Ah, Elliot, numa dessas eu ainda desmaio. Por que insiste em fazer isso comigo assim, tão abruptamente? Não que eu não goste, é claro.Fiquei sem ar por ainda mais tempo que dá vez anterior, minhas mãos tremeram. O efeito que as suas palavras me causam.
Eu sou mesmo uma canção tão boa assim?Desse jeito você me deixa sem palavras.
O mais irônico de tudo isso é que eu nunca consegui montar um cubo mágico. Sempre achei que métodos especiais não deixavam de ser uma forma de trapaça. E do mesmo jeito, nunca consegui desvendar a mim mesma, porque não existe uma técnica e eu nunca me dei ao trabalho de inventar, ou ao menos procurar uma. É só o caos, um furacão, como você disse.
"Irene" foi ainda mais magistral que a história anterior, se é que isso era possível. Me deixou sorrindo sem motivo por ainda mais tempo.
As únicas duas coisas que ainda me restam dizer, Elliot, é que deveria tomar cuidado para não ter uma overdose de Irene; e que venha logo, que venha o mais rápido possível, para que possa que possa apreciar a canção completamente.
Não é minha culpa se é você é absolutamente "escrevível". Você não é uma canção tão boa assim, você é a canção em que foram levados anos para se escolherem as notas perfeitas, para dar o ritmo certo. A canção em que muitos compositores pensaram, e muitos ainda pensarão, mais nenhum saberá terminar a canção, talvez nunca conseguirão. A canção que as notas não podem ser reproduzidas em sua totalidade, uma canção que sempre estará mudando, acrescentando tons, perdendo velhos clichês e adicionando toques atuais. Uma canção que será sempre uma metamorfose ambulante.
Só não tenho uma overdose de Irene, para não precisar ficar em abstinência depois. Eu vou tentar, vou fazer o possível para conseguir algum meio de chegar até você, nem que levem milênios, eu não posso morrer sem te conhecer totalmente. Eu preciso ouvir essa canção.
Ah, Elliot, numa dessas eu ainda desmaio. Por que insiste em fazer isso comigo assim, tão abruptamente? Não que eu não goste, é claro.Fiquei sem ar por ainda mais tempo que dá vez anterior, minhas mãos tremeram. O efeito que as suas palavras me causam.
Eu sou mesmo uma canção tão boa assim?Desse jeito você me deixa sem palavras.
O mais irônico de tudo isso é que eu nunca consegui montar um cubo mágico. Sempre achei que métodos especiais não deixavam de ser uma forma de trapaça. E do mesmo jeito, nunca consegui desvendar a mim mesma, porque não existe uma técnica e eu nunca me dei ao trabalho de inventar, ou ao menos procurar uma. É só o caos, um furacão, como você disse.
"Irene" foi ainda mais magistral que a história anterior, se é que isso era possível. Me deixou sorrindo sem motivo por ainda mais tempo.
As únicas duas coisas que ainda me restam dizer, Elliot, é que deveria tomar cuidado para não ter uma overdose de Irene; e que venha logo, que venha o mais rápido possível, para que possa que possa apreciar a canção completamente.
Beijos da sua musa,
Irene
Não é minha culpa se é você é absolutamente "escrevível". Você não é uma canção tão boa assim, você é a canção em que foram levados anos para se escolherem as notas perfeitas, para dar o ritmo certo. A canção em que muitos compositores pensaram, e muitos ainda pensarão, mais nenhum saberá terminar a canção, talvez nunca conseguirão. A canção que as notas não podem ser reproduzidas em sua totalidade, uma canção que sempre estará mudando, acrescentando tons, perdendo velhos clichês e adicionando toques atuais. Uma canção que será sempre uma metamorfose ambulante.
Só não tenho uma overdose de Irene, para não precisar ficar em abstinência depois. Eu vou tentar, vou fazer o possível para conseguir algum meio de chegar até você, nem que levem milênios, eu não posso morrer sem te conhecer totalmente. Eu preciso ouvir essa canção.