Único Prazer
5 4º Capítulo
Notas iniciais
Podíamos estar no meio do outono, em meio a uma madrugada fria onde a chuva começava a cair, mas dentro de mim acontecia o mais quente dos verões.
Eu estava queimando, estava delirando de desejo e vontade, queria que Edward enfiasse seu pau dentro de mim de uma vez.
Podia ser apenas uma estocada, uma única estocada para conseguir pelo menos, me acalmar um pouco.
Eu nunca tinha sentido algo parecido, aquele tesão ia além do permitido, ia além do bem da minha sanidade mental.
Já estava perdendo o juízo com sua boca em meu pescoço, mordendo, chupando, lambendo. Sentindo suas mãos pesadas e firmes em minha bunda, me colando em seu colo, me fazendo sentir toda a potência do seu pau que já estava bastante rijo.
Meus dedos estavam submersos em seus cabelos, eu os puxava enquanto ofegava alto.
Edward ergueu a cabeça, seus olhos vieram para os meus quando ele mordeu minha boca. Tive de respirar fundo, a cada segundo eu só ficava mais excitada.
—Vamos para o quarto?
Sua voz saiu rouca, luxuriosa e me arrepiou completamente. Mal acenei com a cabeça e ele se levantou, me mantendo em seu colo como se eu pesasse duas gramas, Edward se encaminhou para o quarto.
Empurrou a porta com o pé e não acendeu a luz. O cômodo escuro estava propício a uma noite tórrida de sexo, o som da chuva batendo contra a janela, era a trilha sonora perfeita.
Segurei em seu rosto com ambas as mãos, mordi sua boca, suguei seus lábios e logo voltei a beijá-lo.
Edward se ajoelhou na cama, se inclinou e relaxei sobre o colchão tendo o corpo —grande e forte— sobre o meu.
Ele apoiou um braço ao lado da minha cabeça, tomando o devido cuidado para não puxar meus cabelos que estavam esparrados e então voltou a me beijar.
Sua língua, sugava a minha ao mesmo tempo que a pressionava. Seus lábios se encaixavam nos meus, seu hálito me inebriava e a cada segundo ficava mais entregue.
Deslizei minhas mãos pelo tórax de Edward, assim que alcancei a barra de sua camiseta eu a puxei para cima.
Ele se afastou de mim por poucos segundos e então, a primeira peça de roupa se fora.
Soltei um suspiro satisfeita enquanto corria minhas palmas por sua pele quente e macia. Podia sentir os músculos de suas costas largas se tonificando e relaxando a cada movimento que ele fazia.
Sua mão grande afastou minhas pernas, antes de começar a percorrer cada centímetro de minha coxa, acariciando, apertando...
Eu ofeguei, minha boca se livrou da sua, que desceu com beijos molhados por minha garganta.
Fechei os olhos, mordendo os lábios com força, eu tentei prender o gemido quando Edward sugou a pele sensível do meu pescoço.
Pude sentir seu sorriu nascer contra mim.
Minha pele queimava, ardia, eu podia constatar a pressão que o sangue fazia ao correr por minhas veias indo se concentrar bem no meio da minha buceta, que eu já sentia escorrer.
Edward arqueou o quadril contra o meu e eu senti como seu pau estava rijo. Ele estava tão pronto quanto eu.
—Caralho, Bella.... Como tiro essa blusa?
A luxuria delineou cada sílaba dita por ele, eu sorri ainda mordendo meu lábio inferior tentei normalizar a respiração antes de responder.
—É um body, tem que tirar o short primeiro....
Edward não esperou que eu concluísse a frase, simplesmente arqueou o corpo e permanecendo entre minhas pernas, se colocou de joelhos.
O quarto escuro não me permitia vê-lo com exatidão, mas eu conseguia enxergar suas sombras se movimentarem com deveras pressa.
Não demorou a conseguir abrir o zíper do meu short, sentia meu coração bater no ouvido quando arqueei o quadril e permiti que ele me livrasse da peça.
—Onde é fecho da blusa? – Edward voltou a indagar.
Um relâmpago clareou o quarto e os segundos de luz, foram suficientes para nossos olhos se encontrarem. Estiquei o braço, segurei sua mão e a guiei até os colchetes que prendiam meu body.
Os dedos de Edward pousaram sobre o local molhado e quente, voltei a relaxar na cama ouvindo o alto cerrar de seus dentes.
