Eu ainda me pergunto isso. Se a notícia era tão ruim assim para ser dada em uma carta por Mycroft, o que poderia ser pior do que dizer que Mary e o bebê morreram e John deve estar sofrendo desesperadoramente? Eu não tenho muitas ideias de o que seria pior que isso agora, mas se surgirem teorias eu juro que compartilho, ehehehe, vai que eu acerto, né? (Duvido! ahauhaua)
Eu vou fazer de conta que acredito que esse composto era o que deixava Holmes mais preocupado. Porque, sim, nós sabemos por ele próprio que quando algo o intriga muito ele muda o caminho e se foca em outra coisa. Ele pode ficar negando para si, mas nós sabemos que o composto era o menor dos males na cabeça dele.
Afinal, ele está preocupado com John, sabe aonde está o comparsa de Moriarty (mas ainda não é hora de agir) e ter que deixar Esther sozinha em alguns dias não é exatamente a coisa mais fácil que ele conseguiria fazer na vida (sim, porque embora mentalmente ele achasse que era só pegar suas coisinhas e dizer "tchau", na virada isso é muito mais difícil e ele está tendo que lidar com isso).
Essa conversa deles magoou até a mim. Mas essa não foi a primeira vez, porque eu nunca vou me esquecer de como ele tratou John em vários momentos, então... Ele está sendo ele mesmo, tentando desesperadamente reerguer aquele muro que o separa de todo e qualquer contato real com sua humanidade. Aliás, minha cara, vivas para você! Eu até hoje não vi muitos autores que consegue manter esse ponto na personalidade e caráter do Sherlock intactos, você me surpreende positivamente a cada instante mais :D
Lá se foi o relógio e as lembranças de Irene Adler.... Hmmm...Ok, eu não vou poder fazer um mistério porque eu já vi a solução, ahauhaua. Mas, realmente, eu tenho que dar os meus parabéns a pessoa que pegou o relógio (e eu não conto quem, porque as vezes eu leio os comentários antes dos capítulos e vai que alguém faça o mesmo, vou manter o drama, ehhehe), afinal pegar o relógio de Sherlock sem que ele saiba foi um trunfo e tanto, hein?
(Então, meus senhores, se alguém faz isso: pare agora ou a graça acabará. O legal mesmo e ver como essa pessoa foi a última a ser quem Sherlock suspeitaria que fosse).
Owwwnnn, vamos dizer que isso me tocou profundamente. Para muitos era apenas um relógio velho de alguém que não tinha tanto cuidado (com certeza Sherlock diria isso e mais um milhão de coisas se o pegasse), mas a verdade é que sentimentalmente falando ele não iria levar o relógio para consertar porque: 1) não queria ficar longe de sua lembrança da Irene; 2) está guardando o seu dinheiro para mantê-los e um relógio ser consertado passa a ser superfulo na condição em que ele se encontra.
A forma como ele voltou as mãos de Holmes e o como isso o deixou tocado foi tão fofo! E, vamos ser honestos, eu amei esse desafio! heheheheh
E, sim, eu consegui não dizer o nome da pessoa que pegou o relógio, eheheh.
Oi! Mais uma vez, você captou bem o espírito da coisa. Holmes sabe que precisa ir a Paris, e que isso implica em dizer adeus à ela (ele nem pensa em voltar a Montpellier, repare), mas obviamente, ele não quer se separar dela. No fundo, ele a acha uma boa companheira. Pode ser um pouco de carência, por estar sem o Watson, e também certa atração. Ele sem dúvida a achou bonita, inteligente e corajosa, embora não admita.
Bom, Holmes tinha que se revelar em algum momento, porque nem tudo são flores, rs. Não dá para ser paz e amor o tempo todo. E como pode ver, a Esther tem personalidade. Ela soube se defender. Se fosse outra mocinha, teria caído no choro, mas ela segurou as pontas e manteve a dignidade, mesmo se encontrando em situação vulnerável. Confesso que não sei o que eu faria nesta situação.
Eu vou ser igual a você e não vou dar spoilers, rs. Acho que o relógio foi um tapa de luvas. Que bom que consegui causar este efeito, rs. Um grande bj e obrigada eplo review!!!
-Esse soberano deve trazer muitas boas recordações, não é? – perguntou uma curiosa Esther.
-Sim e não. – confessou Holmes, lembrando-se do caso agridoce que lhe fez deparar com a mulher mais magnífica que ele conhecera.
Quem está com as orelhas queimando de ciúmes?! Eu! Podemos nunca mais comentar Irene Adler aqui... meus sentimentos como Bergerac são bastante expressos sempre que essa bitch é comentada. Enfim, capítulo maravilhoso! E não se preocupe, eu não vou desistir dessa fic... nem que o Holmes morra... Ele não morre certo? Não, achei que não. QUERO SÓ VER CONSEGUIR ENCONTRAR O PRESENTE CERTO POMPOSO DETETIVE! -momentoAnneeseusapelidos - Esperarei o próximo ainda mais ansiosa... Bjiiinhos e até logo!
Calma, calma!!! Rs, a Irene é só uma lembrança, não se preocupe. Acho que já temos fanfics demais sobre Holmes/Irene. Claro, ela é alguém especial porque o derrotou, "e se esclipsou a todo o sexo feminino", mas por quanto tempo ela terá a soberania, hein?
É, era mais fácil o Holmes ter descoberto a identidade do Jack, o Estripador do que dar um presente para Esther... Mas ele vai se esforçar, porque ele gosta de desafios. Você verá o quanto. Bjs, BadWolf.
