Se eu disser que no final do capítulo eu quase chorei, você acredita?
Esse capítulo foi bastante intenso, agora que tudo o que o Izaya sentiu desde o começo de tudo veio a tona, o jeito que a cabeça dele foi mudando, além dos sentimentos que ficaram confusos, ainda mais para uma pessoa como ele, que nunca havia sentido afeto por ninguém. Ele ficou realmente perturbado, e mesmo agindo da forma que agiu, amava a Mai, do seu jeito torto, mas amava.
Eu, por mais que tenha sentido muita raiva dele no decorrer da história, agora senti pena, ele parecia estar definhando, morrendo. E você retratou isso de forma brilhante. A última cena, em que a Mai impede o Shizuo-chan, me deu vontade de chorar, um nó na garganta (ainda mais que eu ouvindo música instrumental triste, por combinar com o momento, ai já viu, hahaha). Eu vou ler imediatamente o seguinte, ainda mais depois de você dizer que vai ter muito Izaya x Mai. Quero ver o que esses dois irão fazer e como o Shizuo vai reagir ao pedido da Mai.
Como sempre, essa fanfic está mexendo comigo, muito obrigada por isso e continue a escrever. Sinto que vou me emocionar muito mais ♥
Sim, a Mai foi a única pessoa que conseguiu entrar nos muros que ele ergueu para se proteger, mas foi uma invasão que lhe fez bem. E quando ela foi embora, levou tudo de bom que havia trazido para dentro. Ou seja, deixou uma ferida dolorosa e que não cicatrizou.
Ain, muuuito obrigada. Fico extremante feliz que tenha gostado da minha representação, adorei as palavras que usou.
Hehe, o capítulo seguinte está cheio de emoções, né?
Agradeço muito mesmo por todo o apoio que tem me dado. Simplesmente amo ler seus reviews e eles me fazem querer escrever cada vez melhor e deixar a história ainda mais incrível para você ♥
Introdução sensacional! Com poucas palavras, porém muito bem escolhidas e orquestradas, você conseguiu dar ao leitor uma ideia completa de quem é o Izaya. Mas, além disso, nos mostrou o lado dele até então desconhecido, mas que ao longo da história você deu pequenas insinuações de existirem. O medo de ser esquecido de fato é falado no anime. Não de forma direta, mas é a conclusão que se tira devido a forma de pensar e objetivos do Izaya. Porém, esse medo de amar, apesar de ser algo seu, definitivamente pode ser aceito como canon. Eu realmente consigo ver o Izaya como alguém que tem medo de amar e acabar ferido. Como uma pessoa que usa todos os artifícios possíveis para esconder sua fragilidade emocional. Como alguém completamente carente de calor humano, que anseia por ser acolhido por alguém, mas que tenta renegar esse desejo com todas as suas forças, temendo ter seu emocional dependente de alguém que não seja ele mesmo e fora de seu controle.
Izaya vivia em um mundo frio e desolado.
Ótima caracterização. Sim, é isso mesmo. No anime, no LN e na sua história, é esse o mundo onde o Izaya vive. Isolado de todos, esquecido e renegado, se afogando na mais pura solidão.
Seu nome era Mai. Pequena, gentil e inocente.
O maior erro de Izaya foi acreditar que ela era inofensiva.
Você e suas frases impactantes. Amei essa parte, tão paradoxal e impressionante, retratando de forma perfeita a relação do Izaya e da Mai desde Miracle. É exatamente isso. Ela começou como uma ferramenta, um divertimento para o Izaya. Era muito inocente e fofa, fazendo-o abaixar completamente sua guarda. Até o dia que, sem que percebesse, o Izaya teve seu coração capturado por ela. Quase que, de certa forma, virando o jogo.
Ah, cara, é tão legal a forma como você está dissecando o Izaya! Você está pegando coisas que começaram em Miracle e estavam escondidas nas estrelinhas e está expondo tudo para nós. Apesar de serem coisas que você vai captando ao longo da primeira temporada, é maravilhoso ler todos os significandos subentendidos sendo expostos dessa maneira, tornando-os ainda mais reais. É tão interessante ver como ao longo da história o Izaya foi cedendo lentamente, aceitando a Mai em seu coração quase que sem perceber. No fim, apesar de ser ele a manipular, era a Mai que no fim o teve em suas mãos. Não que ela fosse capaz de manipulá-lo, mas ela sempre teve-o sob seu controle e não sabia. Ah, se a Mai-chan estivesse lendo isso e descobrisse como o nosso Izaya-sama estava caidinho por ela e completamente a sua mercê.
