Último Adeus
6 Capítulo 5 - Desejo Ardente
Notas iniciais
Annabelle
Me olhei no espelho, tinha colocado minha camisola mais sensual. Ia ser hoje, arrumei meus cabelos e respirei fundo. Estava na hora de Christopher Lewis descobrir do que Annabelle Collins era capaz. Sai do banheiro e silenciosamente fui até o quarto dele, felizmente todos os cômodos da casa tinham isolamento acústico, isso graças as aulas que Christopher teve de guitarra e bateria há uns três anos.
Abri a porta de seu quarto lentamente, entrei e a tranquei em seguida, ele dormia tranquilamente com os braços embaixo da cabeça, parecia um anjo, mas esse não era o caso dele, Christopher era o verdadeiro lobo em pele de cordeiro, me sentei na cama e passei minha mão pelo seu peito, ele sorriu, com certeza pensando em alguma vagabunda, decidi ser mais atrevida e desci minha mão até seu membro, sobre o tecido do pijama o apertei, Christopher soltou um gemido e em um segundo sua mão estava segurando meu pulso.
– O que esta fazendo aqui? — Perguntou ligando o abajur, fiquei muda. Fala Annabelle!
– Eu estava pensando no que disse sobre nos divertimos. — Ele me olhou desconfiado soltando minha mão.
– Você acha que eu sou burro? — Questionou se sentando na cama. — Annabelle me dê algum crédito. — Disse exasperado passando a mão pelos cabelos. Eu adorava quando ele fazia isso.
– Não estou entendendo. — Me fiz de desentendida. — Você mesmo disse que se eu não fosse tão careta podíamos nos divertir. Qual o problema? — Christopher me encarou e arqueou sua sobrancelha.
– Você me odeia Annabelle. Aposto que teve a ideia genial de se aproximar para se vingar. — Explicou meu próprio plano com um sorriso convencido, na hora me senti estúpida. Pensa. Pensa. Me inclinei na sua direção tocando seu peito novamente.
– Eu só quero você Christopher. — Falei tentando soar sexy. — E daí que me humilhou? Isso já passou. — Em um gesto atrevido me sentei no seu colo, com as duas mãos sobre seu peito. — Mas sabe o que não passa? — Ele me olhou e balançou a cabeça negativamente incapaz de falar, mordi meu lábio. Cheguei próximo a sua boca. — Meu desejo por você. — Ao mesmo tempo beijei sua boca e rebolei no seu colo. O modo faminto com que me beijava mostrou claramente que eu tinha ganhado essa disputa, Christopher colocou as mãos na barra da minha camisola.
– Trancou a porta? — Perguntou ao pé do meu ouvido. Só assenti, no instante seguinte levantei os braços e ele retirou minha camisola. Plano. Vingança. Humilhação. Tudo isso foi esquecido no momento em que seus lábios tomaram os meus com volúpia, automaticamente minhas mãos foram para os seus cabelos, puxando os fios sedosos e fazendo com que ele gemesse contra a minha boca. Tirei sua camiseta e logo em seguida ele retirou a calça, me deitou na cama e com uma lentidão exagerada tirou minha calcinha, beijando, lambendo e chupando todo meu corpo. Christopher penetrou um dedo e depois outro, os dois entrando e saindo do meu sexo, sua outra mão apertava minha coxa e minhas próprias mãos acariciavam meus seios, enquanto me penetrava com os dedos pressionava o polegar diretamente no meu clitóris, meu corpo já começava a tremer buscando sua liberação, Christopher percebendo isso pegou a mão que apertava minha coxa e levou até seu membro o massageando e me proporcionando uma visão deliciosa, tirou seus dedos de mim, abriu a gaveta, pegou uma camisinha e a deslizou pelo seu comprimento, deitou sobre mim e me penetrou com seu membro completamente duro, nós dois gememos, dizendo coisas desconexas, Christopher aumentou a velocidade e comecei a rebolar de forma enlouquecida, não demorou e gozamos.
– Eu vou adorar me divertir com você. — Sussurrou no meu ouvido e voltou a me beijar, logo estávamos gemendo novamente, me fazendo esquecer qualquer coisa que não fosse ele.
Assim que ele adormeceu levantei com extremo cuidado, havia percebido que Christopher tinha o sono extremamente leve, me vesti e sai do seu quarto, entrei no meu e fui direto para o banheiro tomar um ducha. Eu não queria me sentir assim, eu não podia me sentir assim. Eu queria me vingar dele. Não podia estar feliz e muito menos gostando dessa situação. Isso não ia dar certo, mas eu não queria parar. Eu só não sabia se era por causa do desejo de vingança ou por causa do desejo que eu sentia por ele. A única conclusão que pude chegar era que eu estava ferrada.
