Primeiramente, teve algo no review retrasado que eu esqueci de comentar contigo, que você disse para não te matar no Lemon (fiquei pensando: por que eu mataria?). Eu tenho a mesma dificuldade, por mim eu nem colocava, mas o enredo pediu, ontem eu escrevi o primeiro Lemon da vida (depois de duas semanas de enrolação, e inclusive meu protagonista também se chama Heitor *deixo claro que é uma mera coincidência*) e ficou ruim, aí agora estou refazendo (mais semanas enrolando). Voltando ao foco, meu comentário anterior só ficou grande por causa da filosofia sem sentido sobre timidez, nada demais.
Agora, sim, sobre o capítulo, quero começar a falar sobre a cena da Florença, pois foi a última e ainda está fresca na minha mente para comentar. Adorei o quanto a sua narração diz, discretamente (muito discretamente, para ser preciso), o quanto as garotas (ou Florença) não são agradáveis a certos olhos. Eu consegui sentir o cheiro de mulher com a parte "da expressão, do perfume...", foi incrível, muito bem realista e ao dizer "seios mal desenvolvidos", eu imaginei uma coisa bem medonha, quando, na verdade, são só seios pequenos e incompletos (eu imaginei seios tortos; muito tortos). E eu achei que ela ia tentar (e conseguir) um beijo ali mesmo, que bom que o Heitor fugiu dessa, né?
Agora sobre Marcello e Heitor juntinhos no quarto (que o humilde, inocente e adorável leitor aqui nem shippou *limpa o sangue do nariz*), primeiramente, eu quase que pedi (educadamente, é claro) para o narrador calar a boca: "um homem pode dar carinho no outro?", "É errado", errado nada, é muito bom, por sinal *coloca aquelas fitas de sequestro na boca do narrador*. Brincadeiras e piadas à parte, adorei ver esse lado médico do Heitor, parece até alguém que eu conheço quando vê alguém doente ou com alguma lesão *setas apontando para mim*. Se não fosse a minha vontade maior de ser professor, eu, com certeza, seria um médico.
E eu pensei que na parte do jantar ia ter treta, do tipo a Isabella perguntou: "Você deixou que o Heitor te ensinasse? Ele não sabe nem cuidar dele mesmo! Não quero mais você perto desse filho que não é meu, mas mora nessa casa por motivos que eu não sei por que finjo em concordar!", tá, peguei pesado de novo *eu tenho que parar de dramatizar tanto os comentários*, mas até que ela foi compreensiva. Você disse que a história se centrava no Giancarlo, Marcello e Heitor e para prestar atenção, estou curioso para ver como será isso futuramente. Ótimo capítulo, como sempre!
E aí está, a pessoa que diz "meu comentário anterior só ficou grande por causa da filosofia sem sentido sobre timidez, nada demais." e manda um MAIOR AINDA SEM FILOSOFIAS. E agora, Jesus, manda uma resposta aí, cara.
Gente, me sinto super representado por você dizendo que não consegue escrever lemon. Tem tantas coisas mais importantes no enredo, né? Eu simplesmente NÃO ENTENDO alguém que constrói uma história ao redor de um lemon e não o contrário. E, aqui, mais uma vez quotando você :"se eu quisesse ver dois homens se pegando procurava um site especifico pra isso". Verdade do Universo, essa.
Aaaaahh, então quer dizer que seu personagem também se chama Heitor? Hunnnnn, interessante... pera um minuto aqui, vou estar acionando meu advogado. *liga pro advogado*.
- Alô, Almeida? Tudo bem, meu filho? Olha, tem um ladrão aqui, use seus contatos no ministério público aí viu?
- Como assim, Ganimedes? Você vai processar?
- Claro que vou, meu filho. PROCESSO? ADORO PROCESSO!
*desliga o telefone dramaticamente, põe os óculos de sol e sai desfilando pelo calçadão de Copacabana*
Mas socoooooorrro, foi JUSTAMENTE assim que eu imaginei os seios de Florença, tipo meio pontudos (por serem pequenos) e cada mamilo apontando pra um lado. Tipo, mulheres são maravilhosas, divas, lindas e tal, mas TEM COISAS QUE NÃO SÃO ASSIM TÃO AGRADÁVEIS, SE É QUE ME ENTENDE.