Quando o fecho foi solto, apenas a renda da calcinha impedia que seus dedos mergulhassem no mar de excitação e desejo que mantinham minha vagina embargada.
A peça foi afastada e ele finalmente tocou onde eu tanto precisava.
Nem seu beijo abafou meu gemido, que além de alto foi longo, quando começou a deslizar os dedos por minha carne pulsante.
Seus toques contornaram minha entrada, eu me contorci puxando seus cabelos, Edward sorriu contra minha boca enquanto pressionava o indicador sobre meus clitóris.
—Porra.... – Lamuriei deliciada com suas carícias, essas que não duraram muito. Soltei um gemido de desgosto, quanto sua mão saiu de dentro da minha calcinha. —Edward...
—O que?
O relâmpago que clareou o quarto por breves momentos, me deixou ver Edward sugar seu dedo que antes, estava mergulhado em minha buceta.
Respirei fundo compreendendo que ele estava me provocando. Mordi meu lábio inferior, segurei seu pulso e puxei sua mão para abocanhar seu indicador.
—Eu te quero. – Minhas palavras se misturaram com o grunhido de Edward.
Ele tirou meu body de modo feroz, e eu amei sentir a pele de seu peito forte pressionar meus seios.
Meus mamilos endurecidos, era mais uma prova viva de que eu o queria desesperadamente.
Já não aguentava mais esperar, já estava sendo consumida por aquela excitação.
Edward se afastou, com mais um relâmpago eu pude ver a ferocidade de seus olhos quando ele desabotoou a calça.
O quarto voltou a ficar escuro no momento em que Edward abaixou a cueca preta. Só tive tempo de ver seu pau saltar para fora e perceber como ele era bem-dotado.
Quis chorar de desespero quando ele se abaixou e disse antes de me beijar, que precisava pegar uma camisinha.
Tive de aproveitar sua breve ausência, para me livrar da calcinha. Ela estava tão molhada que chegava a pingar.
Deixei a peça intima sumir pela escuridão do quarto segundos antes de um Edward feroz regressar a cama.
Emitindo um selvagem lamento, embrenhei as mãos nos macios cabelos ruivos, atraindo sua deliciosa boca para a minha.
Nossos corpos escorregaram pela cama, seu pau pressionou minha coxa deixando minha pele lambuzada pelo lubrificante da camisinha.
Com os joelhos, Edward afastou minhas pernas, sua mão enrolada no cabelo detrás da minha cabeça, mantendo-me imóvel.
Ele perdeu o controle, assim como eu. Ambos estávamos descontrolados de prazer, loucos para provar do sexo do outro e isso era absurdamente intenso.
Edward entrou em mim com uma impetuosa investida, deixei o grito sair livre de mim pelo impacto.
Meu corpo se curvou na cama, seu pau me preencheu por completo, se encaixou em minha vagina de modo perfeito.
Edward abaixou a cabeça e como um bebê esfomeado, começou a sugar meu peito. Sua falta de delicadeza ou cuidado só me deixavam mais e mais excitada.
Eu estava amando seu jeito bruto, suas pegadas firmes.... Certamente acordaria toda marcada.
Sua respiração ofegante bateu contra a minha pele, seus gemidos começaram a se misturar com os meus quando Edward começou a estocar.
Rápido, forte, intenso.
Eu sentia seu pau pulsante deslizar dentro da minha buceta. Minhas unhas se firmaram na pele levemente suada de suas costas largas, levantei as pernas para retê-lo no berço de meus quadris e deixar que ele alcançasse meu ponto mais fundo.
Tive a sensação que meu crânio fosse explodir, quando Edward acelerou o ritmo das investidas.
Mal conseguia respirar, tudo ao meu redor girava e as únicas coisas que faziam sentido, era estar fodendo loucamente aquele mecânico gostoso.
O barulho dos nossos corpos se chocando se unia aos nossos gemidos sôfregos, formando assim a sinfonia acústica perfeita.
Em um delicioso frenesi, eu tive a sensação de estar sendo fundida a Edward. Parecia que estávamos virando um só.
Mais um grito escapou por mim, minha vagina piscava enlouquecida se tencionando, cada vez mais, ao redor do pau grosso de Edward.
Ele me montou com dureza, deslizou a mão por minha perna para deixar tapas estalados e fodidamente estimuladores por ali, enquanto me esmagava contra o colchão.
