Ah... Essa bendita faixa! Eu ainda queimo essa coisa(apesar de saber da importância do símbolo, nunca fui totalmente a favor), mas não liga para ela (nem para o grená em volta do círculo), estou aqui como leitor, o meu eu chato de beta não se manifesta nas minhas leituras prazerosas. Erros temos em todo lugar, eu erro (muito, muito mesmo, até me espanto), todos erram, é normal e, para uma primeira fic, a sua está num nível muito alto, de verdade! Já li tantas de escritores mais experientes e que, ainda assim, não era isso tudo. Eu sou um leitor "anormal" (na verdade eu sou normal, os que não comentam que são anormais), e é porque eu sempre me empolgo na hora de conversar, acabo digitando muito, sempre, aí eu faço comentário grande sem perceber.
Sobre o capítulo, nossa, perder os dois pais de uma vez... E eu nem imaginei essa possibilidade, achei que eles se safariam e, como eu disse no capítulo anterior, essas grandes perdas sempre atingem meu coração de pedra; eu tenho essa mania de me colocar no lugar dos personagens (assim eu posso entendê-los melhor) e, apesar de eu ter achado a reação dele exagerada (mas entendo totalmente, afinal, ele é uma criança), eu compreendi a dor. Eu já parei para pensar em como eu reagiria numa dessas situações e eu acho que não reagiria, guardaria toda a aflição dentro de mim e tentaria ficar sempre o mais calmo possível (às vezes gosto de dizer que fui abençoado pelo dom da calma, porém tem vez que é mais uma maldição).
Sobre minha leitura privilegiada, o que o Heitor não prestou muita atenção seria o dilema "Itália ou França"? Algo a ver com o tal do Marcello? Já deixei memorizado para quando eu chegar lá. Não se preocupe, eu vou chegar lá, eu só demoro porque eu faço questão de deixar um review em cada capítulo (e esperar pela resposta; peço até perdão por te fazer digitar tanto frequentemente para me responder). Como o meu dia está bem livre, eu lerei o próximo capítulo ainda hoje também (e outro pela madrugada). Ótimo capítulo, novamente!
HAHAHAHAH, gente, é super interessante conversar com alguém da Liga dos Betas. Imagino vocês se reunindo numa base secreta discutindo erros de português etc (mas não se preocupe, sei que não é isso, já li um texto de uma Beta reclamando dos estereótipos e... bem, eu odeio estereótipos. [Do que eu tô falando? De volta ao review, Ganimedes]). Pois bem, estou aqui, ajoelhado no milho, agradecendo por você não estar prestando atenção aos erros. Sou muito encucado com isso, sério, se não fosse você ressuscitando essa história eu me recusaria a voltar aqui e reler, com medo do que eu pudesse encontrar.
Se você é do tipo que é afetado por grandes perdas está pisando em terreno minado por aqui, meu jovem hahahahah. Desde sempre eu amo coisas trágicas, e isso é algo que eu não vou conseguir mudar (embora esteja tentando). Qual é a graça de um final feliz? Bah, nenhuma.
Entããoo, sobre a reação exagerada de Heitor, o ponto é exatamente esse que você explicitou: ele é uma criança. Tinha onze anos, e todo sou mundo foi tirado de uma vez só. Tentei me pôr em seu lugar, e a sensação não seria muito agradável, digamos assim. E você e eu temos algo em comum: a calma. Consigo ficar horas numa fila, é praticamente impossível alguém me ver de mau humor. Não fico chateado facilmente. E também não sei lidar direito com grandes perdas. É como se eu estivesse simplesmente assistindo à realidade, e absorvesse aquilo como a uma história contada. Aaahh estou devaneando demais, foco.
