À Três

1 One Shot 1 - Me Agite!


Notas iniciais
Prometi, prometi e estou aqui, cumprindo o que falei no grupo: escrever threesome Aomine x Himuro x Kise (AoHimuKi) e Kagami x Himuro x Kise (KagaHimuKi). O formato escolhido é o de drabs (coletânea de duas one shots), onde a primeira é uma PWP Songfic de AoHimuKi, onde as músicas mostradas no decorrer da fic, para quem quiser ouví-las, terão seus links nas notas finais. Mais explicações já dadas antes no disclaimer e não me responsabilizo por qualquer “calor” que possam sentir com essa fic (hehe, brincadeirinha) ... Boa leitura!

C.Ghet Club – Los Angeles, Califórnia – Estados Unidos – 03:00 A.M

“(…) Bounce wit it, drop wit it

Lean wit it, rock wit it

Snap wit it

All my fellas tip yo hats wit it

Do it, do it, do it, do it

You know the world be rockin' to it to it

So do it, do it, do it to it (…)”

(Do It To It – Cherish feat. Sean Paul of YoungBloodz)

A música estava no último volume no camarote VIP de uma das baladas LGBT+, especializada em Black Music, mais disputadas da região e lá estava uma das estrelas do badalado time de basquete Los Angeles Flyers, vinda diretamente do Japão, o ala-armador Daiki Aomine.

Sentado em uma das mesas do camarote, bebericando um copo de whisky de primeira classe, o rapaz, também famoso por sua volatilidade no campo amoroso, procurava mais uma “vítima” para cair em seus encantos, entretanto não estava fácil. Uma das desvantagens de estar no camarote AAA de uma balada LGBT+, era justamente a de todo mundo conhecer todo mundo, portanto era de conhecimento geral a “outra fama” de Aomine, contudo sempre tinha alguém disposto a correr o risco... igual a uma peculiar dupla de amigos, que dançavam como se não houvesse amanhã, trocando olhares nada inocentes com o jogador.

Daiki deliciava-se com a vista daqueles dois rapazes, mexendo seus corpos sensualmente ao ritmo da música. Não sabia qual admirar mais: se o loiro de olhos dourados, vestido com uma insinuante blusa com abertura nas costas, mais uma justa calça jeans preta e coturno, ou o moreno com uma charmosa pinta no olho e franja cobrindo um dos olhos, trajado com uma camisa preta desabotoada, calça de couro preta mais coturno. Além disso, chamava a atenção o fato deles também carregarem os mesmos traços nipônicos de Aomine, pois enquanto o resto dos EUA “brincava” que “olho puxado é tudo igual”, Daiki sabia perfeitamente diferenciar “os seus” dos coreanos, chineses, vietnamitas, etc. existentes por aí e aqueles dois, com certeza, eram japoneses.

“Com certeza, devem ser modelos que pegaram fama recentemente, que estão no comecinho do auge, ou podem ser também modelos iniciantes que pegaram o primeiro trabalho legal de grana, ou até eles podem ser celebridades no Japão e não estou sabendo. Afinal faz um bom tempo que não ponho os pés na minha terra natal” – refletiu o jogador de basquete, antes de levantar-se da mesa e ir falar com os rapazes.

“(…) Pay me what you owe me

Bitch better have my

Bitch better have my

Bitch better have my money

Turn up to Rihanna while the whole club fucking wasted (…)”

(Bitch Better Have My Money – Rihanna)

Enquanto Aomine andava na pista, aproximando-se da dupla, eles trocaram um malicioso olhar entre eles e resolveram provocar o jogador: o loiro chamou Daiki com o dedo, permitindo o aproximar mais rápido e quando Aomine estava a poucos passos de onde estava a dupla, o moreno puxou o loiro para perto de si, deu uma leve mordida nos lábios deste, que correspondeu com um erótico beijo, de agradável sabor mojito. Isto não era para espantar Daiki, muito pelo contrário – antes do beijo, os dois deram uma piscadela rápida para Aomine, ou seja, o beijo era para dizer corporalmente que o astro era muito bem-vindo ali, na diversão deles. O jogador já estava praticamente em frente a eles, aguardando a oportunidade perfeita para aquele beijo ser triplo, somente observando aquela cena feita sob medida só para ele. Contudo, Daiki ainda tinha suas desconfianças.

