Livros e fanfics

Recomendado por Farfalla

Farfalla
O Virgem de 19 Anos vem trazendo os problemas que um garoto nessa idade enfrenta hoje em dia perante a sociedade... Ops! Não é bem assim. Caio é virgem e o símbolo sexual da escola! Apenas ele e sua amiga de infância, Vanessa, sabem de sua real situação; enquanto todo o resto das pessoas de sua faculdade espalham boatos sobre as noites que o garanhão tem! Carregada de comédia, essa história vem trazendo situações inusitadas, cenas inesperadas e cenários bizarros! Sendo fiel à descrição da vida de um universitário que vive em república, praticamente nos sentimos dentro da Universidade Federal de Viçosa. O que será que Caio fará? Mil situações passarão por sua cabeça, e dificilmente alguma estará correta! Amanda tem todo o cuidado com o português para seus leitores, dando os detalhes necessários para sentirmos as aflições de Caio e, a melhor parte, mesmo sendo uma mulher consegue transmitir uma sensação de masculinidade por parte do personagem embora mais inocente que o normal para idade por ser... bem, virgem!
ASSISTO "A" TV

Pode-se assistir ALGO no sentido de ajudar. -> Ex: O médico assistiu o paciente. (Prestou ajuda ao paciente, atendeu-o.)
Ou assistir A ALGO no sentido de presenciar algo, ver, observar. -> Ex 2: Eles assistiam à televisão. (Olhavam a televisão.)

(1) DE / (2) DÊ

(1) "De" é preposição, une as palavras. -> Ex: Gosto de refrigerante de laranja.
(2) "Dê" é uma ordem (verbo no imperativo afirmativo) que vem do verbo "dar". -> Ex: Me dê um brinquedo, mãe!

Recomendado por Elô Antunes

Elô Antunes
Depois de ler, respectivamente, "O Amor É Clichê", "Halloween Love Stories" e "Trabalho Escolar: Diário de Lidia Brazzi", me senti na obrigação de criar uma conta no Nyah! - demorei demais para tomar vergonha na cara, eu sei - para acompanhar "Perfectly Wrong" que, devo ressaltar, é maravilhosa assim como todas as outras estórias de Juliet (as que li até agora, pelo menos). A comédia, o drama e o romance são elementos que necessitam de disciplina para serem trabalhados em conjunto, de forma faça a estória ter sentido sem que pareça um stand up, show de melancolia ou enjoativamente melosa. Equilíbrio é a palavra chave e Juliet faz isso de maneira tão natural que talvez nem ela mesma perceba. E é exatamente por isso que eu amo suas estórias. Desde que comecei a acompanhar o trabalho de Juliet, ganhei não apenas ótimas estórias para me entreter, mas também motivação. Como alguém que gosta de escrever, sou do tipo que nunca começa algo simplesmente por saber que não vai terminar. Entretanto, lendo o que ela escreve, pude perceber que se for algo bem feito, por que não arriscar? Então talvez eu não esteja aqui apenas para recomendar uma (todas) estória de Juliet. Estou aqui para também recomendar uma escritora que tem, na minha nada humilde opinião, um futuro brilhante pela frente.