Ele não só era amado, como também retribuía esse sentimento e vivia seus efeitos colaterais.
Ciúmes, vontade de sempre estar perto, medo de perder... Não conseguia deixar de sentir isso.
Que delícia. Adoro ler a palavra ciúmes na sua história. Oh, pobre Izaya-sama, cada vez mais apaixonado, cada vez mais dependente, escravo de um sentimento que jurou nunca sentir. Sublime! O desenvolvimento dele fica cada vez melhor e vê-lo exposto dessa forma, é hipnotizante.
E os meses que passou sem ela, quase um ano, foram completamente desoladores.
Apesar de já estar completamente explicito que o Izaya sofreu horrores nesse tempo longe da Mai, eu sinceramente gostaria de ler algo sobre esse tempo sozinho. Principalmente se for narrado pelo Izaya. Eu acho que seria algo bem interessante e com uma carga dramática bem intensa, ainda mais por ser justamente numa época em que o Izaya havia admitido abertamente seus sentimentos pela Mai.
Nada durava para sempre. Tudo um dia acabava, deixando para trás cicatrizes feias. Era assim que funcionava. O amor era cruel e sádico. Dava o melhor para aqueles que o aceitavam, mas depois tomava de volta sem dó nem piedade. Amar significava se tornar dependente e fraco. Entretanto, o ser humano, estúpido e burro, ainda sim corria atrás dele. Com Izaya não foi diferente.
Eu simplesmente amei essa parte. Pensamentos dignos do nosso Izaya-sama. Frios e desprovidos de qualquer esperança, dotados de um tórrido cinismo.
E então se encerra a primeira parte do capítulo. Como eu disse no comecinho do review, vi esse pedaço da história como uma introdução e ao mesmo tempo uma retomada. Além de nos expor tudo que estava acontecendo com o Izaya e nos revelar seus sentimentos escondidos, você resgatou fragmentos de Miracle e ligou os acontecimentos das duas histórias (ao menos no que diz respeito ao Izaya, já que a pequena Mai ainda é um mistério). Como eu devo ter dito umas cem vezes, eu adorei essa parte. Mesmo com narrações continuas, desprovidas de falas ou avanços na narrativa, não desgrudei os olhos da tela do computador. Como sempre, você nos presentou com uma visão ampla, exposta e humana do Izaya, fazendo com que a gente entre em sua cabeça e sinta suas dores, dilemas, dúvidas e arrependimentos. Apesar de ainda estar braba com ele, senti-me bem mais próxima do Izaya e também fui capaz de perceber como ele ama a Mai. Como no fundo, apesar dele esconder, é o Izaya quem mais necessita desse amor e como a paixão tem influência em sua vida a ponto de deturbarem suas ações. O que é mais legal nisso é que inicialmente você acaba achando que é a Mai a mais emotiva, levada pelas emoções e vivendo intensamente pelo amor que acredita. Entretanto, nesse capítulo, a gente vê que o Izaya também está vivendo pelos seus sentimentos por ela, pelo amor incontrolável que sentiu pela Mai. Ao mesmo tempo que muito diferentes, esse dois possuem muitas semelhanças. Sabe, ler coisas assim só me faz pensar o quanto eles são feitos um para o outro e o quanto o Ryohgo-sensei está perdendo por nunca ter pensado ou conhecido a Mai. Definitivamente, sem sombra de dúvida, ela é o par perfeito para o Izaya. A Mai o completa de uma forma que nenhum outro personagem conseguiria. Ela seria o acréscimo perfeito para o Light Novel, pois eu sinto que ela seria capaz (como é na sua fanfic) de dar um aprofundamento muito maior ao Izaya.
Um silêncio desagradável havia se apoderado do escritório desde a partida de Mai. O cômodo também parecia mais sombrio e frio. Aquilo o irritava.