HUAHUHUA gente, coitado do narrador, não é culpa dele *digo, me esquivando da fita crepe que quase é colocada na minha boca*. É porque eu meio que tentei passar o que acontecia na cabeça de Heitor, seus pensamentos confusos, coisa desse tipo, e a parte do "errado" foi dele, nada mais hueheuhue.
Sério que você quer ser professor? Genteeeee eu AMO pessoas assim, juro, eu queria muito saber ensinar pra ser professor também. Acho uma profissão digníssima (embora pouco valorizada em diversos aspectos). Acho uma das carreiras mais bonitas, sério mesmo.
Imaginei a Isabella dizendo isso e morri de rir aqui, hahahah. Tadinho do Heitor, sua pessoa máááá. kkkkkk. E sim, a série é centralizada nos três (imagino que voce vá entender o que eu quero dizer com isso mais pra frente [bem mais pra frente]), porque, apesar de ser um triângulo amoroso, NÃO É um triângulo amoroso, ao mesmo tempo. É como se eles fossem, aos poucos, equilibrando tudo que fizeram o outro passar... mas aaahhh vou dar spoiler demais se contar mais do que isso.
É isso, e obrigado pelo comentário maravilhoso mais uma vez, pessoa fofa que faz meus dias mais felizes. Beijooooooooooooooooooo no coração ♥ ♥
Novo leitor e nova fanfic favorita, vc é muito esperto e criativo gostei muito dessa fic, escreve mais quando puder e n esquece de avisar, vou todo dia ver se tem novos cap bjs.
SOCOORRROO que amor seu comentário ♥ nossa muito obrigado mesmo, e vou postar sempre que puder sim, pois já estou praticamente terminando de escrever. E o mais importante: MDS TEM UM LIROU MONSTRO LENDO MINHA FIC AAHHHH morri elevado a 2787837483 pfvr perfeita minha Mother Monster e já que voce pediu avisarei siiimmm obrigado de novo pelo review BEIJOK
A
Anônimo
Uii... Perigosa ela, não? kkkkkkkkkk
E
Enrique Buendía
Graças aos deuses, uma preocupação a menos. Sobre o Adamastor, só agora me lembrei dele n'Os Lusíadas, enfim, isso só comprova mais ainda que é um nome de velho, e, tipo, ainda que naquela época não fosse tanto, era bem de velho e.e. Mas voltando, pelo menos não colocaram a culpa no Heitor nem nada, entenderam que foi um acidente e tals, e essa janta xD, a janta nem foi nada, melhor foi depois dela, mas disso eu trato depois.
Voltando um pouquinho, tratando da volta do Heitor com o Marcello para a casa. Achei legal a Maria, eu não gosto nem um pouco da escravidão, a ideia me enoja, mas a afeição que as negras velhas possuíam pelos seus sinhozinhos seria muito linda, se não fosse muito cruel também, é legal retratar essa fic assim, com essa questão a mais que complementa a história.
Bem, o homossexualismo era cometido naquela época já, e acho que bem precoce, porque as "desculpas" para o desejo sexual era o mesmo, clima tropical/excitação dos trópicos, tive que ler bastante sobre isso em literatura brasileira, por isso que cismo com essa ideia dos guris irem atrás das negrinhas, era visto como uma atitude normal própria para exercitar sua sexualidade. Senti o Heitor um pouco tenso e muito barroco, seus pensamentos bem contraditórios são as questões mais complicadas, acho que para justificá-los, você poderia ter posto a culpa na Igreja (mete a culpa na Igreja mesmo), por ela ser o órgão que condenava esses atos, crianças não pensariam nisso tão "errado" se não fosse o padre assim dizendo, entende?
