É engraçado essa visão norte-americana que ainda temos do natal, né? O velhinho vestido de vermelho, com sua barba longa e grisália... acho que uma barba nem dá para ficar tão grande... tenho pena dos vovôs vestidos de papai noel no natal, naqueles shoppings apinhados de gente, com aquelas roupas pesadas, aturando criancinhas mimadas. Acho que deveríamos fazer algo mais nacionalista...
A garotinha é boa de observação. Conseguiu concluir, com o "cara" abaixado, que ele tinha dois de altura e um e meio de largura! Bom, acho que não era preciso detalhar tanto. Apenas dizer que ele era alto e largo, porque se não, acho que a história fica muito técnica.
Gostei do enredo. Confesso que já desconfiava que a cabeça daquele cara e daquela mulher nas caixinhas de presentes eram dos pais da menina, mas isso não tira em nada a criatividade do enredo. Acho que, se houvesse mais descrições do local, quando a garota encontra o monstro, dos rostos que ela encontra na caixa, do silêncio, do frio, da cara do monstro, deixariam a história mais sombria.
Adorei sua narração não cronológica (esqueci o nome que eles dão para esse tipo de narração)! A história fica mais emocionante.
Tadinho do hamster... gosto de roedores pequenos... exceto quando eles vêm de esgotos.
Por que o monstro feio e natalino não atacou as crianças? Eu tinha chegado à conclusão de que o monstro só atacava adultos (afinal, o natal é coisa de criança) até a garota ver aquele menino morto na sala dele.
Na penúltima cena, quando o monstro é morto, para evitar repetições de "aquilo", poderia ser colocado "monstro", "assassino".
Desculpe se fui muito rude nas críticas, ou se com isso pareci esnobe. Gosto de mandar reviews construtivos, mas um descuido com uma ou outra palavra pode levar a uma interpretação bem errada...
Embora esse não seja um tipo de fic que eu leia, não a achei nada mal. Muito pelo contrário, está muito bem escrita e narrada.
OPA! Desculpa a demora, mas antes tarde do que nunca :3
Bem, como já deu pra notar, esta história não é algo muito nacional, ainda mais pelo fato de estar nevando. Embora eu não tenha pensado num local específico para este conto, mas o que me veio à mente foi o velho gordo de vermelho da Coca-Cola .-.
Bem, eu acredito que, mesmo pra alguém não tão observativo, seja dedutível concluir que aquilo era alto. E na verdade, as medidas narradas foram meio que uma estimativa que a personagem fez na hora. Não eram medidas exatas, a menos que a garota tivesse uma espécie de fita métrica ocular (q/).
Quanto às descrições, eu concordo plenamente. O fato é que a descrição é a minha arqui-rival ._. Sempre penso que qualquer exagero nas descrições pode acabar com a fluidez do texto, e aí créu. Mas o que eu realmente queria era fazer uma descrição bem sombria do ambiente e de tudo mais.
Nem sabia que existia um nome pra esse tipo de narração, lol. Mas fico feliz que tenha gostado :3 E eu ri do comentário sobre os roedores pequenos do esgoto XD
Bem, eu sou um amante de mistérios. Quando eu escrevo algo desse tipo, não gosto de explicar tudo. Sei lá, acho que certos mistérios inexplicados dão um toque a mais :3 E eu reconheço que a irritante repetição do "aquilo" não ficou legal. É que eu não queria utilizar nenhum termo que explicasse ou definisse o ser, embora sua sugestão do termo "assassino" tenha me agradado :3
Rude? Esnobe? De jeito nenhum! O que mais me agrada num review é quando o autor dele me faz ver onde estou errando. Agradeço muito por comentar inteligentemente na minha fic :3 E fico muito feliz que tenha a agradado, mesmo não sendo do tipo que você está habituada a ler. Mais uma vez, obrigado pelo comentário!
No começo, eu não estava entendendo muito bem. Logo eu fui perceber o que estava acontecendo. *lerda*
Sua escrita é muito boa, percebe-se que leva jeito para escrever suspense. Eu tava tensa no começo, a menina no escuro, só ouvia os passos e a respiração... Se eu tivesse no lugar dela não ia aguentar de tão nervosa e ia começar a rir. Mas não vou falar disso. u__u'
Ela é fria! Mas não posso negar que acho gente assim um tanto interessante. A maneira como eles pensam me faz querer saber ainda mais sobre, enfim, sua personalidade foi ideal para a história.
Fiquei pensando porque ela matou o monstro-papai-noel [?] se ela pareceu nem ligar para a morte dos pais... (E para mais nada também, matou o coitado do hamster Ç-Ç')
Fico feliz em saber que levo jeito para escrever suspense, até porque esse é o meu gênero favorito e, na minha opinião, um dos mais difíceis de serem escritos. E sim, ela é fria. Na verdade, minha intenção era justamente retratar toda a insanidade da personagem, refletida em sua frieza e insensatez (como na parte que ela quer ver a coisa. Assim que ela visse que era um monstro, a escolha mais sensata a se fazer seria fugir, estou errado? =)).
Quanto a ela ter matado o Sandy Claws (:B), bem... Levando em conta a personalidade dela, ela não dá a mínima se os outros estão vivos ou mortos. Nesse caso, pra ela tanto fazia matá-lo ou não. Não é que ela tivesse vontade de matá-lo, mas, por que não? O que ela tinha a perder?
