Eu estou com um pouco de sono por conta dos remédios que ando tomando, por isso, revele qualquer erro que eu cometer ou até qualquer incoerência em relação ao comentário que eu deixar. Não posso dizer que são as drogas, mas estou quase lá.
Tive duas interpretações sobre o seu texto. Uma delas trabalha a ideia de um êxtase inicial causado por elementos químicos como drogas, ou qualquer anestésico - que não deixa de ser a mesma coisa - e que leva o eu-lírico a invadir outros mundos, construindo a sua parcela de realidade seja interna, real, ou externa, imaginária. Explico o que eu quis dizer, quando falo de interna, real, quero dizer de um desejo humano sobre ir além da efemeridade das coisas e trazer para si a realidade da constituição do plano. O mesmo se vale para o outro, mas não uma efemeridade das coisas, mas uma própria. Os planos podem se fundir e se desfundir, porém, mesmo assim, passa a sensação que a música te transpõe para outros meios e te eleva para constantes performances que se pode ter a partir da arte e a partir do além. O universo é cheio de meios inesgotáveis que podem se esgotar na sensibilidade humana de alguém que o esquece/ ignora/ não nota, mas pode transcender até na mente humana se for além. Por conta disso, a ideia do narcótico, porque as sensações são de elevação, queda e finitude. Uma elevação que vai além, vai nas alturas, uma queda brusca pela ânsia e a finitude quando tomada pelo exagero.
Tive outra leitura, uma leitura baseada no envolvimento da música e nas singularidades do tom. Como estou com problema no ouvido, não ouvi com a música como foi pedido. Penso que era extremamente necessário, ir no além do toque do som e da melodia, trazendo singularidade ao texto, indo para o profundo com notas mais graves e abrandando-se enquanto a música se esgota como o próprio corpo se esgota, mas jamais deixar de existir porque pode tocar outra vez como a própria alma pode continuar a existir.
Enfim, foram as duas leituras que tive do seu texto, pode ser que nenhuma delas esteja correta, como pode não existir o correto. O bom é quando o texto abre portas para o leitor e o seu fez isso absolutamente bem. Por conta disso, te dou um parabéns exaltado e espero que continue bem com seus textos.
Ah, em relação a escrita, eu gostei, achei forte e muito temperada nos detalhes e na riqueza das nuances. Para leitores que gostam de profundidade e de detalhes, seus textos farão muito bem. :)
Parabéns e obrigada pela leitura. :)
O que mais gostei: A transferência do eu-lírico.
O que acho que pode melhorar: Acredito que algumas repetições não sejam propositais, logo, cuidado com elas. :)
Quais repetições? Escrevi essa história há cerca de quatro anos e não me lembro de quase nada do que escrevi. Lembro-me que deixei algumas repetições propositais, mas eu posso ter me equivocado em algum momento e repetido palavras sem querer também.
Eu também não me lembro dessa transferência de eu-lírico, mas se você disse que está bom, tudo bem.
Olá, camarada. Eu também estou morrendo de sono por causa do remédio anti-inflamatório e por ter dormido apenas três horas e meia na noite anterior.
As duas interpretações são válidas. Qualquer interpretação é válida, para falar a verdade. Uma das poucas coisas que me lembro quando postei esta história na minha antiga conta, foi ter colocado nas notas finais o adendo de que a interpretação de cada um é a "verdadeira". Não é porque eu escrevi a história que a minha interpretação é a única e a correta. Acho muito interessante explorar diversas outras visões sobre um mesmo texto, e vi várias visões super diferentes umas das outras. Você citou música e a alucinação através de drogas psicoativas, mas teve gente que relacionou o texto à espiritualidade. Duas coisas que pra muita gente não têm nada a ver uma com a outra. Portanto, além de ambas interpretações serem válidas, elas também são corretas, e seriam mesmo se elas se contradissessem. Gosto de criar múltiplas interpretações em textos e isso é algo que inclusive tento fazer na long (a de 45 capítulos). Acredito que essa história foi um teste que, a meu ver, foi muito bem sucedido para que eu começasse a explorar amplas interpretações ao escrever. Não foi à toa que reupei a história aqui, porque gostei bastante do resultado final.
Eu gosto de detalhes, mas de detalhes úteis. Não me importa saber aspectos físicos, eu não dou a mínima para eles na hora de escrever, o que me importa são os aspectos que de fato vão afetar em algo a história, que são as reflexões e os aspectos psicológicos das personagens. Nessa história, particularmente, eu até evitei dar detalhes sobre o protagonista justamente para não quebrar a ideia do texto. Por exemplo, imagine se eu descrevesse a personalidade do protagonista? Isso geraria uma série de outras implicações que alterariam a interpretação final do texto, talvez até pondo em xeque o fato de não haver um ponto de vista canônico, dependendo do que eu colocasse. Além disso, detalhes demais iriam quebrar o ritmo "etéreo" que marca a história.
Sou eu que devo agradecer imensamente, camarada. Fico bastante feliz que tenha lido e escrito esse comentário, foi um dos mais longos que já recebi na vida (eu acho). Mas foi o mais longo desta história, tenho certeza, e foi o que mais me fez refletir.
Mais uma vez, muitíssimo obrigada que tenha tirado seu tempo para poder ler a história e comentar nela.
Não há palavras para descrever o quão profundo é. Não há palavras para descrever a ligação, dor, felicidade, contradição que eu sinto.
E como poderia? Como poderia explicar o inexplicável? Como poderia procurar palavras para dizer um sentimento? Se um sentimento é tudo aquilo que mais desconhecemos. E o universo, a quarta dimensão, a morte, a vida. Tudo isto são sentimentos, sentimentos dos mais puros e belos. A morte, como uma parte da vida, é um dos sentimentos mais fortes. Por mais que o ignoremos. A morte é sim algo encantador. Não por ser algo bom, mas por ser revoltante, por ser uma forma de entusiasmo e agonia. Estar morto, nos faz vivos.