Sobre sua leitura privilegiada: não é nenhum desses trechos. Vou deixar de ser enigmático e dizer logo: é quando Heitor acorda e percebe que estava num lugar diferente do que tinha desmaiado na noite anterior. Esse fato não é muito importante, tanto em Fire quanto em Rosa dos Ventos, mas enquanto eu escrevia essa primeira me pareceu um bom meio de conectar as duas histórias. Vai ser coisa simples, mas legal pra quem conseguir apreender.
Apenas amando o fato de você escrever muito nos reviews (embora, sim, eu me sinta obrigado em digitar tanto quanto, mas eu AMO essa obrigação, então nada de se prender, pequeno gafanhoto) e esperando você dar as caras por aqui novamente. Beijos do titio Ganimedes direto naquele lugar chamado coração, ♥ ♥ ♥
M
Mandrágora
Ai, que aperto no coração, pobre menino.
Mas sei que ele irá superar, quem sabe através de um romance né?
né isso?? hasuhasuhs como autor posso dizer que o amor é a melhor cura para a cicatriz deixada pelo fogo *uau frase de efeito* haushuahs obrigado por comentar!
A
Anônimo
Chorei neste capitulo... Sei que lembrar do que a gente perdeu muitas vezes dói mais do que perder tais coisas, tais momente e imagino o quanto deve ter doído para o Heitor, ainda criança.
E
Enrique Buendía
Voltei Õ/. Estou um pouco cansado, mas vi que falta só mais um capítulo para eu chegar à segunda parte, então vou ler esse e o próximo, mesmo com um soninho do cacete. Mas vamos lá, onde que eu havia parado mesmo...
E tínhamos o nosso pequeno Heitor deitado na grama, lá, sofrendo porque a sua casa havia ruído e tal. Bem, esse capítulo teve um drama que eu achei bem balanceado. Não ficou tão dramático, mas também não ficou tão normal, foi mais ou menos, oscilando, isso ficou legal. A parte em que ele fica zonzo é um pouco confusa, porque ele se levanta, anda, para, viaja, anda de novo, bate a dor de cabeça, anda, para, desmaia... Mas se você queria passar o que ele estava sentindo, sim, você conseguiu.
Como eu disse, não sinto pena pela casa ter ruído, pelo incêndio, por nada. Lamento que ele tenha ficado sem os seus pais, lamento que ele tenha ficado sem amparo nenhum, mas um assunto da literatura que muito me interessa é o caso da representabilidade, da "verdade única". Eu até poderia começar a sentir pena do Heitor (penar é diferente de lamentar, até porque eu não sei o quão ruim/bom pode ser um infância sem pais, embora presuma que seja horrível), mas aí eu me lembro dos negros que cresciam na senzala e viam seus avós apanhando, seus pais apanhando, suas mães humilhadas, não sei se esse é caso dessa história, também não sei se isso ocorria majoritariamente no Brasil, mas visto que a fic leva em conta essas informações, fica difícil, pra mim, sentir pena.
Sobre a linguagem, bem, vi alguns errinhos gramaticais aqui e ali, mas nada muito prejudicial, umas vírgulas fora do lugar e um "a" que deveria ter o acento grave (à), mas tá com um agudo (á). A escrita tá boa, mais uma vez foi um capítulo fluido, apesar da parte do Heitor ficar nessa "nuvem", a leitura foi rápida e tranquila. Todavia, olha que interessante, acabei de me lembrar de uma cena em que o Ulisses se olha num lago, e que tem uma casa pegando fogo. Será que... será que... É reencarnação o tema que você tá procurando explorar?
Parabéns pelo ótimo capítulo, vou indo para o próximo (e último de hoje, infelizmente). Creio que no próximo eu vá valorizar mais as personagens, mas é que até agora não tenho sentido uma necessidade maior de focar neles, principalmente no Heitor (e adorei a birra que ele fez no final :v).
Até!
edDiE.
