras por causa do sol e as sensações que os beijos ou a simples presença dela despertavam nele, não sei se foi proposital ou mero acaso, mas foi bacana, por exemplo na hora que ele diz que se estivesse corando a exposição ao sol ajudaria a disfarçar.
O que mais marcou nesse capítulo foi a intensidade dos sentimentos de Gabriel. Aquele gesto de rasgar a passagem de volta pra casa diz muito sobre isso, mas também demonstra um pouco de imaturidade e de certa dependência emocional, digamos assim. Ele rasgou a passagem e já pensou em mostrar isso para a Ana como um espécie de prova e tal, para impressioná-la, talvez, mas também esperando receber algo em troca, algum reconhecimento e retribuição.
Eu estou aqui a ponto de julgar que ela não estava na mesma sintonia com ele, mas novamente acho que é um julgamento tendencioso, por já conhecer o final, né? Por isso, não dá pra culpar Gabriel por mergulhar de cabeça no romance, e não perceber os sinais de que ele estava mais envolvido do que Ana. Agora, eu até senti um pouco de frieza nesse bilhete que ela deixou.
hahahahha Eu também gostei das possibilidades que fui descobrindo com a metafora do filtro solar/sor/queimadura com o amor físico/etéreo. Foi divertido explorar esse campo, e essas comparações e trocadilhos surgiam meio que sozinhas na página. Era algo que eu escrevia e então me surpreendia com o que estava escrito. Coisas que só os escritores, como eu e você, entendem...hahahaha
Eu quis mostras mesmo um pouco da dedicação dele. Do quanto ele estava entregue ao que estava acontecendo, e como ela estava levando tudo aquilo numa boa. Mostrar um pouco mesmo da diferença com que eles estavam encarando aquilo.
Os dois se gostavam, mas ela via aquilo muito mais como um caso de verão do que como um relacionamento sério. E ele fazia o contrário. Se eu posso te fazer uma confissão, esse é o capítulo com a citação que eu mais gosto. A que eu achei que mais completou o capítulo que segue.
Ela fala de quem fica e quem vai, e como o amor tem muito a ver com isso. E a gente pode ver que ele tem uma visão um pouco infantil do amor - que precisa ficar para provar o amor por ela. E como ela não vê a relação dos dois com toda essa intensidade (ela vai embora duas vezes no capítulo).
E por mais que ela goste dele, ela não se permite tanto. E nesse bilhete eu não diria que seria frieza, mas o simples fato de os dois não estarem na mesma página (com o perdão do trocadilhos literário...ahahahhaa)
Pois é, desde o início a perspectiva não parece boa né? Desde o início sabemos que essa história pode não ter lá o seu final feliz... Mas deu tudo tão certo tão rápido que é dificil não torcer, eu te entendo...heheheh
Você relacionou a ausencia dela às queimaduras nele? Que legal! Ele realmente só vai tomando consciencia do quão queimado ele tá quando não está com ela. E é quase irônico que justamente a queimadura atrapalhe a despedida dos dois.
Legal ver você atenta aos detalhes da história. Essa história tem MUITOS...heheheh
Muito obrigado por passar aqui! Fico mega feliz que esteja curtindo! Beijos e até mais! ;)
A
Avrora Angeli
Esse é meu último comentário da noite por que está meio tarde né.
Eu não sei como descrever isso. E na boa eu tinha a leve impressão de que isso ia acontecer, não imaginei que logo no segundo capítulo é claro.. e mais, adorei suas respostas anteriores, só para constar.
Sobre eu ter me identificado, vamos dizer que eu passei por algo quase parecido e ao mesmo tempo completamente diferente, ainda sim envolvia um rapaz... e eu não era uma adolescente e mesmo sabendo que não tinha a menos chance de dar certo eu me envolvi demais... é vida kkk
(to rindo por fora só)
Adorei esse capítulo e achei intrigante como você consegui conduzir a história até esse ponto. De verdade, é cativante e intenso, é como estar completamente atraído.
Gabriel é mesmo um cara sem sorte... pelo menos do meu ponto de vista, imagino que há quem discorde.
Ana por um lado um pouco ingenua de fazer uma promessa assim. O mais legal, disse para mandar e-mail e não deixou o endereço eletrônico no recado kkkk adoro.
Pois é eu nunca fiz muita questão de fazer um mistério quanto ao que ia acontecer né? Desde o início eu disse que algo do tipo estava pra acontecer, e, conhecendo os personagens, nós sabemos que, cedo ou tarde, de uma maneira ou de outra, isso ia acabar acontecendo. A pergunta sempre foi "como".
Acho que muita gente já acabou se envolvendo demais, sendo ou não adolescente. Como você disse, é a vida. Essa pode não ser a minha história, mas quem é que nunca sofreu por amor, não é? Dói. Dói mesmo, mas a gente tem que aprender a lidar, mesmo que seja rindo só por fora... Até que, de tempos em tempos, a gente passa tanto tempo rindo pelo lado de fora, que acabamos contagiando um pouquinho o lado de dentro...
Alguns podem dizer que ele é um cara sem sorte. Ele com certeza concorda. Ela, talvez não...
Eu não escrevi nenhum endereço de e-mail ali, talvez devesse de fato ter escrito... Anyway, só não quis inventar um e-mail falso e botar na história. Não me pareceu necessário no momento. Talvez possa ser considerado um erro, não sei...heheheh
Ela com certeza não fez de propósito e isso não será motivo para eles não se falarem, fique tranquila...hahahah
Obrigado por passar aqui! Fico feliz que esteja curtindo! Espero te ver mais vezes! Beeijos!
Relaxa, eu imaginei que algo assim pudesse ter acontecido. Não é a primeira vez que isso acontece ;)
Eu imaginei que você iria ficar um pouquinho decepcionada, pelo seu comentário no prólogo. Na verdade, vi que algumas pessoas sentiram um pouco essa diferença. Mas ela é importante para a construção da personagem, então não há muito o que eu possa fazer. Ainda bem que você pode se conformar, obrigado =))
E sim, eu também sou cuidadoso com meus livros. Acho que eu nem chegaria perto do mar com um livro meu na mão...jajah
Fico feliz que esteja curtindo a história. Ela é simples, mas nem tanto...eheheheh
Isso foi triste, não vai ser fácil eles estarem juntos mesmo não , ela mora em outro país. O menino se deu mal, agora vai ter que aguentar a viajem toda na praia shuashuashua sua.
E você colocou uma frase de A menina que rouba livros, amoooo esse livro <3 , é tudo de bom! Ele consegue surpreender de uma forma que te deixa sem palavras.
E concordo contigo, a distancia da certo, mas é muito difícil, realmente, nada saudável. Mas acredito que se estão dispostos e se gostam de verdade, da certo
É foi triste, né? E ele realmente quebrou a cara. Rasgou a passagem dele a toa... Ficou ruim para o Gabriel...hehehehhe
Sim eu coloco as frases de A menina que roubava livros para encabeçar cada capítulo. Eu não né, o narrador...hehehehehe
Eu acho legal, pq eu mesmo nunca colocaria essas frases, pq a temática das coisas é tão diferente, e as frases do livro ficam tão fora de contexto para se encaixar aqui... Mas, pelo lado do narrador, para mim é a cara dele fazer isso...hahahahah
Sim, já vi a distância dá certo, mas só a um custo alto. Um sacrificio muito grande. É necessário MUITA disposição, principalmente levando-se em conta a fase da vida das pessoas...hehehehe
Sou desses que acredita em timing, sabe? Timing is a bitch...
Bem típico do destino fazer isso com as pessoas. Justo na última noite deles, quando eles iam ter uma linda caminhada na praia, o Gabriel esbarra com a mãe e causa esse transtorno todo. E a cereja do bolo, é claro, foi a Ana tendo que ir embora antes da hora. É realmente muito triste e só posso imaginar como os dois devem ter se sentido sabendo que provavelmente nunca se veriam cara a cara de novo. E, mesmo que fosse possível, provavelmente só seria dali a uns bons anos. É muito difícil as coisas continuarem como eram antes depois de tanto tempo... :c
Só tenho a lamentar pelos dois. Mesmo sabendo que não acabaria bem não pude deixar de torcer por eles.
O rapaz mudou bastante. Ou o amor lhe mudou. A menina o mudou. Kkkkkkk . Enfim, de qualquer maneira, ele não está mais o chato de antes e isso é bem legal de se ver.
O akor nos muda mesmo e nos faz ficar bobos... iludifos. Cheios dee sperança
Já percebeu que, as vezes, quando uma pessoa se junta com outra, as duas mudam um pouco? Acho natural, mas ao mesmo tempo bem estranho...hahahahha
E, sinceramente, não acho que ele deixou de ser chato. Basta ver como ele continua tratando os pais dele. É que agora vemos ele de bom humor, e tratando a Ana bem, e temos algo com que constrastar...hehehehe
Mas, sem sombra de duvidas, o amor nos muda, tanto no modo de ser como no de agir. Agora não sei se a Ana concordaria que ele nos faz ficar iludidos...hahahah
Gostei muito do capítulo e concordei muito com a sua última nota sobre adolescentes em relação às redes sociais. Enfim, a história está ficando cada vez melhor. Mal posso esperar para ler o resto :D
E a nota fala mesmo uma verdade, né? A tecnologia evoluiu e tal, mas ainda nao permite tanta coisa como a vida real. Ela nao substitui o contato pessoal e a proximidade entre as pessoas. Pelo menos não ainda...
Espero que continue curtindo! Muito obrigado! Beeijos!
Olá Rô, então dessa vez vi realmente fazendo um comentário que preste, e sim vou fazer um hoje e o resto dos comentários só sairá quando eu tiver de férias.
Eu começarei a ler a fanfic tudo novamente, então traduzindo esse comentário vai ser por três capítulos hahaha
Bom, eu vou copiando as partes que mais gostei, e vou falando sobre elas *-*
“Se você está lendo, apenas digo que sinto muito. Não como um pedido de desculpas ou uma declaração de simpatia, longe disso. Não devo nada a você, como leitor, exatamente porque não vou prometer nada, nem mesmo te dizer quem sou. Digo apenas que sinto muito, porque o que sinto é tanto, que não coube mais em mim e escapou para cá.”
Eu sempre tive dificuldades em começar a escrever uma fanfic, e às vezes nem sei porque, acho que espero escrever algo fantástico entende? Algo que faz a pessoa esquecer o mundo a sua volta, apenas para prestar atenção na história entende, e bom eu não se ainda tive esse êxito, mas pode ter certeza que sua fanfic teve ( na verdade não me conformo ainda de chamar isso de fanfic, porque sério, merece ser chamado de livro MARAVILHOSO E DIVOSO). Eu gosto da sensação que eu tenho ao ler esse prólogo, é praticamente a mesma sensação que sinto ao ler as notas do autor, entende? Atrás das notas sinto que começo a conhecer um pouco do autor, e através desse prólogo, eu sinto como se a pessoa que tivesse escrevendo falasse comigo, tentasse me explicar o porquê de sentir muito, e isso me lembra de certa forma a escrita do autor que fez o livro “ Alcatraz” o autor já deixa claro coisas que vai acontecer entende? Mas o mais legal, é que isso não quebra a magia e a vontade que dá ao ler a história.
“Eu levei muito tempo para criar a coragem necessária para escrever esta história. Na verdade, nem sei por que estou fazendo isso. Acho que é mais uma necessidade de deixar tudo para trás, por maior que seja a minha dificuldade em admitir que ainda não deixei. Acho que o simples fato de estar aqui, escrevendo, diz mais sobre o que sinto do que qualquer outra coisa.”
Eu me identifiquei nesta parte sabe às vezes você tenta tanto esquecer algo, que apenas faz com que aquilo se torne ainda mais presente em sua mente, e as vezes é tão insuportável guardar aquilo apenas para você, é tão ruim não poder contar para ninguém, não ter alguém para compartilhar algo, mas então, e se tivesse, será que confiaria alguém algo tão intimo? Acho que não, e por isso que escrever acaba sendo a melhor solução, e é por isso que muitas pessoas escolhem ter diário, não porque é uma coisa de menininha, mas sim porque quando não se tem ninguém para falar, você se torna sua única opção, então você escreve para si mesmo e isso pode muitas vezes ajudar, e você pode passar a entender coisas sobre você mesma que nunca antes tinha notado.