Fora isso, acho que as sensações são bem detalhadas, o modo como você mostrou tudo acontecendo ficou coerente, só acho que os pensamentos poderiam ser justificados de uma maneira melhor, mas fora isso, tudo ok, ok? O ato do carinho na cabeça do outro, o toque, tudo aquilo ficou bonito e legal, eu só achei um pouco meladinho demais, queria ter visto mais o físico, como a tremedeira do nervosismo, o suor e, principalmente, o pinto se erguendo, porque pá, né? xD.
Sobre o final, não imaginei que Florença fosse tão vadia, sério, o que aconteceu com aquela menininha legal lá de trás? Aquela que se preocupava com o Heitor e não em seduzi-lo? Saudades Florença criança, fico mal depois que cresceu :/, realmente uma bela antagonista. A frase que ela soltou me fez lembrar do meu protagonista da minha primeira fic, o Henrique, só que ele realmente consegue com o "você vai ser meu" xD. Sobre a pessoa que se escondeu ali, quem será que era ela? Não sei se foi o Marcello, por algum motivo, aposto no Giancarlo e.e, mas vamos ver quem foi Õ/.
EIS-ME AQUI DOIS DIAS DEPOIS, MAS AINDA COM A CABEÇA ERGUIDA.
MAS GENTE, lendo aqui vi que respondi no comentário anterior sobre voce saber de onde é o nome Adamastor, eu abri as abas com os três e acabei misturando os assuntos açjlkjdlkçjsld. Minha cabeça não está lá muito boa.
Ai obrigado pelos elogios. E concordo plenamente com você sobre a afeição das negras com os sinhozinhos. Isso é outra coisa que eu gostaria de ter trabalhado melhor nessa história, pois foquei demais na relação dos dois e só usei a época da escravatura como pano de fundo. Teria sido muito interessante me aprofundar um pouco mais na questão dos escravos e não só usá-los como personagens, mas paciência, né. Sem falar que me questiono inclusive se não teria sido interessante criar um laço de amor entre, por exemplo, o Heitor e um escravo. Dava para tratar do tema de uma forma completamente nova.
POIS ÉÉÉ, eu lembro que, enquanto escrevia, mantive em mente a pressão do catolicismo contra a homossexualidade, mas me esqueci completamente de deixá-la explícita nas tensões de Heitor sobre o tema. Por trás, a culpa é realmente da Igreja (sempre dela), e eu devia ter deixado isso mais claro, como voce disse. E ai que lindo você dizer que os pensamentos de Heitor são "barrocos", eu nunca teria cogitado esse adjetivo hauahua.
Okey, okey, CONFESSO, sou uma pessoa MUITO melosa. Não sei se é culpa exclusivamente minha ou se é influência do meu gosto de leitura, mas não consigo me prender ao lado físico, mas sim ao psicológico (puramente) das coisas. De alguma forma, sei que eu me daria melhor escrevendo essa parte mais... fisiológica das coisas kkkkkk, mas não consigo evitar de me prender ao sentimentalismo ~shame.
HUUUNNN, vou deixar para dissertar sobre a Florença mais tarde, daí já digo tudo que preciso dizer sobre ela (e sobre o que voce falou de tanto ela como a Ju serem futeis e vistas como vilãs rs).
INDO PRO PROXIMO. BJO DE MONSTRO BZZZZZ
E
Elyon Somniare
Eu sei que é suposto o leitor não gostar da Florença, e não estou a dizer que gosto, mas também não gosto da construção dela enquanto personagem. Parece-me estar na história apenas para ser a vilã, o atrapalho do romance, sem características redentoras, o que a faz unidimensional. Of course, esta é uma fic antiga e é normal encontrar coisas destas: é um dos tipos mais comuns de personagens femininas em yaois, e quando começamos a escrever dentro do género, é normal que repitamos o que já nele existe com tanta abundância. I suspect I have the same problem em fics mais antigas, se não neste especificamente, noutro qualquer. O que me faz aperceber que, na verdade, coloquei-me numa posição difícil: eu sei que estou a apontar algumas coisas que já não são válidas para o teu eu-actual-como-escritor, mas que não consigo deixar de apontar na fic que estou a ler de momento XD Therefore, tudo o que já não for válido, please toma como uma constatação de quem é incapaz de manter a boca fechada em review, em vez de uma crítica.