E
Elyon Somniare
Como já alegaste ser esta história antiga, e eu já li coisas tuas recentes (além de me encontrar também nessa situação com as minhas próprias história, oh, empatia), não vou dizer mais nada a nível de narração e revisões *grin* Comentarei apenas os acontecimentos, enredo e personagens.
É realmente algo tão duro, perder os pais, e logo os dois duma vez, que não me consigo ver nessa situação (ou recuso-me, o que dá no mesmo). Ainda mais uma criança, que já tem idade suficiente para compreender as implicações disso. A reacção dele com o senhor Castro pode, numa vista superficial, parecer ingrata ou rude, mas, pelo contrário, acho muito, muito natural. Não é tempo de educações, nem o espírito está para isso. Tadinho.
Era muito comum as famílias mandarem os filhos estudarem para a Europa nessa altura? As famílias de posses, digo, que as outras nem que quisessem deviam poder.
Decepcionadíssimo com o Gmail que não me notificou sobre seus comentários hauahua. Sim, estou esse tempo todo sem entrar no Nyah! Olha a espécie de beta que sou eu.
Mas aahhhh sempre um pequeno piripaque ao ver alguém voltar a essa história depois de tanto tempo. E agradeço pela filtragem das críticas em relação à narração e ao enredo kkkkk, realmente acho que elas não seriam de tanta utilidade já que superei vários vícios e desvios que costumava cometer.
Já recebi críticas variadas a respeito da reação dele sobre o Sr. de Castro, mas pelo menos à época achei bastante plausível que uma criança reagisse com raiva a uma tristeza tão grande. Fico feliz que tenha partilhado da percepção kkkkkk.
Confesso que durante a confecção do enredo não me preocupei 100% com sua acuracidade histórica (o que é um pecado doloroso considerando o teor histórico carregadíssimo que esta traz), mas até onde sei os barões com maior posse mandavam realmente seus filhos para estudar longe. Creio que mais comumente somente nas capitais dos estados, mas vamos permitir a hipérbole nesse caso kkkkk.
Obrigado pelo comentário lindíssimaaaa, indo responder aos outros aqui.
Ah... Essa bendita faixa! Eu ainda queimo essa coisa(apesar de saber da importância do símbolo, nunca fui totalmente a favor), mas não liga para ela (nem para o grená em volta do círculo), estou aqui como leitor, o meu eu chato de beta não se manifesta nas minhas leituras prazerosas. Erros temos em todo lugar, eu erro (muito, muito mesmo, até me espanto), todos erram, é normal e, para uma primeira fic, a sua está num nível muito alto, de verdade! Já li tantas de escritores mais experientes e que, ainda assim, não era isso tudo. Eu sou um leitor "anormal" (na verdade eu sou normal, os que não comentam que são anormais), e é porque eu sempre me empolgo na hora de conversar, acabo digitando muito, sempre, aí eu faço comentário grande sem perceber.
Sobre o capítulo, nossa, perder os dois pais de uma vez... E eu nem imaginei essa possibilidade, achei que eles se safariam e, como eu disse no capítulo anterior, essas grandes perdas sempre atingem meu coração de pedra; eu tenho essa mania de me colocar no lugar dos personagens (assim eu posso entendê-los melhor) e, apesar de eu ter achado a reação dele exagerada (mas entendo totalmente, afinal, ele é uma criança), eu compreendi a dor. Eu já parei para pensar em como eu reagiria numa dessas situações e eu acho que não reagiria, guardaria toda a aflição dentro de mim e tentaria ficar sempre o mais calmo possível (às vezes gosto de dizer que fui abençoado pelo dom da calma, porém tem vez que é mais uma maldição).
Sobre minha leitura privilegiada, o que o Heitor não prestou muita atenção seria o dilema "Itália ou França"? Algo a ver com o tal do Marcello? Já deixei memorizado para quando eu chegar lá. Não se preocupe, eu vou chegar lá, eu só demoro porque eu faço questão de deixar um review em cada capítulo (e esperar pela resposta; peço até perdão por te fazer digitar tanto frequentemente para me responder). Como o meu dia está bem livre, eu lerei o próximo capítulo ainda hoje também (e outro pela madrugada). Ótimo capítulo, novamente!