É claro que te irrita, afinal, não tem mais a Mai-chan pra esquentar seus dias u.u
Eu estou achando maravilhoso ver como, sem a companhia da Mai, o Izaya se sente vazio, tão amargo e solitário. Isso só nos mostra o quando ele necessita dela em sua vida, o quando ele anseia pela Mai e sua doce companhia. Depois que a conheceu, o Izaya já não se sente mais completo sem a Mai, pois ele a ama com todas as suas forças e necessita estar ao lado dela.
Era particularmente desagradável como tudo a sua volta o fazia se lembrar dela.
Não tenho nem o que comentar u.u
Toda vez que esses dois se encontram pela cidade por acidente eu sinto meu coração palpitar. Sei lá, é tanta tensão (sexual e romântica), que qualquer encontro deles solta fagulhas e te dá a impressão que algo vai acontecer. Sem fala que dá uma maldosa esperança dos dois se resolverem e voltarem e viver juntos.
Essa ida a casa do Shinra... Não sei o que pensar dela. Confesso que surtei horrores com a cena do elevador, com o Izaya, de forma quase involuntária segurando a Mai-chan para não cair. Senti fagulhas jogando nesse instante. Mas ao mesmo tempo foi tenso e doloroso, pois é muito triste ver esses dois, antes tão apaixonados, se tratando com tanta indiferença. Também fiquei com muita pena da Mai, pois sei que deve ter sido realmente difícil para ela ver o Izaya tão de repente e ficar tão perto dele.
— Bom te ver também — Izaya falou com ironia, mas sentindo também um pouco de satisfação.
Esse Izaya é um cretino mesmo, ein XDD
Entretanto, muito mais do que isso, ele sentiu o calor do corpo dela contra o seu. Lembrou-se também de como ela era leve e pequena.
Adorei essa narração, mostrando como ele sente falta do calor humano que a Mai lhe dava. E também achei fofo ele se referindo a ela como “leve e pequena”.
Izaya sofrendo por amor, adoro! O legal disso é que não soa melodramático, mas sim triste e melancólico. A necessidade do Izaya, sua solidão, o desejo ardente de tê-la mais uma vez... É maravilhoso! Li essa parte da história com os olhos grudados na tela, pois amei o jeito como você descreveu o sofrimento dele.
Sua autora cretina, como ousa terminar o capítulo no momento mais tenso possível?! Ai, gente, não aguento isso. Esses escritores sádicos... E isso porque eu ainda tenho muitos capítulos pela frente postados. Fico imaginando como os outros leitores que acompanhavam as atualizações ficaram ao saber que só iriam saber o que acontecia quando você postasse novamente...
*respira*
Você é uma verdadeira destruidora, moça. Como eu sempre repito em todo final de review, ótimo capítulo, com uma carga emocional intensa e focado exclusivamente no Izaya. Você disse que tinha medo de ficar OOC, mas eu achei que foi bem o contrário. O Izaya ficou é muito parecido mesmo com o original, a única diferença é que você o colocou em situações que não aparecem no anime, o que é esplêndido. Mesmo que não sejam coisas que irão acontecer no material original, você conseguiu fazer parecer que sim, como se tudo isso realmente fosse possível e o Izaya iria agir exatamente dessa forma. Amei como você dissecou a personalidade dele e nos colocou tão próximos de seus verdadeiros sentimentos, a ponto de nos fazer senti-lo. Sua dor, ainda que melancólica e lúgubre, consegue ser linda e tocante, a ponto de me fazer ansiar para que os dois se reencontrem e possam acabar logo com isso. Muitas emoções mesmo e surpresas. Como sempre, você provou ao mundo que tem em mãos uma das melhores histórias de Durarara. Até o próximo capítulo, querida.
OPA! *o*
Cap. ótimo, Kaah-san. :3
OBRIGADA!!!
Já postei o seguinte! ♥
Conheço safe and sound faz tempo, mas ainda assim tive a ideia genial de escutar enquanto lia esse capítulo. Meu erro.