Isto dito, ainda bem que não foi mais que um pé torcido (although I had suspect que não seria nada de muito grave, so, estava relativamente calma). E foi o Marcello quem a ouviu? Ou o pai? “Não percam o próximo episódio, porque nóooos… Também não!”
Entãooo nos deparamos com a grande questão Florência. Nossa, juro por qualquer coisa, se eu pudesse voltar no tempo e mudar alguma coisa no desenvolvimento dessa história, a primeira alteração que faria com certeza diria respeito a essa profundidade tosca que dei à pobre. E o pior é que não levei muito tempo após terminar de escrever para me dar conta de quão idiota é tratar a única personagem feminina de destaque como uma vilã assanhada, manipuladora e mimada que ameaça o relacionamento dos protagonistas. Só o simples fato de enumerar esses adjetivos já me dói o coração kkkkkk.
É um problema bastante recorrente em fics yaoi, como você disse. E ainda mais nas de autores iniciantes. Muito pior que isso é que posso falar como alguém que postou uma história sem praticamente ler qualquer outra do mesmo gênero aqui, então o problema é antes cultural e de senso comum do que especialmente do mundo das fanfics.
E fique tranquila com o fato de criticar um meu-eu de um passado já superado, pois essas discussões que surgem me interessam muito e são bastante apropriadas, inclusive para eu (e você, como outro lado também, inevitavelmente) solidificar minhas evoluções ao me tornar mais consciente delas. Outra coisa que eu teria feito hoje em dia seria colocar um dos protagonistas como escravo (negro, consequentemente), pois a representatividade seria imensa e eu poderia abordar diversas questões, inclusive de cunho histórico, que tanto ficou em deficiência nessa fic.
Mas enfim, obrigado de novo por comentar. Responderei os comentários restantes amanhã, pois aqui no Brasil a madrugada já está bastante introduzida e tive um dia esgotante.
Obrigado de verdade por comentar, belíssimaaa. Beijos no coração ♥ ♥
Primeiramente, teve algo no review retrasado que eu esqueci de comentar contigo, que você disse para não te matar no Lemon (fiquei pensando: por que eu mataria?). Eu tenho a mesma dificuldade, por mim eu nem colocava, mas o enredo pediu, ontem eu escrevi o primeiro Lemon da vida (depois de duas semanas de enrolação, e inclusive meu protagonista também se chama Heitor *deixo claro que é uma mera coincidência*) e ficou ruim, aí agora estou refazendo (mais semanas enrolando). Voltando ao foco, meu comentário anterior só ficou grande por causa da filosofia sem sentido sobre timidez, nada demais.
Agora, sim, sobre o capítulo, quero começar a falar sobre a cena da Florença, pois foi a última e ainda está fresca na minha mente para comentar. Adorei o quanto a sua narração diz, discretamente (muito discretamente, para ser preciso), o quanto as garotas (ou Florença) não são agradáveis a certos olhos. Eu consegui sentir o cheiro de mulher com a parte "da expressão, do perfume...", foi incrível, muito bem realista e ao dizer "seios mal desenvolvidos", eu imaginei uma coisa bem medonha, quando, na verdade, são só seios pequenos e incompletos (eu imaginei seios tortos; muito tortos). E eu achei que ela ia tentar (e conseguir) um beijo ali mesmo, que bom que o Heitor fugiu dessa, né?
Agora sobre Marcello e Heitor juntinhos no quarto (que o humilde, inocente e adorável leitor aqui nem shippou *limpa o sangue do nariz*), primeiramente, eu quase que pedi (educadamente, é claro) para o narrador calar a boca: "um homem pode dar carinho no outro?", "É errado", errado nada, é muito bom, por sinal *coloca aquelas fitas de sequestro na boca do narrador*. Brincadeiras e piadas à parte, adorei ver esse lado médico do Heitor, parece até alguém que eu conheço quando vê alguém doente ou com alguma lesão *setas apontando para mim*. Se não fosse a minha vontade maior de ser professor, eu, com certeza, seria um médico.