HAHAHAHAH, gente, é super interessante conversar com alguém da Liga dos Betas. Imagino vocês se reunindo numa base secreta discutindo erros de português etc (mas não se preocupe, sei que não é isso, já li um texto de uma Beta reclamando dos estereótipos e... bem, eu odeio estereótipos. [Do que eu tô falando? De volta ao review, Ganimedes]). Pois bem, estou aqui, ajoelhado no milho, agradecendo por você não estar prestando atenção aos erros. Sou muito encucado com isso, sério, se não fosse você ressuscitando essa história eu me recusaria a voltar aqui e reler, com medo do que eu pudesse encontrar.
Se você é do tipo que é afetado por grandes perdas está pisando em terreno minado por aqui, meu jovem hahahahah. Desde sempre eu amo coisas trágicas, e isso é algo que eu não vou conseguir mudar (embora esteja tentando). Qual é a graça de um final feliz? Bah, nenhuma.
Entããoo, sobre a reação exagerada de Heitor, o ponto é exatamente esse que você explicitou: ele é uma criança. Tinha onze anos, e todo sou mundo foi tirado de uma vez só. Tentei me pôr em seu lugar, e a sensação não seria muito agradável, digamos assim. E você e eu temos algo em comum: a calma. Consigo ficar horas numa fila, é praticamente impossível alguém me ver de mau humor. Não fico chateado facilmente. E também não sei lidar direito com grandes perdas. É como se eu estivesse simplesmente assistindo à realidade, e absorvesse aquilo como a uma história contada. Aaahh estou devaneando demais, foco.
Sobre sua leitura privilegiada: não é nenhum desses trechos. Vou deixar de ser enigmático e dizer logo: é quando Heitor acorda e percebe que estava num lugar diferente do que tinha desmaiado na noite anterior. Esse fato não é muito importante, tanto em Fire quanto em Rosa dos Ventos, mas enquanto eu escrevia essa primeira me pareceu um bom meio de conectar as duas histórias. Vai ser coisa simples, mas legal pra quem conseguir apreender.
Apenas amando o fato de você escrever muito nos reviews (embora, sim, eu me sinta obrigado em digitar tanto quanto, mas eu AMO essa obrigação, então nada de se prender, pequeno gafanhoto) e esperando você dar as caras por aqui novamente. Beijos do titio Ganimedes direto naquele lugar chamado coração, ♥ ♥ ♥
Ai, que aperto no coração, pobre menino.
Mas sei que ele irá superar, quem sabe através de um romance né?
né isso?? hasuhasuhs como autor posso dizer que o amor é a melhor cura para a cicatriz deixada pelo fogo *uau frase de efeito* haushuahs obrigado por comentar!
Chorei neste capitulo... Sei que lembrar do que a gente perdeu muitas vezes dói mais do que perder tais coisas, tais momente e imagino o quanto deve ter doído para o Heitor, ainda criança.
Voltei Õ/. Estou um pouco cansado, mas vi que falta só mais um capítulo para eu chegar à segunda parte, então vou ler esse e o próximo, mesmo com um soninho do cacete. Mas vamos lá, onde que eu havia parado mesmo...
E tínhamos o nosso pequeno Heitor deitado na grama, lá, sofrendo porque a sua casa havia ruído e tal. Bem, esse capítulo teve um drama que eu achei bem balanceado. Não ficou tão dramático, mas também não ficou tão normal, foi mais ou menos, oscilando, isso ficou legal. A parte em que ele fica zonzo é um pouco confusa, porque ele se levanta, anda, para, viaja, anda de novo, bate a dor de cabeça, anda, para, desmaia... Mas se você queria passar o que ele estava sentindo, sim, você conseguiu.