Gostaria de ressaltar que eu coloquei essa história na minha listinha de coisas perfeitas ♥ UOU O-O Adorei o jeito como você escreveu ♥ Ficou realmente fantástico owo A descrição impecável, um contexto maravilhoso, adorei! Realmente adorei! Sinceramente, gostaria de dizer que o que eu mais gostei foi a frase do inicio, achei muito legal isso cara >< Eu também tenho o costume de fazer isso, colocar uma frase marcante antes do inicio de cada capitulo ^w^ Achei muito lindo, e chorei muito aqui çwç Obrigada por me recomendar essa maravilha em forma de escrita! ♥
Olá! ❤ Sou do Nyah e havia pedido por OS e estou genuinamente feliz de ter encontrado a sua.
Absolutamente amei essa fanfic. Sua escrita é redundante, mas não cansativa. É quase poética, beirando a filosofia. A repetição de sentimentos e cores e sensações só me fez adentrar nesse universo espiritual e transcender um pouco junto com a personagem.
Parabéns pelo ótimo resultado. Realmente adorei a forma como você descreveu cada detalhe.
Te desejo muita inspiração para futuros projetos, por mais que tenha quase certeza que você a tenha de sobra já.
Agradeço imensamente. Imensamente. Seu comentário me fez sorrir, não é todo dia que também vejo comentários que me façam me sentir bastante agradecida. Fico ainda mais feliz por ter gostado desses detalhes que tentei me apegar bastante na hora de escrever para causar esse mesmo sentimento que você e eu tivemos.
E obrigadíssima =D Inspiração é algo muito útil, e vai ser ainda mais principalmente agora que estou escrevendo uma história longa (beeem longa, diga-se de passagem). E também desejo bastante inspiração para você também, camarada =D
Mais uma vez, muito obrigada pelo seu comentário, me deixou muito feliz mesmo ♥
Eu só consigo ficar pasma, boquiaberta, maravilhada e preenchida por algo nada terreno, algo pacífico, algo belo, após ler isto, Vaernseyn. Eu consigo imaginar isto o que o nosso protagonista passou, como uma experiência de quase-morte, mas também de uma viagem astral, que o levou para outra Dimensão. E, pode parecer loucura de minha parte, mas creio que, no desfecho, ao tentar realizar nova mente a experiência, rompeu o cordão de prata, o que liga o espírito ao corpo nas viagens, e ficou aprisionado em uma prisão espiritual. Caso não saiba do que estou falando, pesquise um pouco; eu sou uma leitora que ama criar teorias para as histórias que leio.
A Quarta Dimensão nos desperta sensações finitas, mas inesgotáveis; é como se elas habitassem dentro de nós, e tivessem sido despertadas pelas suas histórias. A sensação acaba quando a história acaba, pois tudo torna-se, novamente, mundano, terrestre, humano.
A forma com que descreveu a Quarta Dimensão foi tão repleta de detalhes, constituída de uma riqueza de observações, que somos transportados, realmente, para lá. É como se o Paraíso fosse encapsulado em um pouco mais que mil palavras. Eu não sei o que dizer diante isso, só sentir. Talvez meu comentário fique pequeno, e pareça uma amostra grátis de desânimo bruto, mas é como se eu estivesse em uma hipnose, em um encanto profundo, após ler estas palavras tão idílicas, e nada sou capaz de proclamar acerca do que li.
Então, eu lhe agradeço. Por me proporcionar esta oportunidade. Muito obrigada por escrever isto, e por despertar em mim tudo isso; eu serei infinitamente grata.
Um grande sopro de inspiração constante para você,
Brida Irina ♥
O que mais gostei: O fato de nos fazer refletir. A doçura nas palavras, o encanto na Música, nas nuances da Melodia que habitam dentro de nós como habitaram em nosso protagonista, cujas sensações podem ter protagonizado, inclusive, vidas reais e profanas.
O que acho que pode melhorar: Com certeza, eu. Sou a menina do grupo do Nyah!, no Facebook, aquela quem clamou por autores que respondessem aos comentários. Desculpe a demora; a placa-mãe de meu computador queimou, e estou um pouco impossibilitada.
Fiquei com pena ao ler o "o que precisa ser melhorado". Queimar placas do computador é algo que não desejaria nem ao meu pior inimigo. E também devo me desculpar pela demora em comentar porque estive ocupada nestes últimos dias e quase não tenho entrado no PC a não ser para jogar.
Essa história foi escrita a tanto tempo - não se deixe enganar pela data de postagem - que nem mesmo me lembrava dos conceitos de Música e Melodia. Mas, mesmo vagamente me lembrando deles, eu fico bastante feliz que tenha gostado disso e principalmente do fato de refletir acerca dessa história. Gosto de provocar reflexões nos leitores e também de eu mesma refletir sobre algo. Devo passar bastante tempo refletindo sobre os mais diversos assuntos, inclusive.
Isso me lembra o livro Fios de Prata. Não sei se você se refere exatamente a ele, afinal, não sei se esse livro é o único que trabalha com o conceito de fio, viagem astral, prisão espiritual, mas é muita coincidência. Se me permite o comentário, apesar de ter gostado desse livro, achei o enredo mal aproveitado. Não é a primeira vez que um livro desse autor me dá essa sensação, e isso só me dá a certeza de nunca mais ler um livro desse escritor, algo que estava em xeque após eu ler aquela série fantástica dele (a qual detestei, diga-se de passagem). Mas isso não é relevante, apesar de que eu gosto de dar opiniões sobre livros que leio, jogos que jogo e músicas que escuto, principalmente quando não há mais ninguém com quem comentar sobre.
Sobre o final - ainda entrando no seu primeiro parágrafo, mas a minha opinião do livro me tomou muitas linhas então tive de dividi-lo -, eu não vou contar o que eu interpreto. Apesar de eu ter deixado livre a interpretação, eu tinha prometido nunca contar o meu ponto de vista sobre essa história desde quando postei na minha antiga conta, e vou manter essa promessa. Mas gostei da sua teoria. Aliás, o fato de elaborar teorias é algo que eu admiro muito nos leitores.
