eu poderia pegar cada frase e comentá-la, uma por uma, aqui. talvez isso fizesse com que eu me sentisse melhor - fizesse com que meu comentário parecesse digno o suficiente, ou a altura o suficiente. eu poderia, realmente, mas eu não vou porque sou relapsa e preguiçosa. imagine? você me vê fazendo isso? a preguiça encontrou em mim sua hospedeira mais fiel, sua amante mais incansável. eu nunca a mandarei embora. minha casa é tua casa, eu digo para o pretensioso pecado capital. durma aqui na minha cama, brinque com meu cachorro. sou como uma esposa devotada.
de qualquer forma, vamos a fic, finalmente. eu sempre acabo divagando e as divagações sempre são sobre mim. sou uma autora narcisista. todo o conjunto de palavras que eu ponho no mundo é meu, simplesmente. adoto-os. dou-lhes o amor. dou-lhes a essência. e em troca, eles berram ao mundo "pertenço a ela, sim, a ela, que é a mais implacável, a mais vingativa deusa de todo o panteão!"
não estou me atendo ao fio da meada, suponho.
o que interessa. a fic.
achei elegante em sua simplicidade pura. menos é mais, eu sempre digo. não no quesito do que escrevemos - nisso ela foi rica, luxuosa, ostentosa - mas sim, no que pintamos. as cores na tela podem ser gritantes; o que estamos passando é que não deve. a pêra pode ser lilás, mas deve ser uma pêra. não devemos delirar. a verossimilhança é nossa amiga.
de qualquer forma, digo mesmo, em todos os graus, que amei essa fic, amei daquele jeito que amo apenas palavrinhas numa tela, amor puro e honesto. quis colocar as personagens no meu colo e dar-lhes abrigo, esconde-las no meu braço de todos os males desse mundo, salvá-las delas mesmas.
e, disse, digo, repito, senti uma leve inspiração, moon, não negue-me esse prazer de ver-me refletida na garota doce e aparentemente problemática que gosta de filosofia, música clássica e atenção dos pais.
há sempre algo de doce em homenagens, e há sempre algo de poético em fins do mundo que parecem tolos de manhã.
Fiquei encantada com a simplicidade da qual você utilizou para expor essa One, simplesmente linda! Cada frase, cada palavra, elas se encaixam e nos levam para um mundo diferente, o mundo de vossas personagens, nos faz sentir o que a narradora sente, nos da aquele nó na garganta e o frio na barriga, nos entusiasma e nos deprime, é perfeita.
eu poderia pegar cada frase e comentá-la, uma por uma, aqui. talvez isso fizesse com que eu me sentisse melhor - fizesse com que meu comentário parecesse digno o suficiente, ou a altura o suficiente. eu poderia, realmente, mas eu não vou porque sou relapsa e preguiçosa. imagine? você me vê fazendo isso? a preguiça encontrou em mim sua hospedeira mais fiel, sua amante mais incansável. eu nunca a mandarei embora. minha casa é tua casa, eu digo para o pretensioso pecado capital. durma aqui na minha cama, brinque com meu cachorro. sou como uma esposa devotada.
de qualquer forma, vamos a fic, finalmente. eu sempre acabo divagando e as divagações sempre são sobre mim. sou uma autora narcisista. todo o conjunto de palavras que eu ponho no mundo é meu, simplesmente. adoto-os. dou-lhes o amor. dou-lhes a essência. e em troca, eles berram ao mundo "pertenço a ela, sim, a ela, que é a mais implacável, a mais vingativa deusa de todo o panteão!"
não estou me atendo ao fio da meada, suponho.
o que interessa. a fic.
achei elegante em sua simplicidade pura. menos é mais, eu sempre digo. não no quesito do que escrevemos - nisso ela foi rica, luxuosa, ostentosa - mas sim, no que pintamos. as cores na tela podem ser gritantes; o que estamos passando é que não deve. a pêra pode ser lilás, mas deve ser uma pêra. não devemos delirar. a verossimilhança é nossa amiga.
de qualquer forma, digo mesmo, em todos os graus, que amei essa fic, amei daquele jeito que amo apenas palavrinhas numa tela, amor puro e honesto. quis colocar as personagens no meu colo e dar-lhes abrigo, esconde-las no meu braço de todos os males desse mundo, salvá-las delas mesmas.
e, disse, digo, repito, senti uma leve inspiração, moon, não negue-me esse prazer de ver-me refletida na garota doce e aparentemente problemática que gosta de filosofia, música clássica e atenção dos pais.
há sempre algo de doce em homenagens, e há sempre algo de poético em fins do mundo que parecem tolos de manhã.
Fiquei encantada com a simplicidade da qual você utilizou para expor essa One, simplesmente linda! Cada frase, cada palavra, elas se encaixam e nos levam para um mundo diferente, o mundo de vossas personagens, nos faz sentir o que a narradora sente, nos da aquele nó na garganta e o frio na barriga, nos entusiasma e nos deprime, é perfeita.
Adorei *u*