Livros e fanfics

Recomendado por call me let

call me let
então, eu tava vendo as fics nos favoritos de outras pessoas (normal) e achei Inner Beauty, não tinha nada pra fazer então comecei a ler, e simplesmente amei a historia, então a autora fez See Me, e apesar de ter poucos capítulos eu amo ela também, então eu vi Inner Beauty 2 e nossa, se eu tinha amado Inner Beauty 1 eu simplesmente não descrever meu sentimento por essa historia, ela é simplesmente perfeita, o modo como a autora sabe exatamente onde colocar as palavras, ou mudar a historia, o modo como ela consegue "domar" as palavras pra que ela fiquem perfeitas no geral é impressionante e isso faz a historia ficar mais perfeita ainda, então pessoa que esta lendo isso: LEIA ESSA FIC, VOCÊ SÓ VAI SE ARREPENDER SE NÃO LE-LÁ! e isso vem de uma pessoa que não costuma recomendar ou ate mesmo achar fics perfeitas! então é serio leiam, se se arrependerem (duvido) venham reclamar comigo que eu vou jogar na cara de vocês tudo o que eu escrevi aqui! beijos x
(1) MEXA / (2) MECHA

(1) Do verbo mexer, lê-se com o "e" forte (mêxa). -> Ex: Não mexa na minha bolsa.
(2) Relacionado ao cabelo, lê-se mécha. -> Ex: Eu pintei apenas uma mecha do meu cabelo.

(1) CÉREBRO / (2) CÉLEBRO

(1) O cérebro (sim, cé-re-bro), o cerebelo e a ponte, juntos, formam o Encéfalo, o centro nervoso do corpo humano. Essa palavra faz parte da aulinha de anatomia, mas, figurativamente, pode ainda significar inteligência ou talento. -> Ex: O seu cérebro era superdesenvolvido.
(2) WAT? Isso non ezciste!

Recomendado por Rain

Rain
Bem, vamos começar do começo. Então, em primeiro lugar, quero recomendar esta história para quem gosta de romances divertidos e de gente que escreve sem assassinar o português. Para mim, qualquer história que tenha amor, humor e correção gramatical já me ganha de cara. Mas então vêm os pets: o desdenhoso gato Ernesto e o bonhachão do cachorro Mozart. Eles assumem o volante de vez em quando (sim, isso mesmo! olha que delícia!), mostrando a história através de suas impressões peculiares. Aí, gente, fechou pra mim. Porque se tem duas coisas que eu gosto demais são bichos e POVs peculiares. Isso já é o suficiente para eu recomendar duas vezes, mas ainda tenho outra coisa a dizer. No começo da história, a Juliana diz que aceitou um desafio com Chamem os Bombeiros: o de fazer desta uma história que evolui ao sabor do improviso, sem ter muitas coisas fechadas e pré-programadas. E quem escreve ou já escreveu sabe que fazer algo assim e conseguir se sair uma história realmente boa e costuradinha é só para os fortes. Então, o maior motivo desta recomendação é dizer que ela conseguiu, ou vem conseguindo (escrevo no dia seguinte à postagem do capítulo 20), manter o foco e a qualidade. E eu não tenho dúvidas de que vai ser assim até o fim, porque já ficou claro que ela manda bem demais. Então, se você tinha alguma dúvida quanto a começar a leitura, faça uma fogueirinha com ela e chame logo os bombeiros.