Eu gostaria de me lembrar sobre as sensações que tive ao escrever esse texto. Mas foi há tanto tempo que eu nem mesmo me lembro o que senti ao escrevê-lo. Eu poderia relê-lo, mas também não gosto de reler nada meu. Portanto, acho que vou ficar com a sua descrição como algo aproximado do que eu senti. Ou do que sinto às vezes. É uma sensação constante, a percepção da efemeridade das coisas. Memento mori. Acho que escrevi esse texto porque tenho um fascínio com o universo e com música, e eu queria unir essas coisas e lhes dar um toque sublime. Bom, essa seria minha motivação caso eu resolvesse escrever esse texto hoje. Mas como foi há tanto tempo, eu não tenho certeza se realmente foi isso.
Na verdade, seu comentário não foi pequeno. Acredito que, se eu pegar todos os outros comentários desta história e compará-los com o seu, eles ainda seriam menores. Acho que se eu pegar as recomendações, mesmo elas juntas ainda seriam menores que seu comentário. Que isso. Desânimo bruto? Se houvesse uma escala de falta de ânimo, o seu comentário estaria em -1. E isso é ótimo, a meu ver. Sobre os detalhes, eu realmente não me lembro. Mas se você gostou, eu acho que o mínimo que eu devo sentir é felicidade profunda. O mínimo.
E muito obrigada pelo seu comentário, camarada. Também sou bastante grata pelo seu comentário, sinto que foi algo mais aberto e menos robótico como faço com outros comentários - não todos -, e isso é muito interessante. Gosto de conversar e refletir com os leitores. Alguns dos meus melhores camaradas foram leitores meus, começamos a conversar e hoje refletimos sobre a vida, o universo e tudo mais.
Mais uma vez, agradeço imensamente. Não é todo dia que eu recebo review, e um review como o seu é mais raro ainda, um a cada seis meses, mais ou menos (e estou falando sério!), portanto, me sinto na obrigação até de agradecer pessoalmente, de tão bonito e profundo que é o seu review. É daqueles que dá vontade de imprimir, emoldurar e pregar na parede.
Talvez eu até faça isso. As paredes daqui de casa estão meio sem graça mesmo.
Agradeço imensamente (vou deixar em negrito, coisa que nunca faço, para expressar o quão grata estou pelo review. Às vezes, agradeço algo dez vezes e ainda achando que não foi suficiente) e, claro, fiquei bastante feliz por tê-lo recebido (minha cara de felicidade neste exato momento não é das melhores porque eu estou com sono, mas intimamente estou bastante feliz). Que você também tenha bastante inspiração, camarada, inclusive para escrever comentários muito bonitos como esse =)
Vaernseyn.
M
Marcondes
Pelo título eu já imaginava que a história tivesse algo de hermético, porém a condução muito bem feita foi além das minhas melhores expectativas.
Em relação aos paraísos que o personagem vê e vive, eu inevitavelmente associo essa felicidade de curta duração com as novidades que nós provamos na vida e que muitas vezes perdem o seu sabor rapidamente, ou somem de maneira abrupta dos nossos alcances.
A mistura de elementos sinestésicos, fantasiosos e científicos é um charme da sua narrativa e agrega ainda mais qualidade ao seu trabalho.
Parabéns!
O que mais gostei: Da complexidade da linguagem da história, além das ligações que a autora estabeleceu entre diferentes termos populares de várias áreas do conhecimento.
Não sei se o camarada leu os outros comentários, mas em alguns deles, eu até mencionei o fato de ter escrito essa história há bastante tempo, uns três anos, imagino. Devido a isso, não me lembro de quase nada dessa história, como a linguagem ou ligações a diversas áreas do conhecimento. Sei que não tive a intenção de ligar áreas do conhecimento. Se o fiz, foi sem dar o foco a isso.
Eu não acredito que o texto seja hermético pelo seguinte motivo: a interpretação desse texto é livre, então não acredito que seja um texto de "difícil" compreensão uma vez que todas as compreensões são válidas. Mas fico bastante feliz que o texto tenha lhe agradado e que tenha superado suas expectativas, suas melhores, ainda por cima (!). Mais uma vez, obrigadíssima, camarada =)
É uma boa interpretação. Das várias que li, a sua foi a que mais me interessou, até porque a sua interpretação também é muito subjetiva e leva a diversas outras perguntas também. Por exemplo, que novidade(s)? Como somem? Por que somem? E isso deixa a proposta do texto - a livre interpretação - muito mais abrangente.
Fico bastante feliz que tenha gostado desses elementos e não é à toa: na outra história (a longa), tento trabalhar com os mesmos elementos e acredito que posso afirmar que com uma escrita parecida, apesar de não me lembrar muito bem de como escrevi essa história. Acredito também que, se o camarada gostou dessa, provavelmente irá gostar da long também, mas como ela é uma história bem maior e já está bastante avançada, não sei se irá lhe despertar o interesse. Mas caso tenha curiosidade, dê uma olhada depois. Eu ficaria bastante feliz em ver o camarada lá também =D
Mais uma vez, camarada, agradeço imensamente o seu comentário. Deixa-me bastante feliz em ver que uma pessoa que admiro bastante tenha tirado seu tempo para comentar em algo que escrevi e de maneira afável. Como diria um amigo meu, obrigadíssima, hehe =D
"As pequenas folhas lhe acariciavam o corpo. No entanto, embora sentisse tudo aquilo, não se sentia dentro do próprio corpo. A grama não acariciava seu corpo terreno, mas sim, sua alma. Era aquilo que via, sentia, cheirava e vivia, naquela dimensão."
Isso foi tão fundo em mim que, exatamente nesse trecho, o texto tomou-me por completo. Não sei dizer muito bem o que senti lendo essa obra tua, mas cara, foi um êxtase tremendo. Fiquei abismado com a qualidade descritiva de cada linha e me senti em Interestelar.
Você captou bem o que uma experiência dessas costuma trazer (pelo menos até onde eu já li sobre o assunto) e isso me deixou encantado. Acho que é a primeira coisa que leio sua não é? Se for, abri o catálogo com chave de ouro.
