Livros e fanfics

Recomendado por Bella Aurora

Bella Aurora
Eu simplesmente amei essa história! Lidia consegue ter um azar desgraçado (pior que o meu se é possível). Cai milhões de vezes, fica presa na neve, quase morrer na maioria dos capítulos... e foi isso que eu mais gostei nessa história! O fato de ela ser animada o suficiente pra você querer saber: Qual a próxima desgraça que vai acontecer com essa menina? Ou pra você pensar: Nossa! Eu achei alguém mais azarado que eu. Eu posso dizer que amei essa história do início ao fim. Com uma dose de humor e romantismo essa autora (Juliiet) me ganhou no primeiro capítulo! E ainda saber que ela foi a única a fazer o trabalho! Eu iria ficar fula da vida! kkkk
(1) ESTÁ / (2) ESTAR / (3) ESTA

(1) Do verbo “estar”, é a conjugação no presente. Pode ser substituído por “tá”, o que é informal e não pode ser escrito. ->Ex: ela está na sala. (Ela “tá” na sala.)
(2) O verbo no infinitivo é usado, principalmente, após outros verbos ou após preposições (de, após, para...). -> Ex: Ela vai estar na sala. (Verbo “vai”, então é seguido por infinitivo)
(3) Demonstra o local ou indica algo. Pode ser substituído por “essa”. -> Ex: esta caixa está no local errado. (Essa caixa...)

"_ VAMOS EMBORA! _ DISSE ELE."

Epa, epa! Para indicar a fala de um personagem, use aspas ( " " ) ou travessão ( — ). -> Ex. CORRETO: "Vou escrever uma nova fic" disse a autora. (Observação: Não escreva com as duas ao mesmo tempo, ou alternando entre uma e outra. Escolha um desses sinais e o use durante toda a fic. E não se esqueça de que são usados para marcar o começo e o final da fala!)
Logo, não use underline ( _ ) ou asterisco ( * ) para indicar uma fala ou ação. -> Ex. ERRADO: _Vou escrever uma nova fic_ disse a autora.
Também pode-se usar o discurso indireto. -> Ex. CORRETO: A autora disse que iria escrever uma nova fic.
Não misture em um só parágrafo discurso direto e indireto.

Recomendado por Napolitana

Napolitana
É o seguinte, eu não tenho o hábito de recomendar histórias. Não porque eu seja esse poço de exigência, nem porque as histórias que eu leio não mereçam. Mas existe um elemento importante para que eu consiga me inspirar de verdade: a identificação. Quando um leitor se identifica com uma história, do modo que preferir, do modo que conseguir, acontece uma espécie de magia, uma bonita e estranha, que o obriga a continuar sentindo exatamente o que o autor quer causar. E isso pode parecer ruim, ficar a mercê das palavras de outra pessoa, mas na verdade eu acho que é o que todos nós buscamos numa boa ficção. Quis dizer isso antes de tudo porque, talvez, você seja como eu e não leia uma história só porque alguém lhe disse que é muito boa. Talvez você precise de provas maiores. Talvez não seja o bastante para lhe convencer nem quando eu lhe disser sobre como a história é abordada de forma curiosa, lhe surpreendendo de repente. Ou sobre como a autora se preocupa em preencher as lacunas de mistérios sutilmente, criando novas dúvidas em seu lugar, tecendo uma teia de dramas que te deixam ansioso. Talvez nem mesmo quando eu diga que é incrível (e até invejável, não nego) o tanto de criatividade que está impregnado em cada detalhe da história. Cada elemento curioso e diferente que vão contra todas as ideias que geralmente temos de Céu e Inferno, Deus e Anjos, Mortos e Vivos... Se, e somente se, eu estiver certa e você não se deixar convencer por somente por isso, há ainda a maravilhosa questão da identificação. Convido-o a experimentar personagens muito interessantes, que despertam nossa empatia e/ou raiva. Pensar como é estar no lugar de Melissa é agonizante, mas é a situação de Will que me deixa mais nervosa. Para quebrar as expectativas de um paraíso perfeito, Obscure Grace, por Mare di Stelle. PS. A autora é muito gente boa!