“Uma coisa é certa: isso não cabe mais em mim. Se tiver que sair, nem que seja sangrando para o papel, é assim que vai ser.”
Exatamente o que disse ali em cima, as vezes tem coisas que fica tão guardadas no peito, que chega um momento que você tem uma incrível vontade de jogar tudo pro ar, porque você não agüenta mais guardar aquilo apenas consigo mesmo, dói e machuca, e aquilo precisa sair, nem que seja sangrando, mas assim como todas as outras feridas essa também irá sarar, até que restará uma cicatriz que será a única prova de que um dia, uma dor tão grande como essa existiu.
“Todo mundo sempre diz que o amor é imprescindível, que sem ele não vale a pena viver; que o amor move o homem e que o amor move o mundo. E talvez isso tudo seja verdade, não sei. Talvez o amor seja mesmo a força vital deste planeta. Talvez esse sentimento seja para a humanidade o que o sol é para a Terra.”
Sim, acho que concordo com isso, sou o tipo de pessoa que “sonha” que o amor é o remédio para todos os problemas, mas também sei, que ele é muitas vezes a causa de muitos problemas. Sabe, muitas vezes já vi pessoas falando: - Eu casei por amor. Então, como é possível que alguém que casou por amor, se separar depois de menos de um ano de casados? Será que o amor é algo tão superficial assim? A ponto dele se acabar em tão pouco tempo? Afinal, o que é um ano? São 365 dias, mas que se passa em um piscar de olhos, e quando você vê já está chegando ao fim, afinal o que é um ano?
“Acho que meu ponto é justamente esse: alguém deveria inventar um tipo de filtro solar para o amor.”
Será que se achasse um filtro solar para o amor seria algo bom? O filtro solar serve para impedir que o sol faça coisas ruins com nossa pele, mas mesmo assim o sol bate nela certo? Então o filtro do amor, impediria que as coisas ruins chegassem e apenas as coisas boas ficasse, mas então quando cresceríamos? Qual seria o nosso progresso? Simplesmente nenhum, e então nunca cometeríamos erros e assim nunca aprenderíamos com eles, e assim passaríamos uma vida toda, fazendo a mesma coisa, e seria um ciclo completo de dejavu.
***
“Gabriel Gouvêa estava sentado no grande pufe redondo que ficava na varanda, lendo seu livro. Eram oito horas da manhã e seus pais já o haviam acordado, mesmo que ele nunca fosse entender o motivo daquilo.”
Em abril desse ano, fui viajar para Porto Seguro, e pela primeira vez conheci o mar e andei de avião e conheci um estado novo *-* Ficamos sete dias hospedados em um hotel, e eu acordava seis horas da manha todo dia. O motivo? Porque eu queria aproveitar o máximo que eu pudesse cada momento, e tenho certeza de que se eu voltasse lá hoje, eu faria tudo novamente, e novamente, novamente e nunca me cansaria e sabe por quê? Porque sei que o amanha não pode existir, e quero viver o hoje aproveitando da melhor forma que eu puder, pois o amanha é tão incerto como os nossos sonhos, afinal, nunca teremos 100% de certeza que eles se realizarão. Mas entende o Gabi, às vezes tudo que mais queremos é apenas dormir, afinal, muitas vezes os nossos sonhos são melhores que a realidade, e quando você dorme, não precisa ter que encarar sua vida real, que as vezes é tão assustadora como um filme de terror.
Nota do(s) autor(es): Qual o ponto de ter uma casa na praia se ela está sempre alugada para outra pessoa? A casa é sua, mas você quase nunca pode usar... Eu nunca vou entender isso.
Talvez por que a casa realmente não é sua, entende? Imagina o seguinte, quando seus pais morrer, tudo que foi deles, será seu, mas quem que construiu tudo isso? Foi você ou eles? Foi eles, assim enquanto eles não morrer, aquilo não será seu de verdade, é apenas uma merda de metáfora dizer que é algo é seu, pois na verdade não é, será seu apenas aquilo que você conquistará, o resto será apenas presentes... Pelo menos eu penso assim.
“Ele não se importava em ir à praia, mas entre ler o seu livro na areia, sob aquele sol escaldante do verão, e ficar confortável na varada, deitado no seu pufe, a última opção era definitivamente a preferida.”
Sinceramente, quando fui no mar pela primeira vez, não gostei. Aquelas ondas batendo, eu quase me afogando, era demais para mim, então eu aprendi a olhar a parte bonita da coisa, eu vi como era incrível olhar para o horizonte e não ver um fim, como era legal dar uns pulinhos para a onda passar e como era bom olhar em volta e ver tantas pessoas diferentes, e todos buscando apenas um momento de lazer. Eu também gosto de ler livro, e nas minhas férias eu também ficava lendo, então entendo o Gabi, mesmo eu sabendo que se esconder em um livro por medo de enfrentar seus medos, suas inseguranças, nunca é a melhor escolha.
“O pai gastou um bom segundo olhando para o filho com os olhos semicerrados, como se o avaliando, até que bufou e voltou para dentro de casa, balançando negativamente a cabeça, sem discutir”
Sinceramente? Eu achei que os pais dele poderia ter sido mais firme com o garoto. Tudo bem se ele não queria ir na praia, mas a discussão simplesmente me faz pensar que parecem uma família sempre em guerra, e onde está o amor? O amor trás respeito. Sei que muitas vezes irrita a mãe ficar falando para vc vestir isso, comer aquilo, ir em tal lugar, e por isso que entendo novamente o Gabi, e por isso que estou gostando tanto da história, porque poderia ser a minha história escrita por você, é algo tão real, tão emocionante cara.
“— Eu já deixei você voltar pra casa na segunda-feira. Você não vai passar nem o sábado e o domingo com a gente, na praia? – ela perguntou, tentando se fazer de vítima. Gabriel, porém, já conhecia aquela técnica há muito tempo.”
Sério, todas as mães fazem isso, e cara irrita e muito hahaha. Assim como falam “ Quando eu morrer vocês irão chorar” “ Ah quando eu te pegar “. Acho que elas tentam se fazer de vitimas porque sabem que os filhos sempre caem, pelo menos eu caio hahaha
“Mas não ela. Ela não queria fugir. Tinha quatro dias ali. Quatro dias apenas, antes de voltar para casa. Ela iria botar uma calça, independente do quão ridícula ela fosse parecer quando voltasse para a areia, e aproveitar o tempo que tinha em seu país de origem.”
Sei como a Ana se sentiu, afinal é tão ruim voltar para casa, dá uma sensação de vazio, uma sensação de que o tempo foi pouco demais e depois quando você começa a olhar para trás, parece ser uma lembrança tão distante, que se não fosse as fotos, você se pegaria perguntando se aquilo não foi um sonho.
Nota do(s) autor(es): Os sonhos não deveriam ser assim, certo? Os sonhos deveriam ser mágicos... Deve ser devastador descobrir que o seu sonho não passa de uma realidade como outra qualquer.
Sim, os sonhos deveriam ser mágicos, mas a própria mágica não passa de uma ilusão, certo? Quando sonhamos com nossos sonhos, damos a ele uma forma mágica, mas na realidade os nossos sonhos não passa de tentativas, erros, falhas e acertos.
“Por um momento o menino pareceu atordoado. Ele olhou em volta, procurando quem era o destinatário da súbita e inexplicável acusação da garota. — É você mesmo, Edward...”
Sim, novamente tenho que citar a piada. Sabia que comecei no nyah lendo fanfics do Edward e da Bella? E eu imaginei a mesma coisa quando ela falou como ele era Branco. Acho que de certa forma o Gabi tem algumas coisas parecidas com o Edawrd ( tirando a parte é claro de serem branquelos). Os dois escondem o que realmente é, o Ed esconde que é um vampiro, e o Gabi esconde que é um cara como qualquer outro, ele se fecha e não dá tempo para que as pessoas o vejam. O Ed tem muitas histórias para contar, assim como o Gabi, mas ambos não contam, ambos se escondem, afinal, o que tem a contar pode não ser tão bonito assim.
“Gabriel Gouvêa”
Eu tenho uma personagem com esse sobre nome hahaha, só que é uma menina *-*
“— Você ainda se acha engraçadinho. Aposto que foi ela que te deu esse livro, não foi? E você dispensando ela para ler. Custava ler na praia? É o que eu estou fazendo...”
Sim, concordo com a Ana. Às vezes não damos importância a pequenos detalhes, mas são os pequenos detalhes que faz toda a diferença. Os nossos pais nós dão tudo, então porque eles pedem algo tão pequeno, temos que simplesmente recusar, dizendo que tem algo melhor para fazer? Afinal, será que ler um livro, é melhor que ficar ao lado daqueles que são seus pais? Que te criou, que te desejou e esperou durante nove meses? Será que qualquer coisa no mundo, é melhor do que passar seu tempo ao lado daqueles que sem eles você não existiria e não seria nada?
“— Olha, você não sabe o quanto isso aqui pode ser legal. O quanto que esse lugar tem para oferecer, o quão único isso é no mundo...”
Será que alguma vez saberemos realmente o que mundo pode nós oferecer?
“— Sim, é... O meu livro... – ele disse, seguindo-a com precaução. – O que você está indo fazer ai então?”
Porque será que tive a impressão que ele não estava se importante com o livro, e sim com a altura?
Nota do(s) autor(es): Não. Esse não foi um dos melhores momentos do rapaz. Ele não tinha a menor ideia de (ou ao menos se importava em saber) como aquilo estava irritando Ana. Alguns, porém, dizem que se ele não tivesse agido desta maneira, talvez essa história nunca tivesse acontecido.
Acho que se algo é para acontecer, ela irá acontecer independente de como ou quando.
“Sentia não pertencer ao lugar que amava e clamava não amar o lugar a que pertencia.”
Quem nunca se sentiu assim? Eu me sinto assim todo o momento, como se lugar nenhum fosse realmente o meu lugar, como se independente de onde eu estivesse, ainda sim, não seria o meu lugar e o pior, independente de quantas pessoas tivessem ao meu lado, ainda sim, eu me sentiria só.
“— Olha... – ele começou. – Fica tranquila, ok? Eu sempre morei na minha casa, nunca sequer mudei de bairro, e ainda assim não sei a que lugar do mundo eu pertenço. Não é só você... Isso é tudo muito normal...”
Eu já me mudei seis vezes ( mesmo sendo no mesmo estado) e já morei tanto em sitio como cidade, e sempre bate essa pergunta: Será que aqui é o meu lugar? E então quando estava começando a gostar daquele lugar, ele era tirado de mim, e novamente eu me mudava.
Nota do(s) autor(es): Quem em sã consciência faria alguma coisa assim? Sério... Quem?!
Provavelmente eu teria parado de ler, e intrometido na conversa, fazendo perguntas hahaha
Nota do(s) autor(es): Quando um garoto gasta mais de trinta minutos além do seu tempo habitual para se arrumar por causa de uma garota, ele deveria tomar vergonha na cara... Alguns, porém, acham isso “fofo”.
Acho que não me importaria, e até acharia fofo, mas que, por favor, isso não virasse algo toda vez hahahah Eu mesmo não sou de “me enfeitar “, gosto de coisas mais básicas e rápida hahaha
“Quando virou a esquina da casa, observou sem palavras enquanto ela subia uma escada que já estava estrategicamente posicionada para levá-los ao telhado da casa. Ele percebeu, então, que tudo aquilo havia sido planejado muito antes dela saber que os pais dele iriam para a cidade. Sorriu, surpreso mais uma vez com a garota que acabara de conhecer e a seguiu escada acima.”
