Livros e fanfics

Recomendado por Aline Herondale

Aline Herondale
Provavelmente eu comecei essa fic com o mesmo sentimento de muitos outros: o que ela tem de bom? Cara, tudo. Já li quase todas as fics dessa moça, e sim, amei todas. Nunca sei dizer o que mais gosto, o que mais me chama a atenção...Talvez seja tudo. Só sei que quando começo, não quero mais parar. Que a cada capítulo eu sou surpreendida por escolhas e acontecimentos que acontecem, os quais eu nunca pensaria. Acho que é isso: ela sempre surpreende. Mostra que boa história não precisa de clichês, de pessoas normais e gente equilibrada. Como é real! Como ela escreve histórias tão reais... E eu amo isso. Me sinto bem mais conectada com os personagens, com as heroínas e os heróis. MrsHepburn (ou loliveira, não sei mais kkk) você se tornou A minha autora favorita. Por favor escreva muito mais.♥
OBEDEÇA "AS" LEIS

O verbo exige a preposição “A”. Ou seja, não se obedece algo, se obedece a algo. O correto é "obedeça às leis de trânsito".

(1) ESTÁ / (2) ESTAR / (3) ESTA

(1) Do verbo “estar”, é a conjugação no presente. Pode ser substituído por “tá”, o que é informal e não pode ser escrito. ->Ex: ela está na sala. (Ela “tá” na sala.)
(2) O verbo no infinitivo é usado, principalmente, após outros verbos ou após preposições (de, após, para...). -> Ex: Ela vai estar na sala. (Verbo “vai”, então é seguido por infinitivo)
(3) Demonstra o local ou indica algo. Pode ser substituído por “essa”. -> Ex: esta caixa está no local errado. (Essa caixa...)

Recomendado por antarctic

antarctic
Essa é aquela história que te faz parar pra pensar, não só pensar, mas refletir de verdade. Faz você querer ser mais você e t traz vontades que você nem lembrava-se mais de ter, coisas como agradecer a Deus pela mãe e pelos tempos evoluídos, agradecer a medicina, agradecer a si mesmo por se aceitar e aceitar a negação dos outros. Delilah não é apenas uma one-shot sobre uma jovem sendo oprimida por sua orientação sexual, a carta de Gwen não precisa ser descrita porque todos nós já escrevemos uma carta para Delilah, nem sempre com papel e caneta e sim com pensamentos, com palavras orais, com gestos exasperados, algumas vezes Delilah possui um nome diferente, mas continua sendo nossa melhor amiga. Algumas vezes nós somos Gwen e Delilah e algumas vezes ela é aquela pessoa que o julga constantemente e que o repudia, as vezes ele pode ser até mesmo seus pais, avós, amigos distantes com quem tu não tem contato íntimo. A carta de Gwen são todas as vezes em que você se sentiu intimidado por ser você mesmo não apenas por ser homossexual, mas também por ser negro, por ser judeu, por ser mulher. É sobre o medo de uma sociedade preconceituosa e obre aceitar quem você é, eu aceitei, eu entendi quem eu sou, descobri a mim mesma refletida na Gwen preocupada com a reação dos pais e os comentários dos estranhos na rua. Todos nós já fomos uma Gwen e já nos apaixonamos por uma Delilah, tudo o que essa fic me passou foi que, independentemente do que os outros digam, no fim das contas nós apenas temos de nos soltar, soltar nosso verdadeiro eu, apenas para que uma carta como essa não fique entalada na sua garganta e o mate sufocado por uma corda, de overdose ou com os pulsos cortados. palavras são palavras, ditas, escritas ou cantadas e, essa fic, fez com que eu pensasse sobre todas as palavras que eu devo dizer agora e direi futuramente pelo simples prazer de ter o direito de dizê-las.