E eu pensei que na parte do jantar ia ter treta, do tipo a Isabella perguntou: "Você deixou que o Heitor te ensinasse? Ele não sabe nem cuidar dele mesmo! Não quero mais você perto desse filho que não é meu, mas mora nessa casa por motivos que eu não sei por que finjo em concordar!", tá, peguei pesado de novo *eu tenho que parar de dramatizar tanto os comentários*, mas até que ela foi compreensiva. Você disse que a história se centrava no Giancarlo, Marcello e Heitor e para prestar atenção, estou curioso para ver como será isso futuramente. Ótimo capítulo, como sempre!
E aí está, a pessoa que diz "meu comentário anterior só ficou grande por causa da filosofia sem sentido sobre timidez, nada demais." e manda um MAIOR AINDA SEM FILOSOFIAS. E agora, Jesus, manda uma resposta aí, cara.
Gente, me sinto super representado por você dizendo que não consegue escrever lemon. Tem tantas coisas mais importantes no enredo, né? Eu simplesmente NÃO ENTENDO alguém que constrói uma história ao redor de um lemon e não o contrário. E, aqui, mais uma vez quotando você :"se eu quisesse ver dois homens se pegando procurava um site especifico pra isso". Verdade do Universo, essa.
Aaaaahh, então quer dizer que seu personagem também se chama Heitor? Hunnnnn, interessante... pera um minuto aqui, vou estar acionando meu advogado. *liga pro advogado*.
- Alô, Almeida? Tudo bem, meu filho? Olha, tem um ladrão aqui, use seus contatos no ministério público aí viu?
- Como assim, Ganimedes? Você vai processar?
- Claro que vou, meu filho. PROCESSO? ADORO PROCESSO!
*desliga o telefone dramaticamente, põe os óculos de sol e sai desfilando pelo calçadão de Copacabana*
Mas socoooooorrro, foi JUSTAMENTE assim que eu imaginei os seios de Florença, tipo meio pontudos (por serem pequenos) e cada mamilo apontando pra um lado. Tipo, mulheres são maravilhosas, divas, lindas e tal, mas TEM COISAS QUE NÃO SÃO ASSIM TÃO AGRADÁVEIS, SE É QUE ME ENTENDE.
HUAHUHUA gente, coitado do narrador, não é culpa dele *digo, me esquivando da fita crepe que quase é colocada na minha boca*. É porque eu meio que tentei passar o que acontecia na cabeça de Heitor, seus pensamentos confusos, coisa desse tipo, e a parte do "errado" foi dele, nada mais hueheuhue.
Sério que você quer ser professor? Genteeeee eu AMO pessoas assim, juro, eu queria muito saber ensinar pra ser professor também. Acho uma profissão digníssima (embora pouco valorizada em diversos aspectos). Acho uma das carreiras mais bonitas, sério mesmo.
Imaginei a Isabella dizendo isso e morri de rir aqui, hahahah. Tadinho do Heitor, sua pessoa máááá. kkkkkk. E sim, a série é centralizada nos três (imagino que voce vá entender o que eu quero dizer com isso mais pra frente [bem mais pra frente]), porque, apesar de ser um triângulo amoroso, NÃO É um triângulo amoroso, ao mesmo tempo. É como se eles fossem, aos poucos, equilibrando tudo que fizeram o outro passar... mas aaahhh vou dar spoiler demais se contar mais do que isso.
É isso, e obrigado pelo comentário maravilhoso mais uma vez, pessoa fofa que faz meus dias mais felizes. Beijooooooooooooooooooo no coração ♥ ♥
Novo leitor e nova fanfic favorita, vc é muito esperto e criativo gostei muito dessa fic, escreve mais quando puder e n esquece de avisar, vou todo dia ver se tem novos cap bjs.