“Isso está... fluindo bem demais, vamos colocar assim. Será que eles não são “book azul”, “irmãozinhos”, ou até mesmo “irmãozinhos dos dedos” (garotos de programa que prestam serviços para a Yakuza, a máfia japonesa)? Se forem um dos dois primeiros... não tem problema. Eu pago o que for para ter eles na minha cama, mesmo isso não sendo mesmo a coisa mais correta de se fazer. Eles são gostosos demais para resistir, mas se eles forem o terceiro caso... aí não dá mesmo! Não posso arriscar a destruir minha vida inteira por uma noite”

O beijo parou, era a oportunidade perfeita de saber quem eram aqueles dois jovens. Eles deram um olhar cheio de segundas intenções a Aomine, sorrindo. O atleta, de chamativos cabelos da cor azul e tom de pele escuro, apresentou-se:

— Acho que vocês já sabem quem eu sou, mas não custa nada se apresentar direito. Eu sou Daiki Aomine, ala-armador do Los Angeles Flyers da NBA, á seus dispores. Vocês são...

— Ryouta Kise.

— Tatsuya Himuro.

— Nós somos modelos agenciados pela LA.s Models e participamos recentemente das mais novas campanha da Bivenchyr, Versattirus e Chanelis, sendo que a da Versattirus eu participei sozinho e a Chanelis, o Himurocchi estrelou sozinho. Além disso, eu sou a capa mais recente da revista Vauge e o Himurocchi é a capa atual da SquireL...

— Apesar de fazer três anos que eu sou modelo e dois anos que o Ryouta também está na área, fora a curta carreira dele de idol no Japão, só agora que nós conseguimos pegar trabalhos grandes – completou Himuro.

“Como eu desconfiei de primeira, são modelos que só agora viraram top model e estão desfrutando, pela primeira vez, o gostinho da fama e da riqueza. Eles lembram, de certa forma, eu mesmo há uns dois anos atrás, quando finalmente atingi o topo” – pensou o rapaz. Determinado a conhecer os rapazes melhor, Aomine convidou os dois a sentarem-se em uma mesa do camarote, apertou a discreta campainha debaixo da mesa, onde apareceu um funcionário, e pediu três minigarrafas de um dos champanhes mais caros do mercado. Após a saída do funcionário, Daiki pediu licença para a dupla para fazer uma ligação. Contato encerrado, imediatamente veio a dona da casa, uma mulher lindíssima que imediatamente cumprimentou o trio e exclamou:

— Não acredito que vocês estão se conhecendo... que mundo pequeno! Ah, e como agradeço que vocês, Kise e Himuro, tenham conseguido um tempinho nas suas agendas apertadíssimas e vir aqui me prestigiar.

— Nós que agradecemos a honra de você convidar a gente para este ambiente fantástico – agradeceu Tatsuya.

— Já você, Daiki, nem falo nada. Com o hexa campeonato do LA Flyers e você eleito “Jogador do Ano”, está mais do que certo em aproveitar suas férias – comentou a mulher trans, que sem nenhuma cerimônia, juntou-se ao trio e começaram um agradável papear.

Depois de um tempo, vários copos vazios por parte dos convidados e muita conversa jogada fora, a mulher foi ao assunto principal, no qual sua presença foi requisitada:

— Nossa, passamos tanto tempo conversando que nem falei o principal. Como o grande amigo e cliente que é, Daiki, fica impossível de eu recusar o seu “pedido emergencial” do camarote Diamond para você.

Aomine sorriu para a bela mulher, agradeceu junto com Kise e Himuro ao pedido atendido e ainda ofereceu mais uma taça de champanhe para ela. Em seguida, os quatro levantaram, andaram até uma sala secreta, que era, na realidade, um elevador secreto para os camarotes mais exclusivos. Subiram até o andar secreto que levava ao camarote Diamond, o camarote mais sofisticado do local, reservado somente para as pessoas de confiança da dona ou pessoas muito abastadas, que topariam pagar os três milhões de dólares no camarote.

O local fazia jus ao nome: do chão que, na verdade, era um aquário enorme até as paredes decoradas com as dez pedras preciosas mias raras do planeta. Incluindo os móveis feitos pelos designers mais renomados, DJ, garçonete, sommelier, chef de cozinha, massoterapeuta, esteticista, maquiadores, cabeleireiros, seguranças e motoristas exclusivos à vontade, prontos para servirem os poucos que podiam desfrutar de tudo aquilo.