;-; ;-; ;-; ;-;
SIIIM, essa música é lindamente triste ;-;
Capítulo seguinte postado ♥
O que mais gostei:
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaah *o* na melhor parteeee, amei o capituloooo *o* continua logoo o//
Hehehe, obrigada!!! ♥ ♥
Já postei!
Se eu disser que no final do capítulo eu quase chorei, você acredita?
Esse capítulo foi bastante intenso, agora que tudo o que o Izaya sentiu desde o começo de tudo veio a tona, o jeito que a cabeça dele foi mudando, além dos sentimentos que ficaram confusos, ainda mais para uma pessoa como ele, que nunca havia sentido afeto por ninguém. Ele ficou realmente perturbado, e mesmo agindo da forma que agiu, amava a Mai, do seu jeito torto, mas amava.
Eu, por mais que tenha sentido muita raiva dele no decorrer da história, agora senti pena, ele parecia estar definhando, morrendo. E você retratou isso de forma brilhante. A última cena, em que a Mai impede o Shizuo-chan, me deu vontade de chorar, um nó na garganta (ainda mais que eu ouvindo música instrumental triste, por combinar com o momento, ai já viu, hahaha). Eu vou ler imediatamente o seguinte, ainda mais depois de você dizer que vai ter muito Izaya x Mai. Quero ver o que esses dois irão fazer e como o Shizuo vai reagir ao pedido da Mai.
Como sempre, essa fanfic está mexendo comigo, muito obrigada por isso e continue a escrever. Sinto que vou me emocionar muito mais ♥
kkkkkkkkk, acredito e não me arrependo disso /má
Sim, a Mai foi a única pessoa que conseguiu entrar nos muros que ele ergueu para se proteger, mas foi uma invasão que lhe fez bem. E quando ela foi embora, levou tudo de bom que havia trazido para dentro. Ou seja, deixou uma ferida dolorosa e que não cicatrizou.
Ain, muuuito obrigada. Fico extremante feliz que tenha gostado da minha representação, adorei as palavras que usou.
Hehe, o capítulo seguinte está cheio de emoções, né?
Agradeço muito mesmo por todo o apoio que tem me dado. Simplesmente amo ler seus reviews e eles me fazem querer escrever cada vez melhor e deixar a história ainda mais incrível para você ♥
Introdução sensacional! Com poucas palavras, porém muito bem escolhidas e orquestradas, você conseguiu dar ao leitor uma ideia completa de quem é o Izaya. Mas, além disso, nos mostrou o lado dele até então desconhecido, mas que ao longo da história você deu pequenas insinuações de existirem. O medo de ser esquecido de fato é falado no anime. Não de forma direta, mas é a conclusão que se tira devido a forma de pensar e objetivos do Izaya. Porém, esse medo de amar, apesar de ser algo seu, definitivamente pode ser aceito como canon. Eu realmente consigo ver o Izaya como alguém que tem medo de amar e acabar ferido. Como uma pessoa que usa todos os artifícios possíveis para esconder sua fragilidade emocional. Como alguém completamente carente de calor humano, que anseia por ser acolhido por alguém, mas que tenta renegar esse desejo com todas as suas forças, temendo ter seu emocional dependente de alguém que não seja ele mesmo e fora de seu controle.
Izaya vivia em um mundo frio e desolado.
Ótima caracterização. Sim, é isso mesmo. No anime, no LN e na sua história, é esse o mundo onde o Izaya vive. Isolado de todos, esquecido e renegado, se afogando na mais pura solidão.
Seu nome era Mai. Pequena, gentil e inocente.
O maior erro de Izaya foi acreditar que ela era inofensiva.
Você e suas frases impactantes. Amei essa parte, tão paradoxal e impressionante, retratando de forma perfeita a relação do Izaya e da Mai desde Miracle. É exatamente isso. Ela começou como uma ferramenta, um divertimento para o Izaya. Era muito inocente e fofa, fazendo-o abaixar completamente sua guarda. Até o dia que, sem que percebesse, o Izaya teve seu coração capturado por ela. Quase que, de certa forma, virando o jogo.