Christopher
Eu me surpreendi quando Annabelle apareceu no meu quarto na noite anterior me tocando, ela estava absolutamente deliciosa com aquela camisola creme justa, marcando sutilmente suas curvas. No inicio desconfiei, tinha certeza que ela estava se aproximando para se vingar, mas depois percebi que ela não seria capaz disso, era só louca por mim. Tinha como não ser? Eu deixava as mulheres completamente perdidas e apaixonadas, além disso Annabelle era bobinha demais para pensar em alguma vingança e caso ela tentasse algo, tinha certeza que conseguiria sair por cima. Ninguém faria Christopher Lewis de idiota. Por hora ia aproveitar, minha vida andava parada mesmo, então nada melhor que sexo à domicilio.
Despertei no meio da madrugada e acabei perdendo o sono, por isso decidi ir até a cozinha tomar um copo de leite, ao abrir a porta me deparei com uma cena que me deixou duro na mesma hora. Annabelle estava curvada em frente a geladeira com seu belo traseiro empinado vestindo apenas uma camisola curta. Essa garota ia me fazer perder os sentidos, me aproximei silenciosamente.
– Essa visão esta me dando algumas ideias. — Falei encostado no armário que ficava em frente da geladeira cruzando meus braços, Annabelle deu um pulo e me encarou com a mão no peito.
– Christopher! — Exclamou surpresa. Sua respiração estava acelerada e seu rosto com um certo rubor por causa do susto.
– Você não deveria andar pela casa desse jeito. — A adverti indicando sua roupa provocante.
– Posso saber por que? — Questionou colocando as mãos na cintura.
– Nunca se sabe quem você pode encontrar. — Ela sorriu e caminhou lentamente até mim, Annabelle tinha algo único, era capaz de ser extremamente sexy sem perder seu jeito tímido e inocente.
– E quem eu posso encontrar Christopher? — Indagou parada na minha frente posicionando seus braços no meu pescoço, minhas mãos foram no mesmo instante para sua cintura descendo até acariciar sua bunda redonda e durinha.
– Alguém com uma mente muito suja. — Falei a puxando para o meu corpo, ela gemeu ao sentir o quão animado eu estava, meus lábios logo atacaram seu pescoço. — Esta vendo o que você faz comigo? — Murmurei entre seus gemidos enquanto apertava seu corpo no meu.
– Christopher... — Gemeu, nos virei a prensando na armário tomando sua boca em seguida, nossas línguas travavam uma guerra deliciosa, minha mão desceu invadindo sua calcinha e gemi ao sentir como ela estava pronta para mim.
– Você não me decepciona nunca Annabelle. Completamente molhada. — Sussurrei no seu ouvido ao mesmo tempo que meus dedos a invadiam.
– Ah Christopher. Por favor. — Pediu.
– O que você quer Annabelle? — Perguntei lambendo e chupando seu pescoço.
– Isso aqui. — Gemeu pegando no meu membro, que ficou ainda mais duro com o seu toque delicado.
– Porra Annabelle assim você acaba comigo. — Ela sorriu mordendo seus lábios gostosos, aumentei os movimentos dos meus dedos, quando estava quase gozando eu os retirei.
– Não... — Lamentou.
– Isso é para aprender a não me tentar. Vira! — Ordenei, ela no mesmo instante se virou, eu a quis assim desde o momento que entrei nessa cozinha. Alisei seu corpo e abaixei sua calcinha, abri um pouco suas pernas e mordi seu bumbum, ela gemeu e lhe dei um tapa. — Quieta! — Ela se remexeu ofegando. — Gostou disso né safada? — Falei acariciando seu corpo. — Essa carinha de menina inocente é só fachada, você é uma verdadeira vadia. — Disse a tocando novamente com meu dedo.
– Christopher... — Gemeu.
– Me pede Annabelle! — Exigi, eu mesmo já esta perdendo meu controle.
– Eu quero você Christopher. Agora! — Sorri abaixando minha calça e a penetrando logo em seguida, gememos diante do contato, era tão apertada, quente e molhada que eu me perdia dentro dela. Conforme pedia por mais, eu ia mais rápido e cada vez mais forte, entrando e saindo do seu corpo até que atingi o auge. Eu desmontei em suas costas, ambos estávamos ofegantes, pelo seu estado também tinha gozado. Fechei os olhos com força, Annabelle ainda seria a minha morte.
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