Kise e Himuro estavam boquiabertos diante de tamanho luxo. Nem em seus sonhos mais otimistas, uma ostentação dessa magnitude era palpável. A dona do local deu um beijo na bochecha de cada um dos modelos e falou:

— Bem-vindos ao mundo dos ricos, milionários e famosos, meus queridos.

Em seguida, a mulher despediu-se do trio, dando um beijo no rosto de cada um deles e dando um alerta para Aomine:

— Lembre-se da principal regra do camarote: nada de “Os 120 Dias de Sodoma” por aqui – traduzindo, era estritamente proibido fazer sexo e preliminares mais ousadas dentro do camarote.

O DJ perguntou o que eles queriam ouvir, Kise foi até ele e pediu a música.

“ (...) Make some noise, all right

Till your body burns up, all night, all night

Cause we got fire fire

Higher higher

I gotta make it, I gotta make it

It’s sick

Reject rejection

I was always too much

Everyone follow me

It’s sick (...)”

(Dope/ Sick – BTS)

O jogador de basquete já agradou de descobrir algo em comum com o loiro: o gosto musical. Além disso, ficou impressionadíssimo com as habilidades de dança de Kise, uma cópia perfeita dos integrantes do grupo coreano, no qual eram os donos daquela agitada canção, dançando como se não houvesse amanhã.

“Não é à toa que ele começou como idol” – observou o rapaz de cabelos azuis, enquanto era praticamente tragado pelo loiro a dançar com ele e Himuro.

Após a música agitada terminar, o trio sentou-se em um sofá muito confortável, habilitaram o karaokê. Em seguida, Tatsuya pegou o microfone e soltou a voz. Daiki estava encantado com a voz afinada e de timbre forte do moreno de franja.

“Is it my go, is it your go

Sometimes I’m goody-goody

Right now I’m naughty-naughty

Say yes or say no

‘Cause I really need somebody

Tell me you’re that somebody (…) ”

(Are You That Somebody? – Aaliyah feat. Timbaland)

Um verso depois, Kise entrou no clima, pegou outro microfone e começou a cantar com Himuro, ajudando no backing vocal. Aomine estava impressionado com a voz de Ryouta, realmente ele era perfeito para a função de palco, uma voz agradável, afinada e como o timbre um pouco anasalado dela completava o timbre límpido de Tatsuya. Perguntava-se internamente como eles nunca tentaram a carreira de cantores solo, ou até mesmo eles mesmo como um duo.

Na parte do rap de Timbaland, Kise também impressionou por conseguir fazê-lo de forma apropriada, com uma boa dicção e ritmo, entretanto no meio do rap, Ryouta pegou outro microfone e deu para Aomine. O jogador fez a dupla ficar boquiaberta com suas inesperadas habilidades para rap.

Depois de terminarem de cantar a música, o trio sentou no sofá, entre um e outro copo de conhaque, o atleta não se aguentou e perguntou:

— Cara, Himuro, você nunca pensou na carreira de cantor? Você tem uma ótima voz.

— Sabe que... não! Não vou mentir, já recebi convites para fazer parte de boybands, bandas para valer, mas sempre recusei, porque meu sonho sempre foi as passarelas. Confessa, vai, Aomine. No passado, você fez parte de algum grupo de rap, né?! Suas habilidades são incríveis!

— Quando eu morava no Japão, no “Show de Talentos” do colégio, eu juntava uns parceiros de time e fazia uns raps, principalmente porque a escola que estudei no colegial era toda americanizada. Para vocês terem uma ideia, os armários e o refeitório eram iguais aos das escolas daqui. Saudades dos tempos de “aborrecente anônimo” – o trio riu com a observação falha de Daiki. Em seguida, ele continuou — Kise, é que não deve saber o que era isso, afinal, idol famoso desde o colegial...

— Nossa, era tão famoso que se uma ou outra alma viva me reconhecia em Akihabara (famoso bairro japonês por ser um centro comercial voltado para fãs de animes, mangás, idols, etc) era muito – respondeu o rapaz com um amargor no tom de voz.

— Sério?