SOCOORRROO que amor seu comentário ♥ nossa muito obrigado mesmo, e vou postar sempre que puder sim, pois já estou praticamente terminando de escrever. E o mais importante: MDS TEM UM LIROU MONSTRO LENDO MINHA FIC AAHHHH morri elevado a 2787837483 pfvr perfeita minha Mother Monster e já que voce pediu avisarei siiimmm obrigado de novo pelo review BEIJOK
Uii... Perigosa ela, não? kkkkkkkkkk
Graças aos deuses, uma preocupação a menos. Sobre o Adamastor, só agora me lembrei dele n'Os Lusíadas, enfim, isso só comprova mais ainda que é um nome de velho, e, tipo, ainda que naquela época não fosse tanto, era bem de velho e.e. Mas voltando, pelo menos não colocaram a culpa no Heitor nem nada, entenderam que foi um acidente e tals, e essa janta xD, a janta nem foi nada, melhor foi depois dela, mas disso eu trato depois.
Voltando um pouquinho, tratando da volta do Heitor com o Marcello para a casa. Achei legal a Maria, eu não gosto nem um pouco da escravidão, a ideia me enoja, mas a afeição que as negras velhas possuíam pelos seus sinhozinhos seria muito linda, se não fosse muito cruel também, é legal retratar essa fic assim, com essa questão a mais que complementa a história.
Bem, o homossexualismo era cometido naquela época já, e acho que bem precoce, porque as "desculpas" para o desejo sexual era o mesmo, clima tropical/excitação dos trópicos, tive que ler bastante sobre isso em literatura brasileira, por isso que cismo com essa ideia dos guris irem atrás das negrinhas, era visto como uma atitude normal própria para exercitar sua sexualidade. Senti o Heitor um pouco tenso e muito barroco, seus pensamentos bem contraditórios são as questões mais complicadas, acho que para justificá-los, você poderia ter posto a culpa na Igreja (mete a culpa na Igreja mesmo), por ela ser o órgão que condenava esses atos, crianças não pensariam nisso tão "errado" se não fosse o padre assim dizendo, entende?
Fora isso, acho que as sensações são bem detalhadas, o modo como você mostrou tudo acontecendo ficou coerente, só acho que os pensamentos poderiam ser justificados de uma maneira melhor, mas fora isso, tudo ok, ok? O ato do carinho na cabeça do outro, o toque, tudo aquilo ficou bonito e legal, eu só achei um pouco meladinho demais, queria ter visto mais o físico, como a tremedeira do nervosismo, o suor e, principalmente, o pinto se erguendo, porque pá, né? xD.
Sobre o final, não imaginei que Florença fosse tão vadia, sério, o que aconteceu com aquela menininha legal lá de trás? Aquela que se preocupava com o Heitor e não em seduzi-lo? Saudades Florença criança, fico mal depois que cresceu :/, realmente uma bela antagonista. A frase que ela soltou me fez lembrar do meu protagonista da minha primeira fic, o Henrique, só que ele realmente consegue com o "você vai ser meu" xD. Sobre a pessoa que se escondeu ali, quem será que era ela? Não sei se foi o Marcello, por algum motivo, aposto no Giancarlo e.e, mas vamos ver quem foi Õ/.
Indo pro próximo,
Adrien Rabiot.
EIS-ME AQUI DOIS DIAS DEPOIS, MAS AINDA COM A CABEÇA ERGUIDA.
MAS GENTE, lendo aqui vi que respondi no comentário anterior sobre voce saber de onde é o nome Adamastor, eu abri as abas com os três e acabei misturando os assuntos açjlkjdlkçjsld. Minha cabeça não está lá muito boa.
Ai obrigado pelos elogios. E concordo plenamente com você sobre a afeição das negras com os sinhozinhos. Isso é outra coisa que eu gostaria de ter trabalhado melhor nessa história, pois foquei demais na relação dos dois e só usei a época da escravatura como pano de fundo. Teria sido muito interessante me aprofundar um pouco mais na questão dos escravos e não só usá-los como personagens, mas paciência, né. Sem falar que me questiono inclusive se não teria sido interessante criar um laço de amor entre, por exemplo, o Heitor e um escravo. Dava para tratar do tema de uma forma completamente nova.