CARA QUE NÃO GOSTARIA DESSE TIPO DE SURPRESA? Eu mesmo amaria hahahaha Na verdade nos meus “sonhos” aqueles que são mágicos, e provavelmente será um pesadelo na vida real, sonho com alguém que me surpreenderia sabe *-*
Nota do(s) autor(es): Somente adolescentes se conhecem, fazem confissões de amor e sexo no telhado, tudo em menos de vinte quatro horas. E, pior ainda, acreditam em tudo aquilo. É o tipo de coisa para o qual tento alertar os leitores. Não digo que esse amor à primeira vista não pode ser real. Só digo que ele é perigoso.
As vezes acreditamos em tantas coisas, coisas essas que jamais acontecerá ou será realmente real, coisas que machuca e deixa marcas para sempre, e esse é o principal erro dos humanos, acreditar demais, quando deveria desconfiar que nada é como nos conto de fadas.
***
Novamente sem notas no capítulo? Sorte sua que sinto como se o personagem falasse comigo hahahaha
“— Como você consegue ficar tão calma? Meus pais podem chegar a qualquer momento! – disse ele, já dentro da casa, buscando a vassoura e a pá para limpar toda a sujeira das garrafas que haviam caído do teto.”
Quando eu faço algo de “errado” por mais pequeno que seja, minha consciência sempre me condena e eu nunca consigo ficar calma, sempre fica voltando aquilo na minha mente sabe, então eu definitivamente não presto para viver fora da lei hahahaha
“— Não... São um casal passando férias numa cidade de praia com um adolescente chato e pentelho faz questão de deixá-los sozinhos.”
Cara eu amo o jeito espontâneo dela de falar, sem medo, com uma liberdade sabe, como se não tivesse nada a temer.
“— Que tal a gente não falar disso, em? Eles ainda são meus pais, afinal...”
Porque nenhum filho consegue falar dos pais quando o assunto é que os pais fazem sexo? Afinal, foi assim que cada um de nós surgiu não é mesmo?
Nota do(s) autor(es): Nenhum dos dois jamais soube dizer se foi à pessoa ou o lugar, mas aquela noite no telhado foi uma das memórias mais vivas que Gabriel e Ana guardaram daquele verão.
E quem conseguiria esquecer algo assim? Acho que apenas se tivessem uma amnésia!
“Ele bufou, mas não reclamou. Apenas aceitou o abraço e a ardência, e passou o próprio braço em volta do corpo da menina.”
Tô com uma serie duvida se a ardência é pela falta do filtro solar para o sol/por causa do sol, ou o filtro solar do amor e o toque dela que aquece ele hahaha
Nota do(s) autor(es): É engraçado como, às vezes, nos recusamos a ver algumas coisas. Alguns sinais são tão claros, e ainda assim, o amor consegue cegar de tal maneira que simplesmente não conseguimos enxergar.
Confesso meio que boiei nesta parte. No caso o que ele recusou de ver? De que já estava apaixonado pela Ana? Ou que aquilo não seria um conto de fadas?
Nota do(s) autor(es): Aquilo era tão inacreditável que não podia ser verdade. A menina escrevia. Ela queria escrever um livro... Ela não podia ser mais perfeita, nem se quisesse.
Okay, também gostaria de um menino que escrevesse... CARA SERIA TÃO PERFEITO ( Aylla desce daí menina, se cair o tombo vai ser alto hahah)
Nota do(s) autor(es): A intuição é algo complicado de se entender, e, por consequência, de se explicar. Quem quer que se atenha a fatos e explicações racionais sabe que não deveria acreditar nela. Mas, ainda assim, é difícil argumentar que ela não existe.
Concordo plenamente. *-* Cara estou amando isso, acho que vou morrer antes de terminar de ler *__*
“Eu tenho que ir. Me desculpa, de verdade. Meu pai recebeu uma ligação do trabalho, eu acho. Ele não quis explicar muito. Parece que a empresa pagou para adiantar a nossa passagem de volta para amanhã de manhã, mas eles não sabiam que estávamos numa cidade de praia, e não na capital. Temos que pegar a estrada a noite. Você foi uma das melhores coisas que me aconteceram nesse verão. Obrigada pelos últimos dias. Me manda um e-mail e a gente troca celulares depois, para podermos continuar nos falando. Você ainda me deve uma caminhada pela praia. Eu vou cobrar. Sempre sua, Ana.”
COMO VOCÊ PODE FAZER UMA COISAS DESSAS? COMOOOOOO? ME EXPLICA? CARA EU TÔ CHORANDO, minha cabeça ta doendo, comooooo?
Nota do(s) autor(es): É engraçado como os adolescentes tendem a acreditar nesse tipo de besteira. “Vamos trocar e-mails, mensagens instantâneas e conversas de vídeo”; “Vamos nos ver em tanto tempo. É só termos paciência até lá”. Como se os adolescentes soubessem o que é a paciência, ou que você não pode cobrar uma caminhada na praia pela internet. Novamente, não digo que o amor não possa sobreviver assim. Sei que, muitas vezes, ele sobrevive. O que não significa que isso seja saudável.
Nunca é saudável! Sinceramente não posso nem falar sobre essa nota, se não vou chorar ainda mais, porque sei, que o fim, não será como nos conto de fadas, afinal está é uma história sobre o amor, e nem sempre amar traz situações justas *-*
Beijos de uma leitora apaixonada, viciada e encantada *__*
O que mais gostei:
Não acho que consiga escolher, acho impossível, acho sinceramente que isso é real, e talvez seja a realidade de cada um, mas quem tem coragem de admitir isso?
First of all – UOW! Esse é provavelmente um dos melhores comentários que eu já recebi em todos os meus anos de Nyah, e, sem sombra de dúvidas, o maior deles. Se você quer ter noção, ele ultrapassou as 3400 palavras...hahahahha Mair que muito cap de fanfic por ai!
Sério, eu nem sem o que dizer...hahahahahah
Muito obrigado parece pouco e bobo, perto disso tudo aqui *-*
Acho que é melhor seguir os seus comentários de cada parte uma a uma, para contabilizar a coisa toda! Hahahahah
Olha, um dos motivos de esse prólogo não ter notas é o fato de que ele em si é quase que uma “nota do autor”. Na verdade, o Gabriel é o autor dessa história, e, bem, o prólogo é a nota que ele deixa para o leitor antes do primeiro capítulo... entende? Heheheheh
Foi uma coisa que eu pensei enquanto postava essa história. Eu quase deixei ela sem nota nenhuma. Não queria misturar a minha voz com a do Gabriel. Ainda acho estranho qualquer postagem aqui sem nota, mas acho que nessa em especial elas mais atrapalham a experiência do que ajudam...hehehehhe
Esse tom de conversa facilitou muito abrir a fanfic. E me facilitou muito entrar na cabeça do Gabriel. Acho que isso é a tudo na forma como contamos a história. Nós as contamos para vocês leitores da mesma maneira como nós vamos descobrindo elas. E essa foi a minha maneira de conhecer melhor o meu protagonista...heheheheh
Sobre chamar essa história de “fanfic”, bem, eu não chamo... Na verdade, acho que chamar qualquer original de fanfic é uma contradição. Fanfic é ficção de fã, e uma original não é ficção de fã, é só ficção... O máximo que eu uso é fic, pois tira a parte do fã hehehhe – mas isso sou eu com minhas esquisitices. Você pode continuar chamando de fanfic se quiser, juro! Hahahahah =p
Talvez eu tente a publicação dessa história algum dia, mas ela é longa demais para ser um conto e curta demais para ser um romance. Seria uma novela, e quase ninguém publica isso hoje em dia. Ela precisaria estar em uma coletânea, mas eu ainda não tenho histórias para acompanha-la (apesar de ter uma nova prontinha, esperando só a revisão para postagem).
Sobre escrever para deixar sair coisas de você, muita gente acaba usando o diário como uma (ótima) terapia. Tem um escritor americano que compara escrever com qualquer outra atividade de excreção...hahahah – Mas é isso mesmo. Escrever é botar para fora algo dentro de você, e todo mundo tem coisas a botar para fora. Alguns com mais dificuldade, “sangrando para o papel”, outro nem tanto. O importante é botar para fora e deixar fluir. É incrível o peso que isso pode tirar das nossas costas.
Sobre o amor remédio x amor causador de problemas, acho que isso pode ser aplicado, guardadas as devidas proporções, a tudo na vida. Nada é absoluto. Tudo pode ser bom, ou pode ser ruim. Muitas vezes isso mais depende de como você lida com alguma coisa do que daquela coisa em si. Não acho que o amor seja o problema, muitas vezes é até a solução, como o Sol. A culpa não é do Sol que ele queima, é das pessoas que não sabem se expor. Assim, o amor, se lidado de maneira errada, pode sim acabar em um ano, ou em menos tempo...
O que seria ou como funcionaria o filtro solar do amor é algo de que prefiro não falar, pelo menos não no meio da história. Ainda estamos na metade, e ainda tem coisas pela frente ( nos capítulos ainda não lidos) que ajudam a entender e a construir toda essa metáfora do sol e do amor e da exposição e da queimadura. Mas não, ele não impediria sentimentos ruins ou problemas de amor, assim como passar um filtro solar não impede completamente que você se queime ;D
*-*-*-*
Nossa eu cresci no Rio de Janeiro, e sempre fui criado perto da praia. Meu pai sempre adorou a areia e o mar. Então isso muda um pouco sua perspectiva das coisas. Lembre-se, o Gabriel estava viajando, mas para a casa dele. Não era algo novo. Era algo anual, corriqueiro, que para ele já estava até chato. Você não acorda odo dia querendo aproveitar cada momento quando está em casa, não é? O amanhã pode não existir, mas pq então só pensamos em aproveitar os 100% da vida de cada dia quando estamos de férias, ou em um lugar novo, ou com gente interessante? É da natureza humana, isso. Claro que existem exceções e você até pode ser uma delas... hehehehhe
Mas, hey. Eu tb adoro praia e o mar, então quem sou eu para falar, certo? Para mim o Gabriel foi mesmo meio babaca.
E sua perspectiva sobre o que você herda dos seus pais e o que é deles não é seu é muito interessante e madura. Mas a pergunta dele persiste um pouco. Mesmo que não seja 100% seu, seja um presente... Qual o propósito de um presente que você não pode usar? No mais, ele é um adolescente e tem muito pouca perspectiva sobre o “conquistar”. Tudo o que ele tem lhe foi dado pelos pais...
Nossa eu não lembro da primeira vez que fui ao Mar, mas eu amei, com certeza. É uma sensação muito, muito boa. Por sinal, o local onde essa história se passa é baseado em um local real, que eu conheço, na região dos lagos, no RJ. Amo aquele lugar de paixão. Praias lindas, mar gostoso, tudo o que eu sempre quis... E eu também gosto de ler na praia, apesar do leve nervoso entre a proximidade entre o mar e o livro...hahahahahha
Sobe os pais dele, com certeza eles poderiam ter sido mais duros. Mas nós temos os pais que temos, certo? Eles são pessoas, como nós vamos ser quando crescermos, e as pessoas tem seus próprios jeitos e diferenças. Não acho que falte amor, exatamente, mas conversa e dialogo. Por parte deles e por parte do Gabriel também. Mas sim, quem nunca se irritou com os pais, não é? Hahahhaha
E eles são mestres em fazer chantagem emocional, e cobrar de você pelos sacrifícios que eles supostamente fazem. Tem muita gente que cai mesmo, por isso eles acabam fazendo, mas em parte é pq a gente também tem a tendência de se fazer de vítima. É mais fácil de lidar com as coisas assim...