— Sério. Resumindo minha carreira de idol por um ano: o single de debut do meu grupo estreou na posição 80 da Oriconner, o single seguinte, lançado dois meses depois, não chegou nem a “Top 100” e o último single, lançados seis meses após, vendeu só 200 cópias. Detalhe: todas foram compradas por fãs internacionais. Sendo que eu passei meu Ginásio inteiro me desdobrando entre ser estudante e trainee da empresa... complicado, não?!

Daiki entendia perfeitamente os sentimentos de Ryouta, pois também passou por poucas e boas para chegar até onde chegou.

— Mas aí, quando o presidente da empresa anunciou o fim do grupo, ele me chamou separadamente na sala da presidência, onde lá estava o olheiro da LA.s e onde tudo começou – finalizou o loiro.

Ainda reflexivo, Himuro soltou:

— Quem vê a gente aqui, pensa que tudo foi fácil. Eu não recebi nenhum apoio da minha família, saí de casa fugido, morei em apartamentos minúsculos com 10, 11 modelos, passei fome, sede, fui muito humilhado... Só eu sei quantos “não” eu tomei na cara para chegar até onde cheguei.

— E com todo o direito do mundo, nós merecemos desfrutar da nossa vitória – Aomine pegou três taças, encheu elas de champanhe, entregou-as para Tatsuya e Ryouta, onde fez um brinde — A nós!

— A nós! – exaltou a dupla, antes das taças tintilarem.

Brinde feito, os olhares sedutores continuaram. Era a hora perfeita para Aomine propor:

— Que tal fazermos um brinde mais... particular em um local mais adequado? Vocês topam?

— Claro! – respondeu a dupla em coro, entretanto eles teriam que avisar a dona do local, que estavam de saída. Aomine ligou novamente para ela, explicando a circunstância. A mulher veio que nem um furacão, correndo, para se despedir dos três, agradecê-los pelos momentos agradáveis e, claro, trazer a maquininha do cartão para eles pagarem o que consumiram, entretanto inesperadamente o jogador de basquete pagou também as comandas de Kise e Himuro. Eles ficaram boquiabertos e Tatsuya fez questão de ressaltar:

— Aomine, não se preocupe, me passa sua conta depois que eu te pago...

— Não precisa...

— Eu faço questão de pagar... – continuou Himuro, porem foi interrompido pelo atleta.

— Não precisa, vocês agora são meus convidados de honra. Vamos?

— Sim... muito obrigado novamente, Aomine!

— Obrigado... Aominecchi!

— Aomine...cchi?

— É um honorífico que o Kise sempre usa quando tem respeito ou alguma intimidade, igual a mim, Himuro – Himurocchi, por exemplo – explicou o moreno com pinta no rosto, enquanto eles saíam do camarote.

xxXXxx

Dentro da luxuosa suíte presidencial que Aomine levou a dupla, de banhos tomados e bebericando champanhe dentro da piscina luxuosa, o trio aproveitava intensamente a piscina com cachoeira artificial, ao mesmo tempo que conversavam sobre vários assuntos; entretanto o jogador de basquete não deixava de reparar o quanto eles eram bonitos. Daiki reparava em tudo: no abdômen bem definido de Ryouta, as pernas torneadas na medida certa de Himuro e, principalmente, reparava na bundinha bem empinada dos dois, imaginando os atos mais obscenos com aqueles rapazes. Afinal os três relaxavam na piscina totalmente pelados.

Aomine estava parado na piscina, mais perto da cachoeira artificial, justamente para disfarçar a ereção dos olhos dos dois, enquanto Kise e Himuro nadavam perto dele.

“Com certeza, eles estão fazendo isso para me provocar... tsc, nem fazem questão de esconder que também estão de pau duro” – refletia Daiki, olhando Kise nadar de costas, com o pênis ereto à mostra e Himuro também deixando a própria excitação à mostra, quando fazia algum movimento de nado perto do atleta.

Repentinamente, a dupla passou a nadar bem perto de Aomine, passaram a jogar água um no outro, ao mesmo tempo em que se aproximavam. Quando a distância ficou mínima, Kise mordeu o lábio inferior, dando um sorriso cheio de segundas intenções para Tatsuya. Himuro correspondeu retribuindo o sorriso do loiro e passando a língua levemente sobre o lábio superior. Ambos voltaram seus olhares para o rapaz de cabelos azuis, que já imaginava o que iria acontecer... Em seguida, Ryouta agarrou sem nenhum pudor a bunda de Tatsuya, aproximou seu rosto ao dele até os lábios se tocarem. Por instinto, Kise abriu a boca, permitindo a língua mais os lábios de Himuro provar de todos os sabores de sua boca.