Ah, cara, é tão legal a forma como você está dissecando o Izaya! Você está pegando coisas que começaram em Miracle e estavam escondidas nas estrelinhas e está expondo tudo para nós. Apesar de serem coisas que você vai captando ao longo da primeira temporada, é maravilhoso ler todos os significandos subentendidos sendo expostos dessa maneira, tornando-os ainda mais reais. É tão interessante ver como ao longo da história o Izaya foi cedendo lentamente, aceitando a Mai em seu coração quase que sem perceber. No fim, apesar de ser ele a manipular, era a Mai que no fim o teve em suas mãos. Não que ela fosse capaz de manipulá-lo, mas ela sempre teve-o sob seu controle e não sabia. Ah, se a Mai-chan estivesse lendo isso e descobrisse como o nosso Izaya-sama estava caidinho por ela e completamente a sua mercê.
Ele não só era amado, como também retribuía esse sentimento e vivia seus efeitos colaterais.
Ciúmes, vontade de sempre estar perto, medo de perder... Não conseguia deixar de sentir isso.
Que delícia. Adoro ler a palavra ciúmes na sua história. Oh, pobre Izaya-sama, cada vez mais apaixonado, cada vez mais dependente, escravo de um sentimento que jurou nunca sentir. Sublime! O desenvolvimento dele fica cada vez melhor e vê-lo exposto dessa forma, é hipnotizante.
E os meses que passou sem ela, quase um ano, foram completamente desoladores.
Apesar de já estar completamente explicito que o Izaya sofreu horrores nesse tempo longe da Mai, eu sinceramente gostaria de ler algo sobre esse tempo sozinho. Principalmente se for narrado pelo Izaya. Eu acho que seria algo bem interessante e com uma carga dramática bem intensa, ainda mais por ser justamente numa época em que o Izaya havia admitido abertamente seus sentimentos pela Mai.
Nada durava para sempre. Tudo um dia acabava, deixando para trás cicatrizes feias. Era assim que funcionava. O amor era cruel e sádico. Dava o melhor para aqueles que o aceitavam, mas depois tomava de volta sem dó nem piedade. Amar significava se tornar dependente e fraco. Entretanto, o ser humano, estúpido e burro, ainda sim corria atrás dele. Com Izaya não foi diferente.
Eu simplesmente amei essa parte. Pensamentos dignos do nosso Izaya-sama. Frios e desprovidos de qualquer esperança, dotados de um tórrido cinismo.
E então se encerra a primeira parte do capítulo. Como eu disse no comecinho do review, vi esse pedaço da história como uma introdução e ao mesmo tempo uma retomada. Além de nos expor tudo que estava acontecendo com o Izaya e nos revelar seus sentimentos escondidos, você resgatou fragmentos de Miracle e ligou os acontecimentos das duas histórias (ao menos no que diz respeito ao Izaya, já que a pequena Mai ainda é um mistério). Como eu devo ter dito umas cem vezes, eu adorei essa parte. Mesmo com narrações continuas, desprovidas de falas ou avanços na narrativa, não desgrudei os olhos da tela do computador. Como sempre, você nos presentou com uma visão ampla, exposta e humana do Izaya, fazendo com que a gente entre em sua cabeça e sinta suas dores, dilemas, dúvidas e arrependimentos. Apesar de ainda estar braba com ele, senti-me bem mais próxima do Izaya e também fui capaz de perceber como ele ama a Mai. Como no fundo, apesar dele esconder, é o Izaya quem mais necessita desse amor e como a paixão tem influência em sua vida a ponto de deturbarem suas ações. O que é mais legal nisso é que inicialmente você acaba achando que é a Mai a mais emotiva, levada pelas emoções e vivendo intensamente pelo amor que acredita. Entretanto, nesse capítulo, a gente vê que o Izaya também está vivendo pelos seus sentimentos por ela, pelo amor incontrolável que sentiu pela Mai. Ao mesmo tempo que muito diferentes, esse dois possuem muitas semelhanças. Sabe, ler coisas assim só me faz pensar o quanto eles são feitos um para o outro e o quanto o Ryohgo-sensei está perdendo por nunca ter pensado ou conhecido a Mai. Definitivamente, sem sombra de dúvida, ela é o par perfeito para o Izaya. A Mai o completa de uma forma que nenhum outro personagem conseguiria. Ela seria o acréscimo perfeito para o Light Novel, pois eu sinto que ela seria capaz (como é na sua fanfic) de dar um aprofundamento muito maior ao Izaya.
