Livros e fanfics
Recomendado por Alice
Alice
Para começar essa é a melhor história que eu já li, arrisco dizer, na minha vida! Me aventurei em ler, na época, os 60 capítulos e não me arrependi. Hoje com 80 capítulos vejo a fama que conquistou e ainda mais, tem tudo para virar um livro quando for finalizada. Ela tem exatamente tudo que uma boa história precisa: romance, drama, sonhos, esperança e aquela marca especial do escritor. Jennifer um dia vai virar uma grande escritora >conhecida< , pois grande escritora ela já é.
A história segue perfeitamente sem pressa ou lentidão, as palavras se vão se encaixando, a história segue um rumo, não são somente um confusão de letras ou palavras jogadas, é algo inexplicavelmente perfeito! Que essa história passe uma verdade a vocês assim como passou para mim.
(1) OUVIR / (2) ESCUTAR
(1) Ouvir indica que a pessoa percebe pelo sentido da audição. -> Ex: Ela ouviu as reclamações da mãe.
(2) Escutar significa estar atento para ouvir. -> Ex: ele escutou a conversa por detrás da porta.
Ou seja, “ele escutou com atenção” é redundante.
(1) XINGAR / (2) CHINGAR
(1) Significa lançar ofensas verbais a outras pessoas. Ex: Ela me xingou só porque pisei no pé dela.
(2) WAT? Isso non ecziste!
Recomendado por Gabinos
Gabinos
Essa história tem cores, tem uma musiquinha (safada, para a época), o ambiente denso com fumaça de cigarro, o burburinho das conversas e o tilintar dos copos!
Deliciosa, instigante e trazendo um cenário riquíssimo e de infinitas possibilidades com algumas das mais ilustres personalidades da época ajeitando seus bigodinhos ou suas peles ao redor do pescoço, falando alto pela inebriação e gargalhando ao tirarem sarro do cenário político.
E temos Doris e Sissi. O casal Bonnie e Bonnie, que tem um Clyde assistente para as fugas, o pseudo-Romeu.
Não tem como dissociar a história dos penteados, trejeitos, vestidinhos e olhadelas cúmplices de quem trama algo, principalmente entre as personagens principais.
A Kori surpreende não só na ótima ambientação como no banho de cultura das notas. Pra quem não é de São Paulo e mal conhece a cidade, como eu, a vontade é tirar uns dias e ir conhecer os lugares que dão nomes aos capítulos. É mágico ter o enaltecimento de uma cidade tão grande e cheia de histórias para contar, mas que foi esquecida e tratada com descaso por quem deveria preservá-la.
É em obras como a da Kori que nossa cultura vive. É um prazer indescritível ler uma história como essa, onde a mente viaja à 1922 e traz todos os aspectos daquela época que aprendemos de diversas maneiras mas muitas vezes é esquecido em algum lugarzinho da memória por não ser revivido muitas vezes.
Além de tudo, o gostinho da infância, das novelas da época, seriados, do interesse que essas obras despertavam sobre as figuras que cumpunham o cenário intelectual, tudo vem à tona.
Obrigada, Kori!