Aquele abraço, Camarada.
O que mais gostei: Narrativa bem construída
O que acho que pode melhorar: Não tenho nada a acrescentar a algo tão belo.
Este comentário provavelmente vai ser mais curto porque o Nyah! fez questão de comer a minha primeira resposta com angu, e eu também já te dei bastantes "spoilers" sobre a minha primeira resposta no WhatsApp. Portanto, farei algo mais curto para ficar menos repetitivo.
Foi uma imensa coincidência falarmos de Interestelar em um intervalo de tempo tão curto. Eu poderia estender este parágrafo falando o quanto amo esse filme, mas acho que seria melhor conversarmos sobre isso em outro momento. Mas vale citar que coisas sobre o universo também despertam em mim o mesmo sentimento. Acho que é por isso que amo tanto Interestelar, Perdido em Marte e outras obras de sci-fi diversas. Como eu tinha dito no comentário anterior, se eu pudesse descrever minha crença em uma palavra, essa palavra seria o universo. Nada me fascina tanto quanto isso, e acho que é por isso que eu "acredito" no universo.
Como também havia lhe dito, quero que os meus leitores tenham a mesma sensação que você teve ao ler esta história. Quero que todos eles, independente a história que leiam primeiro, sintam-se "abrindo o catálogo com chave de ouro". É algo bastante trabalhoso de se fazer, visto que tenho que manter uma qualidade impecável em todos os meus textos, mas até agora tenho gostado bastante do resultado. No entanto, minha aba de Histórias no meu perfil ainda está bem vazia. Pretendo aumentá-la cada vez mais, é claro =D
Mais uma vez, camarada, agradeço imensamente pelo comentário e também peço desculpas pelo transtorno com a resposta.
Parece que tuas palavras são feitas de mel de tão doces que chegaram a mim. Esta tua prosa que deve ser a música ouvida pelo moço em seu delírio de tão maravilhosa que é. Que delícia de narrativa, que inspiração de viagem, hein? Tua escrita é fantástica e uma obra como a tua merece muito mais destaque do que recebe. Se teu personagem teve uma experiência de morte — esta é minha interpretação, que ele teve visões em seu leito de morte, mas, também, interpreto-a como possível visão proporcionada por drogas psicoativas — tive uma experiência de absoluta vivência sinestésica durante a leitura de sua jornada espiritual, alucinógena, extracorpórea, sobrenatural, espiritual — o que quer que seja, já que, no final, rende o mesmo fascínio de se ler isto daqui. Terminá-lo é como ser empurrado das nuvens à terra; e não há nada de sutil na queda. Volta-se às cores desbotadas do que é mundano. Mas, acho que tenho sorte. Ao contrário do personagem, posso voltar às minhas sensações, buscando tocá-las novamente, relendo esta história, que, aliás, vale a pena releitura. Nunca é demais sentir o teu toque sublime sobre as coisas e como consegue traduzi-lo em tuas palavras.
PS:. Não ouvi todas as músicas recomendadas, porém, a li ao som de Tame Impala. Vale, né?
O que mais gostei: A criatividade e desenvoltura descritiva da narração.
Agradeço pelo comentário! Alegra-me bastante saber que você gostou do conto, que vale ressaltar que é bem antigo (acredito que tem cinco anos). Também agradeço muito pelas suas palavras lindíssimas no seu comentário, isso me motiva a escrever cada vez mais!
Devo admitir que não entendi nada. Não tenho capacidade mental o suficiente para compreender. O cara tava morrendo aí morreu e sumiu, é isso?
Bom, pouco importa. Você escreve com perfeição, isso poderia estar em um livro filosófico muito profundo. Em vários momentos, me lembrou O Pequeno Príncipe. Não sei se você gosta, eu reconheço a importância e grandeza da obra, mas não gosto muito.
Enfim, parabéns pelo conto, ficou claro que você tem o reconhecimento que merece. Espero que não tenha se ofendido ou magoado comigo. Bjs!
P. S. Será que essa é a sensação de usar drogas pesadas? -q
Eu escrevi essa história há tanto tempo (acho que há uns cinco anos ou mais) que também não me lembro muito bem do enredo muito menos da escrita que utilizei, mas me lembro bem de que foi o primeiro texto que eu realmente tive orgulho de ter escrito. Sinto que foi a primeira coisa que eu realmente escrevi bem.
E muito obrigada! Nunca li O Pequeno Príncipe (e pelo que me falam do livro, também não me interessa muito), tampouco gosto e entendo de Filosofia, haha!
Não me ofendi de jeito nenhum! Adorei o seu comentário, a propósito! Fiquei bastante feliz e agradeço bastante!
Eu escrevi essa história há tanto tempo (acho que há uns cinco anos ou mais) que também não me lembro muito bem do enredo muito menos da escrita que utilizei, mas me lembro bem de que foi o primeiro texto que eu realmente tive orgulho de ter escrito. Sinto que foi a primeira coisa que eu realmente escrevi bem.
E muito obrigada! Nunca li O Pequeno Príncipe (e pelo que me falam do livro, também não me interessa muito), tampouco gosto e entendo de Filosofia, haha!
Não me ofendi de jeito nenhum! Adorei o seu comentário, a propósito! Fiquei bastante feliz e agradeço bastante!
Oi, Glenda!
Eu estou com um pouco de sono por conta dos remédios que ando tomando, por isso, revele qualquer erro que eu cometer ou até qualquer incoerência em relação ao comentário que eu deixar. Não posso dizer que são as drogas, mas estou quase lá.