Um silêncio desagradável havia se apoderado do escritório desde a partida de Mai. O cômodo também parecia mais sombrio e frio. Aquilo o irritava.
É claro que te irrita, afinal, não tem mais a Mai-chan pra esquentar seus dias u.u
Eu estou achando maravilhoso ver como, sem a companhia da Mai, o Izaya se sente vazio, tão amargo e solitário. Isso só nos mostra o quando ele necessita dela em sua vida, o quando ele anseia pela Mai e sua doce companhia. Depois que a conheceu, o Izaya já não se sente mais completo sem a Mai, pois ele a ama com todas as suas forças e necessita estar ao lado dela.
Era particularmente desagradável como tudo a sua volta o fazia se lembrar dela.
Não tenho nem o que comentar u.u
Toda vez que esses dois se encontram pela cidade por acidente eu sinto meu coração palpitar. Sei lá, é tanta tensão (sexual e romântica), que qualquer encontro deles solta fagulhas e te dá a impressão que algo vai acontecer. Sem fala que dá uma maldosa esperança dos dois se resolverem e voltarem e viver juntos.
Essa ida a casa do Shinra... Não sei o que pensar dela. Confesso que surtei horrores com a cena do elevador, com o Izaya, de forma quase involuntária segurando a Mai-chan para não cair. Senti fagulhas jogando nesse instante. Mas ao mesmo tempo foi tenso e doloroso, pois é muito triste ver esses dois, antes tão apaixonados, se tratando com tanta indiferença. Também fiquei com muita pena da Mai, pois sei que deve ter sido realmente difícil para ela ver o Izaya tão de repente e ficar tão perto dele.
— Bom te ver também — Izaya falou com ironia, mas sentindo também um pouco de satisfação.
Esse Izaya é um cretino mesmo, ein XDD
Entretanto, muito mais do que isso, ele sentiu o calor do corpo dela contra o seu. Lembrou-se também de como ela era leve e pequena.
Adorei essa narração, mostrando como ele sente falta do calor humano que a Mai lhe dava. E também achei fofo ele se referindo a ela como “leve e pequena”.
Izaya sofrendo por amor, adoro! O legal disso é que não soa melodramático, mas sim triste e melancólico. A necessidade do Izaya, sua solidão, o desejo ardente de tê-la mais uma vez... É maravilhoso! Li essa parte da história com os olhos grudados na tela, pois amei o jeito como você descreveu o sofrimento dele.
OIANMDVOINSMDVNIGNFINGVPOSDVMIDNVGIONEROGVNMWSINDN
TERMINOU NA MELHOR PARTE! NA. MELHOR. PARTE!!
Sua autora cretina, como ousa terminar o capítulo no momento mais tenso possível?! Ai, gente, não aguento isso. Esses escritores sádicos... E isso porque eu ainda tenho muitos capítulos pela frente postados. Fico imaginando como os outros leitores que acompanhavam as atualizações ficaram ao saber que só iriam saber o que acontecia quando você postasse novamente...
*respira*
Você é uma verdadeira destruidora, moça. Como eu sempre repito em todo final de review, ótimo capítulo, com uma carga emocional intensa e focado exclusivamente no Izaya. Você disse que tinha medo de ficar OOC, mas eu achei que foi bem o contrário. O Izaya ficou é muito parecido mesmo com o original, a única diferença é que você o colocou em situações que não aparecem no anime, o que é esplêndido. Mesmo que não sejam coisas que irão acontecer no material original, você conseguiu fazer parecer que sim, como se tudo isso realmente fosse possível e o Izaya iria agir exatamente dessa forma. Amei como você dissecou a personalidade dele e nos colocou tão próximos de seus verdadeiros sentimentos, a ponto de nos fazer senti-lo. Sua dor, ainda que melancólica e lúgubre, consegue ser linda e tocante, a ponto de me fazer ansiar para que os dois se reencontrem e possam acabar logo com isso. Muitas emoções mesmo e surpresas. Como sempre, você provou ao mundo que tem em mãos uma das melhores histórias de Durarara. Até o próximo capítulo, querida.