Como eu disse, não sinto pena pela casa ter ruído, pelo incêndio, por nada. Lamento que ele tenha ficado sem os seus pais, lamento que ele tenha ficado sem amparo nenhum, mas um assunto da literatura que muito me interessa é o caso da representabilidade, da "verdade única". Eu até poderia começar a sentir pena do Heitor (penar é diferente de lamentar, até porque eu não sei o quão ruim/bom pode ser um infância sem pais, embora presuma que seja horrível), mas aí eu me lembro dos negros que cresciam na senzala e viam seus avós apanhando, seus pais apanhando, suas mães humilhadas, não sei se esse é caso dessa história, também não sei se isso ocorria majoritariamente no Brasil, mas visto que a fic leva em conta essas informações, fica difícil, pra mim, sentir pena.
Sobre a linguagem, bem, vi alguns errinhos gramaticais aqui e ali, mas nada muito prejudicial, umas vírgulas fora do lugar e um "a" que deveria ter o acento grave (à), mas tá com um agudo (á). A escrita tá boa, mais uma vez foi um capítulo fluido, apesar da parte do Heitor ficar nessa "nuvem", a leitura foi rápida e tranquila. Todavia, olha que interessante, acabei de me lembrar de uma cena em que o Ulisses se olha num lago, e que tem uma casa pegando fogo. Será que... será que... É reencarnação o tema que você tá procurando explorar?
Parabéns pelo ótimo capítulo, vou indo para o próximo (e último de hoje, infelizmente). Creio que no próximo eu vá valorizar mais as personagens, mas é que até agora não tenho sentido uma necessidade maior de focar neles, principalmente no Heitor (e adorei a birra que ele fez no final :v).
Até!
edDiE.
Como já alegaste ser esta história antiga, e eu já li coisas tuas recentes (além de me encontrar também nessa situação com as minhas próprias história, oh, empatia), não vou dizer mais nada a nível de narração e revisões *grin* Comentarei apenas os acontecimentos, enredo e personagens.
É realmente algo tão duro, perder os pais, e logo os dois duma vez, que não me consigo ver nessa situação (ou recuso-me, o que dá no mesmo). Ainda mais uma criança, que já tem idade suficiente para compreender as implicações disso. A reacção dele com o senhor Castro pode, numa vista superficial, parecer ingrata ou rude, mas, pelo contrário, acho muito, muito natural. Não é tempo de educações, nem o espírito está para isso. Tadinho.
Era muito comum as famílias mandarem os filhos estudarem para a Europa nessa altura? As famílias de posses, digo, que as outras nem que quisessem deviam poder.
Abraço.
Decepcionadíssimo com o Gmail que não me notificou sobre seus comentários hauahua. Sim, estou esse tempo todo sem entrar no Nyah! Olha a espécie de beta que sou eu.
Mas aahhhh sempre um pequeno piripaque ao ver alguém voltar a essa história depois de tanto tempo. E agradeço pela filtragem das críticas em relação à narração e ao enredo kkkkk, realmente acho que elas não seriam de tanta utilidade já que superei vários vícios e desvios que costumava cometer.
Já recebi críticas variadas a respeito da reação dele sobre o Sr. de Castro, mas pelo menos à época achei bastante plausível que uma criança reagisse com raiva a uma tristeza tão grande. Fico feliz que tenha partilhado da percepção kkkkkk.
Confesso que durante a confecção do enredo não me preocupei 100% com sua acuracidade histórica (o que é um pecado doloroso considerando o teor histórico carregadíssimo que esta traz), mas até onde sei os barões com maior posse mandavam realmente seus filhos para estudar longe. Creio que mais comumente somente nas capitais dos estados, mas vamos permitir a hipérbole nesse caso kkkkk.
Obrigado pelo comentário lindíssimaaaa, indo responder aos outros aqui.
Beijosss ♥