Já a Ana é uma pessoa diferente. Ela pode até estar frustrada com a realidade do sonho dela, mas ela não vai ficar em casa, ou ficar na praia reclamando da vida e do vento. Ela vai botar uma calça, ficar ridícula, mas vai curtir. É muito mais eficaz do que ficar se fazendo de vítima, não acha? Ela sabe que tem pouco tempo ali, e quer a culpa de alguma coisa errada seja ou não dela, ela vai ter que aprender a viver aquilo e aproveitar enquanto pode... Respeito muito isso nela... ;)
Cara essa piada me saiu muito natural. Eu imaginei a cena na minha cabeça e ela simplesmente surgiu. Piadas, normalmente, não são muito o meu forte...hahahahha – Fora isso, porém, eu nem pensei no Edward quando escrevi o Gabi. Ele tem suas peculiaridades, e apesar de os dois serem um pouco reclusos, acho o Edward um outro tipo de personagem. E, convenhamos, o Gabriel foi bem aberto com a Ana...ahahahhaha
Você tem uma personagem feminina chamada Gabriel Gouvea? Hahahah Como assim? Gabriel não é nome de menino? Ahhahahahah
Sim, esse é um belo puxão de orelha que a Ana deu n Gabriel. Mostrou que ele sequer pensou na mãe e no pai. Não se interessou em achar algo que pudesse agradar a ele mesmo e aos pais ao mesmo tempo. Mas é interessante observar que nem o pai nem a mãe dele pensaram nessa solução dela, o que mostra que eles também não fizeram muito esforço para encaixar o Gabriel na ideia que eles tinham para o fim de semana...
Aqui eu vejo que não foi nem uma ideia de “deixa de ler esse livro e vai curtir seus”, mas sim “cara, vai ler esse livro E curtir os seus pais. Custa?”. É uma ideia de que ele não precisa se sacrificar (mais uma vez se colocando como vítima) mas pode fazer o que ele quer e o que os pais querem, mas ele não se interessa nem em buscar essa solução.
Acho que nunca saberemos de verdade tudo o que o mundo tem a nos oferecer. E, sabe de uma coisa? Essa que é a graça de tudo...;)
E naquele momento em que ele achou que ela queria pular da pedra, você estava certa. Ele não pensou tanto no livro não...hahahhahaha... mas foi sutil em disfarçar pelo menos, vai... =p
Esse lance de não saber o seu lugar no mundo é uma das coisas mais naturais do ser humano. Principalmente durante a adolescência e juventude. É natural, quer você se mude muito por ai ou você fiquei muito parado em algum lugar. Não tem como fugir dessa dúvida. Ela é até importante para descobrirmos quem somos.
Sério, o momento em que ele para de ler para ouvir ela falar é beeem legal né? Se ignorar ela no início não foi um de seus melhores momentos, esse com certeza foi.
Adoro quando ele começa a se arrumar também. Duvido que isso se tornasse um habito, mas vai que, né? Quem disse que só as garotas demora para se arrumar? Hahahahha
Uma outra coisa que eu gosto na surpresa da Ana é que o ato de ir para o telhado em si não é uma grande surpresa, mas ela constrói essa surpresa quando leva ele a acreditar que eles iriam fazer outra coisa qualquer. Ela provoca ele, e ele cai direitinho, e aí ela surpreende com o que ela tinha em mente. Ela não fez nada demais. Só usou a criatividade e foi espera para saber enrolar ele...hahahahha
Eu também adoro surpresas, sério. Amo. Mas não é todo mundo que consegue me surpreender. =/ Normalmente eu descubro as coisas antes....
Dependendo de como acreditamos nas coisas, realmente isso pode ser um grande erro. De verdade. Nós criamos uma expectativa na nossa cabeça e acreditamos fielmente nela sem ter motivos fortes para isso, além da nossa simples e pura vontade. Isso pode gerar recompensas? Sim. Quanto maior o risco, maior a recompensa. Mas quanto maior o risco, maior a chance de você não ter recompensa nenhuma né? A gente tende a esquecer dessa parte... hehehhee
Viu o desespero dele com a zona toda? E ela lá tranquilona...hahahaha Parte disso é pq ela realmente acha que nada vai rolar, mas é super fácil ficar tranquilo quando não é você que vai se ferrar se for pego né? Ahahhahahah E o jeito espontâneo e direto dela de falar tem muito a ver com o fato de ela não fantasiar muito sobre a vida. Ela lida com o sonho dela de maneira bem real, lida com o fato de os pais fazerem sexo de maneira bem real, e lida com o amor de maneira bem real...hehehhe
Mas é realmente difícil pra muita gente se dar bem com o fato de os próprios pais fazerem sexo. Freud explica, literalmente...hehehehhe
Sobre a noite no telhado, confesso, eu também acredito que não esqueceria...hahahhahahhaha
Cara essa metáfora do filtro solar se adequou TÃO bem a história toda. TÃO bem...hahahah Essa questão da ardência foi muito legal de brincar, muitas vezes até sem querer. Mas é porque a coisa se encaixou de tal jeito que fica inevitável não funcionar em todos os sentidos possíveis...heheheheh
“ ‘Nota do(s) autor(es): É engraçado como, às vezes, nos recusamos a ver algumas coisas. Alguns sinais são tão claros, e ainda assim, o amor consegue cegar de tal maneira que simplesmente não conseguimos enxergar.’ Confesso meio que boiei nesta parte. No caso o que ele recusou de ver? De que já estava apaixonado pela Ana? Ou que aquilo não seria um conto de fadas?”
Você destacou essa nota e eu preferi destacar de novo para explicar, pois tenho a impressão de que isso é algo que passa batido por muitos leitores. Essa nota não é tão simples de se entender. Mas muita gente parte do princípio de que isso aqui é apenas ele prevendo algo no futuro, que é apenas uma maneira de indicar que algo não tão legal vem pela frente.
De certa fora, essa nota é justamente para isso, mas ela indica muito mais, e muito mais claramente. Todo esse capítulo é construído no conceito de ir embora. Por isso eu escolhi a citação que começa com ele. A ideia de que não ir embora é um ato de amor. E o que acontece nesse capítulo? A Ana vai embora. Só que ela não vai embora só no final. Ela vai embora duas vezes no capítulo. E uma vez é justamente antes dessa nota.
Eles tinham acabado de passar um lindo dia juntos e dormido juntos. Ele tinha acabado de fazer um gesto que para ele era um ato de sacrifício. Rasgou a passagem de volta para casa e estava indo mostrar para ela que ele NÃO QUERIA IR EMBORA. Ele via aquilo como um ato de amor. Uma declaração. E quando ele abriu a porta, descobriu que ela tinha ido embora sem falar nada.
Claro que ela tinha ido embora pra casa dela, não para sempre. Mas ainda assim, ela foi embora. Ela acordou e enquanto ele estava se sentindo super romântico, preparando café da manhã e fazendo gestos românticos, ela simplesmente se viu sozinha no quarto e decidiu ir embora, sem sequer deixar uma explicação. É esse o sinal que ele se recusava a ver... O sinal de que ela não está reagindo da mesma maneira que ele. E isso é super importante.
Sobre a Ana escrever, super legal né? Eu acho que ficaria super feliz com uma pessoa que entedesse de escrita. Mas também podia ser complicado. Nos escritores somos muito peculiares. Não sei se daria certo se dois ficassem muito próximos por muito tempo, como um casal. Seria preciso muita maturidade...hahahhaha
Sobre a intuição, é f*** né? Eu não acredito 100%, mas é difícil não acreditar...hahahaha Ela acerta muitas vezes. Não faz sentido o quão certa ela pode estar...hahahha
Cara, sobre ela ir embora. Bom, como eu disse, isso estava fadado a acontecer né? Hahahahhaa Desculpa pelas lágrimas, de verdade. Mas as histórias emocionantes são assim né? Elas emocionam... hahahah Fico apenas muito feliz de ter conseguido emocionar...
É eu acho que relacionamentos a distancia podem não ser muito saudáveis. Eles certamente geram stress e complicação. É inevitável. Mas o mundo não é justo e todos os relacionamentos enfrentam dificuldades né? A distancia não deve ser a única razão para pessoas não ficarem juntas. É apenas uma boa razão...hhaahhaha
Mais uma vez, MUITO MUITO MUITO obrigado por esse comentário/resenha da metade da minha história. Agora vem a metade final e as coisas vão se fechar. Espero sinceramente que goste e ficarei MUITO feliz em fazer outra resposta dessa para você se necessário for. Só espero poder continuar agradando e emocionando.
Amando a fic assim como a menina que roubava livros. Acho que eu demorei para entender o que tanto me chamou atenção na história além do enredo. Claro que seu plot é ótimo, mas essas notas.. fazem-me lembrar da narração de Zuzak, será que é isso? Foi intencional?
Cara você pegou bem a referência. Considerando como o livro do Zuzak é famoso e como as frases que encabeçam os capítulos são do livro, eu não sei como ninguém reparou (ou pelo menos comentou) que as notas do autor são um modo de espelhar o estilo do Zuzak no livro, onde a morte, o narrador, vive comentando o que acontece.
E isso é 100% proposital. Não apenas pq eu acho isso legal, mas pq eu não sou o autor. E o autor tem motivos para estar se prendendo a esse livro... O livro em si tem uma ligação muito grande com essa historia para ele, e isso não tem nada a ver com o estilo ou a mensagem que o Zuzak tenta passar.
É um modo sutil de mostar como essa história o afetou ;D
Alá óh viu. Meu dom é absoluto. Estou cansada de sempre estar certa hahahah Nossa de novo tenho que comentar sobre isso: [...] Como se os adolescentes soubessem o que é a paciência, ou que você não pode cobrar uma caminhada na praia pela internet. Novamente, não digo que o amor não possa sobreviver assim. Sei que, muitas vezes, ele sobrevive. O que não significa que isso seja saudável. [...] To curiosa '-' hey alguém te pediu pra escrever ou/ou algo do tipo? É que assim é contraditório de mais! 'Maaaar' gente '='
Bem, bem, bem, continuo prevendo mais "drama", você antecipou o "problema", confesso que estou morrendo de curiosidade. Preciso/necessito acabar essa fic agora.
Momento frase ruim: "O que os autores mais odeiam são os "leitores fantasmas" e o que os Leitores -comuns- mais odeiam são "autores fantasmas". - MEDINA,érica. 23:18 no dia 04/07/2015. Frase minha e apenas minha. Todos os direitos são reservados. hueheuheu
Sou do tipo que não tem muita criatividade pra deixar reviews que prestem, então falo coisas aleatórias, pra não virar uma fantasma. A minha ideia é acabar com os "Fantasminhas"/tímidos/e com os que não sabem o que dizer (eu). E qual é a melhor forma de mudar algo/sistema/pessoas/mundo? Começando por nós mesmos. Oh Zeus ajudai, estou filosofando AAAHH chega! Escrevi de mais, vou ir agora ler os outros cap :p
Olha você falando de contrariedade de novo...hahahahha Não vi como contraditório. Pq isso? hehehehehe
Adoro essa nota final. Ela diz uma verdade muito grande. Mas não, ninguém me pediu para escrever essa história...hahahaha Como eu disse, ela não é baseada em algo que aconteceu de verdade comigo, ou que tenha acontecido com alguem que eu conheça...hehehhehe
Fico feliz que tenha ficado curiosa e tenha tido animo para ler tudo logo! hahahaha
E não se preocupe com seus reviews, pq eles estão ótimos, mesmo! E eu também super apoio a ideia de acabar com leitores fantasmas. É muito melhor comentar! =)
O que acho que pode melhorar:
meio sem palavras para definir este captulo...
hahaha - Assim eu fico meio sem palavras para responder...
Espero que tenha gostado e que estar sem palavras seja um bom sinal... =)
Obrigado pela presença!!
Beijos
Achei muito legal esses trocadilhos que você conseguiu fazer com as queimaduras por causa do sol e as sensações que os beijos ou a simples presença dela despertavam nele, não sei se foi proposital ou mero acaso, mas foi bacana, por exemplo na hora que ele diz que se estivesse corando a exposição ao sol ajudaria a disfarçar.
O que mais marcou nesse capítulo foi a intensidade dos sentimentos de Gabriel. Aquele gesto de rasgar a passagem de volta pra casa diz muito sobre isso, mas também demonstra um pouco de imaturidade e de certa dependência emocional, digamos assim. Ele rasgou a passagem e já pensou em mostrar isso para a Ana como um espécie de prova e tal, para impressioná-la, talvez, mas também esperando receber algo em troca, algum reconhecimento e retribuição.