Nunca havia sentido alguém tão selvagem, tão absolutamente dominante e primitivo, que reagia feito um animal.
Eu podia sentir o suor começar a escorrer por minha testa, podia sentir aqueles sinais começarem a me dominar, quando arqueei o quadril para encontrar mais uma vez o membro de Edward.
Tinha sido arrastada para o centro de uma poderosa tormenta, e adorei, me deletei nisso, o abracei e me deixei ser sugada de uma vez por aquele intenso orgasmo.
Agarrei seus cabelos, a rítmica quebra de onda girou em mim como um trovão e eu me rendi com um grito.
O prazer explodiu, forte e profundo.
Eu estava flutuando, estava imergida naquele intenso orgasmo e foi o convulsionar do corpo de Edward que começou a me trazer para a realidade do momento.
Uma incrível realidade onde, eu tinha acabado de ter o maior e melhor orgasmo da minha vida e dado o mesmo prazer a Edward.
A consciência chegou aos poucos, ainda tremula e quase incapaz de me mexer aproveitei a maravilha que era ter aquele homem sobre mim.
Edward respirou fundo várias vezes, ainda dentro de mim ergueu a cabeça para me beijar. Sua testa pairou sobre a minha, ainda estávamos sob a penumbra do quarto, contudo consegui encontrar o brilho dos seus olhos.
—Caramba, isso foi...
—Delicioso. – Ele cortou minha voz tremula e fraca, para completar a frase.
—De mais. – Eu soei baixo, ainda estava enfraquecida pela foda intensa.
Edward deixou beijos em minha testa, bochecha, ponta do nariz, até finalmente encontrar minha boca.
Sua língua passou pelo vão dos meus lábios, roçou a minha e investiu com toques suaves.
—Que tal um banho?
Ele propôs, eu ainda controlava a respiração pós beijo, quando concordei.
Deixei meus braços caírem ao lado da minha cabeça, Edward tirou seu pau de dentro de mim e se afastou.
Estava completamente suada, sentia os lençóis húmidos abaixo de mim. Eu me espreguicei, os músculos das minhas pernas já deram sinais de alerta pela falta de exercício. Me sobressaltei quando Edward acendeu o abajur ao lado.
Percebi que seu quarto não era grande, porém isso pouco importava quando eu tinha um Edward nu a minha frente.
Ver um cara tirar a camisinha cheia de porra, nunca foi tão sexy!
E eu quase engasguei ao ver como ele era incrivelmente bem-dotado.
Mordi os lábios analisando seu pau que ainda estava ereto, ele era muito bonito.
Rosado, sem nenhum pelo. Parecia suculento, e eu estava doida para colocar aquele porrete na minha boca.
Edward jogou a camisinha suja na lata de lixo ao lado de sua escrivaninha, seus olhos se encontram com os meus quando ergueu a cabeça.
Ele sorriu e foi impossível não retribuir. Estava tendo a melhor noite da minha vida, tudo soava como mágica e eu não queria que as horas passassem.
Não queria que amanhecesse. Não queria pensar em como seria ou no que eu iria fazer.
—Você é muito baixinha.
Maneei a cabeça para espantar qualquer pensamento que estragasse meu momento com Edward, dando devida atenção a suas palavras.
—Eu achava que minha irmã fosse baixa, mas você é mais. – Ele entortou os lábios de modo pensativo. —E olha que ela é praticamente uma anã...
Edward começou a rir quando cruzei os braços.
—Se a sua irmã que é maior do que eu, é uma anã, o que eu sou então? – Os braços fortes de Edward me colaram mais em seu corpo forte, a água morna do chuveiro caía sobre nós e o banheiro cheirava a sabonete de lavanda. —A personificação da Polly Pocket?
Ele gargalhou e o som do seu riso me fez rir.
—Edward! – Espalmei as mãos em seu peito. —Não tem graça.
—Ok, desculpe.
Pediu erguendo os olhos, seus lábios deixaram um beijo em minha garganta, seus dentes roçaram no mesmo local e eu fiquei arrepiada.
—Dorme aqui hoje? – Edward me estudou ao convidar.
Sorri com o canto dos lábios e assenti com um aceno, ele ergueu o corpo e ainda me segurando, tirou meus pés do chão.
—Só assim para ficarmos do mesmo tamanho.
Rolei os olhos, Edward me mantinha firme pela cintura, me segurava tranquilamente como se eu pesasse poucas gramas.
