Dropping, a cada episódio, você me surpreende mais. Eu já disse isso, mas torno a repetir: Quebranto foi a única história que acompanhei desde o início até o fim. Eu lia várias, mas com o decorrer dos episódios e do tempo, acabava enjoando-me, e, por fim, eu desistia. Quebranto, porém, é diferente. Você sempre nos trás coisas novas e deliciosas de se ler. Personagens de diversos tipos, desde carismáticos, até ranzinzas.
Carolina, como sempre, prova que é um personagem notório. Percebi uma grande evolução na psique dela. Em contrapartida, evidenciou o comportamento primitivo que as pessoas passam a ter nesse mundo sem regras e corrompido pelo vil. Você consegue retratar isso muito bem. “[...]Propondo certo debate sobre o limite tênue que separa o humano do animal[...]” Isso aqui é uma frase mais do que certa sobre a estória. Por exemplo, o modo como as crianças estão agindo é totalmente diferente ao “normal”. Claro, pra eles, tudo isso tornou-se normal. Todos, no fim, passaram a ser pessoas que ligam somente pela autropresenvação de si mesmo e do grupo no qual está se inserido. Você, Dropping, conseguiu – e continua – discorrer perfeitamente sobre o assunto. O jeito como os personagens são trabalhados, as circunstâncias nas quais eles estão acometidos. Você deixa tudo tão real, que eu – sem mentiras – achei que a cena de Carolina e do Diogo fosse real. Imaginei, claro, que isso era um filme e acabei perguntando-me como seria a relação entre os dois na vida real.
Eu sei, Dropping, que com o tempo, as idéias vão acabando. Mas eu quero que Quebranto dure por muito mais tempo. Então aqui vão algumas sugestões:
- O grupo protagonista podia encontrar canibais;
- Eles poderiam ficar num barco e, assim, os animais aquáticos zumbificados passariam a assolá-los;
- Poderiam encontrar um grupo de Inumanos;
- Poderiam encontrar um grande grupo que, com o tempo que já se passou, conseguiu, de certa forma, reestruturar a sociedade. Daí teria uma espécie de comércio, escola para os mais novos;
- Poderiam buscar um jeito com a cura, acabando, por fim, explorando a origem de tudo isso (eu acho que isso seria mais pro final);
- Encontrar pessoas metade humanas metades zumbis, que, às vezes, tentaria atacar as pessoas;
- Colocar, talvez, assassinatos dentro do grupo, daí haveria um mistério e todos suspeitando de cada um. No fim, você explicaria o motivo e como o assassino teria feito tudo.
Aqui foi só algumas ideias para tentar te ajudar caso esteja sem criatividade.
No mais, amei o episódio. Continue postando – quanto mais rápido, melhor –. Acompanharei até o fim.
Ai Deuses (todos eles) me ajudem a superar esse capítulo, por favor.
Não sei nem por onde começo porque do mesmo jeito que eu quase me joguei no chão de tanto rir - e não sair nenhum som - eu também senti como se meu coração tivesse explodido, igual ao da Thaís.
Quando eu li que o Dino tinha sido acertado meu coração falhou uma batida, tipo, esses gêmeos são uma das coisas mais f#%* da fic e ele simplesmente morre? Não mesmo! Minha reação ao saber que estava vivo foi basicamente a mesma da Vilma, a diferença é que eu não precisei me controlar.
EU PIREI TOTALMENTE QUANDO LI AQUELE "Nora is back, bitches" EU QUIS TE JOGAR DE UM PENHASCO E TE SALVAR AO MESMO TEMPO POR PROVOCAR ESSAS REAÇÕES EM MIM PORQUE ALÉM DISSO QUEM DISSE FOI O OTÁVIO ENTÃO VOCÊ NUNCA VAI CONSEGUIR NEM IMAGINAR A MINHA REAÇÃO e eu dei muita risada, aliás.
"Quando meu corpo se ergueu novamente, eu não estava só." PAPO 10, ME ARREPIEI! Essa parte foi tipo: haha, Topázio já era!
Achei muito louca a parte da Carol, foi algo que eu não esperava. Desconfio de que o Diogo seja o Batman... Enfim, to observando isso aí - você sabe de que parte estou falando, hm - haha mas foi muito - pensei em alguma palavras por uns 30 segundos e tudo o que saiu foi - legal.
QUASE ME ESQUECI DA PARTE EM QUE PRATICAMENTE FIQUEI SEM RESPIRAR DE TANTO QUE EU RI PORQUE NÃO É TODO DIA QUE VOCÊ VÊ O HUGO DIZENDO "-Eu NÃO vou ficar calmo, inferno! Tô com uma faca enfiada no rabo!" AKLSAJDKSAJKDHSAKHDKJSA EU RI TANTO QUE ACHO QUE NÃO CONSIGO MAIS DAR RISADA POR HOJE - na verdade, consigo. Foi só ler essa frase de novo.
Já comentei sobre tudo?! To pensando... Pensei tanto que notei o quanto Dino me lembra dinossauro. Fato interessante.
Acho que é só isso, então... Dropping, amei o capítulo e agradeceria se você não acabasse com a vida de um dos meus personagens favoritos - Otávio, ainda iremos nos casar - porque se você fizer isso eu faço questão de jogar de um penhasco, mas dessa vez não irei te salvar.