Eu estou aqui a ponto de julgar que ela não estava na mesma sintonia com ele, mas novamente acho que é um julgamento tendencioso, por já conhecer o final, né? Por isso, não dá pra culpar Gabriel por mergulhar de cabeça no romance, e não perceber os sinais de que ele estava mais envolvido do que Ana. Agora, eu até senti um pouco de frieza nesse bilhete que ela deixou.
hahahahha Eu também gostei das possibilidades que fui descobrindo com a metafora do filtro solar/sor/queimadura com o amor físico/etéreo. Foi divertido explorar esse campo, e essas comparações e trocadilhos surgiam meio que sozinhas na página. Era algo que eu escrevia e então me surpreendia com o que estava escrito. Coisas que só os escritores, como eu e você, entendem...hahahaha
Eu quis mostras mesmo um pouco da dedicação dele. Do quanto ele estava entregue ao que estava acontecendo, e como ela estava levando tudo aquilo numa boa. Mostrar um pouco mesmo da diferença com que eles estavam encarando aquilo.
Os dois se gostavam, mas ela via aquilo muito mais como um caso de verão do que como um relacionamento sério. E ele fazia o contrário. Se eu posso te fazer uma confissão, esse é o capítulo com a citação que eu mais gosto. A que eu achei que mais completou o capítulo que segue.
Ela fala de quem fica e quem vai, e como o amor tem muito a ver com isso. E a gente pode ver que ele tem uma visão um pouco infantil do amor - que precisa ficar para provar o amor por ela. E como ela não vê a relação dos dois com toda essa intensidade (ela vai embora duas vezes no capítulo).
E por mais que ela goste dele, ela não se permite tanto. E nesse bilhete eu não diria que seria frieza, mas o simples fato de os dois não estarem na mesma página (com o perdão do trocadilhos literário...ahahahhaa)
Que triste a Ana ter que ir embora, e não tenho bons pressentimentos sobre eles se verem de novo DD:
Muito bacana esse capitulo. Achei bem legal a relação entre a ausência da Ana e a piora das queimaduras do Gabriel :D
Bom, até o próximo capítulo \o Beijosss.
Pois é, desde o início a perspectiva não parece boa né? Desde o início sabemos que essa história pode não ter lá o seu final feliz... Mas deu tudo tão certo tão rápido que é dificil não torcer, eu te entendo...heheheh
Você relacionou a ausencia dela às queimaduras nele? Que legal! Ele realmente só vai tomando consciencia do quão queimado ele tá quando não está com ela. E é quase irônico que justamente a queimadura atrapalhe a despedida dos dois.
Legal ver você atenta aos detalhes da história. Essa história tem MUITOS...heheheh
Muito obrigado por passar aqui! Fico mega feliz que esteja curtindo! Beijos e até mais! ;)
Esse é meu último comentário da noite por que está meio tarde né.
Eu não sei como descrever isso. E na boa eu tinha a leve impressão de que isso ia acontecer, não imaginei que logo no segundo capítulo é claro.. e mais, adorei suas respostas anteriores, só para constar.
Sobre eu ter me identificado, vamos dizer que eu passei por algo quase parecido e ao mesmo tempo completamente diferente, ainda sim envolvia um rapaz... e eu não era uma adolescente e mesmo sabendo que não tinha a menos chance de dar certo eu me envolvi demais... é vida kkk
(to rindo por fora só)
Adorei esse capítulo e achei intrigante como você consegui conduzir a história até esse ponto. De verdade, é cativante e intenso, é como estar completamente atraído.
Gabriel é mesmo um cara sem sorte... pelo menos do meu ponto de vista, imagino que há quem discorde.
Ana por um lado um pouco ingenua de fazer uma promessa assim. O mais legal, disse para mandar e-mail e não deixou o endereço eletrônico no recado kkkk adoro.
Bem, é isso. Boa noite :)
Pois é eu nunca fiz muita questão de fazer um mistério quanto ao que ia acontecer né? Desde o início eu disse que algo do tipo estava pra acontecer, e, conhecendo os personagens, nós sabemos que, cedo ou tarde, de uma maneira ou de outra, isso ia acabar acontecendo. A pergunta sempre foi "como".
Acho que muita gente já acabou se envolvendo demais, sendo ou não adolescente. Como você disse, é a vida. Essa pode não ser a minha história, mas quem é que nunca sofreu por amor, não é? Dói. Dói mesmo, mas a gente tem que aprender a lidar, mesmo que seja rindo só por fora... Até que, de tempos em tempos, a gente passa tanto tempo rindo pelo lado de fora, que acabamos contagiando um pouquinho o lado de dentro...
Alguns podem dizer que ele é um cara sem sorte. Ele com certeza concorda. Ela, talvez não...
Eu não escrevi nenhum endereço de e-mail ali, talvez devesse de fato ter escrito... Anyway, só não quis inventar um e-mail falso e botar na história. Não me pareceu necessário no momento. Talvez possa ser considerado um erro, não sei...heheheh
Ela com certeza não fez de propósito e isso não será motivo para eles não se falarem, fique tranquila...hahahah
Obrigado por passar aqui! Fico feliz que esteja curtindo! Espero te ver mais vezes! Beeijos!
Eu errei no comentário anterior... apertei o enter sem querer. Acredite fiquei extremamente irritada com isso, mas enfim, já foi...
O que eu queria dizer no comentário anterior?
"Confesso que fiquei decepcionada por ver que a narração não seria em primeira pessoa, mas tudo bem... continua escrevendo bem, então eu me conformo.
Senti uma semelhança entre o Gabriel e eu ~risos~ sou extremamente cuidadosa com meus livros tbm ><"
Era isso... nem de longe importante, mas mesmo assim queria ter dito u.u
E o que falar desse capítulo?
Não tenho ideia do que escrever em meus comentários, mas eu só sei que estou amando essa história >
Beijinhos azuis
♥
Relaxa, eu imaginei que algo assim pudesse ter acontecido. Não é a primeira vez que isso acontece ;)
Eu imaginei que você iria ficar um pouquinho decepcionada, pelo seu comentário no prólogo. Na verdade, vi que algumas pessoas sentiram um pouco essa diferença. Mas ela é importante para a construção da personagem, então não há muito o que eu possa fazer. Ainda bem que você pode se conformar, obrigado =))
E sim, eu também sou cuidadoso com meus livros. Acho que eu nem chegaria perto do mar com um livro meu na mão...jajah
Fico feliz que esteja curtindo a história. Ela é simples, mas nem tanto...eheheheh
Beeijos!
É foi triste, né? E ele realmente quebrou a cara. Rasgou a passagem dele a toa... Ficou ruim para o Gabriel...hehehehhe
Sim eu coloco as frases de A menina que roubava livros para encabeçar cada capítulo. Eu não né, o narrador...hehehehehe
Eu acho legal, pq eu mesmo nunca colocaria essas frases, pq a temática das coisas é tão diferente, e as frases do livro ficam tão fora de contexto para se encaixar aqui... Mas, pelo lado do narrador, para mim é a cara dele fazer isso...hahahahah
Sim, já vi a distância dá certo, mas só a um custo alto. Um sacrificio muito grande. É necessário MUITA disposição, principalmente levando-se em conta a fase da vida das pessoas...hehehehe
Sou desses que acredita em timing, sabe? Timing is a bitch...
Ah, mas é claro que ia acabar assim... Dx
Bem típico do destino fazer isso com as pessoas. Justo na última noite deles, quando eles iam ter uma linda caminhada na praia, o Gabriel esbarra com a mãe e causa esse transtorno todo. E a cereja do bolo, é claro, foi a Ana tendo que ir embora antes da hora. É realmente muito triste e só posso imaginar como os dois devem ter se sentido sabendo que provavelmente nunca se veriam cara a cara de novo. E, mesmo que fosse possível, provavelmente só seria dali a uns bons anos. É muito difícil as coisas continuarem como eram antes depois de tanto tempo... :c
Só tenho a lamentar pelos dois. Mesmo sabendo que não acabaria bem não pude deixar de torcer por eles.
Ótimo capítulo! Beijos. c:
Pois é, o destino não ajudou. A nossa querida Lady Murphy não ajudou também...hehehehe
Mas convenhamos, ele se queimar não foi azar, né? Foi descuido... E uma hora ou outra ele ia esbarrar com a mãe. Afinal, é a mãe dele! hahahaa
O azar mesmo foi a Ana ter que ir embora antes da hora...=/ Deve ter sido horrivel para os dois. Aquele negócio de ficar com o coração na mão...
Muito obrigado pela torcida e pelo comentário! heehheh
Até o próximo! Beeeijos
Ola , acho que ja disse isto mas acho interessante a forma como voce descreve o que se sucede.
Agora vamos passar a parte semtimemtal. Oh coitadinho do biel ,sei que ela foi embora por causa do tranalho do pai mas nao deixa de ser triste.
Ela sem duvida o tocou de alguma forma
Xoxo
Hey, que legal que você está curtindo a narrativa e as descrições =)
Pois é, ela o tocou bastante, coitado... Mas a gente já sabia que, hora ou outra, isso ia acabar acontecendo, certo? É uma pena...
Que bom te ver aqui! Muito obrigado! =) Beeijos!
Poxa. Estava indo muito bem até.
O rapaz mudou bastante. Ou o amor lhe mudou. A menina o mudou. Kkkkkkk . Enfim, de qualquer maneira, ele não está mais o chato de antes e isso é bem legal de se ver.
O akor nos muda mesmo e nos faz ficar bobos... iludifos. Cheios dee sperança
Já percebeu que, as vezes, quando uma pessoa se junta com outra, as duas mudam um pouco? Acho natural, mas ao mesmo tempo bem estranho...hahahahha
E, sinceramente, não acho que ele deixou de ser chato. Basta ver como ele continua tratando os pais dele. É que agora vemos ele de bom humor, e tratando a Ana bem, e temos algo com que constrastar...hehehehe
Mas, sem sombra de duvidas, o amor nos muda, tanto no modo de ser como no de agir. Agora não sei se a Ana concordaria que ele nos faz ficar iludidos...hahahah
Talvez só o Gabriel =p
Oi, sou eu de novo!
Gostei muito do capítulo e concordei muito com a sua última nota sobre adolescentes em relação às redes sociais. Enfim, a história está ficando cada vez melhor. Mal posso esperar para ler o resto :D
O que mais gostei:
A sua última nota da história
Heeey! Fico mega feliz que tenha curtido! =)
E a nota fala mesmo uma verdade, né? A tecnologia evoluiu e tal, mas ainda nao permite tanta coisa como a vida real. Ela nao substitui o contato pessoal e a proximidade entre as pessoas. Pelo menos não ainda...
Espero que continue curtindo! Muito obrigado! Beeijos!
Olá Rô, então dessa vez vi realmente fazendo um comentário que preste, e sim vou fazer um hoje e o resto dos comentários só sairá quando eu tiver de férias.
Eu começarei a ler a fanfic tudo novamente, então traduzindo esse comentário vai ser por três capítulos hahaha
Bom, eu vou copiando as partes que mais gostei, e vou falando sobre elas *-*
“Se você está lendo, apenas digo que sinto muito. Não como um pedido de desculpas ou uma declaração de simpatia, longe disso. Não devo nada a você, como leitor, exatamente porque não vou prometer nada, nem mesmo te dizer quem sou. Digo apenas que sinto muito, porque o que sinto é tanto, que não coube mais em mim e escapou para cá.”
Eu sempre tive dificuldades em começar a escrever uma fanfic, e às vezes nem sei porque, acho que espero escrever algo fantástico entende? Algo que faz a pessoa esquecer o mundo a sua volta, apenas para prestar atenção na história entende, e bom eu não se ainda tive esse êxito, mas pode ter certeza que sua fanfic teve ( na verdade não me conformo ainda de chamar isso de fanfic, porque sério, merece ser chamado de livro MARAVILHOSO E DIVOSO). Eu gosto da sensação que eu tenho ao ler esse prólogo, é praticamente a mesma sensação que sinto ao ler as notas do autor, entende? Atrás das notas sinto que começo a conhecer um pouco do autor, e através desse prólogo, eu sinto como se a pessoa que tivesse escrevendo falasse comigo, tentasse me explicar o porquê de sentir muito, e isso me lembra de certa forma a escrita do autor que fez o livro “ Alcatraz” o autor já deixa claro coisas que vai acontecer entende? Mas o mais legal, é que isso não quebra a magia e a vontade que dá ao ler a história.