—Estou começando a achar que você tem algum problema com a minha altura.
Negando com a cabeça, ele virou nossos corpos. A parede gelada bateu contra minhas costas, mas não foi isso que me arrepiou.
Na verdade, o que deixou cada pelinho do meu corpo eriçado, foi sentir o pau duro de Edward pressionar minha buceta.
—Problema nenhum. – Mordi o lábio inferior sentindo uma urgência enorme em beijá-lo. —Sempre gostei mais das baixinhas.
Rolei os olhos, eu o conhecia a apenas um dia e já sentia ciúmes dele.
Mas quem não seria possessiva com um homem tão gostoso desses?
O ar ficou preso em meus pulmões por poucos segundos, quando Edward me prensou ainda mais contra a parede.
Suas mãos escorregaram da minha cintura se alojando em minha bunda, com uma pegada firme, ele me sustentava no ar. Sua boca procurou a minha em um beijo urgente, ele mordia e sugava meus lábios de uma maneira tórrida.
Corri as unhas por seu ombro largo, ofegando em meio ao beijo ao sentir o roçar de seu pau duro em minha buceta.
Puxei seu lábio inferior com os dentes fechando os olhos com força, quando Edward penetrou apenas a cabeça do seu membro em mim, ele parecia pronto para se afundar de uma vez, contudo algo o fez parar.
—O que foi? – Minha pergunta saiu ofegante, falha.
—A camisinha. – Seu semblante se contorceu e eu quis gritar de frustração quando ele me colocou no chão.
Meu peito subia e descia em uma velocidade incrível, passei a mão por meu cabelo, tirando as mechas molhadas do meu rosto.
Edward me deu as costas e se encaminhou até a pequena bancada ao lado. Eu ofeguei, ainda mais alto, quando vi sua bunda.
Eu já tinha percebido antes que ele era bundudo, porém vê-lo livre de roupas é outro patamar.
Permaneci encostada na parede apenas observando-o se virar e abrir a embalagem do preservativo com os dentes.
Caralho, era incrível como ele deixava tudo sexy.
Edward segurou seu pau e tive de relance a imagem dele batendo uma punheta, deveria ser a visão do pecado, a cena mais quente e provocante do mundo!
Maneei a cabeça vendo-o começar a deslizar a camisinha, foi quando tive a mais brilhante ideia de oferecer minha ajuda a ele.
Mordendo meus lábios, me coloquei a frente dele, minha mão cobriu a sua e seus olhos se ergueram.
—Deixa que eu coloco para você.
Ele entortou os lábios em um biquinho pensativo antes de sorrir torto, eu amava esse sorriso com teor cafajeste dele.
—Ok. – Soltou sua única palavra, me entregando o preservativo. Tive de me colocar na ponta dos pés para deixar uma mordida em sua boca e então eu fui descendo por seu corpo deixando um caminho de beijos molhados.
Pelo peito atlético, a barriga definida...
A respiração de Edward, ficou mais forte, quando eu me agachei a sua frente. Sorri tendo uma visão privilegiada do pau dele.
Porra, certamente é pênis mais gostoso que eu já tinha visto!
Ele estava tão duro que eu podia ver os vasos sanguíneos por toda sua extensão rosada, a cabeça estava inchada, parecia um cogumelo bem feito.
O cogumelo mais apetitoso!
Lubrifiquei meus lábios com a língua, ergui minha mão livre e o segurei. Edward praguejou baixo, eu suspirei sentindo a temperatura alta daquele membro.
Fiz um lento vai e vem com a mão, eu precisaria das duas para segurar toda sua extensão, por isso mantive meus dedos na base e me inclinando o coloquei na boca.
Ele tinha um gosto bom, agridoce, diferente e viciante.
Edward gemeu alto, quando suguei sua glande passando a ponta da língua por sua pele sensível e quente.
Sua mão segurou meu cabelo com força, eu sorri e comecei a engolir sua extensão.
Se antes eu achava grande, depois disso eu tinha certeza que ele era imenso.
—Porra, Bella... – suas palavras saíram sôfregas. —Chega!
Ele se afastou e com rapidez, me puxou para cima. Curvei meus lábios em um biquinho, eu queria chupá-lo mais, queria que ele gozasse na minha boca.
—Ah, Edward...
—Quieta. – Mandou calando-me com um beijo rápido.