Caracas, tô em choque. Nem sei o que dizer. Ah, sim, você é demais, parceiro. Quebranto é foda, sem mais. *-*
Dropping, a cada episódio, você me surpreende mais. Eu já disse isso, mas torno a repetir: Quebranto foi a única história que acompanhei desde o início até o fim. Eu lia várias, mas com o decorrer dos episódios e do tempo, acabava enjoando-me, e, por fim, eu desistia. Quebranto, porém, é diferente. Você sempre nos trás coisas novas e deliciosas de se ler. Personagens de diversos tipos, desde carismáticos, até ranzinzas.
Carolina, como sempre, prova que é um personagem notório. Percebi uma grande evolução na psique dela. Em contrapartida, evidenciou o comportamento primitivo que as pessoas passam a ter nesse mundo sem regras e corrompido pelo vil. Você consegue retratar isso muito bem. “[...]Propondo certo debate sobre o limite tênue que separa o humano do animal[...]” Isso aqui é uma frase mais do que certa sobre a estória. Por exemplo, o modo como as crianças estão agindo é totalmente diferente ao “normal”. Claro, pra eles, tudo isso tornou-se normal. Todos, no fim, passaram a ser pessoas que ligam somente pela autropresenvação de si mesmo e do grupo no qual está se inserido. Você, Dropping, conseguiu – e continua – discorrer perfeitamente sobre o assunto. O jeito como os personagens são trabalhados, as circunstâncias nas quais eles estão acometidos. Você deixa tudo tão real, que eu – sem mentiras – achei que a cena de Carolina e do Diogo fosse real. Imaginei, claro, que isso era um filme e acabei perguntando-me como seria a relação entre os dois na vida real.
Eu sei, Dropping, que com o tempo, as idéias vão acabando. Mas eu quero que Quebranto dure por muito mais tempo. Então aqui vão algumas sugestões:
- O grupo protagonista podia encontrar canibais;
- Eles poderiam ficar num barco e, assim, os animais aquáticos zumbificados passariam a assolá-los;
- Poderiam encontrar um grupo de Inumanos;
- Poderiam encontrar um grande grupo que, com o tempo que já se passou, conseguiu, de certa forma, reestruturar a sociedade. Daí teria uma espécie de comércio, escola para os mais novos;
- Poderiam buscar um jeito com a cura, acabando, por fim, explorando a origem de tudo isso (eu acho que isso seria mais pro final);
- Encontrar pessoas metade humanas metades zumbis, que, às vezes, tentaria atacar as pessoas;
- Colocar, talvez, assassinatos dentro do grupo, daí haveria um mistério e todos suspeitando de cada um. No fim, você explicaria o motivo e como o assassino teria feito tudo.
Aqui foi só algumas ideias para tentar te ajudar caso esteja sem criatividade.
No mais, amei o episódio. Continue postando – quanto mais rápido, melhor –. Acompanharei até o fim.
O QUE?!? VOCÊ NÃO VAI FAZER ISSO COM O OTÁVIO!
Ai Deuses (todos eles) me ajudem a superar esse capítulo, por favor.
Não sei nem por onde começo porque do mesmo jeito que eu quase me joguei no chão de tanto rir - e não sair nenhum som - eu também senti como se meu coração tivesse explodido, igual ao da Thaís.
Quando eu li que o Dino tinha sido acertado meu coração falhou uma batida, tipo, esses gêmeos são uma das coisas mais f#%* da fic e ele simplesmente morre? Não mesmo! Minha reação ao saber que estava vivo foi basicamente a mesma da Vilma, a diferença é que eu não precisei me controlar.
EU PIREI TOTALMENTE QUANDO LI AQUELE "Nora is back, bitches" EU QUIS TE JOGAR DE UM PENHASCO E TE SALVAR AO MESMO TEMPO POR PROVOCAR ESSAS REAÇÕES EM MIM PORQUE ALÉM DISSO QUEM DISSE FOI O OTÁVIO ENTÃO VOCÊ NUNCA VAI CONSEGUIR NEM IMAGINAR A MINHA REAÇÃO e eu dei muita risada, aliás.
"Quando meu corpo se ergueu novamente, eu não estava só." PAPO 10, ME ARREPIEI! Essa parte foi tipo: haha, Topázio já era!
Achei muito louca a parte da Carol, foi algo que eu não esperava. Desconfio de que o Diogo seja o Batman... Enfim, to observando isso aí - você sabe de que parte estou falando, hm - haha mas foi muito - pensei em alguma palavras por uns 30 segundos e tudo o que saiu foi - legal.
QUASE ME ESQUECI DA PARTE EM QUE PRATICAMENTE FIQUEI SEM RESPIRAR DE TANTO QUE EU RI PORQUE NÃO É TODO DIA QUE VOCÊ VÊ O HUGO DIZENDO "-Eu NÃO vou ficar calmo, inferno! Tô com uma faca enfiada no rabo!" AKLSAJDKSAJKDHSAKHDKJSA EU RI TANTO QUE ACHO QUE NÃO CONSIGO MAIS DAR RISADA POR HOJE - na verdade, consigo. Foi só ler essa frase de novo.
Já comentei sobre tudo?! To pensando... Pensei tanto que notei o quanto Dino me lembra dinossauro. Fato interessante.
Acho que é só isso, então... Dropping, amei o capítulo e agradeceria se você não acabasse com a vida de um dos meus personagens favoritos - Otávio, ainda iremos nos casar - porque se você fizer isso eu faço questão de jogar de um penhasco, mas dessa vez não irei te salvar.
:)x
Eu estou adorando o capitulo, ficou maravilhoso.
Que eles sobrevivam