“Eu levei muito tempo para criar a coragem necessária para escrever esta história. Na verdade, nem sei por que estou fazendo isso. Acho que é mais uma necessidade de deixar tudo para trás, por maior que seja a minha dificuldade em admitir que ainda não deixei. Acho que o simples fato de estar aqui, escrevendo, diz mais sobre o que sinto do que qualquer outra coisa.”
Eu me identifiquei nesta parte sabe às vezes você tenta tanto esquecer algo, que apenas faz com que aquilo se torne ainda mais presente em sua mente, e as vezes é tão insuportável guardar aquilo apenas para você, é tão ruim não poder contar para ninguém, não ter alguém para compartilhar algo, mas então, e se tivesse, será que confiaria alguém algo tão intimo? Acho que não, e por isso que escrever acaba sendo a melhor solução, e é por isso que muitas pessoas escolhem ter diário, não porque é uma coisa de menininha, mas sim porque quando não se tem ninguém para falar, você se torna sua única opção, então você escreve para si mesmo e isso pode muitas vezes ajudar, e você pode passar a entender coisas sobre você mesma que nunca antes tinha notado.
“Uma coisa é certa: isso não cabe mais em mim. Se tiver que sair, nem que seja sangrando para o papel, é assim que vai ser.”
Exatamente o que disse ali em cima, as vezes tem coisas que fica tão guardadas no peito, que chega um momento que você tem uma incrível vontade de jogar tudo pro ar, porque você não agüenta mais guardar aquilo apenas consigo mesmo, dói e machuca, e aquilo precisa sair, nem que seja sangrando, mas assim como todas as outras feridas essa também irá sarar, até que restará uma cicatriz que será a única prova de que um dia, uma dor tão grande como essa existiu.
“Todo mundo sempre diz que o amor é imprescindível, que sem ele não vale a pena viver; que o amor move o homem e que o amor move o mundo. E talvez isso tudo seja verdade, não sei. Talvez o amor seja mesmo a força vital deste planeta. Talvez esse sentimento seja para a humanidade o que o sol é para a Terra.”
Sim, acho que concordo com isso, sou o tipo de pessoa que “sonha” que o amor é o remédio para todos os problemas, mas também sei, que ele é muitas vezes a causa de muitos problemas. Sabe, muitas vezes já vi pessoas falando: - Eu casei por amor. Então, como é possível que alguém que casou por amor, se separar depois de menos de um ano de casados? Será que o amor é algo tão superficial assim? A ponto dele se acabar em tão pouco tempo? Afinal, o que é um ano? São 365 dias, mas que se passa em um piscar de olhos, e quando você vê já está chegando ao fim, afinal o que é um ano?
“Acho que meu ponto é justamente esse: alguém deveria inventar um tipo de filtro solar para o amor.”
Será que se achasse um filtro solar para o amor seria algo bom? O filtro solar serve para impedir que o sol faça coisas ruins com nossa pele, mas mesmo assim o sol bate nela certo? Então o filtro do amor, impediria que as coisas ruins chegassem e apenas as coisas boas ficasse, mas então quando cresceríamos? Qual seria o nosso progresso? Simplesmente nenhum, e então nunca cometeríamos erros e assim nunca aprenderíamos com eles, e assim passaríamos uma vida toda, fazendo a mesma coisa, e seria um ciclo completo de dejavu.
***
“Gabriel Gouvêa estava sentado no grande pufe redondo que ficava na varanda, lendo seu livro. Eram oito horas da manhã e seus pais já o haviam acordado, mesmo que ele nunca fosse entender o motivo daquilo.”
Em abril desse ano, fui viajar para Porto Seguro, e pela primeira vez conheci o mar e andei de avião e conheci um estado novo *-* Ficamos sete dias hospedados em um hotel, e eu acordava seis horas da manha todo dia. O motivo? Porque eu queria aproveitar o máximo que eu pudesse cada momento, e tenho certeza de que se eu voltasse lá hoje, eu faria tudo novamente, e novamente, novamente e nunca me cansaria e sabe por quê? Porque sei que o amanha não pode existir, e quero viver o hoje aproveitando da melhor forma que eu puder, pois o amanha é tão incerto como os nossos sonhos, afinal, nunca teremos 100% de certeza que eles se realizarão. Mas entende o Gabi, às vezes tudo que mais queremos é apenas dormir, afinal, muitas vezes os nossos sonhos são melhores que a realidade, e quando você dorme, não precisa ter que encarar sua vida real, que as vezes é tão assustadora como um filme de terror.
Nota do(s) autor(es):
Qual o ponto de ter uma casa na praia se ela está sempre alugada para outra pessoa? A casa é sua, mas você quase nunca pode usar...
Eu nunca vou entender isso.
Talvez por que a casa realmente não é sua, entende? Imagina o seguinte, quando seus pais morrer, tudo que foi deles, será seu, mas quem que construiu tudo isso? Foi você ou eles? Foi eles, assim enquanto eles não morrer, aquilo não será seu de verdade, é apenas uma merda de metáfora dizer que é algo é seu, pois na verdade não é, será seu apenas aquilo que você conquistará, o resto será apenas presentes... Pelo menos eu penso assim.
“Ele não se importava em ir à praia, mas entre ler o seu livro na areia, sob aquele sol escaldante do verão, e ficar confortável na varada, deitado no seu pufe, a última opção era definitivamente a preferida.”
Sinceramente, quando fui no mar pela primeira vez, não gostei. Aquelas ondas batendo, eu quase me afogando, era demais para mim, então eu aprendi a olhar a parte bonita da coisa, eu vi como era incrível olhar para o horizonte e não ver um fim, como era legal dar uns pulinhos para a onda passar e como era bom olhar em volta e ver tantas pessoas diferentes, e todos buscando apenas um momento de lazer. Eu também gosto de ler livro, e nas minhas férias eu também ficava lendo, então entendo o Gabi, mesmo eu sabendo que se esconder em um livro por medo de enfrentar seus medos, suas inseguranças, nunca é a melhor escolha.
“O pai gastou um bom segundo olhando para o filho com os olhos semicerrados, como se o avaliando, até que bufou e voltou para dentro de casa, balançando negativamente a cabeça, sem discutir”
Sinceramente? Eu achei que os pais dele poderia ter sido mais firme com o garoto. Tudo bem se ele não queria ir na praia, mas a discussão simplesmente me faz pensar que parecem uma família sempre em guerra, e onde está o amor? O amor trás respeito. Sei que muitas vezes irrita a mãe ficar falando para vc vestir isso, comer aquilo, ir em tal lugar, e por isso que entendo novamente o Gabi, e por isso que estou gostando tanto da história, porque poderia ser a minha história escrita por você, é algo tão real, tão emocionante cara.
“— Eu já deixei você voltar pra casa na segunda-feira. Você não vai passar nem o sábado e o domingo com a gente, na praia? – ela perguntou, tentando se fazer de vítima. Gabriel, porém, já conhecia aquela técnica há muito tempo.”
Sério, todas as mães fazem isso, e cara irrita e muito hahaha. Assim como falam “ Quando eu morrer vocês irão chorar” “ Ah quando eu te pegar “. Acho que elas tentam se fazer de vitimas porque sabem que os filhos sempre caem, pelo menos eu caio hahaha
“Mas não ela. Ela não queria fugir. Tinha quatro dias ali. Quatro dias apenas, antes de voltar para casa. Ela iria botar uma calça, independente do quão ridícula ela fosse parecer quando voltasse para a areia, e aproveitar o tempo que tinha em seu país de origem.”
Sei como a Ana se sentiu, afinal é tão ruim voltar para casa, dá uma sensação de vazio, uma sensação de que o tempo foi pouco demais e depois quando você começa a olhar para trás, parece ser uma lembrança tão distante, que se não fosse as fotos, você se pegaria perguntando se aquilo não foi um sonho.
Nota do(s) autor(es):
Os sonhos não deveriam ser assim, certo? Os sonhos deveriam ser mágicos... Deve ser devastador descobrir que o seu sonho não passa de uma realidade como outra qualquer.
Sim, os sonhos deveriam ser mágicos, mas a própria mágica não passa de uma ilusão, certo?
Quando sonhamos com nossos sonhos, damos a ele uma forma mágica, mas na realidade os nossos sonhos não passa de tentativas, erros, falhas e acertos.
“Por um momento o menino pareceu atordoado. Ele olhou em volta, procurando quem era o destinatário da súbita e inexplicável acusação da garota.
— É você mesmo, Edward...”
Sim, novamente tenho que citar a piada. Sabia que comecei no nyah lendo fanfics do Edward e da Bella? E eu imaginei a mesma coisa quando ela falou como ele era Branco. Acho que de certa forma o Gabi tem algumas coisas parecidas com o Edawrd ( tirando a parte é claro de serem branquelos). Os dois escondem o que realmente é, o Ed esconde que é um vampiro, e o Gabi esconde que é um cara como qualquer outro, ele se fecha e não dá tempo para que as pessoas o vejam. O Ed tem muitas histórias para contar, assim como o Gabi, mas ambos não contam, ambos se escondem, afinal, o que tem a contar pode não ser tão bonito assim.
“Gabriel Gouvêa”
Eu tenho uma personagem com esse sobre nome hahaha, só que é uma menina *-*
“— Você ainda se acha engraçadinho. Aposto que foi ela que te deu esse livro, não foi? E você dispensando ela para ler. Custava ler na praia? É o que eu estou fazendo...”
Sim, concordo com a Ana. Às vezes não damos importância a pequenos detalhes, mas são os pequenos detalhes que faz toda a diferença. Os nossos pais nós dão tudo, então porque eles pedem algo tão pequeno, temos que simplesmente recusar, dizendo que tem algo melhor para fazer? Afinal, será que ler um livro, é melhor que ficar ao lado daqueles que são seus pais? Que te criou, que te desejou e esperou durante nove meses? Será que qualquer coisa no mundo, é melhor do que passar seu tempo ao lado daqueles que sem eles você não existiria e não seria nada?
“— Olha, você não sabe o quanto isso aqui pode ser legal. O quanto que esse lugar tem para oferecer, o quão único isso é no mundo...”
Será que alguma vez saberemos realmente o que mundo pode nós oferecer?
“— Sim, é... O meu livro... – ele disse, seguindo-a com precaução. – O que você está indo fazer ai então?”
Porque será que tive a impressão que ele não estava se importante com o livro, e sim com a altura?
Nota do(s) autor(es):
Não. Esse não foi um dos melhores momentos do rapaz. Ele não tinha a menor ideia de (ou ao menos se importava em saber) como aquilo estava irritando Ana. Alguns, porém, dizem que se ele não tivesse agido desta maneira, talvez essa história nunca tivesse acontecido.
Acho que se algo é para acontecer, ela irá acontecer independente de como ou quando.
“Sentia não pertencer ao lugar que amava e clamava não amar o lugar a que pertencia.”
Quem nunca se sentiu assim? Eu me sinto assim todo o momento, como se lugar nenhum fosse realmente o meu lugar, como se independente de onde eu estivesse, ainda sim, não seria o meu lugar e o pior, independente de quantas pessoas tivessem ao meu lado, ainda sim, eu me sentiria só.
“— Olha... – ele começou. – Fica tranquila, ok? Eu sempre morei na minha casa, nunca sequer mudei de bairro, e ainda assim não sei a que lugar do mundo eu pertenço. Não é só você... Isso é tudo muito normal...”
Eu já me mudei seis vezes ( mesmo sendo no mesmo estado) e já morei tanto em sitio como cidade, e sempre bate essa pergunta: Será que aqui é o meu lugar? E então quando estava começando a gostar daquele lugar, ele era tirado de mim, e novamente eu me mudava.
Nota do(s) autor(es):
Quem em sã consciência faria alguma coisa assim? Sério... Quem?!
Provavelmente eu teria parado de ler, e intrometido na conversa, fazendo perguntas hahaha
Nota do(s) autor(es):
Quando um garoto gasta mais de trinta minutos além do seu tempo habitual para se arrumar por causa de uma garota, ele deveria tomar vergonha na cara... Alguns, porém, acham isso “fofo”.