Tive duas interpretações sobre o seu texto. Uma delas trabalha a ideia de um êxtase inicial causado por elementos químicos como drogas, ou qualquer anestésico - que não deixa de ser a mesma coisa - e que leva o eu-lírico a invadir outros mundos, construindo a sua parcela de realidade seja interna, real, ou externa, imaginária. Explico o que eu quis dizer, quando falo de interna, real, quero dizer de um desejo humano sobre ir além da efemeridade das coisas e trazer para si a realidade da constituição do plano. O mesmo se vale para o outro, mas não uma efemeridade das coisas, mas uma própria. Os planos podem se fundir e se desfundir, porém, mesmo assim, passa a sensação que a música te transpõe para outros meios e te eleva para constantes performances que se pode ter a partir da arte e a partir do além. O universo é cheio de meios inesgotáveis que podem se esgotar na sensibilidade humana de alguém que o esquece/ ignora/ não nota, mas pode transcender até na mente humana se for além. Por conta disso, a ideia do narcótico, porque as sensações são de elevação, queda e finitude. Uma elevação que vai além, vai nas alturas, uma queda brusca pela ânsia e a finitude quando tomada pelo exagero.
Tive outra leitura, uma leitura baseada no envolvimento da música e nas singularidades do tom. Como estou com problema no ouvido, não ouvi com a música como foi pedido. Penso que era extremamente necessário, ir no além do toque do som e da melodia, trazendo singularidade ao texto, indo para o profundo com notas mais graves e abrandando-se enquanto a música se esgota como o próprio corpo se esgota, mas jamais deixar de existir porque pode tocar outra vez como a própria alma pode continuar a existir.
Enfim, foram as duas leituras que tive do seu texto, pode ser que nenhuma delas esteja correta, como pode não existir o correto. O bom é quando o texto abre portas para o leitor e o seu fez isso absolutamente bem. Por conta disso, te dou um parabéns exaltado e espero que continue bem com seus textos.
Ah, em relação a escrita, eu gostei, achei forte e muito temperada nos detalhes e na riqueza das nuances. Para leitores que gostam de profundidade e de detalhes, seus textos farão muito bem. :)
Parabéns e obrigada pela leitura. :)
O que mais gostei: A transferência do eu-lírico.
O que acho que pode melhorar: Acredito que algumas repetições não sejam propositais, logo, cuidado com elas. :)
Quais repetições? Escrevi essa história há cerca de quatro anos e não me lembro de quase nada do que escrevi. Lembro-me que deixei algumas repetições propositais, mas eu posso ter me equivocado em algum momento e repetido palavras sem querer também.
Eu também não me lembro dessa transferência de eu-lírico, mas se você disse que está bom, tudo bem.
Olá, camarada. Eu também estou morrendo de sono por causa do remédio anti-inflamatório e por ter dormido apenas três horas e meia na noite anterior.
As duas interpretações são válidas. Qualquer interpretação é válida, para falar a verdade. Uma das poucas coisas que me lembro quando postei esta história na minha antiga conta, foi ter colocado nas notas finais o adendo de que a interpretação de cada um é a "verdadeira". Não é porque eu escrevi a história que a minha interpretação é a única e a correta. Acho muito interessante explorar diversas outras visões sobre um mesmo texto, e vi várias visões super diferentes umas das outras. Você citou música e a alucinação através de drogas psicoativas, mas teve gente que relacionou o texto à espiritualidade. Duas coisas que pra muita gente não têm nada a ver uma com a outra. Portanto, além de ambas interpretações serem válidas, elas também são corretas, e seriam mesmo se elas se contradissessem. Gosto de criar múltiplas interpretações em textos e isso é algo que inclusive tento fazer na long (a de 45 capítulos). Acredito que essa história foi um teste que, a meu ver, foi muito bem sucedido para que eu começasse a explorar amplas interpretações ao escrever. Não foi à toa que reupei a história aqui, porque gostei bastante do resultado final.
Eu gosto de detalhes, mas de detalhes úteis. Não me importa saber aspectos físicos, eu não dou a mínima para eles na hora de escrever, o que me importa são os aspectos que de fato vão afetar em algo a história, que são as reflexões e os aspectos psicológicos das personagens. Nessa história, particularmente, eu até evitei dar detalhes sobre o protagonista justamente para não quebrar a ideia do texto. Por exemplo, imagine se eu descrevesse a personalidade do protagonista? Isso geraria uma série de outras implicações que alterariam a interpretação final do texto, talvez até pondo em xeque o fato de não haver um ponto de vista canônico, dependendo do que eu colocasse. Além disso, detalhes demais iriam quebrar o ritmo "etéreo" que marca a história.
Sou eu que devo agradecer imensamente, camarada. Fico bastante feliz que tenha lido e escrito esse comentário, foi um dos mais longos que já recebi na vida (eu acho). Mas foi o mais longo desta história, tenho certeza, e foi o que mais me fez refletir.
Mais uma vez, muitíssimo obrigada que tenha tirado seu tempo para poder ler a história e comentar nela.
Parabéns, melhor somente ficaria em forma de poesia.
O que mais gostei:
Os bem descritos e detalhados cenrios pelo qual o personagem passa.
O que acho que pode melhorar:
Perfeito do jeito que est, modificar seria estragar.
WAWAAAAAAAAAAAAAAAA LINDO ♥3333333 Te amo eternamente
"Perfeito do jeito que est?
Melhor somente ficaria em forma de poesia"
Bipolaridade detected HUAHUAHUAHUA
Mas eu acho que esse texto nasceu pra ser prosa, poesia n?o e meu forte.
Fico feliz que tenha gostado, Wawa
TE AMO SEU GOSTOSO
Achei um excelente narração, algo bem detalhado. Fascinante! Eu amei essa fic. Parabéns! Me encantei, haha. ♥
O que mais gostei:
Tudo!
Obrigada pelo comentario! =D fico muito feliz que tenha gostado! Novamente agradeco! =D
Não há palavras para descrever o quão profundo é. Não há palavras para descrever a ligação, dor, felicidade, contradição que eu sinto.
E como poderia? Como poderia explicar o inexplicável?
Como poderia procurar palavras para dizer um sentimento? Se um sentimento é tudo aquilo que mais desconhecemos.
E o universo, a quarta dimensão, a morte, a vida. Tudo isto são sentimentos, sentimentos dos mais puros e belos.
A morte, como uma parte da vida, é um dos sentimentos mais fortes. Por mais que o ignoremos. A morte é sim algo encantador. Não por ser algo bom, mas por ser revoltante, por ser uma forma de entusiasmo e agonia.