Eu ainda me pergunto isso. Se a notícia era tão ruim assim para ser dada em uma carta por Mycroft, o que poderia ser pior do que dizer que Mary e o bebê morreram e John deve estar sofrendo desesperadoramente? Eu não tenho muitas ideias de o que seria pior que isso agora, mas se surgirem teorias eu juro que compartilho, ehehehe, vai que eu acerto, né? (Duvido! ahauhaua)
Eu vou fazer de conta que acredito que esse composto era o que deixava Holmes mais preocupado. Porque, sim, nós sabemos por ele próprio que quando algo o intriga muito ele muda o caminho e se foca em outra coisa. Ele pode ficar negando para si, mas nós sabemos que o composto era o menor dos males na cabeça dele.
Afinal, ele está preocupado com John, sabe aonde está o comparsa de Moriarty (mas ainda não é hora de agir) e ter que deixar Esther sozinha em alguns dias não é exatamente a coisa mais fácil que ele conseguiria fazer na vida (sim, porque embora mentalmente ele achasse que era só pegar suas coisinhas e dizer "tchau", na virada isso é muito mais difícil e ele está tendo que lidar com isso).
Essa conversa deles magoou até a mim. Mas essa não foi a primeira vez, porque eu nunca vou me esquecer de como ele tratou John em vários momentos, então... Ele está sendo ele mesmo, tentando desesperadamente reerguer aquele muro que o separa de todo e qualquer contato real com sua humanidade. Aliás, minha cara, vivas para você! Eu até hoje não vi muitos autores que consegue manter esse ponto na personalidade e caráter do Sherlock intactos, você me surpreende positivamente a cada instante mais :D
Lá se foi o relógio e as lembranças de Irene Adler.... Hmmm...Ok, eu não vou poder fazer um mistério porque eu já vi a solução, ahauhaua. Mas, realmente, eu tenho que dar os meus parabéns a pessoa que pegou o relógio (e eu não conto quem, porque as vezes eu leio os comentários antes dos capítulos e vai que alguém faça o mesmo, vou manter o drama, ehhehe), afinal pegar o relógio de Sherlock sem que ele saiba foi um trunfo e tanto, hein?
(Então, meus senhores, se alguém faz isso: pare agora ou a graça acabará. O legal mesmo e ver como essa pessoa foi a última a ser quem Sherlock suspeitaria que fosse).
Owwwnnn, vamos dizer que isso me tocou profundamente. Para muitos era apenas um relógio velho de alguém que não tinha tanto cuidado (com certeza Sherlock diria isso e mais um milhão de coisas se o pegasse), mas a verdade é que sentimentalmente falando ele não iria levar o relógio para consertar porque: 1) não queria ficar longe de sua lembrança da Irene; 2) está guardando o seu dinheiro para mantê-los e um relógio ser consertado passa a ser superfulo na condição em que ele se encontra.
A forma como ele voltou as mãos de Holmes e o como isso o deixou tocado foi tão fofo! E, vamos ser honestos, eu amei esse desafio! heheheheh
E, sim, eu consegui não dizer o nome da pessoa que pegou o relógio, eheheh.
Mas eu amei a engenhosidade, hein?
Beijinhos
Oi! Mais uma vez, você captou bem o espírito da coisa. Holmes sabe que precisa ir a Paris, e que isso implica em dizer adeus à ela (ele nem pensa em voltar a Montpellier, repare), mas obviamente, ele não quer se separar dela. No fundo, ele a acha uma boa companheira. Pode ser um pouco de carência, por estar sem o Watson, e também certa atração. Ele sem dúvida a achou bonita, inteligente e corajosa, embora não admita.
Bom, Holmes tinha que se revelar em algum momento, porque nem tudo são flores, rs. Não dá para ser paz e amor o tempo todo. E como pode ver, a Esther tem personalidade. Ela soube se defender. Se fosse outra mocinha, teria caído no choro, mas ela segurou as pontas e manteve a dignidade, mesmo se encontrando em situação vulnerável. Confesso que não sei o que eu faria nesta situação.
Eu vou ser igual a você e não vou dar spoilers, rs. Acho que o relógio foi um tapa de luvas. Que bom que consegui causar este efeito, rs. Um grande bj e obrigada eplo review!!!
-Esse soberano deve trazer muitas boas recordações, não é? – perguntou uma curiosa Esther.
-Sim e não. – confessou Holmes, lembrando-se do caso agridoce que lhe fez deparar com a mulher mais magnífica que ele conhecera.
Quem está com as orelhas queimando de ciúmes?! Eu! Podemos nunca mais comentar Irene Adler aqui... meus sentimentos como Bergerac são bastante expressos sempre que essa bitch é comentada. Enfim, capítulo maravilhoso! E não se preocupe, eu não vou desistir dessa fic... nem que o Holmes morra... Ele não morre certo? Não, achei que não. QUERO SÓ VER CONSEGUIR ENCONTRAR O PRESENTE CERTO POMPOSO DETETIVE! -momentoAnneeseusapelidos - Esperarei o próximo ainda mais ansiosa... Bjiiinhos e até logo!
Calma, calma!!! Rs, a Irene é só uma lembrança, não se preocupe. Acho que já temos fanfics demais sobre Holmes/Irene. Claro, ela é alguém especial porque o derrotou, "e se esclipsou a todo o sexo feminino", mas por quanto tempo ela terá a soberania, hein?
É, era mais fácil o Holmes ter descoberto a identidade do Jack, o Estripador do que dar um presente para Esther... Mas ele vai se esforçar, porque ele gosta de desafios. Você verá o quanto. Bjs, BadWolf.