Defino esse episódio como um elo para os outros. Pode ter parecido monótono à primeira vista, mas, cara, essa última parte, com Carolina narrando, na conversa entre as garotas, foi algo tão sublime. Sério os diálogos foram, além de construtivos, fluídos e nada forçados, o que normalmente pode acontecer à altura do campeonato.
As reflexões de Carolina, junto com Manuela e Cecília, nesse finalzinho, foram dignos de prêmios. Ficou algo tão sucinto, representando toda a vida delas: a amizade, o amor, a benevolência, o companheiro, a culpa, o medo, a agonia, o desenvolvimento, a individualidade, a força de vontade, a alegria, a tristeza, a aflição eterna, o quebranto. Tudo isso em poucas palavras. Isso é o que eu chamo de saber como levar uma história.
Conforme fui lendo, deparei-me com as lembranças de Diogo. Isso me fez perceber o quando o Fic mudou até agora. Desde o início, quando estavam na escola (ainda acho que um flashback sobre esse tempo seria bem legal), depois indo para o Trocado, depois na estrada, depois no quiosque, na boate, enfim. Foram tantas mudanças; tantas perdas; tantas tramas; novidades... É meio nostálgico lembrar de tudo, cara. Sei lá... Vendo isso, tenho a absoluta convicção de que nada foi em vão e que Quebranto só tende a crescer!
Eu falei que voltava, não falei?! Haha. Adorei o capítulo, como sempre. Também achei muito calmo, o que me faz pensar que o próximo talvez não seja assim, (in?)felizmente.
Algo me diz que o escudo da Ceci vai voltar somente quando elas estiverem em uma situação de risco meeesmo. Tipo, quando não tiver mais saída e no último segundo: BOOM! Escudo volta, todos se safam (ou nem todos).
Me senti estranha lendo o POV da Sabrina. Sei lá, nem parece ser ela em algumas partes...
Pra mim esses "Mercenários" não são boa coisa. Podem até ser do bem, mas não significa que estão certos. Matar a tal Dra. sem nem mesmo ter certeza do que realmente aconteceu me parece suspeito. Talvez tenham sido enganados pelos Nove, que é outra coisa que me parece suspeita.
Enquanto escrevia a última frase me veio um lampejo: a família da Vicky pode estar na Fortaleza! O pai dela pode até fazer parte dos Nove. Não faz muito sentido mas me ocorreu aqui, não sei o porque.
To me sentindo o próprio Diogo, questionando tudo e todos. Não que eu discorde dele, acho que está certíssimo.
Isso que a Sabrina disse sobre todos protegerem a Nanda desde o início: pode ter um motivo. Talvez a gente descubra em breve.
Falando em Nanda: tô doidinha pra saber qual vai ser a mutação dela. Li os outros reviews do capítulo anterior e alguém comentou sobre ter a ver com fogo: será?! To curiosíssima!
Já estava com saudades do Otto, meu marido perfeitão. Também to com saudades do Tio Rico e Hugo(stoso) fazendo saliências na traseira de alguma ambulância... Haha
Então Dropping chuchu, só isso mesmo. Vê se não demora, hein! Hahahaha
Muito legal
To curiosa pro encontro de todos eles
Defino esse episódio como um elo para os outros. Pode ter parecido monótono à primeira vista, mas, cara, essa última parte, com Carolina narrando, na conversa entre as garotas, foi algo tão sublime. Sério os diálogos foram, além de construtivos, fluídos e nada forçados, o que normalmente pode acontecer à altura do campeonato.
As reflexões de Carolina, junto com Manuela e Cecília, nesse finalzinho, foram dignos de prêmios. Ficou algo tão sucinto, representando toda a vida delas: a amizade, o amor, a benevolência, o companheiro, a culpa, o medo, a agonia, o desenvolvimento, a individualidade, a força de vontade, a alegria, a tristeza, a aflição eterna, o quebranto. Tudo isso em poucas palavras. Isso é o que eu chamo de saber como levar uma história.
Conforme fui lendo, deparei-me com as lembranças de Diogo. Isso me fez perceber o quando o Fic mudou até agora. Desde o início, quando estavam na escola (ainda acho que um flashback sobre esse tempo seria bem legal), depois indo para o Trocado, depois na estrada, depois no quiosque, na boate, enfim. Foram tantas mudanças; tantas perdas; tantas tramas; novidades... É meio nostálgico lembrar de tudo, cara. Sei lá... Vendo isso, tenho a absoluta convicção de que nada foi em vão e que Quebranto só tende a crescer!
ótimo episódio. Ansioso.
Ai que agonia!
Detesto vê-los se separando cada vez mais.
Eu falei que voltava, não falei?! Haha. Adorei o capítulo, como sempre. Também achei muito calmo, o que me faz pensar que o próximo talvez não seja assim, (in?)felizmente.
Algo me diz que o escudo da Ceci vai voltar somente quando elas estiverem em uma situação de risco meeesmo. Tipo, quando não tiver mais saída e no último segundo: BOOM! Escudo volta, todos se safam (ou nem todos).
Me senti estranha lendo o POV da Sabrina. Sei lá, nem parece ser ela em algumas partes...
Pra mim esses "Mercenários" não são boa coisa. Podem até ser do bem, mas não significa que estão certos. Matar a tal Dra. sem nem mesmo ter certeza do que realmente aconteceu me parece suspeito. Talvez tenham sido enganados pelos Nove, que é outra coisa que me parece suspeita.
Enquanto escrevia a última frase me veio um lampejo: a família da Vicky pode estar na Fortaleza! O pai dela pode até fazer parte dos Nove. Não faz muito sentido mas me ocorreu aqui, não sei o porque.
To me sentindo o próprio Diogo, questionando tudo e todos. Não que eu discorde dele, acho que está certíssimo.
Isso que a Sabrina disse sobre todos protegerem a Nanda desde o início: pode ter um motivo. Talvez a gente descubra em breve.
Falando em Nanda: tô doidinha pra saber qual vai ser a mutação dela. Li os outros reviews do capítulo anterior e alguém comentou sobre ter a ver com fogo: será?! To curiosíssima!
Já estava com saudades do Otto, meu marido perfeitão. Também to com saudades do Tio Rico e Hugo(stoso) fazendo saliências na traseira de alguma ambulância... Haha
Então Dropping chuchu, só isso mesmo. Vê se não demora, hein! Hahahaha
:)x