Estar morto, nos faz vivos.
Acredito que tu me entendes... Ou não...
Gostaria de ressaltar que eu coloquei essa história na minha listinha de coisas perfeitas ♥
UOU O-O Adorei o jeito como você escreveu ♥ Ficou realmente fantástico owo A descrição impecável, um contexto maravilhoso, adorei! Realmente adorei!
Sinceramente, gostaria de dizer que o que eu mais gostei foi a frase do inicio, achei muito legal isso cara >< Eu também tenho o costume de fazer isso, colocar uma frase marcante antes do inicio de cada capitulo ^w^ Achei muito lindo, e chorei muito aqui çwç
Obrigada por me recomendar essa maravilha em forma de escrita! ♥
fico feliz com o seu comentario e o fato de que gostou da história =D :v
amo frases de inicio tambem, mas aquela e especial porque e do meu idolo, o john frusciante (o cara da minha foto de perfil)
serio que tu chorou? '-' :v
e de nada =D e agradeco a voce por ler tambem XD :v
Olá! ❤ Sou do Nyah e havia pedido por OS e estou genuinamente feliz de ter encontrado a sua.
Absolutamente amei essa fanfic. Sua escrita é redundante, mas não cansativa. É quase poética, beirando a filosofia. A repetição de sentimentos e cores e sensações só me fez adentrar nesse universo espiritual e transcender um pouco junto com a personagem.
Parabéns pelo ótimo resultado. Realmente adorei a forma como você descreveu cada detalhe.
Te desejo muita inspiração para futuros projetos, por mais que tenha quase certeza que você a tenha de sobra já.
xoxo
Olá, camarada! Lembro-me de você =D
Agradeço imensamente. Imensamente. Seu comentário me fez sorrir, não é todo dia que também vejo comentários que me façam me sentir bastante agradecida. Fico ainda mais feliz por ter gostado desses detalhes que tentei me apegar bastante na hora de escrever para causar esse mesmo sentimento que você e eu tivemos.
E obrigadíssima =D Inspiração é algo muito útil, e vai ser ainda mais principalmente agora que estou escrevendo uma história longa (beeem longa, diga-se de passagem). E também desejo bastante inspiração para você também, camarada =D
Mais uma vez, muito obrigada pelo seu comentário, me deixou muito feliz mesmo ♥
Vaernseyn.
Eu só consigo ficar pasma, boquiaberta, maravilhada e preenchida por algo nada terreno, algo pacífico, algo belo, após ler isto, Vaernseyn. Eu consigo imaginar isto o que o nosso protagonista passou, como uma experiência de quase-morte, mas também de uma viagem astral, que o levou para outra Dimensão. E, pode parecer loucura de minha parte, mas creio que, no desfecho, ao tentar realizar nova mente a experiência, rompeu o cordão de prata, o que liga o espírito ao corpo nas viagens, e ficou aprisionado em uma prisão espiritual. Caso não saiba do que estou falando, pesquise um pouco; eu sou uma leitora que ama criar teorias para as histórias que leio.
A Quarta Dimensão nos desperta sensações finitas, mas inesgotáveis; é como se elas habitassem dentro de nós, e tivessem sido despertadas pelas suas histórias. A sensação acaba quando a história acaba, pois tudo torna-se, novamente, mundano, terrestre, humano.
A forma com que descreveu a Quarta Dimensão foi tão repleta de detalhes, constituída de uma riqueza de observações, que somos transportados, realmente, para lá. É como se o Paraíso fosse encapsulado em um pouco mais que mil palavras. Eu não sei o que dizer diante isso, só sentir. Talvez meu comentário fique pequeno, e pareça uma amostra grátis de desânimo bruto, mas é como se eu estivesse em uma hipnose, em um encanto profundo, após ler estas palavras tão idílicas, e nada sou capaz de proclamar acerca do que li.
Então, eu lhe agradeço. Por me proporcionar esta oportunidade. Muito obrigada por escrever isto, e por despertar em mim tudo isso; eu serei infinitamente grata.
Um grande sopro de inspiração constante para você,
Brida Irina ♥
O que mais gostei: O fato de nos fazer refletir. A doçura nas palavras, o encanto na Música, nas nuances da Melodia que habitam dentro de nós como habitaram em nosso protagonista, cujas sensações podem ter protagonizado, inclusive, vidas reais e profanas.
O que acho que pode melhorar: Com certeza, eu. Sou a menina do grupo do Nyah!, no Facebook, aquela quem clamou por autores que respondessem aos comentários. Desculpe a demora; a placa-mãe de meu computador queimou, e estou um pouco impossibilitada.
Fiquei com pena ao ler o "o que precisa ser melhorado". Queimar placas do computador é algo que não desejaria nem ao meu pior inimigo. E também devo me desculpar pela demora em comentar porque estive ocupada nestes últimos dias e quase não tenho entrado no PC a não ser para jogar.
Essa história foi escrita a tanto tempo - não se deixe enganar pela data de postagem - que nem mesmo me lembrava dos conceitos de Música e Melodia. Mas, mesmo vagamente me lembrando deles, eu fico bastante feliz que tenha gostado disso e principalmente do fato de refletir acerca dessa história. Gosto de provocar reflexões nos leitores e também de eu mesma refletir sobre algo. Devo passar bastante tempo refletindo sobre os mais diversos assuntos, inclusive.
Isso me lembra o livro Fios de Prata. Não sei se você se refere exatamente a ele, afinal, não sei se esse livro é o único que trabalha com o conceito de fio, viagem astral, prisão espiritual, mas é muita coincidência. Se me permite o comentário, apesar de ter gostado desse livro, achei o enredo mal aproveitado. Não é a primeira vez que um livro desse autor me dá essa sensação, e isso só me dá a certeza de nunca mais ler um livro desse escritor, algo que estava em xeque após eu ler aquela série fantástica dele (a qual detestei, diga-se de passagem). Mas isso não é relevante, apesar de que eu gosto de dar opiniões sobre livros que leio, jogos que jogo e músicas que escuto, principalmente quando não há mais ninguém com quem comentar sobre.