Valeu pela nota :3 Eu pessoalmente não acho que tenha ficado tão maravilhosa assim, mas fico muito feliz que tenha agradado =D
Oiê! =^.^=
É engraçado essa visão norte-americana que ainda temos do natal, né? O velhinho vestido de vermelho, com sua barba longa e grisália... acho que uma barba nem dá para ficar tão grande... tenho pena dos vovôs vestidos de papai noel no natal, naqueles shoppings apinhados de gente, com aquelas roupas pesadas, aturando criancinhas mimadas. Acho que deveríamos fazer algo mais nacionalista...
A garotinha é boa de observação. Conseguiu concluir, com o "cara" abaixado, que ele tinha dois de altura e um e meio de largura! Bom, acho que não era preciso detalhar tanto. Apenas dizer que ele era alto e largo, porque se não, acho que a história fica muito técnica.
Gostei do enredo. Confesso que já desconfiava que a cabeça daquele cara e daquela mulher nas caixinhas de presentes eram dos pais da menina, mas isso não tira em nada a criatividade do enredo. Acho que, se houvesse mais descrições do local, quando a garota encontra o monstro, dos rostos que ela encontra na caixa, do silêncio, do frio, da cara do monstro, deixariam a história mais sombria.
Adorei sua narração não cronológica (esqueci o nome que eles dão para esse tipo de narração)! A história fica mais emocionante.
Tadinho do hamster... gosto de roedores pequenos... exceto quando eles vêm de esgotos.
Por que o monstro feio e natalino não atacou as crianças? Eu tinha chegado à conclusão de que o monstro só atacava adultos (afinal, o natal é coisa de criança) até a garota ver aquele menino morto na sala dele.
Na penúltima cena, quando o monstro é morto, para evitar repetições de "aquilo", poderia ser colocado "monstro", "assassino".
Desculpe se fui muito rude nas críticas, ou se com isso pareci esnobe. Gosto de mandar reviews construtivos, mas um descuido com uma ou outra palavra pode levar a uma interpretação bem errada...
Embora esse não seja um tipo de fic que eu leia, não a achei nada mal. Muito pelo contrário, está muito bem escrita e narrada.
OPA! Desculpa a demora, mas antes tarde do que nunca :3
Bem, como já deu pra notar, esta história não é algo muito nacional, ainda mais pelo fato de estar nevando. Embora eu não tenha pensado num local específico para este conto, mas o que me veio à mente foi o velho gordo de vermelho da Coca-Cola .-.
Bem, eu acredito que, mesmo pra alguém não tão observativo, seja dedutível concluir que aquilo era alto. E na verdade, as medidas narradas foram meio que uma estimativa que a personagem fez na hora. Não eram medidas exatas, a menos que a garota tivesse uma espécie de fita métrica ocular (q/).
Quanto às descrições, eu concordo plenamente. O fato é que a descrição é a minha arqui-rival ._. Sempre penso que qualquer exagero nas descrições pode acabar com a fluidez do texto, e aí créu. Mas o que eu realmente queria era fazer uma descrição bem sombria do ambiente e de tudo mais.
Nem sabia que existia um nome pra esse tipo de narração, lol. Mas fico feliz que tenha gostado :3 E eu ri do comentário sobre os roedores pequenos do esgoto XD
Bem, eu sou um amante de mistérios. Quando eu escrevo algo desse tipo, não gosto de explicar tudo. Sei lá, acho que certos mistérios inexplicados dão um toque a mais :3 E eu reconheço que a irritante repetição do "aquilo" não ficou legal. É que eu não queria utilizar nenhum termo que explicasse ou definisse o ser, embora sua sugestão do termo "assassino" tenha me agradado :3
Rude? Esnobe? De jeito nenhum! O que mais me agrada num review é quando o autor dele me faz ver onde estou errando. Agradeço muito por comentar inteligentemente na minha fic :3 E fico muito feliz que tenha a agradado, mesmo não sendo do tipo que você está habituada a ler. Mais uma vez, obrigado pelo comentário!
No começo, eu não estava entendendo muito bem. Logo eu fui perceber o que estava acontecendo. *lerda*
Sua escrita é muito boa, percebe-se que leva jeito para escrever suspense. Eu tava tensa no começo, a menina no escuro, só ouvia os passos e a respiração... Se eu tivesse no lugar dela não ia aguentar de tão nervosa e ia começar a rir. Mas não vou falar disso. u__u'
Ela é fria! Mas não posso negar que acho gente assim um tanto interessante. A maneira como eles pensam me faz querer saber ainda mais sobre, enfim, sua personalidade foi ideal para a história.
Fiquei pensando porque ela matou o monstro-papai-noel [?] se ela pareceu nem ligar para a morte dos pais... (E para mais nada também, matou o coitado do hamster Ç-Ç')
Bom, eu adorei a oneshot, nota dez para ela!
OPA, valeu =D
Fico feliz em saber que levo jeito para escrever suspense, até porque esse é o meu gênero favorito e, na minha opinião, um dos mais difíceis de serem escritos. E sim, ela é fria. Na verdade, minha intenção era justamente retratar toda a insanidade da personagem, refletida em sua frieza e insensatez (como na parte que ela quer ver a coisa. Assim que ela visse que era um monstro, a escolha mais sensata a se fazer seria fugir, estou errado? =)).
Quanto a ela ter matado o Sandy Claws (:B), bem... Levando em conta a personalidade dela, ela não dá a mínima se os outros estão vivos ou mortos. Nesse caso, pra ela tanto fazia matá-lo ou não. Não é que ela tivesse vontade de matá-lo, mas, por que não? O que ela tinha a perder?
Valeu pela nota :3 Eu pessoalmente não acho que tenha ficado tão maravilhosa assim, mas fico muito feliz que tenha agradado =D