Acho que não me importaria, e até acharia fofo, mas que, por favor, isso não virasse algo toda vez hahahah Eu mesmo não sou de “me enfeitar “, gosto de coisas mais básicas e rápida hahaha
“Quando virou a esquina da casa, observou sem palavras enquanto ela subia uma escada que já estava estrategicamente posicionada para levá-los ao telhado da casa. Ele percebeu, então, que tudo aquilo havia sido planejado muito antes dela saber que os pais dele iriam para a cidade. Sorriu, surpreso mais uma vez com a garota que acabara de conhecer e a seguiu escada acima.”
CARA QUE NÃO GOSTARIA DESSE TIPO DE SURPRESA? Eu mesmo amaria hahahaha Na verdade nos meus “sonhos” aqueles que são mágicos, e provavelmente será um pesadelo na vida real, sonho com alguém que me surpreenderia sabe *-*
Nota do(s) autor(es):
Somente adolescentes se conhecem, fazem confissões de amor e sexo no telhado, tudo em menos de vinte quatro horas. E, pior ainda, acreditam em tudo aquilo. É o tipo de coisa para o qual tento alertar os leitores. Não digo que esse amor à primeira vista não pode ser real.
Só digo que ele é perigoso.
As vezes acreditamos em tantas coisas, coisas essas que jamais acontecerá ou será realmente real, coisas que machuca e deixa marcas para sempre, e esse é o principal erro dos humanos, acreditar demais, quando deveria desconfiar que nada é como nos conto de fadas.
***
Novamente sem notas no capítulo? Sorte sua que sinto como se o personagem falasse comigo hahahaha
“— Como você consegue ficar tão calma? Meus pais podem chegar a qualquer momento! – disse ele, já dentro da casa, buscando a vassoura e a pá para limpar toda a sujeira das garrafas que haviam caído do teto.”
Quando eu faço algo de “errado” por mais pequeno que seja, minha consciência sempre me condena e eu nunca consigo ficar calma, sempre fica voltando aquilo na minha mente sabe, então eu definitivamente não presto para viver fora da lei hahahaha
“— Não... São um casal passando férias numa cidade de praia com um adolescente chato e pentelho faz questão de deixá-los sozinhos.”
Cara eu amo o jeito espontâneo dela de falar, sem medo, com uma liberdade sabe, como se não tivesse nada a temer.
“— Que tal a gente não falar disso, em? Eles ainda são meus pais, afinal...”
Porque nenhum filho consegue falar dos pais quando o assunto é que os pais fazem sexo? Afinal, foi assim que cada um de nós surgiu não é mesmo?
Nota do(s) autor(es):
Nenhum dos dois jamais soube dizer se foi à pessoa ou o lugar, mas aquela noite no telhado foi uma das memórias mais vivas que Gabriel e Ana guardaram daquele verão.
E quem conseguiria esquecer algo assim? Acho que apenas se tivessem uma amnésia!
“Ele bufou, mas não reclamou. Apenas aceitou o abraço e a ardência, e passou o próprio braço em volta do corpo da menina.”
Tô com uma serie duvida se a ardência é pela falta do filtro solar para o sol/por causa do sol, ou o filtro solar do amor e o toque dela que aquece ele hahaha
Nota do(s) autor(es):
É engraçado como, às vezes, nos recusamos a ver algumas coisas. Alguns sinais são tão claros, e ainda assim, o amor consegue cegar de tal maneira que simplesmente não conseguimos enxergar.
Confesso meio que boiei nesta parte. No caso o que ele recusou de ver? De que já estava apaixonado pela Ana? Ou que aquilo não seria um conto de fadas?
Nota do(s) autor(es):
Aquilo era tão inacreditável que não podia ser verdade. A menina escrevia. Ela queria escrever um livro... Ela não podia ser mais perfeita, nem se quisesse.
Okay, também gostaria de um menino que escrevesse... CARA SERIA TÃO PERFEITO ( Aylla desce daí menina, se cair o tombo vai ser alto hahah)
Nota do(s) autor(es):
A intuição é algo complicado de se entender, e, por consequência, de se explicar. Quem quer que se atenha a fatos e explicações racionais sabe que não deveria acreditar nela. Mas, ainda assim, é difícil argumentar que ela não existe.
Concordo plenamente. *-* Cara estou amando isso, acho que vou morrer antes de terminar de ler *__*
“Eu tenho que ir. Me desculpa, de verdade. Meu pai recebeu uma ligação do trabalho, eu acho. Ele não quis explicar muito. Parece que a empresa pagou para adiantar a nossa passagem de volta para amanhã de manhã, mas eles não sabiam que estávamos numa cidade de praia, e não na capital. Temos que pegar a estrada a noite.
Você foi uma das melhores coisas que me aconteceram nesse verão. Obrigada pelos últimos dias. Me manda um e-mail e a gente troca celulares depois, para podermos continuar nos falando.
Você ainda me deve uma caminhada pela praia. Eu vou cobrar.
Sempre sua,
Ana.”
COMO VOCÊ PODE FAZER UMA COISAS DESSAS? COMOOOOOO? ME EXPLICA? CARA EU TÔ CHORANDO, minha cabeça ta doendo, comooooo?
Nota do(s) autor(es):
É engraçado como os adolescentes tendem a acreditar nesse tipo de besteira. “Vamos trocar e-mails, mensagens instantâneas e conversas de vídeo”; “Vamos nos ver em tanto tempo. É só termos paciência até lá”. Como se os adolescentes soubessem o que é a paciência, ou que você não pode cobrar uma caminhada na praia pela internet. Novamente, não digo que o amor não possa sobreviver assim. Sei que, muitas vezes, ele sobrevive.
O que não significa que isso seja saudável.
Nunca é saudável! Sinceramente não posso nem falar sobre essa nota, se não vou chorar ainda mais, porque sei, que o fim, não será como nos conto de fadas, afinal está é uma história sobre o amor, e nem sempre amar traz situações justas *-*
Beijos de uma leitora apaixonada, viciada e encantada *__*
O que mais gostei:
Não acho que consiga escolher, acho impossível, acho sinceramente que isso é real, e talvez seja a realidade de cada um, mas quem tem coragem de admitir isso?
O que acho que pode melhorar:
Cadê meu livro impresso?
First of all – UOW! Esse é provavelmente um dos melhores comentários que eu já recebi em todos os meus anos de Nyah, e, sem sombra de dúvidas, o maior deles. Se você quer ter noção, ele ultrapassou as 3400 palavras...hahahahha Mair que muito cap de fanfic por ai!
Sério, eu nem sem o que dizer...hahahahahah
Muito obrigado parece pouco e bobo, perto disso tudo aqui *-*
Acho que é melhor seguir os seus comentários de cada parte uma a uma, para contabilizar a coisa toda! Hahahahah
Olha, um dos motivos de esse prólogo não ter notas é o fato de que ele em si é quase que uma “nota do autor”. Na verdade, o Gabriel é o autor dessa história, e, bem, o prólogo é a nota que ele deixa para o leitor antes do primeiro capítulo... entende? Heheheheh
Foi uma coisa que eu pensei enquanto postava essa história. Eu quase deixei ela sem nota nenhuma. Não queria misturar a minha voz com a do Gabriel. Ainda acho estranho qualquer postagem aqui sem nota, mas acho que nessa em especial elas mais atrapalham a experiência do que ajudam...hehehehhe
Esse tom de conversa facilitou muito abrir a fanfic. E me facilitou muito entrar na cabeça do Gabriel. Acho que isso é a tudo na forma como contamos a história. Nós as contamos para vocês leitores da mesma maneira como nós vamos descobrindo elas. E essa foi a minha maneira de conhecer melhor o meu protagonista...heheheheh
Sobre chamar essa história de “fanfic”, bem, eu não chamo... Na verdade, acho que chamar qualquer original de fanfic é uma contradição. Fanfic é ficção de fã, e uma original não é ficção de fã, é só ficção... O máximo que eu uso é fic, pois tira a parte do fã hehehhe – mas isso sou eu com minhas esquisitices. Você pode continuar chamando de fanfic se quiser, juro! Hahahahah =p
Talvez eu tente a publicação dessa história algum dia, mas ela é longa demais para ser um conto e curta demais para ser um romance. Seria uma novela, e quase ninguém publica isso hoje em dia. Ela precisaria estar em uma coletânea, mas eu ainda não tenho histórias para acompanha-la (apesar de ter uma nova prontinha, esperando só a revisão para postagem).
Sobre escrever para deixar sair coisas de você, muita gente acaba usando o diário como uma (ótima) terapia. Tem um escritor americano que compara escrever com qualquer outra atividade de excreção...hahahah – Mas é isso mesmo. Escrever é botar para fora algo dentro de você, e todo mundo tem coisas a botar para fora. Alguns com mais dificuldade, “sangrando para o papel”, outro nem tanto. O importante é botar para fora e deixar fluir. É incrível o peso que isso pode tirar das nossas costas.
Sobre o amor remédio x amor causador de problemas, acho que isso pode ser aplicado, guardadas as devidas proporções, a tudo na vida. Nada é absoluto. Tudo pode ser bom, ou pode ser ruim. Muitas vezes isso mais depende de como você lida com alguma coisa do que daquela coisa em si. Não acho que o amor seja o problema, muitas vezes é até a solução, como o Sol. A culpa não é do Sol que ele queima, é das pessoas que não sabem se expor. Assim, o amor, se lidado de maneira errada, pode sim acabar em um ano, ou em menos tempo...
O que seria ou como funcionaria o filtro solar do amor é algo de que prefiro não falar, pelo menos não no meio da história. Ainda estamos na metade, e ainda tem coisas pela frente ( nos capítulos ainda não lidos) que ajudam a entender e a construir toda essa metáfora do sol e do amor e da exposição e da queimadura. Mas não, ele não impediria sentimentos ruins ou problemas de amor, assim como passar um filtro solar não impede completamente que você se queime ;D
*-*-*-*
Nossa eu cresci no Rio de Janeiro, e sempre fui criado perto da praia. Meu pai sempre adorou a areia e o mar. Então isso muda um pouco sua perspectiva das coisas. Lembre-se, o Gabriel estava viajando, mas para a casa dele. Não era algo novo. Era algo anual, corriqueiro, que para ele já estava até chato. Você não acorda odo dia querendo aproveitar cada momento quando está em casa, não é? O amanhã pode não existir, mas pq então só pensamos em aproveitar os 100% da vida de cada dia quando estamos de férias, ou em um lugar novo, ou com gente interessante? É da natureza humana, isso. Claro que existem exceções e você até pode ser uma delas... hehehehhe
Mas, hey. Eu tb adoro praia e o mar, então quem sou eu para falar, certo? Para mim o Gabriel foi mesmo meio babaca.
E sua perspectiva sobre o que você herda dos seus pais e o que é deles não é seu é muito interessante e madura. Mas a pergunta dele persiste um pouco. Mesmo que não seja 100% seu, seja um presente... Qual o propósito de um presente que você não pode usar? No mais, ele é um adolescente e tem muito pouca perspectiva sobre o “conquistar”. Tudo o que ele tem lhe foi dado pelos pais...
Nossa eu não lembro da primeira vez que fui ao Mar, mas eu amei, com certeza. É uma sensação muito, muito boa. Por sinal, o local onde essa história se passa é baseado em um local real, que eu conheço, na região dos lagos, no RJ. Amo aquele lugar de paixão. Praias lindas, mar gostoso, tudo o que eu sempre quis... E eu também gosto de ler na praia, apesar do leve nervoso entre a proximidade entre o mar e o livro...hahahahahha
Sobe os pais dele, com certeza eles poderiam ter sido mais duros. Mas nós temos os pais que temos, certo? Eles são pessoas, como nós vamos ser quando crescermos, e as pessoas tem seus próprios jeitos e diferenças. Não acho que falte amor, exatamente, mas conversa e dialogo. Por parte deles e por parte do Gabriel também. Mas sim, quem nunca se irritou com os pais, não é? Hahahhaha
E eles são mestres em fazer chantagem emocional, e cobrar de você pelos sacrifícios que eles supostamente fazem. Tem muita gente que cai mesmo, por isso eles acabam fazendo, mas em parte é pq a gente também tem a tendência de se fazer de vítima. É mais fácil de lidar com as coisas assim...