Sobre o final - ainda entrando no seu primeiro parágrafo, mas a minha opinião do livro me tomou muitas linhas então tive de dividi-lo -, eu não vou contar o que eu interpreto. Apesar de eu ter deixado livre a interpretação, eu tinha prometido nunca contar o meu ponto de vista sobre essa história desde quando postei na minha antiga conta, e vou manter essa promessa. Mas gostei da sua teoria. Aliás, o fato de elaborar teorias é algo que eu admiro muito nos leitores.
Eu gostaria de me lembrar sobre as sensações que tive ao escrever esse texto. Mas foi há tanto tempo que eu nem mesmo me lembro o que senti ao escrevê-lo. Eu poderia relê-lo, mas também não gosto de reler nada meu. Portanto, acho que vou ficar com a sua descrição como algo aproximado do que eu senti. Ou do que sinto às vezes. É uma sensação constante, a percepção da efemeridade das coisas. Memento mori. Acho que escrevi esse texto porque tenho um fascínio com o universo e com música, e eu queria unir essas coisas e lhes dar um toque sublime. Bom, essa seria minha motivação caso eu resolvesse escrever esse texto hoje. Mas como foi há tanto tempo, eu não tenho certeza se realmente foi isso.
Na verdade, seu comentário não foi pequeno. Acredito que, se eu pegar todos os outros comentários desta história e compará-los com o seu, eles ainda seriam menores. Acho que se eu pegar as recomendações, mesmo elas juntas ainda seriam menores que seu comentário. Que isso. Desânimo bruto? Se houvesse uma escala de falta de ânimo, o seu comentário estaria em -1. E isso é ótimo, a meu ver. Sobre os detalhes, eu realmente não me lembro. Mas se você gostou, eu acho que o mínimo que eu devo sentir é felicidade profunda. O mínimo.
E muito obrigada pelo seu comentário, camarada. Também sou bastante grata pelo seu comentário, sinto que foi algo mais aberto e menos robótico como faço com outros comentários - não todos -, e isso é muito interessante. Gosto de conversar e refletir com os leitores. Alguns dos meus melhores camaradas foram leitores meus, começamos a conversar e hoje refletimos sobre a vida, o universo e tudo mais.
Mais uma vez, agradeço imensamente. Não é todo dia que eu recebo review, e um review como o seu é mais raro ainda, um a cada seis meses, mais ou menos (e estou falando sério!), portanto, me sinto na obrigação até de agradecer pessoalmente, de tão bonito e profundo que é o seu review. É daqueles que dá vontade de imprimir, emoldurar e pregar na parede.
Talvez eu até faça isso. As paredes daqui de casa estão meio sem graça mesmo.
Agradeço imensamente (vou deixar em negrito, coisa que nunca faço, para expressar o quão grata estou pelo review. Às vezes, agradeço algo dez vezes e ainda achando que não foi suficiente) e, claro, fiquei bastante feliz por tê-lo recebido (minha cara de felicidade neste exato momento não é das melhores porque eu estou com sono, mas intimamente estou bastante feliz). Que você também tenha bastante inspiração, camarada, inclusive para escrever comentários muito bonitos como esse =)
Vaernseyn.
Pelo título eu já imaginava que a história tivesse algo de hermético, porém a condução muito bem feita foi além das minhas melhores expectativas.
Em relação aos paraísos que o personagem vê e vive, eu inevitavelmente associo essa felicidade de curta duração com as novidades que nós provamos na vida e que muitas vezes perdem o seu sabor rapidamente, ou somem de maneira abrupta dos nossos alcances.
A mistura de elementos sinestésicos, fantasiosos e científicos é um charme da sua narrativa e agrega ainda mais qualidade ao seu trabalho.
Parabéns!
O que mais gostei: Da complexidade da linguagem da história, além das ligações que a autora estabeleceu entre diferentes termos populares de várias áreas do conhecimento.
Agradeço imensamente o comentário, camarada!
Não sei se o camarada leu os outros comentários, mas em alguns deles, eu até mencionei o fato de ter escrito essa história há bastante tempo, uns três anos, imagino. Devido a isso, não me lembro de quase nada dessa história, como a linguagem ou ligações a diversas áreas do conhecimento. Sei que não tive a intenção de ligar áreas do conhecimento. Se o fiz, foi sem dar o foco a isso.
Eu não acredito que o texto seja hermético pelo seguinte motivo: a interpretação desse texto é livre, então não acredito que seja um texto de "difícil" compreensão uma vez que todas as compreensões são válidas. Mas fico bastante feliz que o texto tenha lhe agradado e que tenha superado suas expectativas, suas melhores, ainda por cima (!). Mais uma vez, obrigadíssima, camarada =)
É uma boa interpretação. Das várias que li, a sua foi a que mais me interessou, até porque a sua interpretação também é muito subjetiva e leva a diversas outras perguntas também. Por exemplo, que novidade(s)? Como somem? Por que somem? E isso deixa a proposta do texto - a livre interpretação - muito mais abrangente.
Fico bastante feliz que tenha gostado desses elementos e não é à toa: na outra história (a longa), tento trabalhar com os mesmos elementos e acredito que posso afirmar que com uma escrita parecida, apesar de não me lembrar muito bem de como escrevi essa história. Acredito também que, se o camarada gostou dessa, provavelmente irá gostar da long também, mas como ela é uma história bem maior e já está bastante avançada, não sei se irá lhe despertar o interesse. Mas caso tenha curiosidade, dê uma olhada depois. Eu ficaria bastante feliz em ver o camarada lá também =D
Mais uma vez, camarada, agradeço imensamente o seu comentário. Deixa-me bastante feliz em ver que uma pessoa que admiro bastante tenha tirado seu tempo para comentar em algo que escrevi e de maneira afável. Como diria um amigo meu, obrigadíssima, hehe =D
"As pequenas folhas lhe acariciavam o corpo. No entanto, embora sentisse tudo aquilo, não se sentia dentro do próprio corpo. A grama não acariciava seu corpo terreno, mas sim, sua alma. Era aquilo que via, sentia, cheirava e vivia, naquela dimensão."