POIS ÉÉÉ, eu lembro que, enquanto escrevia, mantive em mente a pressão do catolicismo contra a homossexualidade, mas me esqueci completamente de deixá-la explícita nas tensões de Heitor sobre o tema. Por trás, a culpa é realmente da Igreja (sempre dela), e eu devia ter deixado isso mais claro, como voce disse. E ai que lindo você dizer que os pensamentos de Heitor são "barrocos", eu nunca teria cogitado esse adjetivo hauahua.
Okey, okey, CONFESSO, sou uma pessoa MUITO melosa. Não sei se é culpa exclusivamente minha ou se é influência do meu gosto de leitura, mas não consigo me prender ao lado físico, mas sim ao psicológico (puramente) das coisas. De alguma forma, sei que eu me daria melhor escrevendo essa parte mais... fisiológica das coisas kkkkkk, mas não consigo evitar de me prender ao sentimentalismo ~shame.
HUUUNNN, vou deixar para dissertar sobre a Florença mais tarde, daí já digo tudo que preciso dizer sobre ela (e sobre o que voce falou de tanto ela como a Ju serem futeis e vistas como vilãs rs).
INDO PRO PROXIMO. BJO DE MONSTRO BZZZZZ
Eu sei que é suposto o leitor não gostar da Florença, e não estou a dizer que gosto, mas também não gosto da construção dela enquanto personagem. Parece-me estar na história apenas para ser a vilã, o atrapalho do romance, sem características redentoras, o que a faz unidimensional. Of course, esta é uma fic antiga e é normal encontrar coisas destas: é um dos tipos mais comuns de personagens femininas em yaois, e quando começamos a escrever dentro do género, é normal que repitamos o que já nele existe com tanta abundância. I suspect I have the same problem em fics mais antigas, se não neste especificamente, noutro qualquer. O que me faz aperceber que, na verdade, coloquei-me numa posição difícil: eu sei que estou a apontar algumas coisas que já não são válidas para o teu eu-actual-como-escritor, mas que não consigo deixar de apontar na fic que estou a ler de momento XD Therefore, tudo o que já não for válido, please toma como uma constatação de quem é incapaz de manter a boca fechada em review, em vez de uma crítica.
Isto dito, ainda bem que não foi mais que um pé torcido (although I had suspect que não seria nada de muito grave, so, estava relativamente calma). E foi o Marcello quem a ouviu? Ou o pai? “Não percam o próximo episódio, porque nóooos… Também não!”
Abraço
Entãooo nos deparamos com a grande questão Florência. Nossa, juro por qualquer coisa, se eu pudesse voltar no tempo e mudar alguma coisa no desenvolvimento dessa história, a primeira alteração que faria com certeza diria respeito a essa profundidade tosca que dei à pobre. E o pior é que não levei muito tempo após terminar de escrever para me dar conta de quão idiota é tratar a única personagem feminina de destaque como uma vilã assanhada, manipuladora e mimada que ameaça o relacionamento dos protagonistas. Só o simples fato de enumerar esses adjetivos já me dói o coração kkkkkk.
É um problema bastante recorrente em fics yaoi, como você disse. E ainda mais nas de autores iniciantes. Muito pior que isso é que posso falar como alguém que postou uma história sem praticamente ler qualquer outra do mesmo gênero aqui, então o problema é antes cultural e de senso comum do que especialmente do mundo das fanfics.
E fique tranquila com o fato de criticar um meu-eu de um passado já superado, pois essas discussões que surgem me interessam muito e são bastante apropriadas, inclusive para eu (e você, como outro lado também, inevitavelmente) solidificar minhas evoluções ao me tornar mais consciente delas. Outra coisa que eu teria feito hoje em dia seria colocar um dos protagonistas como escravo (negro, consequentemente), pois a representatividade seria imensa e eu poderia abordar diversas questões, inclusive de cunho histórico, que tanto ficou em deficiência nessa fic.
Mas enfim, obrigado de novo por comentar. Responderei os comentários restantes amanhã, pois aqui no Brasil a madrugada já está bastante introduzida e tive um dia esgotante.
Obrigado de verdade por comentar, belíssimaaa. Beijos no coração ♥ ♥