Já a Ana é uma pessoa diferente. Ela pode até estar frustrada com a realidade do sonho dela, mas ela não vai ficar em casa, ou ficar na praia reclamando da vida e do vento. Ela vai botar uma calça, ficar ridícula, mas vai curtir. É muito mais eficaz do que ficar se fazendo de vítima, não acha? Ela sabe que tem pouco tempo ali, e quer a culpa de alguma coisa errada seja ou não dela, ela vai ter que aprender a viver aquilo e aproveitar enquanto pode... Respeito muito isso nela... ;)
Cara essa piada me saiu muito natural. Eu imaginei a cena na minha cabeça e ela simplesmente surgiu. Piadas, normalmente, não são muito o meu forte...hahahahha – Fora isso, porém, eu nem pensei no Edward quando escrevi o Gabi. Ele tem suas peculiaridades, e apesar de os dois serem um pouco reclusos, acho o Edward um outro tipo de personagem. E, convenhamos, o Gabriel foi bem aberto com a Ana...ahahahhaha
Você tem uma personagem feminina chamada Gabriel Gouvea? Hahahah Como assim? Gabriel não é nome de menino? Ahhahahahah
Sim, esse é um belo puxão de orelha que a Ana deu n Gabriel. Mostrou que ele sequer pensou na mãe e no pai. Não se interessou em achar algo que pudesse agradar a ele mesmo e aos pais ao mesmo tempo. Mas é interessante observar que nem o pai nem a mãe dele pensaram nessa solução dela, o que mostra que eles também não fizeram muito esforço para encaixar o Gabriel na ideia que eles tinham para o fim de semana...
Aqui eu vejo que não foi nem uma ideia de “deixa de ler esse livro e vai curtir seus”, mas sim “cara, vai ler esse livro E curtir os seus pais. Custa?”. É uma ideia de que ele não precisa se sacrificar (mais uma vez se colocando como vítima) mas pode fazer o que ele quer e o que os pais querem, mas ele não se interessa nem em buscar essa solução.
Acho que nunca saberemos de verdade tudo o que o mundo tem a nos oferecer. E, sabe de uma coisa? Essa que é a graça de tudo...;)
E naquele momento em que ele achou que ela queria pular da pedra, você estava certa. Ele não pensou tanto no livro não...hahahhahaha... mas foi sutil em disfarçar pelo menos, vai... =p
Esse lance de não saber o seu lugar no mundo é uma das coisas mais naturais do ser humano. Principalmente durante a adolescência e juventude. É natural, quer você se mude muito por ai ou você fiquei muito parado em algum lugar. Não tem como fugir dessa dúvida. Ela é até importante para descobrirmos quem somos.
Sério, o momento em que ele para de ler para ouvir ela falar é beeem legal né? Se ignorar ela no início não foi um de seus melhores momentos, esse com certeza foi.
Adoro quando ele começa a se arrumar também. Duvido que isso se tornasse um habito, mas vai que, né? Quem disse que só as garotas demora para se arrumar? Hahahahha
Uma outra coisa que eu gosto na surpresa da Ana é que o ato de ir para o telhado em si não é uma grande surpresa, mas ela constrói essa surpresa quando leva ele a acreditar que eles iriam fazer outra coisa qualquer. Ela provoca ele, e ele cai direitinho, e aí ela surpreende com o que ela tinha em mente. Ela não fez nada demais. Só usou a criatividade e foi espera para saber enrolar ele...hahahahha
Eu também adoro surpresas, sério. Amo. Mas não é todo mundo que consegue me surpreender. =/ Normalmente eu descubro as coisas antes....
Dependendo de como acreditamos nas coisas, realmente isso pode ser um grande erro. De verdade. Nós criamos uma expectativa na nossa cabeça e acreditamos fielmente nela sem ter motivos fortes para isso, além da nossa simples e pura vontade. Isso pode gerar recompensas? Sim. Quanto maior o risco, maior a recompensa. Mas quanto maior o risco, maior a chance de você não ter recompensa nenhuma né? A gente tende a esquecer dessa parte... hehehhee
Viu o desespero dele com a zona toda? E ela lá tranquilona...hahahaha Parte disso é pq ela realmente acha que nada vai rolar, mas é super fácil ficar tranquilo quando não é você que vai se ferrar se for pego né? Ahahhahahah E o jeito espontâneo e direto dela de falar tem muito a ver com o fato de ela não fantasiar muito sobre a vida. Ela lida com o sonho dela de maneira bem real, lida com o fato de os pais fazerem sexo de maneira bem real, e lida com o amor de maneira bem real...hehehhe
Mas é realmente difícil pra muita gente se dar bem com o fato de os próprios pais fazerem sexo. Freud explica, literalmente...hehehehhe
Sobre a noite no telhado, confesso, eu também acredito que não esqueceria...hahahhahahhaha
Cara essa metáfora do filtro solar se adequou TÃO bem a história toda. TÃO bem...hahahah Essa questão da ardência foi muito legal de brincar, muitas vezes até sem querer. Mas é porque a coisa se encaixou de tal jeito que fica inevitável não funcionar em todos os sentidos possíveis...heheheheh
“ ‘Nota do(s) autor(es):
É engraçado como, às vezes, nos recusamos a ver algumas coisas. Alguns sinais são tão claros, e ainda assim, o amor consegue cegar de tal maneira que simplesmente não conseguimos enxergar.’
Confesso meio que boiei nesta parte. No caso o que ele recusou de ver? De que já estava apaixonado pela Ana? Ou que aquilo não seria um conto de fadas?”
Você destacou essa nota e eu preferi destacar de novo para explicar, pois tenho a impressão de que isso é algo que passa batido por muitos leitores. Essa nota não é tão simples de se entender. Mas muita gente parte do princípio de que isso aqui é apenas ele prevendo algo no futuro, que é apenas uma maneira de indicar que algo não tão legal vem pela frente.
De certa fora, essa nota é justamente para isso, mas ela indica muito mais, e muito mais claramente. Todo esse capítulo é construído no conceito de ir embora. Por isso eu escolhi a citação que começa com ele. A ideia de que não ir embora é um ato de amor. E o que acontece nesse capítulo? A Ana vai embora. Só que ela não vai embora só no final. Ela vai embora duas vezes no capítulo. E uma vez é justamente antes dessa nota.
Eles tinham acabado de passar um lindo dia juntos e dormido juntos. Ele tinha acabado de fazer um gesto que para ele era um ato de sacrifício. Rasgou a passagem de volta para casa e estava indo mostrar para ela que ele NÃO QUERIA IR EMBORA. Ele via aquilo como um ato de amor. Uma declaração. E quando ele abriu a porta, descobriu que ela tinha ido embora sem falar nada.
Claro que ela tinha ido embora pra casa dela, não para sempre. Mas ainda assim, ela foi embora. Ela acordou e enquanto ele estava se sentindo super romântico, preparando café da manhã e fazendo gestos românticos, ela simplesmente se viu sozinha no quarto e decidiu ir embora, sem sequer deixar uma explicação. É esse o sinal que ele se recusava a ver... O sinal de que ela não está reagindo da mesma maneira que ele. E isso é super importante.
Sobre a Ana escrever, super legal né? Eu acho que ficaria super feliz com uma pessoa que entedesse de escrita. Mas também podia ser complicado. Nos escritores somos muito peculiares. Não sei se daria certo se dois ficassem muito próximos por muito tempo, como um casal. Seria preciso muita maturidade...hahahhaha
Sobre a intuição, é f*** né? Eu não acredito 100%, mas é difícil não acreditar...hahahaha Ela acerta muitas vezes. Não faz sentido o quão certa ela pode estar...hahahha
Cara, sobre ela ir embora. Bom, como eu disse, isso estava fadado a acontecer né? Hahahahhaa Desculpa pelas lágrimas, de verdade. Mas as histórias emocionantes são assim né? Elas emocionam... hahahah Fico apenas muito feliz de ter conseguido emocionar...
É eu acho que relacionamentos a distancia podem não ser muito saudáveis. Eles certamente geram stress e complicação. É inevitável. Mas o mundo não é justo e todos os relacionamentos enfrentam dificuldades né? A distancia não deve ser a única razão para pessoas não ficarem juntas. É apenas uma boa razão...hhaahhaha
Mais uma vez, MUITO MUITO MUITO obrigado por esse comentário/resenha da metade da minha história. Agora vem a metade final e as coisas vão se fechar. Espero sinceramente que goste e ficarei MUITO feliz em fazer outra resposta dessa para você se necessário for. Só espero poder continuar agradando e emocionando.
MUITO OBRIGADO MESMO!
Beijos enormes,
Rodrigo
Amando a fic assim como a menina que roubava livros. Acho que eu demorei para entender o que tanto me chamou atenção na história além do enredo. Claro que seu plot é ótimo, mas essas notas.. fazem-me lembrar da narração de Zuzak, será que é isso? Foi intencional?
Vou continuar lendo para ver o que vai acontecer.
Cara você pegou bem a referência. Considerando como o livro do Zuzak é famoso e como as frases que encabeçam os capítulos são do livro, eu não sei como ninguém reparou (ou pelo menos comentou) que as notas do autor são um modo de espelhar o estilo do Zuzak no livro, onde a morte, o narrador, vive comentando o que acontece.
E isso é 100% proposital. Não apenas pq eu acho isso legal, mas pq eu não sou o autor. E o autor tem motivos para estar se prendendo a esse livro... O livro em si tem uma ligação muito grande com essa historia para ele, e isso não tem nada a ver com o estilo ou a mensagem que o Zuzak tenta passar.
É um modo sutil de mostar como essa história o afetou ;D
Alá óh viu. Meu dom é absoluto. Estou cansada de sempre estar certa hahahah Nossa de novo tenho que comentar sobre isso: [...] Como se os adolescentes soubessem o que é a paciência, ou que você não pode cobrar uma caminhada na praia pela internet. Novamente, não digo que o amor não possa sobreviver assim. Sei que, muitas vezes, ele sobrevive. O que não significa que isso seja saudável. [...] To curiosa '-' hey alguém te pediu pra escrever ou/ou algo do tipo? É que assim é contraditório de mais! 'Maaaar' gente '='
Bem, bem, bem, continuo prevendo mais "drama", você antecipou o "problema", confesso que estou morrendo de curiosidade. Preciso/necessito acabar essa fic agora.
Momento frase ruim: "O que os autores mais odeiam são os "leitores fantasmas" e o que os Leitores -comuns- mais odeiam são "autores fantasmas". - MEDINA,érica. 23:18 no dia 04/07/2015. Frase minha e apenas minha. Todos os direitos são reservados. hueheuheu
Sou do tipo que não tem muita criatividade pra deixar reviews que prestem, então falo coisas aleatórias, pra não virar uma fantasma. A minha ideia é acabar com os "Fantasminhas"/tímidos/e com os que não sabem o que dizer (eu). E qual é a melhor forma de mudar algo/sistema/pessoas/mundo? Começando por nós mesmos. Oh Zeus ajudai, estou filosofando AAAHH chega! Escrevi de mais, vou ir agora ler os outros cap :p
Té maaaais hahahah
Olha você falando de contrariedade de novo...hahahahha Não vi como contraditório. Pq isso? hehehehehe
Adoro essa nota final. Ela diz uma verdade muito grande. Mas não, ninguém me pediu para escrever essa história...hahahaha Como eu disse, ela não é baseada em algo que aconteceu de verdade comigo, ou que tenha acontecido com alguem que eu conheça...hehehhehe
Fico feliz que tenha ficado curiosa e tenha tido animo para ler tudo logo! hahahaha
E não se preocupe com seus reviews, pq eles estão ótimos, mesmo! E eu também super apoio a ideia de acabar com leitores fantasmas. É muito melhor comentar! =)
Beeeijos e muito obrigado novamente =DD