Conforme o tempo passava, o beijo entre os dois era cada vez mais intenso, as mãos um do outro eram cada vez mais ousadas em seus carinhos, a ponto de oferecerem, debaixo da água, uma masturbação simultânea um ao outro.

Aomine delirava ao ver aquela cena, queria muito estar no meio deles, porém, naquele momento, seu lado vouyer falava mais alto e quando eles pararam de se beijar para perguntarem se o atleta queria se juntar a eles, Daiki respondeu:

— Ainda não... ver vocês assim, está ótimo, mas quando eu quiser participar, com certeza, eu aviso.

A dupla espirrou bastante água em Aomine, fazendo ele enxergar momentaneamente somente água e quando a água baixou, Kise e Himuro não estavam mais na piscina. Daiki ainda deu uma nadada mais um mergulho final de verificação e eles realmente não estavam lá.

“Será que... não... eles não podem ter ido embora” – pensou o rapaz de cabelos azuis.

Saiu da piscina e passou a procura-los nos cantos do hotel. Não achou eles na cama ao redor da piscina, nem no ofurô próximo, também não achou eles no banheiro com a banheira de hidromassagem, no banheiro normal da suíte, entretanto quando foi para a cama principal, deliciou-se com a cena vista: Himuro e Kise fazendo sexo oral simultâneo e preparando um ao outro, de forma sensual e prazerosa, totalmente concentrados um no outro. Sorrateiramente, aproveitando que os rapazes estavam de olhos fechados, Aomine sentou na cama, posicionou-se de forma a ficar de frente aos dois e começou a se masturbar com aquela bela cena, imaginando-se no meio daquilo tudo.

Himuro sentia um prazer imenso, pois naquele momento, a língua de Kise deu uma generosa lambida na sua entrada, ao mesmo tempo em que uma das mãos do loiro masturbava-o e a outra terminava de passar o lubrificante em sua intimidade. Ryouta delirava de tesão, pois o moreno com franja movimentava seus dedos lá dentro e ainda o chupava de um jeito muito prazeroso, sendo que o modelo delirou ainda mais quando Tatsuya voltou a penetrá-lo com os dedos.

Quando finalmente perceberam que o atleta foi fisgado de primeira no jogo deles, pararam o ato para Ryouta colocar a camisinha, onde em seguida o loiro sentou-se na cama. Tatsuya aproximou-se de Kise, ajoelhou-se de pernas abertas, de modo a ficar sentado no colo do rapaz e começou, aos poucos, a ser penetrado por Kise. Ficando no controle, Himuro pode controlar perfeitamente o acostume, até sentir todo o pênis do loiro dentro de si. Após o acostumar, o moreno com franja começou a fazer movimentos rítmicos de vai e vem, como se estivesse cavalgado. Rapidamente, Ryouta o auxiliou na penetração, fazendo aquele momento da transa muito mais prazeroso.

Aomine estava totalmente envolvido com a cena, corrigindo, mais ainda com o evoluir dela, onde depois de um tempo, Himuro passou a penetrar Kise na famosa “posição de quatro” e depois de bom tempo de penetração, lá estava Ryouta, ainda de quatro, chupando o pênis de Tatsuya com gosto... Daiki chegou ao seu limite, parou a masturbação, engatinhou até onde a dupla estava e, primeiro, roubou um beijo bem molhado de Himuro, depois provou ao máximo os lábios de Kise. Em seguida, o atleta pegou o lubrificante próximo a si, jogado na cama, uma camisinha, colocou o preservativo, lubrificou ele. Posicionou-se atrás de Kise, que percebendo o pênis do atleta roçando sua entrada, retirou momentaneamente o pênis de Himuro da boca, inclinou o pescoço um pouco para trás, somente o suficiente para ver Aomine e falou de forma bem provocante:

— Vem, Aominecchi!