Edward foi rápido ao vestir o pau com o preservativo e me puxar para debaixo do chuveiro novamente.
Voltei a ficar prensada na parede, só que dessa vez, eram os meus seios que estavam colados no azulejo frio.
Encostei a bochecha na parede, olhando-o por cima do ombro. Edward sorriu, afastou minhas pernas com os pés, alojando as mãos em minha cintura.
Ele se inclinou, beijou minhas costas e meu rosto, soltei um ofego baixo quando ele começou a entrar em mim.
Foi devagar, eu podia sentir seu pau me preenchendo aos poucos, foi diferente e muito excitante.
O prazer febril e consumidor, começou a subir por meu corpo a cada estocada de Edward. Suas mãos seguravam as minhas na parede, seu peito estava colado ao meu e o rosto infiltrado na volta do meu pescoço.
Nosso ritmo era brusco e primitivo e eu chegava a me assustar com aquela luxuria exultante.
Notava a tensão e a selvagem excitação do corpo de Edward que não perdia o ritmo das investidas, eu simplesmente entreabri os lábios e deixei os gemidos saltarem da minha garganta.
Ali, prensada na parede, sentindo o pau de Edward praticamente me esfolar, ouvir seus gemidos se misturarem com os meus, eu me senti viva como nunca tinha sentido antes.
Edward deslizou uma das mãos por meu corpo, infiltrando-a entre minhas pernas e seus dedos mostraram uma experiência fantástica sobre meu clitóris.
Eu gritei, arqueei e levantei o quadril em busca de que ele metesse mais fundo, mais forte até.
A água morna deixava o momento ainda mais irresistível, um trovão soou alto, porém nenhum de nós dois deu importância a chuva que caia do lado de fora.
A deliciosa loucura do orgasmo começava a chegar, Edward gemia alto enquanto pressionava os dedos no ponto mais sensível da minha buceta, balancei o quadril, ondulando-o, diferenciando a estocada e fazendo Edward tocar um ponto ainda mais fundo dentro de mim.
Urramos juntos, ambos chegando próximos ao clímax. Não queria que isso acabasse. Nunca.
—Edward...
Chamei desconexa. Ele mordeu minha orelha, antes de chupar meu pescoço.
—Não resista, pequena.... Deixe vir. – Respondeu ele com voz rouca, deixando-me ainda mais entregue.
Já estava prestes a gozar, meu ventre já se contorcia e minha vagina piscava enlouquecida, quando Edward segurou meu quadril e o levantou encaixou-se mais firmemente em mim e estocou com mais força.
Minhas unhas se firmaram no azulejo branco, senti a febre e o desejo se elevar a um nível insuportável, e um instante depois meus sentidos estouraram.
Deixei escapar um grito, que se juntou aos gemidos guturais de Edward e foram se mesclar ao trovão forte.
Gozamos juntos em uma loucura inimaginável, um prazer que não admitia descrição e que se prolongou tanto que acreditei estar morrendo.
Morrendo de prazer.
Ficamos em silêncio, como se as palavras fossem intrusas. Edward saiu de dentro de mim, beijou meu ombro e jogou a camisinha no lixo, antes de me virar e me beijar de baixo do chuveiro.
Eu apoiei as mãos em seus braços fortes, nossos corpos estavam encaixados e trêmulos. Foi fodidamente intenso e prazeroso.
Nunca tinha sentido nada do tipo.
Ele foi carinhoso e doce, perguntou se havia me machucado e depois que neguei, me ajudou no banho.
Quando voltamos para o quarto, Edward me emprestou uma de suas camisetas e eu a vesti sentindo seu perfume inebriante emanar da peça.
Estávamos em um momento tão íntimo que eu tive a sensação de conhece-lo a anos.
Na TV ligada o seriado The Big Bang Theory passava em volume baixo.
A luz apagada e os barulhos da chuva, eram ainda mais relaxantes.
Mas claro, a melhor parte era estar junto ao peito de Edward, recebendo suas carícias relaxantes em minha cabeça.
Minha mão estava apoiada em seu tórax, sua pele quente estava deliciosamente perfumada e ali, enquanto pedia silenciosamente que o dia demorasse cada vez mais para amanhecer, eu tentava me decidir o que faria.
Eu poderia ir embora, já tinha conseguido —como sempre— o que eu queria.
Fora uma noite muito boa e prazerosa, mas.... Seria só isso? Só uma noite.... E fim?
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