Isso foi tão fundo em mim que, exatamente nesse trecho, o texto tomou-me por completo. Não sei dizer muito bem o que senti lendo essa obra tua, mas cara, foi um êxtase tremendo. Fiquei abismado com a qualidade descritiva de cada linha e me senti em Interestelar.
Você captou bem o que uma experiência dessas costuma trazer (pelo menos até onde eu já li sobre o assunto) e isso me deixou encantado. Acho que é a primeira coisa que leio sua não é? Se for, abri o catálogo com chave de ouro.
Aquele abraço, Camarada.
O que mais gostei: Narrativa bem construída
O que acho que pode melhorar: Não tenho nada a acrescentar a algo tão belo.
Agradeço imensamente pelo comentário, camarada.
Este comentário provavelmente vai ser mais curto porque o Nyah! fez questão de comer a minha primeira resposta com angu, e eu também já te dei bastantes "spoilers" sobre a minha primeira resposta no WhatsApp. Portanto, farei algo mais curto para ficar menos repetitivo.
Foi uma imensa coincidência falarmos de Interestelar em um intervalo de tempo tão curto. Eu poderia estender este parágrafo falando o quanto amo esse filme, mas acho que seria melhor conversarmos sobre isso em outro momento. Mas vale citar que coisas sobre o universo também despertam em mim o mesmo sentimento. Acho que é por isso que amo tanto Interestelar, Perdido em Marte e outras obras de sci-fi diversas. Como eu tinha dito no comentário anterior, se eu pudesse descrever minha crença em uma palavra, essa palavra seria o universo. Nada me fascina tanto quanto isso, e acho que é por isso que eu "acredito" no universo.
Como também havia lhe dito, quero que os meus leitores tenham a mesma sensação que você teve ao ler esta história. Quero que todos eles, independente a história que leiam primeiro, sintam-se "abrindo o catálogo com chave de ouro". É algo bastante trabalhoso de se fazer, visto que tenho que manter uma qualidade impecável em todos os meus textos, mas até agora tenho gostado bastante do resultado. No entanto, minha aba de Histórias no meu perfil ainda está bem vazia. Pretendo aumentá-la cada vez mais, é claro =D
Mais uma vez, camarada, agradeço imensamente pelo comentário e também peço desculpas pelo transtorno com a resposta.
Reyna Voronova.
Parece que tuas palavras são feitas de mel de tão doces que chegaram a mim. Esta tua prosa que deve ser a música ouvida pelo moço em seu delírio de tão maravilhosa que é. Que delícia de narrativa, que inspiração de viagem, hein? Tua escrita é fantástica e uma obra como a tua merece muito mais destaque do que recebe. Se teu personagem teve uma experiência de morte — esta é minha interpretação, que ele teve visões em seu leito de morte, mas, também, interpreto-a como possível visão proporcionada por drogas psicoativas — tive uma experiência de absoluta vivência sinestésica durante a leitura de sua jornada espiritual, alucinógena, extracorpórea, sobrenatural, espiritual — o que quer que seja, já que, no final, rende o mesmo fascínio de se ler isto daqui. Terminá-lo é como ser empurrado das nuvens à terra; e não há nada de sutil na queda. Volta-se às cores desbotadas do que é mundano. Mas, acho que tenho sorte. Ao contrário do personagem, posso voltar às minhas sensações, buscando tocá-las novamente, relendo esta história, que, aliás, vale a pena releitura. Nunca é demais sentir o teu toque sublime sobre as coisas e como consegue traduzi-lo em tuas palavras.
PS:. Não ouvi todas as músicas recomendadas, porém, a li ao som de Tame Impala. Vale, né?
O que mais gostei: A criatividade e desenvoltura descritiva da narração.
Agradeço pelo comentário! Alegra-me bastante saber que você gostou do conto, que vale ressaltar que é bem antigo (acredito que tem cinco anos). Também agradeço muito pelas suas palavras lindíssimas no seu comentário, isso me motiva a escrever cada vez mais!
Abraços!
Devo admitir que não entendi nada. Não tenho capacidade mental o suficiente para compreender. O cara tava morrendo aí morreu e sumiu, é isso?
Bom, pouco importa. Você escreve com perfeição, isso poderia estar em um livro filosófico muito profundo. Em vários momentos, me lembrou O Pequeno Príncipe. Não sei se você gosta, eu reconheço a importância e grandeza da obra, mas não gosto muito.
Enfim, parabéns pelo conto, ficou claro que você tem o reconhecimento que merece. Espero que não tenha se ofendido ou magoado comigo. Bjs!
P. S. Será que essa é a sensação de usar drogas pesadas? -q
Eu escrevi essa história há tanto tempo (acho que há uns cinco anos ou mais) que também não me lembro muito bem do enredo muito menos da escrita que utilizei, mas me lembro bem de que foi o primeiro texto que eu realmente tive orgulho de ter escrito. Sinto que foi a primeira coisa que eu realmente escrevi bem.
E muito obrigada! Nunca li O Pequeno Príncipe (e pelo que me falam do livro, também não me interessa muito), tampouco gosto e entendo de Filosofia, haha!
Não me ofendi de jeito nenhum! Adorei o seu comentário, a propósito! Fiquei bastante feliz e agradeço bastante!
P.S.: Não sei, nunca usei =p
Abraços e obrigada!
Eu escrevi essa história há tanto tempo (acho que há uns cinco anos ou mais) que também não me lembro muito bem do enredo muito menos da escrita que utilizei, mas me lembro bem de que foi o primeiro texto que eu realmente tive orgulho de ter escrito. Sinto que foi a primeira coisa que eu realmente escrevi bem.
E muito obrigada! Nunca li O Pequeno Príncipe (e pelo que me falam do livro, também não me interessa muito), tampouco gosto e entendo de Filosofia, haha!
Não me ofendi de jeito nenhum! Adorei o seu comentário, a propósito! Fiquei bastante feliz e agradeço bastante!
P.S.: Não sei, nunca usei =p
Abraços e obrigada!