Recebeu como resposta o pênis de Aomine entrando com tudo dentro de si. Deu um gemido satisfatório de prazer, pois queria mesmo esse tipo de atitude do atleta e continuou a chupar o falo de Tatsuya, ao mesmo tempo em que recebia com gosto as estocadas do outro. Para Kise, não havia, naquele momento, maneira melhor de desfrutar o sexo.

Himuro também gemia muito de prazer, pois o loiro o chupava do jeito que mais gostava: concentrado mais na glande do que na extensão, alternando por chupadas mais lambidas nos testículos e masturbação.

Aomine sentia-se no paraíso da luxúria, ao ver dois rapazes tão entregues aos prazeres à três. Era muito gostoso ver Himuro gemendo de tesão do ato, fora os beijos mais provares que o jogador dava no moreno com franja, Kise com seus gemidos abafados, onde o trio estava tão conectado aos prazeres da libido a ponto do melhor acontecer. Primeiro foi Tatsuya sentir o misto de relaxamento e sensações boas que só um orgasmo pode dar, dando nem tempo de retirar o pênis dentro de Ryouta e jorrar todo o seu líquido dentro da boca do loiro, depois foi a vez do loiro... os gemidos de “Himurocchi” e “Aominecchi” seguidos de outros altos durante o ápice, o coração acelerar, corpo a tremer um pouco... e por último, Aomine entrou em uma zona de prazer única, de forma intensa, praticamente gritando um palavrão seguidos de fortes gemidos, totalmente satisfeito com o sexo, satisfação também compartilhada pela dupla de modelos.

(...)

Já deitados, ainda em recuperação dos espasmos dos orgasmos, o trio beijava-se muito, entretanto eles pararam os beijos para Aomine provocar:

— Himuro, se prepare, pois quando estivermos recuperados, eu e o Kise vamos te pegar de jeito.

— Podem vir, eu quero mais é vocês desfrutando do meu corpo com tudo!

A boca de Himuro foi tomada por um beijo de Kise, depois um beijo de Aomine e assim, eles continuaram a noite, explorando ao máximo todas as possibilidades de prazer à três.

Notas finais
[DESABAFO] Eu escrevo nesse site por puro hobby, prazer mesmo e recentemente duas fanfics minhas passaram por mais um problema de desaprovação e, novamente, tive um “deja vú” do que eu passei na minha ex conta de KPop – pessoas falando mal dos meus escritos por eu não romantizar estupros, violência, doenças graves, dos couples que eu escrevo e principalmente os que eu não escrevo, etc, onde novamente isso quase custou a minha conta. Quem me acompanha de verdade sabe o quanto EU AMO ESCREVER TAMBÉM SOBRE O LADO PODRE DA HUMANIDADE SEM ROMANTIZAÇÕES, PRONTO, FALEI E O QUANTO EU AMO EXPLORAR COUPLES NÃO POPULARES! Comigo, estupro será tratado como é: um crime, doenças graves serão tratadas como tal, crimes serão tratados como crimes, transtornos psicológicos ou psiquiátricos graves serão tratados como são – um transtorno e atos errados serão tratados como atos errados. Portanto, não exijam de mim que eu escreva uma versão piorada de “Junjou Romantica” ou “Viewfinder”, não exijam que eu escreva só sobre um couple, que eu só escreva fanfics clichês de um certo couple “para não desperdiçar meu talento”... Sugestão é diferente de exigência e mais diferente ainda de esculacho. Eu escrevo também para ler algo que, acima de tudo, me agrade. Minha fanfic, minhas regras, com responsabilidade, pois este site tem regras a serem seguidas e eu não vou mesmo desistir do que eu acho que é certo para a minha escrita. Desculpas sinceras aos que não merecem ler esse desabafo, mas precisava fazê-lo. Links das músicas citadas na fanfic, para quem quiser ouvir: * Do It To It – Cherish feat. Sean Paul of YoungBloodz: https://www.youtube.com/watch?v=dPCS68n0s2I * Bitch Better Have My Money - Rihanna: https://www.youtube.com/watch?v=oQW2FFt3-A8 * Dope/ Sick – BTS (KPop, pop coreano, misturado com Hip Hop): https://www.youtube.com/watch?v=BVwAVbKYYeM * Are You That Somebody? – Aaliyah feat. Timbaland: https://www.youtube.com/watch?v=J9zc7f0jedM